EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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VOTAÇÃO
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Esquire se inspira em capa histórica de 1968

 

Edição mais recente da revista traz o comediante Steve Colbert refazendo capa clássica de abril de 1968 com o lutador Muhammad Ali criada por Harold Hayes, que ganhou exposição recente no MoMA.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 22h37
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McCain tenta justificar mudança em relação a imigrantes

 

Ouça minha análise no UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h04
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McCain, a economia e o viagra

 

Dana Milbank, o melhor cronista político de Washington, relata encontro hilariante de jornalistas locais na manhã de ontem com a principal assessora econômica de John McCcain. Carly Fiorina foi a primeira mulher a comandar uma das empresas Top 20 da Fortune --a HP, da qual saiu em certa desgraça em 2005. Dá consultoria ao candidato republicano desde quase o começo da campanha dele e é um dos nomes sendo considerados ao posto de candidata a vice-presidente. Faria todo sentido: ela poderia atrair a grande fatia de eleitoras de Hillary Clinton insatisfeitas com a escolha de Barack Obama.

Mas Fiorina, 53, ainda não domina completamente o ritual washingtoniano, descreve Milbank. Por exemplo: no encontro com jornalistas para falar dos planos econômicos de um candidato de 72 anos, que se eleito será o presidente mais velho da história a assumir a Casa Branca, trouxe à tona sozinha, sem ser indagada, o assunto "Viagra". Não só esse, mas anticoncepcionais, dois temas-tabu para a fatia mais conservadora do eleitorado que McCain tenta conquistar.

(Sua defesa, aliás, era até boa: por que alguns planos de saúde cobrem as despesas dos segurados com a droga antiimpotência, mas não cobrem as das seguradas com pílulas anticoncepcionais?)



Escrito por Sérgio Dávila às 15h27
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Budweiser brasileira "seria uma vergonha", diz Obama

 

"Seria uma vergonha" a multinacional belgo-brasileira InBev comprar a cervejaria Anheuser-Busch, fabricante da cerveja mais popular dos Estados Unidos, a Budweiser. É o que disse hoje Barack Obama, em parada em St. Louis, no Missouri. A companhia comandada por Carlos Brito fez uma oferta hostil à empresa baseada naquela cidade --e as negociações vêm causando polêmica entre os locais. Há desde rompantes de patriotismo à preocupação com fechamento de fábricas e de vagas.

Durante parada de emergência ali, o candidato democrata respondeu a pergunta sobre o assunto. "Isso faz parte do sistema de livre mercado", disse ele. "Eu acho que seria uma vergonha se a Bud fosse de um proprietário estrangeiro. E penso que nós deveríamos conseguir achar uma companhia americana que está interessada em comprar a Anheuser-Busch, se, de fato, a Anheuser-Busch achar que a [sua] venda é necessária".

Obama discursa para a platéia que mais cobiça hoje em dia, o operário branco de pouca instrução, que teme que uma abertura maior da economia americana --que já é uma das mais abertas do mundo-- custe ainda mais empregos de mão de obra pouco qualificada. Ele sabe que não há companhias norte-americanas interessadas em comprar a Bud e que apenas a nacionalidade norte-americana de uma nova proprietária não seria garantia de que todas as fábricas e todos os empregos fossem mantidos.

Ironia do destino: ele estava parado lá por conta de uma pane em seu avião de campanha, um MD80. O avião que passou a usar no resto do dia foi um EMB 145 -- da brasileira Embraer...

*

Entre as traduções de "shame", palavra usada por Obama na frase, estão "vergonha" e "pena".

*

Vale lembrar que a mulher de John McCain, Cindy, é dona da Hensley & Company, a terceira maior distribuidora da Anheuser-Busch nos EUA, e é uma das principais acionistas da cervejaria, com US$ 1 milhão em ações no final do ano passado. Ou seja, de certa maneira torta, a cervejaria funciona como a mesa do bar de encontro dessa campanha entre o democrata, o republicano e o Brasil...

 *

Vale lembrar ainda que Hillary Clinton também teve manifestações de nacionalismo explícito durante as primárias, como você leu aqui, quando ela reclamou da compra de uma empresa americana pela brasileira JBS-Friboi.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h40
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Obama aceitará indicação em estádio para 75 mil

 

Mudança de planos: em vez de aceitar a indicação ao Partido Democrata na convenção de Denver, no Colorado, como é praxe, Barack Obama acaba de anunciar que fará o discurso do dia 28 de agosto num estádio próximo ao local que realizará o evento. É o Invesco Field, do time de futebol americano Denver Broncos, com capacidade para 75 mil pessoas.

É a primeira vez que um candidato faz isso. Quem avisa é e-mail coletivo de seu coordenador, David Plouffe, que aproveita para pedir dinheiro. Os ingressos serão gratuitos, diz ele, mas quem doar agora pode garantir a vaga...

*

Sergio --

Join Barack at the Open ConventionI wanted you to be the first to hear the news.

At the Democratic National Convention next month, we're going to kick off the general election with an event that opens up the political process the same way we've opened it up throughout this campaign.

Barack has made it clear that this is your convention, not his.

On Thursday, August 28th, he's scheduled to formally accept the Democratic nomination in a speech at the convention hall in front of the assembled delegates.

Instead, Barack will leave the convention hall and join more than 75,000 people for a huge, free, open-air event where he will deliver his acceptance speech to the American people.

It's going to be an amazing event, and Barack would like you to join him. Free tickets will become available as the date approaches, but we've reserved a special place for a few of the people who brought us this far and who continue to drive this campaign.

If you make a donation of $5 or more between now and midnight on July 31st, you could be one of 10 supporters chosen to fly to Denver and spend two days and nights at the convention, meet Barack backstage, and watch his acceptance speech in person. Each of the ten supporters who are selected will be able to bring one guest to join them.

Make a donation now and you could have a front row seat to history:

https://donate.barackobama.com/yourconvention

We'll follow up with more details on this and other convention activities as we get closer, but please take a moment and pass this note to someone you know who might like to be there.

It will be an event you'll never forget.

Thank you,

David

David Plouffe
Campaign Manager
Obama for America

Donate


Escrito por Sérgio Dávila às 14h02
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A nova geração de "Obamas"

Michelle, mulher de um dos políticos negros mais importantes de Washington hoje, está grávida de seu terceiro filho. O bebê deve nascer ainda neste ano e completar seu primeiro aniversário numa residência oficial. Ela acompanha de perto a corrida presidencial norte-americana, sem muitas preocupações. Seu marido já está eleito.

Michelle, uma advogada de 37 anos, é casada com Adrian Fenty, de mesma idade, o jovem prefeito de Washington. Com Cory Booker, 39, prefeito de Newark, Deval Patrick, 51, governador de Massachusetts, e o ex-deputado Harold Ford Jr., 38, do Tennessee, todos negros e democratas, ele forma a novíssima geração de políticos nascidos na mesma época ou logo após o Ato dos Direitos Civis, de 1964, lei federal que tornou a segregação ilegal nos Estados Unidos.

Estudaram nas melhores universidades norte-americanas, a maioria se formou em direito, são quase todos do sexo masculino e chegaram aos cargos a que chegaram ao ampliar a base de eleitores para além do voto negro. Barack Obama, 46, é o representante mais conhecido, mas está longe de ser o único.

O consenso é que, se Barack Obama não fosse Barack Obama, o "posto" seria ocupado por um outro da mesma turma -eles são amigos. Todos estavam maduros. O candidato democrata à sucessão de George W. Bush na Casa Branca só soube captar, melhor e antes, o "zeitgeist", o espírito do ambiente político norte-americano atual. E foi mais bem-sucedido.

Há preconceito, sim, mas é "preconceito em resposta", reação ao preconceito branco. Um dos motivos pelo qual o leitor não terá ouvido falar dos outros nomes é que eles evitam se apresentar ao público como tal, um bloco de políticos negros em ascensão. Não querem afugentar o eleitorado branco, sem o qual sabem que não teriam saído do gueto que restringiu seus pais.

Vem daí uma das críticas comuns feitas a Barack Obama: a de que ele não é negro o suficiente. O candidato tem surfado na onda da maioria, segundo as pesquisas de intenção de voto, ao não se enquadrar em nenhuma definição. Não é progressista, não é conservador, não é elitista, não é popular. Não é branco, não é negro. Daí também a vagueza de suas propostas e slogans, que servem a todos de acordo como gosto de quem as ouve.

"Sim, nós podemos." "Não neste ano, não desta vez." "Mudança na qual nós podemos acreditar." "Nós somos aqueles pelos quais nós esperamos", o meu preferido, que poderia ter saído da boca de Neo, o personagem de Keanu Reeves na distopia cinematográfica "Matrix".

Ele não se enquadra em nenhuma definição, para se enquadrar na que mais importa: presidente.

Adrian Fenty

Cory Booker

Deval Patrick

Harold Ford Jr.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h30
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O alarme de Ingrid lembrava que havia esperança

O mundo parecia segurar a respiração para ouvir aquela mulher franzina e com cara de sofrida falar. O silêncio era quebrado apenas pelo compasso triste e monocórdico da voz da própria Ingrid Betancourt. Até que tocou um alarme. Era do relógio que a ex-refém das Farc trazia no pulso, alguém mais ouviu? Um bipe-bipe-bipe.

Naquela mesma hora, até a semana anterior, quando ainda estava no cativeiro, Ingrid e outros prisioneiros ouviam "Las Voces del Secuestro", as vozes do seqüestro. O programa-projeto foi criado em 1994 pelo jornalista Herbin Hoyos Medina, de 38 anos. O colombiano teve a idéia depois de passar alguns dias em poder do grupo guerrilheiro. Tinha 24 anos.

A rádio Caracol, a principal da Colômbia, aceitou sua proposta. Desde então, via programa, cerca de 15 mil parentes de reféns gravaram aproximadamente 320 mil mensagens, que são ouvidas por outros parentes e pelas vítimas -num gesto da guerrilha que é parte magnânimo e parte simbiótico, pois o refém deprimido não come e, se não come, não caminha, atrapalhando todo o andamento dos acampamentos.

O "Las Voces del Secuestro" dá esperanças aos seus ouvintes. Até quarta-feira, um deles era Ingrid Betancourt. Um dos primeiros abraços que ela deu depois de livre foi em Herbin Hoyos Medina, e a sua primeira entrevista exclusiva, para o programa dele.

Conheci o (então) roliço jornalista colombiano durante um curso de preparação para cobertura de conflitos armados que fiz, em 2003, na periferia de Buenos Aires, na Argentina, ao lado dos fotógrafos-amigos Antônio Gaudério e Juca Varella. Curiosamente, participei do curso depois de ter feito a cobertura da Guerra do Iraque, em março daquele ano.

Talvez por isso tenha me aproximado de Herbin. Ele foi um dos jornalistas mais jovens a cobrir a Guerra do Golfo, no começo dos anos 90, trabalhou como correspondente na Guerra da Bósnia e diz ter sido torturado na Tchetchênia. Diferentemente da maioria das pessoas que faziam o curso, nós tínhamos experiência nas tais coberturas de conflitos armados -ele mais do que eu.

Ainda assim, mesmo sabendo que era tudo simulado, nada superava o pavor de ouvir um bando de militares com máscaras invadir seu dormitório no meio da madrugada e levá-lo encapuzado e de algemas para uma trincheira profunda cavada na terra. Esse era um dos exercícios do curso. De lá, éramos carregados, um a um -não se sabia quantos estavam na vala-, para uma sala.

Ali, tive minha primeira e única experiência com o "waterboarding", a técnica de tortura que simula afogamento e que depois os EUA popularizariam ao aplicar em alguns detentos de Guantánamo. Vários pediram para sair no meio, uns tiveram ataques de pânico. Herbin resistia a tudo sem piscar. Desde então, de vez em quando, trocamos e-mails coletivos, mas nunca mais tinha falado com ele.

Pois "reencontro" o jornalista ao ouvir Ingrid agradecê-lo e apresentar seu programa ao mundo com a homenagem involuntária do alarme do relógio de pulso. Segundo levantamento divulgado em maio pelo instituto de pesquisas e centro de estudos Pew, dos EUA, a mídia em geral é mais mal avaliada do que o Congresso, as Forças Armadas, a Suprema Corte, os empresários. Só ganha em popularidade de George W. Bush, mas aí é covardia.

Saber que o jornalismo pode fazer diferença, como no caso do "Voces del Secuestro", é um alento.

   


 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h18
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Eleitor americano não liga a mínima para as Farc

 

Veja minha análise no UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h18
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Candidato macaco fala de "mudança" no Japão

 

No pódio, um candidato faz um discurso em japonês, é aplaudido e solta uma palavra em inglês --"change". A palavra (mudança) é a base do slogan do candidato democrata Barack Obama --"change we can believe in". O problema é que o político do comercial é um macaco. O anúncio foi colocado no ar no Japão por uma companhia local de celulares --o macaco-propaganda segura um aparelho enquanto discursa. A princípio, ninguém ligou. A empresa só tirou o anúncio do ar depois de começar a receber reclamações de norte-americanos negros vivendo no Japão. Em defesa dela, diga-se que todos os anúncios envolvem o animal, que é símbolo da empresa.

Veja o anúncio aqui.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h19
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Está pintando o candidato a vice republicano

 

Lembra-se de Charlie Crist, 51, o solteirão, bronzeado e impecavelmente grisalho governador da Flórida que entregou o Estado nas mãos do republicano John McCain durante as prévias, fator decisivo para a vitória do senador na indicação do partido? Ele havia sido casado por menos de um ano em 1980 e desde então nunca mais se soube de relacionamento seu.

Pois o político acaba de anunciar que ficou noivo e vai se casar com Carole Rome, 38, com quem namora há nove meses. Ela foi casada com o CEO da Blue Star jets, com quem tem duas filhas. A possibilidade de um solteiro ser escolhido vice-presidente na chapa republicana é próxima do zero. Já as chances de um noivo-prestes-a-casar, com índice de popularidade recorde no comando de um dos Estados mais importantes dessas eleições, é bem maior...



Escrito por Sérgio Dávila às 16h03
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Obama pode ir ao México

 

A cidade industrial de Monterrey, no norte do México, deve ser o ponto mais ao sul que Barack Obama chegará da América Latina antes das eleições de novembro. A hipótese foi ventilada por membros da campanha dele.

O súbito interesse pode ser reflexo da visita de John McCain à Colômbia e ao México e da luz que o continente recebeu depois da libertação de reféns das Farc, mas o fato é que a campanha tinha ignorado a região como destino até agora e começou ontem a fazer balões-de-ensaio na mídia.

Além disso, a meia-irmã indonésia de Obama, Maya Soetoro-Ng, será a estrela de um jantar para arrecadação de campanha que acontece no dia 22 na cidade do México. Podem participar cidadãos norte-americanos vivendo naquele país que queiram contribuir com entre US$ 250 e US$ 1 mil por cabeça.

(Quanto à política do democrata para a região, você já leu aqui e aqui.)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h54
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Gil diz que Bush tem "falta de conhecimento grave"

 

George W. Bush tem uma "falta de conhecimento grave". Quem faz a crítica ao presidente norte-americano é um membro do gabinete de Luiz Inácio Lula da Silva --que acontece de ser também músico e ter feito turnê recente nos Estados Unidos.

Em entrevista dada no final da semana passada a Amy Goodman, da rede progressista de programas de rádio e TV Democracy Now, Gilberto Gil disse que acompanha "as possibilidades" das eleições, chama Barack Obama de "jovem negro bem preparado" --e critica a falta de conhecimento de Bush sobre o Brasil.

A apresentadora diz a Gil que, em 2001, Bush teria perguntado a FHC: "Do you have blacks, too?" --vocês também têm negros? O músico devolve: "Sim, essa é uma falta de conhecimento, sabe? E é [uma falta] grave, sabe?, um presidente americano não saber que o Brasil tem a maior população negra [fora do continente africano]. Isso acontece, sabe?"

O curioso é que há dúvidas sobre se Bush disse essa frase. Segundo o site Snopes, que se dedica a investigar lendas urbanas, o ocorrido está na categoria "indeterminado". A única fonte da frase, diz o site, seria um artigo publicado em português em 28 de abril de 2002.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h58
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Apertadores de descarga do mundo, uni-vos

 

Lembra-se da história de que George W. Bush pode ser "homenageado" em San Francisco e ter seu nome dado a uma estação de tratamento de esgoto? Pois o mesmo grupo de eleitores democratas pensou num plano B, caso a ação não seja aprovada pela população. No dia 20 de janeiro de 2009, quando o novo presidente assume a Casa Branca, eles planejam um evento nacional sincronizado em que todo o país aperte a descarga ao mesmo tempo... Será uma maneira, dizem, de dizer seu adeus carinhoso a Bush.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h20
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McCain estréia novo avião em viagem para Colômbia

 

É com o Straight Talk Express que ele visita a Colômbia e o México, a partir de terça. Sai de cena o jato fretado da JetBlue, entra o Boeing 737-400 de 95 lugares pago por sua campanha. Em coletiva hoje, o candidato estranhou que o nome dele estivesse com destaque no avião --além do slogan de sua campanha, "Reforma, Prosperidade e Paz". Como sempre, a imprensa vai no fundo, o Serviço Secreto, no meio, e o candidato e sua equipe, na primeira classe. McCain disse sentir falta de apenas uma coisa do avião antigo: as televisões individuais. "Principalmente nos vôos mais longos, como os de amanhã."

 

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Escrito por Sérgio Dávila às 21h38
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McCain lança "esquadrão da verdade"

 

Poucos dias depois de Barack Obama lançar "Fight the Smears", seu esquadrão anti-infâmia --sobre o qual você já leu aqui, aqui e aqui--, John McCain coloca no ar o seu. É o "McCain Truth Squad", o esquadrão da verdade, que em breve terá um site próprio dentro do site oficial.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h23
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