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Sarah Palin não vai com a cara de Lula?

Se Lula é "o cara" ou "meu chapa" ou "meu camaradinha" para Obama --e eu prometo que é a última vez que eu menciono isso no blog--, o presidente brasileiro nao tem o mesmo cartaz com a provável concorrente do democrata em 2012. Em entrevista a Greta Van Susteren, da Fox News, a ex-governadora do Alasca disse que Lula tem de "bater o pé" (ela usou a expressão em inglês "put his foot down", no sentido de ter voz firme) quando se trata de Mahmoud Amhadinejad.

"Eu gostaria que o presidente do Brasil batesse o pé e começasse a dizer a Ahmadinejad o que nós queremos dizer a ele, que é inaceitável que o regime desse maluco ameace varrer Israel do mapa --e espalhe sua raiva pela América. E eu gostaria que o presidente do Brasil tivesse melhores relações com a França, com a Inglaterra, com os EUA e começasse a pensar em nos acompanhar nas sanções que nós devemos impor ao Irã em vez de apenas falar das sanções, todas essas boas ideias que nós temos de não permitir que eles capitalizem sobre transações favoráveis ou importações de petróleo, de produtos refinados de petróleo, mas na verdade aplicar sanções a esse país até que ele comece a mudar seu comportamento. Eu gostaria que o Brasil se juntasse a isso."

O.k., primeiro ela continua a maluca de sempre, expert na arte de formular pensamentos desconjuntados, sem começo nem fim. E política externa continua não sendo sua praia --o Brasil precisa ficar MAIS amigo da França? Mas duas coisas ficam claras: ela nãao sabe o nome do presidente do Brasil (ou não consegue pronunciá-lo); e ela não vai com a cara dele. Não é a primeira vez que Sarah Palin ataca o brasileiro, ainda que indiretamente. Recentemente, em sua página no Facebook, a ex-candidata republicana a vice disse que era irônico que Obama fosse contra a exploração de petróleo em partes do litoral norte-americano ao mesmo tempo que anunciava que os EUA iriam investir bilhões na Petrobras, para que a semiestatal brasileira faça exatamente isso no pré-sal tupiniquim...




Escrito por Sérgio Dávila às 02h46
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Tem brasileiro no Oscar

E não falo do filme "Salve Geral", o indicado oficial do Brasil para concorrer a uma das vagas de filme estrangeiro. É "Sergio", sem acento mesmo, documentário sobre o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, morto em 2003 vítima de um atentado à sede da ONU em Bagdá, onde ele era o funcionário mais graduado. O cineasta americano Greg Barker, com quem conversei em setembro, reconstroi com precisão o minuto a minuto que se seguiu ao ataque, em que o enviado brasileiro sobreviveu por algumas horas nos escombros do edifício. Além do biografado, não há brasileiros --o filme é baseado no livro de Samantha Power, com quem falei no ano passado --hoje ela é assessora de Barack Obama.

Entre os 15 pré-indicados para as cinco vagas, há muita coisa boa, como "The Cove", sobre a matança indiscriminada de golfinhos, "Every Little Step", sobre os bastidores da remontagem do musical "A Chorus Line" na Broadway, "Food, Inc.", filme-denúncia baseado nas teses de Michael Pollan, considerado o pai do novo nutricionismo consciente, e "The Most Dangerous Man in America", sobre o homem que em última análise levaria ao caso Watergate. Mas muita coisa boa ficou de fora de pura birra, caso de "Capitalismo - Uma História de Amor", de Michael Moore, "A Edição de Setembro", sobre Anne Wintour, da revista Vogue, e o excelente "Tyson", a mais franca entrevista com o ex-boxeador que já vi.

A lista:

  • “The Beaches of Agnes,” Agnès Varda, director (Cine-Tamaris)
  • “Burma VJ,” Anders Østergaard, director (Magic Hour Films)
  • “The Cove,” Louie Psihoyos, director (Oceanic Preservation Society)
  • “Every Little Step,” James D. Stern and Adam Del Deo, directors (Endgame Entertainment)
  • “Facing Ali,” Pete McCormack, director (Network Films Inc.)
  • “Food, Inc.,” Robert Kenner, director (Robert Kenner Films)
  • “Garbage Dreams,” Mai Iskander, director (Iskander Films, Inc.)
  • “Living in Emergency: Stories of Doctors Without Borders,” Mark N. Hopkins, director (Red Floor Pictures LLC)
  • “The Most Dangerous Man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers,” Judith Ehrlich and Rick Goldsmith, directors (Kovno Communications)
  • “Mugabe and the White African,” Andrew Thompson and Lucy Bailey, directors (Arturi Films Limited)
  • “Sergio,” Greg Barker, director (Passion Pictures and Silverbridge Productions)
  • “Soundtrack for a Revolution,” Bill Guttentag and Dan Sturman, directors (Freedom Song Productions)
  • “Under Our Skin,” Andy Abrahams Wilson, director (Open Eye Pictures)
  • “Valentino The Last Emperor,” Matt Tyrnauer, director (Acolyte Films)
  • “Which Way Home,” Rebecca Cammisa, director (Mr. Mudd)

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h09
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Dia ruim para a comissão de Relações Exteriores do Senado americano

 

O dia foi de más notícias para a poderosa Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA, presidida pelo democrata John Kerry e que tem Richard Lugar como o republicano mais graduado. A filha mais velha do primeiro, Alexandra Kerry, foi presa em Hollywood depois de não passar pelo teste do bafômetro. Já a mulher do veterano senador conservador foi detida na Virgínia depois de bater seu carro em outro, parado, num acidente em que se revelou que ela estaria alcoolizada --não houve vítimas nem outros envolvidos. Nenhuma das duas comenta o caso --Alexandra, 36, é uma figura pública e trabalha com documentários; foi solta depois de pagar fiança de US$ 5 mil; não há muitos detalhes sobre o caso de Charlene, 76.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h52
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Sarah Palin reclama de sexismo em foto

A semanal Newsweek usou na capa foto que ela fez no meio do ano para a Runners World, especializada em corredores, em que aparece vestida de shorts e tênis, ao lado da bandeira norte-americana, para ilustrar reportagem sobre sua recém-lançada biografia --que, aliás, é tema de meu programa semanal do UOL Notícias, que acaba de entrar no ar.

A foto:

 O programa



Escrito por Sérgio Dávila às 12h34
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Condoleezza quer fazer negócios no Brasil

Seguindo a tradição de Henry Kissinger e outros, Condoleezza Rice está abrindo, por enquanto discretamente, uma empresa de "consultoria estratégica internacional" em dois endereços: San Francisco, a uma hora da Universidade Stanford, onde ela dá plantão, e aqui em Washington, é claro, sede de 99% dos negócios do tipo. A ex-secretária de Estado de George W. Bush terá como sócio outro bushista, Stephen Hadley, que foi subordinado dela nos tempos de assessora de Segurança Nacional e a substituiu nesse posto no segundo mandato do republicano.

A surpresa: segundo breve release divulgado por Rice, a "pequena empresa de aconselhamento estratégico terá como foco ajudar companhias norte-americanas fazendo negócios no exterior --especialmente em mercados emergentes chave como China, Índia, Brasil, Oriente Médio e outros." O nome? RiceHadley Group LLC, com site ainda "em construção".

A ex-secretária em visita ao Brasil, na foto com Lula

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h43
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Comando da Quarta Frota ganha sede maior

Lembra-se do Southcom, o Comando Sul do Pentágono, responsável entre outras coisas pelo controle da recém-ativada Quarta Frota, cuja volta do passado tanta polêmica causou na América Latina? Vai ganhar sede nova, em Miami, mesmo, na Flórida, onde está desde que perdeu o direito de ficar sediada no Canal do Panamá, em 1999, quando aquele pais ganhou cotrole sobre seu território.

Quem informa é a Harris, empresa que ganhou a concorrência para cuidar da tecnologia da nova sede. Só essa parte da transferência custará US$ 37 milhões, segundo o consórcio, que junta nomes como IBM e HP. A sede atual se espalha por nove prédios e tem 1,6 mil funcionários, civis e militares, que passarão para 2.883 no novo endereço, que começa a funciona em outubro do ano que vem.

É muita gente e muito dinheiro para cuidar de uma parte do globo --a América Latina-- que segundo os Estados Unidos vive em paz e relativa harmonia...

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 02h19
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EUA esperam que Lula cobre Ahmadinejad

O governo americano espera que o presidente brasileiro cobre seu colega iraniano sobre as obrigações de Teerã com a agência internacional de energia nuclear e, de quebra, fale dos americanos que estão presos no Irã. Foi o que disse hoje o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA. Depois de dizer que não tinha nenhuma informação sobre o encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, previsto para o dia 23, em Brasília, Ian Kelly diz que espera que qualquer encontro bilateral que os brasileiros tenham com o iraniano "reforce a importância de o Irã de cumprir suas obrigações internacionais, de dar à IAEA a resposta á proposta de enriquecer urânio fora do Irã, o que é do interesse da comunidade internacional e do Irã. Por fim, eu espero que os brasileiros toquem no assunto dos cidadãos americanos que estão detidos no Irã."



Escrito por Sérgio Dávila às 21h57
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Um brasileiro na lista dos 100 melhores filmes

É Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Katia Lund, em 66o lugar. A lista é dos críticos do Times londrino e julga precocemente a década, que ainda não chegou ao fim. Os quinze primeiros abaixo, a lista completa aqui, em inglês. O que faltou dá um livro e a lista é muito anglocêntrica, mas a inclusão de Casino Royale, Team America e os dois Bourne um pouco demais da conta... 

15 Downfall (Oliver Hirschbiegel, 2004) 
One of the most extraordinary cinematic explorations of failure, disappointment and thwarted ambition ever made, this tale of Hitler's final days features a savage, dazzling performance by Bruno Ganz.
10 Hunger (Steve McQueen, 2008) 
Provocative London-born artist McQueen directs a revelatory Michael Fassbender in a movie that purports to tackle the infamous 1981 IRA hunger strikes but is actually a hypnotic meditation on the ineffable mystery of human life. Achingly profound.

14 4 Months, 3 Weeks & 2 Days (Cristian Mungiu, 2007) 
The tale of an illegal mid-term abortion in Ceausescu’s Romania was never going to be easy. And though the details are harrowing, Mungiu, a former journalist, has such compassion for his heroines Otilia and Gabita that the pain is almost palatable. Almost.

13 This Is England (Shane Meadows, 2007) 
Meadows’s most personal film is a real treat, combining the director’s impeccably observed comedy with a gathering storm cloud of ominous ill will and violence. Honest, authentic and ultimately shattering.

12 The Lives of Others (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006) 
A mercilessly efficient account of Stasi surveillance in mid-1980s East Germany is anchored by a haunting performance from Ulrich Mühe, who died from stomach cancer just after the film’s release.

11 Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan (Larry Charles, 2006) 
The decade’s favourite sexist, anti-Semitic, racist homophobe, Borat picked at the scabs of America’s intolerance and hypocrisy. Sacha Baron Cohen’s status as the most fearless man in comedy is unlikely to be challenged in the near future.

 

9 The Queen (Stephen Frears, 2006) 
Compassionate and intelligent, witty and wicked, this account of what happened behind the Palace gates after the death of the Princess of Wales is a crown jewel of a movie. Helen Mirren is a very human HM.

8 Casino Royale (Martin Campbell, 2006) 
The high camp of the Brosnan era Bond is ditched, and Fleming’s hero returns rebooted (and Bourne-ified), with an intense turn from Daniel Craig, and some breakneck set-pieces. An opening parkour-style chase through Madagascar sets the tone.

7 The Last King of Scotland (Kevin Macdonald, 2006) 
Forest Whitaker gives one of the great performances of the decade as Idi Amin. He nails the Ugandan dictator’s deadly charm — he’s a charismatic monster; part amiable buffoon, part stone-cold killer.

6 Slumdog Millionaire (Danny Boyle, 2008) 
Twelve years after Trainspotting, Boyle produces a dizzying Mumbai-set romance that redefines the possibilities of a progressive yet commercially successful national industry. Oscars abound.

5 Team America: World Police (Trey Parker, 2004) 
The South Park creators launch an assault on pretty much everyone, from North Korean leader Kim Jong-Il to poor, hapless Matt Damon. It’s jaw-droppingly offensive and wildly funny.

4 Grizzly Man (Werner Herzog, 2005) 
Party nature documentary, part philosophical tract, Herzog’s eerie account of the life and brutal death of mildly unhinged bear-watcher Timothy Treadwell is a monumental piece of cinema — emotionally satisfying, intellectually stimulating, but primal to the core.

3 No Country for Old Men (Joel Coen, Ethan Coen, 2007) 
The alchemic combination of the Coen brothers’ eloquent precision and Cormac McCarthy’s vivid nihilism makes for a bleakly compelling cycle of violence. The only thing more terrifying than Javier Bardem’s haircut is the clinical efficiency of his murders.

2 The Bourne Supremacy / The Bourne Ultimatum (Paul Greengrass, 2004, 2007) 
The action movie is dragged, kicking and back-flipping, into the Noughties courtesy of Matt Damon’s amnesiac superspy and director Greengrass’s film-making élan. Marrying jittery docu-style camera work with healthy political cynicism, Greengrass transformed Bourne into an anti-Bond for the PlayStation generation.

1 Hidden (Cache) (Michael Haneke, 2005) 
It is only as the decade draws to a close that it becomes clear just how presciently the Austrian director Michael Haneke tapped into the uncertain mood of the Noughties. The film’s twin themes resonate perfectly with the defining concerns of the time: tacit national guilt about a questionable foreign policy, in the film it’s France’s occupation of Algeria, but it’s not hard to piece together the parallels with more recent conflicts. Plus, as round-the-clock surveillance became a part of our daily lives, here was a film that captured the creeping paranoia that resulted from the eyes of unseen strangers invading private life.

Daniel Auteuil and Juliette Binoche star as Georges and Anne Laurent, the successful couple whose charmed life is disrupted by a series of covertly captured videotapes of their family and home. The campaign pertains to some unspoken and long suppressed event. Auteuil and Binoche are both excellent — their brittle, abrupt performances etch out the fracture lines in their crumbling relationship. But the film’s brilliance comes from two striking, perplexing moments in the film. The first is a shockingly violent suicide that catches the audience off guard. The second is the film’s ambivalent ending — a long shot of a meeting on some steps which could signal the end of the family’s torment, or the beginning of something worse. There have been rumours of an American remake with Ron Howard, of all people, directing. Hopefully common sense will prevail.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h30
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Conheça o país pobre e violento que se esconde dentro dos EUA

Veja em meu programa semanal do UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h04
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Departamento de Estado responde a reclamação de Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou ontem em Londres que seu colega norte-americano, Barack Obama, ignorava a América Latina. A resposta veio hoje, pelo porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ian Kelly. Ele diz que não vai comentar o que não leu, mas que a administração obamista tem a América Latina como "prioridade muito alta". "Gastamos muito tempo e esforço na revitalização do processo interamericano via OEA. E, como eu disse, nomeamos um de nossos melhores diplomatas para ser embaixador do Brasil", disse, referindo-se a Thomas Shannon, cujo nome ainda está bloqueado no Congresso americano.

Resumindo, disse, "acho que realmente revitalizamos nossas relações com a América Latina". A íntegra da pergunta e resposta abaixo, em inglês.

QUESTION: Talking about Brazil, there is today an expression from Lula that is in all the newspapers saying that he thinks that Obama is not following with Latin America as he said that he was going to do in the conference of Trinidad and Tobago. And he said also an expression that instead of U.S. being afraid of Venezuela, Venezuela should be afraid of the U.S. What’s your --

 

MR. KELLY: Well, again, I’m not going to react to something I haven’t seen. I will say that this Administration has put a very high priority on Latin America. We’ve put a lot of time and effort into revitalizing the Inter-American process through the OAS. As I just said, we named one of our best diplomats to be Ambassador to Brazil. We’re looking forward to Arturo Valenzuela to be the next assistant secretary. We’ve put really extraordinary efforts into the – resolving the crisis in Honduras. So I think that we’ve really revitalized our relationships with Latin America.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h17
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Seria Obama um ET brasileiro?

Uma das estreias de outono de mais sucesso da TV americana, "V" é refilmagem de enlatado homônimo dos anos 80 e conta a história de um grupo de ETs que chega à Terra supostamente em missão de paz. O líder do grupo é uma mulher, na nova versão interpretada pela atriz brasileira Morena Baccarin, que nasceu no Rio. No capítulo de estreia, ela fala em português: "Nós viemos trazer nossa tecnologia para vocês". Logo fica claro, no entanto, que os "visitantes" (daí o "V" do título) não são boa coisa e têm planos menos pacíficos do que dão a entender.

Tão logo o primeiro episódio foi ao ar, uma colunista de um jornal de Chicago levantou a pulga do pano de fundo: "Imagine isso. Em tempo de tumulto político, um novo líder carismático e telegênico chega do nada. Oferece uma mensagem de esperança e e reconciliação baseada na compreensão e promete desenvolvimento tecnológico para um futuro melhor, que inclui um sistema de saúde pública para todos. [...] Se parece com alguém que conhecemos?"

A especulação levou a atriz a dar entrevistas dizendo: "Eu não sou Obama!" Seria apens curioso, se ficasse por aí. Mas na coletiva de hoje aqui em Washington, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, ficou bons minutos do encontro diário com os jornalistas dizendo que, não, ele não assiste a "V", não, ele não acha que o presidente assista à série e que por isso evitaria fazer comentários sobre a suposta semelhança entre a alienígena e o político.

Como diria minha avó, é falta de enxada...

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h01
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Um ano depois depois de eleição de Obama, mundo é lugar melhor

Veja minha análise no programa semanal do UOL News.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h22
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Obama considerou Hillary para vice --mas Bill atrapalhou

A revelação está no livro de David Plouffe, o estrategista-chefe da campanha vitoriosa do democrata à presidência, que chega às livrarias daqui na terça-feira. Segundo relato dele, Obama surpreendeu David Axelrod e Plouffe ao anunciar que Hillary estava no topo de sua lista de candidatos a vice, depois que ficou claro que ele seria o escolhido do partido para concorrer.

"Obama estava claramente pensando mais seriamente em escolher Hillary Clinton do que eu e Axelrod tínhamos percebido. Ele disse que se seu critério principal fosse quem seria o melhor vice-presidente, então ela tinha de ser incluída na lista", escreve Plouffe no livro, que tem o título "The Audacity of Win" --a audácia de vencer, menção ao título de uma das biografias de Obama, "The Audacity of Hope", a audácia da esperança.

No fim, ela foi eliminada da lista porque, segundo Obama, "havia mais complicações do que potenciais vantagens". "Eu acho que Bill pode ser uma complicação grande demais", disse o presidente, segundo seu então estrategista-chefe, que leva boa parte do crédito pela vitória do ex-chefe. "Se eu a tivesse escolhido, minha preocupação seria que haveria mais do que eu e ela em nosso relacionamento."

*

A Time de hoje publica trechos com exclusividade (aqui, em inglês).

*

Meu pitaco: um livro ainda tem de ser escrito sobre as portas que Bill Clinton fechou a Hillary apenas por ser Bill Clinton. No topo da lista: a presidência dos EUA; a vice-presidência de Obama... É claro que, para ser jutos, um capítulo da obra teria de contemplar as portas que se abriram para ela apenas por ser mulher de quem é...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h15
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Obama é "o Brasil dos políticos", xinga conservador

A opinião é de um dos mais renomados colunistas conservadores norte-americanos, Charles Krauthammer. Em longa entrevista à semanal alemã Der Spiegel, ele chama o presidente norte-americano de "mediano" e o compara ao Brasil - pejorativamente. O trecho:

"Ele é um homem de promessa perpétua. Havia uma piada cruel que dizia que o Brasil é o país do futuro e sempre será; Obama é o Brasil dos políticos de hoje. Ele obviamente não conquistou nada. E, no contexto americano, ser o herói de cinco esquerdistas norueguenses [referindo-se ao comitê do Prêmio Nobel da Paz] não é exatamente positivo politicamente". (leia a íntegra aqui, em inglês).

A patada já motivou pelo menos uma reação de defesa, do site da renomada revista Foreign Policy. O trecho:

"O Brasil 'obviamente não conquistou nada'? O país logrou um verdadeiro milagre econômico nos últimos anos, mantendo taxas de crescimento impressionantes e acumulando reserva suficiente para se tornar credor, ao mesmo tempo em que expandiu programas sociais. Enfrentou a crise econômica global surpreendentemente bem e, junto do Sudeste Asiático, parece estar liderando a recuperação. É um líder global em investimento em energia renovável. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu chanceler, Celso Amorim, se tornaram participantes ubíquos e influentes em encontros globais --e [...] mostraram à esquerda da América latina uma alternativa ao populismo beligerante de Hugo Chávez. O Brasil recentemente bateu os EUA pelo direito de sediar as Olimpíadas de 2016. [...] Eu diria que ser chamado de 'o Brasil dos políticos' deveria ser um elogio." (leia íntegra aqui, em inglês)

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Vale lembrar que, em encontro com o diplomata brasileiro Carlos Ceglia, hoje no comando interino da Embaixado do Brasl em Washington, Barack Obama havia dito que ele se parecia com um brasileiro...



Escrito por Sérgio Dávila às 20h26
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O mundo espera, e ele joga golfe

Veja minha análise no meu programa semanal do UOL Notícias sobre Barack Obama e a Guerra do Afeganistão.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h08
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