
Sérgio Dávila é correspondente em Washington do jornal "Folha de S.Paulo", comentarista de internacional do telejornal "SBT Brasil" e colunista da "Revista da Folha". É também curador da coleção "Jornalismo de Guerra", da editora Objetiva. Foi o único repórter brasileiro a cobrir a Guerra do Iraque em Bagdá, com o fotógrafo Juca Varella, experiência que rendeu o Prêmio Esso de Reportagem de 2003 e o livro "Diário de Bagdá - A Guerra do Iraque Segundo os Bombardeados". Foi correspondente da Folha em Nova York de 2000 a 2003, onde cobriu o ataque terrorista de 11 de Setembro (que rendeu outro livro, "Nova York - Antes e Depois do Atentado"), a eleição de George W. Bush e da ex-primeira-dama Hillary Clinton, e repórter especial do jornal.
Como bolsista da Fundação Knight, estudou um ano na Universidade Stanford, entre 2004 a 2005, período em que também foi correspondente da Folha na Califórnia e atravessou o país de carro de costa a costa para a cobertura da reeleição de Bush. Antes disso, foi editor da Ilustrada (1996-2000), o caderno cultural do jornal, repórter da "Revista da Folha" e trabalhou nas revistas "Veja SP" e "Playboy". Crítico de cinema diletante, já cobriu três festivais de Cannes, quatro Oscar e dois festivais de Sundance, na sua opinião o melhor de todos. Casado com a jornalista-escritora Teté Ribeiro, mora com Paçoca e Rita, duas gatas vira-latas.