EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Aviso aos navegantes

 

Para relembrar: o blog volta a seu ritmo normal no dia 8 de abril. Até lá, as mensagens serão esparsas...



Escrito por Sérgio Dávila às 01h03
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Coluna "De Volta à América" de hoje


26/03/2006

 
(Não) está na cara

por Sérgio Dávila

Na semana em que a Guerra do Iraque completou três anos, dois repórteres do "New York Times" em Bagdá revelaram que, além de e após os abusos de Abu Ghraib, os norte-americanos mantiveram outra "prisão especial", convenientemente batizada de Quarto Escuro ou Sala Escura, cujo lema dos interrogadores-torturadores era "No Blood, No Foul", livre e candidamente traduzido por um membro do Departamento de Defesa dos EUA como "se você não os faz sangrar, eles não podem processá-lo".

A tortura, essa constante e recorrente prática pós-11 de Setembro, lembra a teoria que Philip Zimbardo, professor de psicologia da Universidade Stanford, termina de colocar de pé por esses dias: a Psicologia do Mal. Preste atenção ao nome do festejado acadêmico, pois ele é bom de teoria; criou ou participou de duas outras, a Teoria da Janela Quebrada e o Experimento da Prisão, que são referências mundiais.

Segundo o simpático professor, o problema não é dos soldados ou seus comandantes imediatos, mas do exemplo que vem de cima, no que o repórter Seymour M. Hersh explicitou brilhantemente no melhor livro até agora sobre a invasão do Iraque, "Cadeia de Comando" (Ediouro). Para Zimbardo, e o jornalista da revista "New Yorker" concorda, o problema todo reside no anonimato do mal, na falta de rosto dos autores das torturas, que agem em nome de outros, invisíveis e mais poderosos que eles.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h13
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"Easy Rider" pode ter continuação, refilmagem, atualização ou nada

 

Continua a polêmica em torno de um dos clássicos da contracultura, o road-movie "Easy Rider", de Dennis Hopper (1969). Pode virar um filme que se passa cem anos depois do assassinato dos dois protagonistas, interpretados por Hopper e Peter Fonda. Pode ser a história do filho do Capitão América/Wyatt (personagem de Fonda), que resolve investigar a orte do pai. Ou pode virar uma continuação, como deseja o produtor Philip Pitzer, que comprou os direitos mas briga com os produtores originais, Bert Schneider e Bob Rafelson. A briga acaba de chegar à Justiça de Santa Monica, na Califórnia, que decidirá o futuro dos dois motoqueiros... 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h00
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Time visita o set de filmagem de novo filme de Mel Gibson

 

Que, depois de bater o recorde de bilheteria nos EUA de um filme falado em língua que não o inglês com o polêmico "A Paixão de Cristo", Mel Gibson voltará às telas na direção de "Apocalypto", sobre o império maia, falado em maia, você já sabia. Na edição desta semana, um repórter da "Time" visitou o set de filmagem do épico, que toma emprestada uma variação duvidosa da palavra grega para "revelação" em seu título. Tem, diz o jornalista, de sacrifício humano a chocolate.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 00h52
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Estréia "O Senhor dos Anéis", o musical

 

Se você achou que estava livre com o fim da trilogia fílmica, pense de novo: "O Senhor dos Anéis", o musical, estreou hoje aqui em cima, no Canadá. Custou US$ 24 milhões, tem 3 horas e meia de duração e foi produzido por um fã canadense que achou (provavelmente com razão) que o livro de Tolkien ainda tinha muito o que dar. O musical fica no país até 2008, depois passa por Londres, Berlim, Hamburgo e deve encerrar a carreira (provavelmente no século que vem) na Broadway.

Uma foto:

lothlorien400200.jpg



Escrito por Sérgio Dávila às 00h43
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"Wonkette" estréia na "Time"

 

A blogueira-antes-conhecida-apenas-como-Wonkette estreou nesta semana na revista Time. Seu primeiro artigo:



Monday, Mar. 20, 2006
Lobbyists in Love
With power couples, conflict of interest is what makes them interesting

The first two years I lived in Washington, I was "the wife." My husband was an editor at the Washington Post, but my career lottery number had yet to come up. Tagging along in the modest swirl of D.C. cocktail parties, I was the half of the couple who watched people's gaze drift during conversation as they searched the room for someone a little more plugged in. No one remembered my name or asked for my card or paid for my lunch. I was unexpensable. My husband twice received handsome engraved invitations to presidential dinners. For those events and many others, I was the perpetual plus-one.

No one here wants to be "the wife." Especially not the husband. Being "the wife" isn't about the power structure inside the marriage. It's about where you fit in outside it.

At least I was able to show up. For many in Washington--Congressmen and Senators especially--being married to someone in the de facto auxiliary club of this company town means the spouse doesn't live in the city at all. A lobbyist friend (people do have them, even now) recently rattled off six current and former legislators who had come to Washington married to a "high school sweetheart type" back home and then found themselves married a second time to someone a little more "in the game"--a staff member or lobbyist, usually. My friend added, for emphasis, "Newt Gingrich has done it at least twice." People don't just want not to be "the wife"--they also don't want to be married to her.

That's because, along with whatever dream it is that brings people to Washington in the first place (universal health care, peace in the Middle East, unlimited think-tank cheese plates), one of the perks is the power marriage. Few are aiming for a truly high-wattage pairing on a par with Ben Bradlee and Sally Quinn's or James Carville and Mary Matalin's. The hope is to be an equal partner in a couple where you make a difference while also making loads of money and not getting indicted, if you can manage it. Both of you don't have to be famous; you just both have to have a slot in the gigantic circuit board of connections that make Washington go. Perhaps it's less a power marriage than a power-grid one.

Of course, younger staff members are not usually thinking about marriage when they cruise the dark, surprisingly dank bars of Capitol Hill. If they consider--however dimly--the consequences of these more brief entanglements, they aren't thinking in terms of securing earmarks so much as they are of securing company for the night. Sheer physical appeal (and proximity) may be what accounts for most of the attraction, but neither the youthful carousers nor the not-so-youthful ones would be in the District if they weren't also interested in playing a, well, deeper game. This is not to say that someone's power or influence can make him or her attractive if last call can't. But sometimes the favors a person can do you aren't as important as simply understanding what favors you need.

Everyone in Washington understands this anthropology--which is why no one wants to do anything about lobbyists and the lawmakers who love them. Whether it's by temperament or circumstance, half a dozen legislators (including both Senators from North Dakota and Representatives John Dingell of Michigan and Roy Blunt of Missouri) as well as untold numbers of staff members are married to lobbyists, and apparently that's just fine. Maybe it has to be.

The glare of Jack Abramoff's indictment has highlighted many of the capital's more unsavory habits, and members of Congress have been eager, in an election year, to make a show of throwing away their perks. No junkets; no booze cruises; they will take a lunch only if it's a Happy Meal. But politics stops at the bedroom's edge. Post-Abramoff Sudden Virtue Syndrome has yet to result in a ban on the world's most obvious conflict of interest, one that is, in the words of Public Citizen director Frank Clemente, "way up there on the unseemly scale." "We live in a different world than we did 30 or 40 years ago, and people should recognize it," a would-be reformer told the New York Times.

The spectacle of lawmakers niggling over lunch guidelines and those surprisingly entertaining "educational trips" illustrates how much easier it is to spout rhetoric about honesty in public life than it is to live an actual public life in a city where conflicts of interest are just what make people interesting. Outlaw lobbying by spouses, and you'll greatly restrict the options for those who want to marry inside the Beltway but don't ever want to be "the wife." Marriage is a contract, but in Washington no less than anywhere else, it can't survive under conditions of full disclosure.

Ana Marie Cox is the author of the Washington novel Dog Days



Escrito por Sérgio Dávila às 14h10
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Um minuto de silêncio...

 

..pela morte do cineasta Primo Carbonari (1920-2006). Quem tem mais de 30 anos lembra-se de seus cinejornais que prenunciavam a atração principal dos cinemões do centro de São Paulo, da avenida Paulista e dos bairros (pré-Era dos Shoppings), com assuntos por vezes ingênuos, por vezes patrioteiros, mas sempre levados a sério pelo operário do filme que ele era. Uma frase sua, pela candura, ficou em minha memória. Indagado sobre o que achava do fenômeno de "Rocky" e "Rambo", no final dos anos 70, começo dos 80, disse: "Esse tipo de herói é antigo, é um herói 'cirquense'". Matou na mosca.

Em dezembro, a repórter Ana Paula Souza fez uma interessante reportagem com o velho lobo-do-mar do cinejornal, talvez uma de suas últimas entrevistas. Reproduzo-a parcialmente abaixo:

Nos estúdios de Primo Carbonari, ainda de pé no alto da Casa Verde, zona norte de São Paulo, há tantos refletores, latas de filmes e velhas câmeras que o visitante fica até meio zonzo. A tontura acontece porque os olhos querem fazer um giro de 180 graus por tudo aquilo. Mas acontece também porque, na casa com vista para o verde da Serra da Cantareira, há um tremendo cheiro de vinagre.

Câmera, ação.

50 mil rolos filmados, 3 mil edições do cinejornal exibidas e imagens de posses de Vargas a Collor

O odor tem nome técnico: "síndrome do vinagre". É um mal que não acomete nem gente nem lugares. Atinge filmes. E indica a deterioração do suporte de acetato onde são fixadas as imagens que podem ser projetadas na tela. É dessa deterioração que estão sendo salvas as cenas que Carbonari, como produtor e diretor, captou pelo Brasil de 1929 a 1990.

"Agora já diminuiu bem. Quando a gente chegou... Cada lata que a gente abria, nossa! A gente ia pra casa e continuava sentindo o cheiro", diz o estagiário que, feito arqueólogo em sítio antigo, se debruça sobre esse acervo. Os números dão a dimensão da lida: são 8 mil rolos, o que equivale a 1,54 milhão de metros de filme, o suficiente para fazer 589 longas-metragens de 90 minutos.

Primo Carbonari, que está com 85 anos e anda adoentado, filmava tudo o que passava pela sua frente. Comprou tanto filme que ganhou um prêmio pela metragem. Eleito pela Kodak como o homem que mais comprou negativo na América Latina, recebeu um quadro de presente. A empresa mandou um artista norte-americano vir ao Brasil para pintar seu retrato, que está até hoje pregado numa das paredes do estúdio da Casa Verde.

Quarto dos quatro filhos de simplórios imigrantes italianos, Primo cismou bem cedo que viveria de imagens. Lá pelos 15 anos, já andava pelo Jardim da Luz como aprendiz do ofício de lambe-lambe. No fim da década de 20, conseguiu um emprego no laboratório da família Matarazzo. Conheceu ali o cinema e insistiu na cisma. Mas seu fascínio tinha mudado: não queria mais as imagens estáticas, queria aquelas que se movimentam.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h15
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Sobre o ritmo recente do blog

 

Aos amigos do blog: enquanto procuro um apartamento para morar em Washington, o ritmo de posts deste blog continuará lento. Pelos meus cálculos, no final da semana que vem volta tudo ao normal.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h03
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Coluna De Volta à América de hoje


19/03/2006

 
DE VOLTA À AMÉRICA

ITMFA e os três anos da Guerra do Iraque

por Sérgio Dávila

Mais do que a Casa Branca, que continua no mesmo lugar, embora muito mais protegida, é a estranha sigla em camisetas, buttons e adesivos de carro a primeira coisa a chamar a atenção do colunista na chegada a Washington. ITMFA? O que seria? Um partido? Uma nova seita? O nome de uma proteína recém-descoberta pela Johns Hopkins School of Medicine que determina já no berço qual norte-americano fará seu milhão de dólares antes dos 30 anos?

Nada disso. ITMFA é sigla para "Impeach The

Motherf...er Already". Ou "Impiche O Desgraçado de Uma Vez", traduzido livremente e com o uso do verbo "impichar" já devidamente autorizado por Millôr Fernandes. (Engraçado como os piores xingamentos nos Estados Unidos envolvem a mãe, seja em atividades pagas ou em relacionamentos poucos ortodoxos com parentes; já os nossos costumam questionam a opção sexual do xingado.)

Como nada existe hoje em dia que não seja legitimado pela internet, o movimento já tem website (www.impeachthemotherfuckeralready.com), com a carta de princípios e uma coletânea diária de fatos e artigos com argumentos para que o pedido de impeachment do presidente George W. Bush seja pedido no Congresso. São vários, mas o básico é o seguinte: se a mancha de sêmen no vestido de uma estagiária foi um ponto de partida bom o suficiente para que os republicanos pedissem o de Bill Clinton, por que os democratas não usam fatos e atos mais graves contra Bush?

                     O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h58
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Novidade no blog: busca interna

 

Nosso blog é o primeiro do UOL a usar o mecanismo de busca interna (veja na janela à esquerda, "Busque neste blog"). Veja e busque. 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h50
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Nelson Pereira dos Santos e Andrucha em festival de Robert De Niro

 

Os filmes "Brasília 18%", do agora imortal Nelson Pereira dos Santos, e "Casa de Areia", de Andrucha Wadington, são os dois brasileiros selecionados para o Festival de Cinema de Tribeca, criado e comandado pelo ator nova-iorquino Robert De Niro. O thriller de Santos sobre um legista que é chamado à capital do país para comprovar a identidade de um corpo tem sua estréia mundial no festival, que exibirá neste ano um recorde de 169 filmes. Já o de Andrucha é velho de guerra de festivais.

Além dos dois, há um outro filme "Brazilian-related": é o americano "Journey to the End of the Night", dirigido por Eric Eason, que se passa em São Paulo, onde se encontram Brendan Fraser, Scott Glenn, Catalina Sandino Moreno, e Mos Def numa trama que envolve crime, sexo e drigas, claro.

Santos está na competição principal. Os outros dois, em paralelas. Veja todaa programação aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h46
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