EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Eu vi um Apple na TV

 

Já se pegou pensando por que em todos os filmes e seriados da TV, os mocinhos usam Apple e os bandidos, PC? Não pode ser representação demográfica ou demercado, porque a marca de Jobs tem apenas 5% do mercado norte-americano... A resposta? Product placement, ou, em português, merchandising. É um mercado que movimentou US$ 2,44 bilhões em 2005 e deve crescer mais em 2006. A empresa californiana saiu na frente: nfoi a primeira a contratar uma pessoa que cuidasse só disso, ainda nos anos 70. Tem dado certo: levantamento feito pela Hollywood Reporter contabilizou que a marca, seja via iPods, seja via laptops, foi mencionada ou mostrada 250 vezes nos últimos quatro meses, só na TV americana, em séries como "24", "CSI: NY" e "The Office".



Escrito por Sérgio Dávila às 11h24
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Edward Norton ganha perfil no NYTimes de domingo

 

Um dos nomes mais quentes do cinema indeoendente norte-americano, o ator Edward Norton ganha longo perfil no caderno de domingo do "New York Times", que você lê antes aqui (em inglês). O foco é o novo filme do ator, "Down the Valley", que estréia em maio em Nova York e no qual ele interpreta um sujeito que se apaixona por uma menina de 15 anos, interpretada por Evan Rachel Wood, que tem 19 anos.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h16
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Tem cinema brasileiro em Washington

 

O Filmfest DC coloca nas telas dos cinemas de Washington a partir de terça-feira 10 filmes brasileiros, na sessão "From Rio to Reel". Tem de "O Casamento de Romeu e Julieta" a "Meu Tio Matou um Cara". Além disso, a AFI exibe cópia restaurada de "Orfeu Negro", clássico de 1959 do francês Marcel Camus, o mais próximo que o Brasil já chegou de ganhar um Oscar de filme estrangeiro (o que aconteceu em 1960) --além de ter levado a Palma de Ouro do ano de lançamento, em Cannes.

In the 1959 film, Breno Mello plays Orfeo, a streetcar conductor drawn to Eurydice (Marpessa Dawn).

Breno Mello como Orfeu



Escrito por Sérgio Dávila às 14h03
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Kate Moss vira estátua na Holanda

 

 

O nome da escultura, de bronze e em tamanho natural, é "Esfínge". O autor, Marc QUinn, que pretende fazer mais quatro. A modelo, bem, a modelo Kate Moss. . Fará parte de exposição no Groninger Museum, que abre no final de abril na Holanda, e depois vem para Nova York.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h49
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Agora sim: ouça minha crítica de "Enron"

 

Estréia amanhã (sexta), em SP, o documentário "Enron - Os Mais Espertos da Sala", que concorreu ao Oscar deste ano (perdeu pros pingüins). Ouça o podcasting aquiaqui, aqui ou clicando no link aí à esquerda. O "Pop, Pop, Pop" volta ao ar.

Abaixo, Bush, uma mulher que não identifico e "Kenny Boy", em cena que aparece no filme.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h15
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Daqui a pouco...

...tem podcasting no ar!

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h46
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Si se puede 2

São Paulo, terça-feira, 11 de abril de 2006

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Ignorados pelo Censo, brasileiros aderem a protesto

DE WASHINGTON

Se a manifestação de ontem foi também contra a discriminação dos imigrantes, os brasileiros tiveram um motivo a mais para fazer parte dela. Pela peculiaridade lingüística, são exceção num continente que praticamente só fala espanhol.
Também não se consideram "latinos" nem hispânicos -no último Censo local, poucos colocaram "x" em uma das duas opções, e não havia uma para "brasileiro", o que fez de "branco" a escolha da maioria.
Assim, oficialmente são menos de meio milhão, mas estima-se um número pelo menos três vezes maior. Na região de Washington, concentram-se em Silver Spring, no Estado vizinho de Maryland e a poucos minutos da capital do país. Trabalham como operários ou fazendo pequenos serviços. É o caso de Antônio Pereira, 26, marceneiro que chegou de Goiás há quatro anos. Ontem, ele organizou uma caravana de goianos para protestar.

                     O resto aqui (a íntegra do conteúdo da Folha é aberta apenas aos assinantes).


Escrito por Sérgio Dávila às 11h51
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Si se puede 1

São Paulo, terça-feira, 11 de abril de 2006

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ESTRANHOS NO PARAÍSO

Manifestação reúne 180 mil em Washington e é acompanhada por marchas em outras 60 cidades

Milhares de imigrantes protestam nos EUA

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

"Si se puede." Sim, é possível. Ou "yes, you can", na tradução local. Washington ontem falou espanhol, pelo menos em seu tradicional palco de protestos, o Mall, o longo passeio que liga o Monumento a George Washington ao Capitólio, sede do legislativo americano. Ali se reuniram no final da tarde milhares de pessoas, 180 mil segundo os organizadores, numa cidade em que a população de latinos é estimada em 600 mil.
É a maior manifestação do tipo na história da capital e foi acompanhada por eventos semelhantes, embora de menor dimensão, em Nova York, Los Angeles e outras ultrapassando cem cidades. Instados por ONGs, os imigrantes responderam ao Dia Nacional de Ação pela Justiça do Imigrante, ou apenas "La Marcha".
"Si se puede", começou seu discurso o senador democrata de tradição liberal Ted Kennedy (Massachusetts), num espanhol carregado de sotaque mas vivamente aplaudido. Sua presença no palco era a consolidação de um paralelo que os manifestantes vêm tentando traçar desde o começo do movimento, em dezembro passado, e ao longo do último fim-de-semana: a idéia é fazer da luta pelos direitos dos imigrantes ilegais hoje o que a luta pelos direitos civis foi nos anos 60.

                     O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 11h50
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SIte e pôster de Brasília 18%

 

Entrou no ar o site de Brasília 18%, do agora imortal Nelson Pereira dos Santos, cartaz do Tribeca Filme Festival, organizado por Robert DeNiro em Nova York.



Escrito por Sérgio Dávila às 19h54
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Zuzu Angel tem mais fotos na rede

 

A Warner acaba de colocar no ar mais três fotos do filme "Zuzu Angel", biografia dirigida por Sérgio Rezende com estréia em 4 de agosto. A morte da costureira, num suposto acidente de circunstâncias não-esclarecidas durante o regime militar, completa 30 anos nesta sexta. Nas fotos, Zuzu (Patrícia Pillar) com os filhos Stuart (Daniel de Oliveira), Hildegard (Regiane Alves) e Ana (Fernanda de Freitas).



Escrito por Sérgio Dávila às 19h46
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11 de Setembro em três filmes

 

Demorou, mas Hollywood perdeu o pudor. Depois que Spike Lee abriu as portas, ao citar (de maneira pungente) o ataque terrorista de 11 de Setembro em seu filme "A Última Hora", de 2002, os grandes estúdios se animaram a tratar do episódio mais traumático da história recente dos EUA.

* United 93, da Universal, US$ 15 milhões de orçamento, é o primeiro a abrir --e por isso o que mais vem causando polêmicas com os familiares das vítimas daquele dia. O vôo 93 é aquele que deveria ter atingido a Casa Branca, minha vizinha de 16 quadras, mas nunca chegou ao alvo. O avião provavelmente foi abatido por ordens do vice-presidente, Dick Cheney, então no comando, já que George estava desaparecido. O filme compra a versão de que os passageiros se uniram contra os terroristas e derrubaram o avião. A ver (abre o TRibeca Festival e estréia a seguir aqui)

* World Trade Center, a média produção (US$ 60 mi) de Oliver Stone. Ele prometeu "se comportar", mas espere polêmica. Estréia no fim do ano e quer Oscar;

* Por fim, On Native Soil, um documentário de duas horas do canal de TV A&E, que deve sair ao mesmo tempo em DVD e chegar aos cinemas, também mais para o final do ano, narrado por Kevin Costner e Hillary Swank.

On Native Soil - The Documentary



Escrito por Sérgio Dávila às 11h05
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Eu vi um Brasil na TV

 

Na TV, não, mas na imprensa:

* O mais recente CD de Tom Zé elogiado tanto no "New York Times" quanto na "New Yorker" (é hilariante perceber que a crítica, Sacha Frere-Jones, que não costuma escrever besteira, chama Tom Zé o tempo todo de "Zé", como se fosse o sobrenome do tropicalista)

* deu Marta Goes nas duas publicações, também --o assunto é sua nova peça, "A Safe Harbor for Elizabeth Bishop", que estreou mês passado em Nova York. A New Yorker morde assoprando; O NYTimes é mais elogioso.

Amy Irving como Elizabeth Bishop em peça da brasileira Marta Goes

 



Escrito por Sérgio Dávila às 10h50
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Ainda na seara gay

 

No episódio de ontem de "Sopranos", de longe a melhor série de TV em cartaz nos EUA, o personagem Vito Spatafore "sai do armário" --ou é tirado à força, pois é flagrado por dois amigos mafiosos num bar gay, vestido de um dos integrantes da banda Village People.

Uma curiosidade: o ator que interpreta o personagem até a temporada passada lateral (era um guarda-costa, virou um capitão agora), Joseph R. Gannascoli, ganha a vida fazendo o Tour Soprano em Nova York, um ônibus que leva os fãs aos lugares citados pela série em Nova Jersey. Ao final, ele vende camisetas da série e não liga de assiná-las...

(Ah, sim: ele vende sua própria linha de molhos de tomate, também.)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 10h40
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"Brokeback Mountain" continua causando polêmica

 

A semana começa com "O Segredo de Brokeback Mountain" (ainda) causando polêmica. Primeiro, a cadeia de lojas norte-americana Wal-Mart, que ideologicamente está à direita de Gengis Khan, aceitou vender o faroeste gay em suas lojas --o que significa um alentado aumento nas vendas do DVD, lançado terça passada. Isso contraria a política de bons costumes da loja, que usa banir CDs de rap com letras explícitas, revistas sensuais como FHM (Playboy, nem pensar --por falar em Playboy, Hugh Hefner fez 80 anos ontem) etc.

Enquanto isso, longe dali...

A direção de uma penitenciária em Norfolk, perto de Boston (Massachusetts), está sendo advertida pelo Estado por ter exibido a obra a seus inquilinos. O problema, disse a porta-voz da administração das penitenciárias, é a natureza explícita de certas imagens, não o enredo gay.

E OZ, pode?

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 10h35
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Coluna De Volta à América de hoje


09/04/2006

 
De sem-teto a vizinho do Bush

por Sérgio Dávila

Há 15 mil "homeless" em Washington, a capital do país mais rico e poderoso do mundo. O número de sem-teto impressiona, pela discriminação (a maioria é negra) e pela proporção (a população é 550 mil; São Paulo, a cidade, tem 13 mil sem-teto para uma população pelo menos 20 vezes maior). O preço médio de uma casa ou apartamento por aqui é de US$ 250 mil; o aluguel médio, 1% disso, ou US$ 2.500. O boom (ou bolha?) imobiliário talvez explique o grande número de desabrigados.

Até a segunda-feira passada, o colunista era um deles. Não mais. Agora, sua casa fica a 1,2 milha ou 1,94 quilômetro ou 15 quadras ou 2.587 passos do número 1.600 da avenida Pensilvânia, o endereço mais célebre da cidade, aquela casa branca onde George e Laura passam de domingo à noite a sexta à tarde (os finais de semana são no rancho em Crawford, Texas, ou em Camp David).

É um prédio antigo, pós-Segunda Guerra porém, de quatro andares, a uma quadra e meia do Dupont Circle, o mais próximo que você vai encontrar do East Village nova-iorquino por estas bandas. Segundo os nomes dos destinatários da correspondência que insiste em continuar chegando e uma boa pesquisa cruzada na internet, por aqui passaram nos últimos anos:

O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 12h34
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Stiglitz detona Lula

ELEIÇÕES 2006/PRESIDÊNCIA

Prêmio Nobel de economia e ex-assessor de Clinton sustenta que governo do PT abriu mão da plataforma social para agradar Wall Street


Lula caiu na cilada do mercado, diz Stiglitz

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

A economia vai bem, o povo vai mal. A frase, que teria sido dita pelo general-presidente Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) no auge do milagre econômico e da ditadura militar, pode resumir a avaliação que Joseph Stiglitz faz do governo Lula. Pelo menos segundo entrevista concedida à Folha por telefone pelo prêmio Nobel de Economia e ex-assessor de Bill Clinton, que governou os EUA entre 1993 e 2001.
"O presidente preferiu zerar a dívida do Brasil com o FMI do que investir em programas sociais", disse em Nova York o professor da Universidade Columbia, 63, que chega hoje a Washington para o seminário "Development Contrasts - The Puzzling Case of Brazil" (As Contradições do Desenvolvimento - O Intrigante Caso do Brasil) no Banco Mundial.
Crítico das políticas de liberalização promovidas nos anos 90 na América Latina, ele afirma que Luiz Inácio Lula da Silva repete erro cometido por Clinton, de abrir mão da plataforma social que o elegeu e gastar o mandato "agradando o mercado financeiro": "Clinton passou oito anos reduzindo o déficit, e a única conseqüência disso foi deixar dinheiro em caixa o bastante para que os republicanos patrocinassem o maior corte nos impostos para os mais ricos já ocorrido na história deste país. Lula caiu na mesma armadilha do mercado".
Leia aqui os principais trechos da conversa:



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 11h28
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I´m (almost) back!

Um cartunzinho para passar o dia:

Cartoon: the caption reads “The day after the United States successfully deported every illegal immigrant from America.” In the image, Uncle Sam, peglegged, holds out a roll of toilet paper. “Uh oh,” he says, “I hope Pedro left the operating instructions fro this somewhere.”

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h22
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Coluna De Volta à América de hoje


02/04/2006

 
Comprando seu lugar na história

por Sérgio Dávila

Você já deve ter ouvido falar em Judith Levine. Há alguns anos, ela escreveu um livro sobre sexualidade adolescente que causou barulho. Escritora, Judith não é rica -pelo menos, não para os padrões norte-americanos. Seu marido, consultor de ONGs, também não. Ela tem uma casa no Brooklyn, bairro de classe média de Nova York. Ele tem um chalé no campo, no Estado de Vermont.

Judith devia US$ 7.000 nos diversos cartões de crédito. Pagava o mínimo por mês e nunca baixava o débito. No Réveillon da virada de 2004 para 2005, a escritora caiu num lugar comum perigoso -tomou uma decisão. A diferença é que a sua era original: passaria os próximos 12 meses sem gastar um tostão a mais do que fosse necessário para a sobrevivência, incluídos aí alimentação, saúde, transporte e gastos com serviços básicos (água, luz, gás).

Nesse ano, em que ela cortou também itens contemporâneos de primeira necessidade, como internet, TV a cabo, assinaturas de jornais, serviços de DVD, compras de livros e CD, idas ao cinema, ela se flagrou filando leitura de revistas deixadas em pontos de ônibus e estações de metrô, garimpando dezenas de títulos comprados e nunca lidos em sua CD/DVD/biblioteca e redescobrindo a qualidade da TV pública.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 19h45
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