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Bush x Bush

Front Page Image

Se você perdeu a transmissão do jantar anual da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, sábado à noite, em Washington, vale a pena ver o discurso cômico de Bush, aqui, na sessão "vídeos mais populares".



Escrito por Sérgio Dávila às 13h44
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De quebra, a Newsweek...

 

traz os 15 melhores filmes de verão, abrindo pela continuação de Piratas do Caribe, com Johnny Depp.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h47
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Enquanto isso, longe dali...

 

A Newsweek traz os 100 melhores colégios do país.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h45
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As 100 pessoas que definem nosso mundo, segundo a Time

 

Saiu a edição da Time das "100 Pesssoas que Definem nosso Mundo". Política, tem de Bush pai a Bush filho, passando por Clinton, Al Gore e Condoleezza. Tem também de Bono a Angelina Jolie, passando por George Clooney. E de Muqtada al-Sadr a Hugo Chávez. Não, nem Lula nem nenhum brasileiro...

E, boa notícia para os blogueiros em geral, Arianna Huffington e Matt Drudge estão na lista. O mundo (o.k., a Time) se curva aos blogs...

 

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h43
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Coluna de hoje


30/04/2006

 
Aceita mais 7 barras de manteiga?

por Sérgio Dávila

Sonya "The Black Widow" Thomas consegue comer 38 ovos cozidos em 8 min, 522 ostras em 10 min e 22 quilos de cheesecake em 9 min. Bill "El Wingador" Simmons manda para dentro 147 asinhas de frango ("wings", em inglês, daí o trocadilho "wingador") em meia hora. Takeru Kobayashi devora 53,5 cachorros-quentes em 12 min cravados no relógio.

O trio é a elite do "esporte" que mais cresce nos Estados Unidos hoje, o "engolidor atlético". Sim, você leu certo: engolidor atlético, "athletic gurgitator". O número de eventos anuais cresceu oito vezes desde 2002 e a modalidade conta agora com uma federação oficial, a International Federation of Competitive Eating (Ifoce), Federação Internacional de Alimentação Competitiva.

Há competições e comedores de tudo, de aspargos (Sonya é a campeã, 12 quilos de tempura do vegetal em 10 min) a tiramisu (Timothy Janus, 10 quilos em 6 min), de bolo de aniversário (Richard LeFevre, 11 quilos em 11 min e 26 s) a lingüiça de rena (Dale Boone, 28 unidades em 10 min). Chega? Mais duas, e passe o balde: manteiga (Don Lerman, sete barras em cinco min) e repolho (Charles Hardy, 15 quilos em 9 min).

O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 11h27
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Walter Salles visita casa em que nasceu Kerouac

 

O cineasta brasileiro, "na estrada" para fazer o documentário que antecederá sua adaptação para o cinema de "On The Road", de Jack Kerouac, visitou ontem (sexta-feira) a casa em que o escritor beatnik nasceu em 1922, em Lowell, Massachusetts. Entrevistou John Sampas, o executor do testamento literário de Kerouac. Visitou ainda a Lowell Middlesex Academy Charter School, onde o livro e o autor foram tema de estudo nesse semestre --ali, o diretor encontrou Tiago Jacinto, 19, que nasceu no Brasil e vive na cidade do beatnik desde os seis anos.

Amanhã, ele viaja para o Jazzfest, em Nova Orleans, onde entrevistará Douglas Brinkley, historiador e biógrafo de Kerouac. Depois, será a vez do escritor Gore Vidal, em Los Angeles. Ainda não-confirmado, o ator Johnny Depp. Com ele viajam o operador de som Alan Barker, o fotógrafo Greg Smith e a coordenadora Eileen Gibson. O documentário deve ser lançado em 2007, mesmo ano em que Salles começa a fazer o longa.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h32
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Brasil não faz direito - Nem a 25!

São Paulo, sábado, 29 de abril de 2006

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FALSIFICAÇÃO

País mantém Brasil na lista dos maiores vendedores de produtos fraudados e cita centros de compras populares de SP

EUA colocam 25 de Março na lista da pirataria

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

É a fama mundial, embora por motivos tortos: a 25 de Março, rua comercial do centro de São Paulo, foi colocada na lista da pirataria mundial pelo relatório anual do Departamento de Comércio norte-americano. Não só. Com o Shopping 25 de Março entraram os centros comerciais Promocenter e Stand Center, na Paulista.
O "Relatório 301 Especial", do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTr, na sigla em inglês, espécie de ministro do Comércio Exterior), é divulgado todo ano e aponta as regiões do mundo em que há violação dos direitos de propriedades intelectuais em países que são seus parceiros comerciais. Contabiliza ainda o que esses países fazem para melhorar a situação.
No de ontem, o relatório aponta outras regiões do mundo em que a pirataria é tolerada, entre elas a Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai) e mercados populares na China, no México e na Rússia. Indica ainda três sites que praticariam a violação dos direitos intelectuais, chamados "mercados virtuais", um chinês (Baidu), um russo (allofmp3) e um taiwanês (Kuro).
Sobre os centros comerciais paulistanos, o texto afirma: "No final de 2005, mais de 1.500 policiais e membros de outras agências brasileiras fizeram blitze nesses mercados enormes e conhecidos. Concedendo que os efeitos nas vendas de produtos pirateados ou falsificados são temporários, as agências e os fiscais se comprometeram a continuar com tais ações".

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h43
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Brasil não faz direito, diz Tio Sam 1

São Paulo, sábado, 29 de abril de 2006

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GUERRA SEM LIMITES

Relatório americano elogia ações do país, mas critica leis que dificultam extradição e lista problemas

Para EUA, Brasil falha na guerra ao terror

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Relatório anual do Departamento de Estado norte-americano conclui que algumas leis brasileiras atrapalham a chamada "guerra ao terror", embora elogiem ações do governo nessa área.
O governo do Brasil "condena vigorosamente o terrorismo", mas não provê o suporte material e político necessário para fortalecer as instituições antiterror, conclui o texto, divulgado ontem em Washington.
"Uma comissão governamental (brasileira) propôs uma nova estrutura antiterror entre agências, mas o governo não apresentou legislação para implementá-la", defende o texto.
O relatório do governo dos Estados Unidos, que faz uma avaliação anual das atividades terroristas no mundo (leia texto nesta página), critica o Brasil por não classificar regimes de outros países como "terroristas" e por aceitar o Hizbollah como partido político legítimo.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h41
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E Chicago proíbe...

 

...o foie gras.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h44
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Enquanto isso, no Código Da Vinci

 

Tom Hanks conta como envelheceu para o filme.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h43
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Uma nação de sodomitas

 

Depois de revelar que os hábitos alcóolicos do presidente "eram preocupação nacional", o correspondente do New York Times no Brasil decreta que somos uma nação com uma queda pelo sexo anal. Está aqui, preto no branco.

The Life of a Brazilian Call Girl

Bruna Surfistinha, por Lalo de Almeida



Escrito por Sérgio Dávila às 20h42
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Está no ar o "Pop, Pop, Pop"

 

Nessa semana, o podcast de "Vôo 93" (United 93), o polêmico filme que teve estréia mundial na terça-feira em Nova York e que chega ao Brasil em setembro. Ouça aqui.



Categoria: Pop, Pop, Pop - Podcast
Escrito por Sérgio Dávila às 19h18
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Os mais lidos do NYTimes

 

Que o NYTimes reformulou seu site, em 4 de abril, você já sabe. Agora, acaba de soltar as reportagens mais lidas ali nos últimos 15 dias. Vão abaixo. Insisto nos textos e nas listas do do jornalão porque ainda são, na opinião deste blogueiro, os melhores da imprensa gringa, com Jason Blair ou sem Jason Blair.

1. How the Gospel of Judas Emerged
By BARRY MEIER and JOHN NOBLE WILFORD, Published: April 13, 2006
New details about the manuscript call into question the relationship between antiquities dealers, museums and collectors.

2. Young Officers Join the Debate Over Rumsfeld
By THOM SHANKER and ERIC SCHMITT, Published: April 23, 2006
The revolt by retired generals who publicly criticized Defense Secretary Donald H. Rumsfeld has opened a debate among younger officers.

3. More Retired Generals Call for Rumsfeld's Resignation
By DAVID S. CLOUD and ERIC SCHMITT, Published: April 14, 2006
Charles H. Swannack Jr. was the fifth general to step forward; The White House defended the secretary.

4. The Bank of Mom and Dad
By ANNA BAHNEY, Published: April 20, 2006
An increasing amount of young people are the beneficiaries of a subsidy arriving regularly from Mom and Dad.

5. Storm Evacuees Strain Texas Hosts
By JENNIFER STEINHAUER, Published: April 20, 2006
The state may be nearing the end of its ability to play good neighbor without compensation.

6. Call to Escort Service Began a Night of Trouble at Duke
By DUFF WILSON and JULIET MACUR, Published: April 23, 2006
A timetable of the evening when two Duke lacrosse players are accused of raping a stripper is evolving through court and police records, photographs and lawyers.

7. A Slight Change in Habits Could Lull You to Sleep
By JANE E. BRODY, Published: April 18, 2006
Many of the millions of Americans who now rely on sleeping pills could cure their insomnia simply by changing their living and sleeping habits.

8. Take 10 Years Off My Face, in 60 Seconds
By NATASHA SINGER, Published: April 20, 2006
Freeze 24/7, an anti-wrinkle line with six products, has become a force to be reckoned with in the cosmetics industry.

9. F.D.A. Dismisses Medical Benefit From Marijuana
By GARDINER HARRIS, Published: April 21, 2006
The agency's declaration that "no sound scientific studies" support the drug's medical use contradicted a review by government scientists.

10. Forget Computers. Here Comes the Sun.
By JOHN MARKOFF, Published: April 14, 2006
The fledgling solar-cell industry uses just about as many silicon wafers as the chip industry does, but the resemblance ends there.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h47
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Meninos, eu assisti

 

A prova de que o blog estava na estréia mundial de Vôo 93. Ouça amanhã (quinta) o podcast aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h16
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Edward Albee vai "ao fim do mundo"

 

No caderno de Turismo do domingo que vem, o dramaturgo Edward Albee ("Quem Tem Medo de Virginia Woolf?") visita a Ilha de Páscoa, numa viagem que ele diz estar programada para ir "ao outro lado do mundo". Imperdível. O começo:

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April 30, 2006

The Dream at the End of the World

IS it possible to get to Easter Island without traveling a very long distance? No; it is not. If you live in New York City you will fly to Santiago, Chile — 11½ hours — rest a day, and then take another jet plane 5 hours into the Pacific to reach your goal. (And the planes go from Santiago only a couple of times a week.) The trip may be an hour shorter if you live in New Zealand, but don't count on it.

This tiny speck of South Pacific lava can be reached by boat, of course. That's how the Polynesians got there around A.D. 700, but it's a long, long trip by water. It's a long, long trip from anywhere by any means, but is it worth it? As they say in certain parts of our Middle West — "You bet!"

It took me 50 years to get there from the time I first heard of it. I'm not certain there was any semi-sensible way to get there (from anywhere) back then, but it was on my list, along with Egypt, the Aztec and Mayan cultures, Ayutthaya (the old capital of Siam, sacked by the Burmese in the 18th century), the Roman cities of Sabratha and Leptis Magna on the Libyan coast and other essential destinations. Now that Libya is open to us and has made available the prehistoric painted and carved art of the Fezzan Cliffs, I'll get there, having accomplished the others.

Way before the movie "Planet of the Apes" showed us the Statue of Liberty half buried in the sand, I have felt the need to experience cultures which grew, fell into decadence and vanished. These are probably cautionary tales even beyond their aesthetic marvel.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h23
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Os filmes mais procurados no site do NYTimes

  • Last 24 hours
  • 1.
    The Death of Mr. Lazarescu

    (Critic's Pick)The Death of Mr. Lazarescu

    (2005, Cristi Puiu,  R)

    The ailing title character suffers a late-night descent through circles of medical hell in a thorny masterpiece by the Romanian director Cristi Puiu.

    2.
    Three Times

    (Critic's Pick)Three Times

    (2005, Hou Hsiao-Hsien,  NR)

    A trilogy of desire from the great Taiwanese director Hou Hsiao-hsien in which the same actress (Shu Qi) and actor (Chang Chen) play variations on lovers in three distinct time frames.

    3.

    Silent Hill

    (2006, Christophe Gans,  R)

    "Silent Hill" starts off as a fright flick, develops into a mystery movie, devolves into a tale of religious fundamentalism, and wraps up like the outrageously overwrought fantasy of a French movie nerd obsessed with horror films who has been given obscene amounts of money to adapt a video game. Which is, in fact, exactly what it is.

    4.
    American Dreamz

    American Dreamz

    (2006, Paul Weitz,  PG13)

    In Paul Weitz's seriously unfunny comedy about a faltering American president, a wildly popular TV talent show and the Svengalis behind them both, the jokes don't just fizzle into insignificance; they flop about with gaudy ineffectualness. With Hugh Grant, Dennis Quaid and Mandy Moore.

    5.
    The Sentinel

    The Sentinel

    (2006, Clark Johnson,  PG13)

    The question is why: why would a star of Michael Douglas’s stature and obvious intelligence attach himself to a Washington thriller as deeply ridiculous, suspense-free and potentially career damaging as "The Sentinel?"

    Os outros aqui.


    Escrito por Sérgio Dávila às 13h30
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    Tanque vazio 2

    São Paulo, quarta-feira, 26 de abril de 2006

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    Em Washington, Rodrigues tenta "globalizar" etanol

    DE WASHINGTON

    Quase simultaneamente ao discurso de George W. Bush e a poucos quarteirões de distância, o ministro brasileiro da Agricultura, Roberto Rodrigues, falava do mesmo assunto, a importância e a viabilidade do etanol como combustível e substituto do petróleo. Mas o enfoque era o oposto.
    Bush defendeu o subsídio de seu governo ao etanol americano, feito a partir de milho (o brasileiro tem como matriz a cana-de-açúcar). Já Rodrigues falou em "globalizar" e transformar o etanol numa commodity. "Queremos espalhar essa tecnologia por todo o mundo", disse, durante seminário no Banco Mundial sobre a experiência brasileira no setor.

    O resto aqui.

     



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 12h46
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    Tanque vazio 1

    São Paulo, quarta-feira, 26 de abril de 2006

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    ENERGIA

    Presidente dos EUA diz que etanol "vai substituir" a gasolina; governo defende subsídios para produtores americanos

    Bush congela reservas para segurar petróleo

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Dias depois de o barril do petróleo bater os US$ 75, a poucos meses das eleições que renovarão parte do Congresso norte-americano e em meio a uma crise de credibilidade do governo, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou um plano para tentar conter a atual alta do preço do combustível e evitar que o aumento chegue às bombas de gasolina.
    O ponto principal, a curto prazo, é que os Estados Unidos congelarão seus depósitos no fundo de emergência de petróleo. Outros pontos incluem investimentos em novos combustíveis, como o etanol, a busca de novas reservas de petróleo, a criação de novas refinarias e uma investigação federal que verificará se os grandes produtores norte-americanos manipularam o mercado.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 12h45
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    Legally Blonde vira musical

     

    A insuportável comédia ligeira Legalmente Loira, que fez a fama da insuportável atriz ligeira Reese Whiterspoon, vai virar um musical, a partir do livro de Amana Brown, que inspirou a cinessérie. No papel da loira, a atriz Heather Hach, estreante na Broadway. Quem dirige é Jerry Mitchell, que já ganhou um Tony por "Gaiola das Loucas", com estréia prevista para abril do ano que vem e sessões abertas a partir de janeiro, em San Francisco.

    Musical, ainda por cima?

     



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h31
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    Amor nos Tempos do Cólera será filmado no Brasil

     

    "Amor nos Tempos do Cólera", um dos clássicos do realismo mágico de Gabriel García Márquez, vai ser rodado no Brasil, a partir de 15 de agosto. Giovanna Mezzogiorno (foto abaixo), protagonista do filme italiano "Don't Tell", indicado ao Oscar de melhor estrangeiro, fará par romântico com o espanhol Javier Bardem -ela será Fermina, ele será Florentino Ariza, que espera meio século por seu amor.

    Quem dirige é o britânico Mike Newell, do último "Harry Potter" e do péssimo "O Sorriso de Mona Lisa", que terá US$ 40 milhões para fazer andar o roteiro de Ron Harwood, de "O Pianista".

    Photo



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h11
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    Patrocinar "Mudança de regime" está no gene americano



    São Paulo, terça-feira, 25 de abril de 2006

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    SÉRGIO DÁVILA

    Começou com um abacaxi

    Segundo o Laboratório de Ciências Cognitivas da Universidade Princeton, "mania" é um motivo irracional, mas irresistível, para uma crença ou ação. No seu último discurso sobre o Estado da União, George W. Bush disse que os norte-americanos têm um vício -no caso, o petróleo. Poderia ter dito que têm também uma mania: a de promover "mudanças de regime" alhures.
    Não é prerrogativa e desejo apenas do atual presidente norte-americano, conforme confirmou à Folha de domingo retrasado o autor intelectual do Plano Irã, que prevê a "mudança de regime" naquele país do golfo Pérsico, seja por que maneira for -desde, é claro, que o "povo iraniano" queira. Tal altruísmo no olho dos outros deve ter vindo já no Mayflower, desembarcado com os primeiros imigrantes.
    Se não tanto, está presente pelo menos desde 1893, quando a Casa Branca e seus enviados conspiraram para a derrubada da rainha Liliuokalani, do Havaí. A idéia de Washington era, obviamente, anexar as ilhas ao seu território, mas a moeda de troca para o apoio dos nativos ao golpe de Estado foi um acordo comercial de exportação de abacaxis que nunca veio.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 09h06
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    Mantega com fome

    São Paulo, segunda-feira, 24 de abril de 2006

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    Mantega quer comer o "prato principal" no G8

    DE WASHINGTON

    Os titulares das pastas das finanças de Brasil, China, Índia e África do Sul se articulam para exigir uma participação maior e mais ativa de seus países no G8 (grupo das sete nações mais ricas e a Rússia), que tem sua próxima reunião de cúpula em julho, em São Petersburgo, na Rússia.
    A informação foi confirmada pelo ministro brasileiro, Guido Mantega, logo após reunião informal entre os quatro titulares, no último dia do encontro de primavera do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial.

    O resto aqui.

     

     



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h43
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    Eles estão chegando...

    São Paulo, segunda-feira, 24 de abril de 2006

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    GUERRA SEM LIMITES

    Plano militar secreto inclui expansão do raio de ação e envio de tropas de elite para embaixadas, diz o "Post"

    EUA ampliam conceito de guerra ao terror

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Os EUA ampliaram seu conceito de "guerra ao terror" em um grande plano militar secreto recém-aprovado pelo secretário da Defesa norte-americano, Donald Rumsfeld. Os três pontos principais são um aumento substancial do papel das Forças Armadas, especialmente das tropas de elite do Comando de Operações Especiais (Socom, na sigla em inglês), em detrimento da CIA e do Departamento de Estado; a ampliação do raio de ação do país para além dos palcos atuais de guerra (Iraque e Afeganistão); e um maior "aparelhamento" das embaixadas por essas tropas de elite.
    Os detalhes do plano foram revelados em reportagem de ontem do jornal "Washington Post". Uma das medidas já tomadas foi enviar pequenos times do Socom, às vezes em duplas, principalmente membros dos Boinas Verdes, da Força Delta e dos Seal, para embaixadas em cerca de 20 países do Oriente Médio, da África e da América Latina. São chamados internamente de "Military Liaison Element" (MLE).
    Entre os locais de destino da América Latina está incluído o Brasil, segundo disse à Folha um funcionário do Socom. Numa troca de telefonemas, a região da Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai) foi citada como uma zona "familiar" às ações, pela suspeita de que a Al Qaeda e outros grupos terroristas radicais islâmicos lá operem, seja como esconderijo de pessoal, seja com lavagem de dinheiro.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h41
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    Capas das semanais de hoje



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h30
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    Mantega amacia

    São Paulo, domingo, 23 de abril de 2006

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    ECONOMIA GLOBAL

    Meta é atingir, no mínimo, 4,25% do PIB

    Ao Fundo, Mantega ameniza seu discurso sobre superávit primário

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Horas depois de ter se definido como "não-ortodoxo", o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, amenizou seu discurso. Disse ontem de manhã que o governo se compromete a manter a "forte política fiscal de gerar um superávit fiscal primário de pelo menos 4,25%" do PIB na reunião do Comitê Financeiro e Monetário Internacional, no dia da abertura da reunião de primavera do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial.
    Na sexta-feira, havia afirmado: "O superávit é de 4,25% do PIB, mas tem gente que gostaria que fizéssemos um superávit maior. Quem são eles? São os ortodoxos. Eu não sou ortodoxo. Eles são aquelas pessoas que não gostam dos programas sociais que o governo faz. Não dizem isso claramente, mas falam dos gastos sociais, que estariam aumentando".
    Ontem, indagado pela Folha durante entrevista coletiva posterior à reunião se tinha mudado de idéia durante a noite, rebateu: "Não costumo dormir de uma forma e acordar de outra. Você fazer superávit primário não quer dizer que você é ortodoxo. Você adotar responsabilidade fiscal não é sinal de ortodoxia, e eu queria citar os ajustes fiscais feitos em países como Itália, França, conduzidos por governos sociais democratas, governos de centro-esquerda e esquerda".

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 10h19
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    Coluna De Volta à AMérica de Hoje


    23/04/2006

     
    Um país doente do estômago

    por Sérgio Dávila

    Este é um país que vai para a frente. E para os lados. E para cima. Pelo menos sua população, cada vez mais obesa -o turista habitual não percebe tanto porque a epidemia de obesidade de que falou o equivalente ao Ministério da Saúde local é tanto maior quanto mais longe você estiver dos grandes centros costeiros, como Nova York, Miami, Los Angeles, e das grandes cidades como Washington.

    A obsessão é tamanha que não é difícil você encontrar anúncios pagos pelo governo com os dizeres: "Lembre-se: bebês obesos não cabem nas cadeirinhas de segurança dos carros".

    Quatro lançamentos vêm lembrar aos americanos que a decadência de um império começa pela boca. O primeiro, e talvez mais sintomático, é um programa de TV que acaba de estrear no Learning Channel chamado "Honey, We're Killing the Kids!" (Querida, Nós Estamos Matando as Crianças!), uma brincadeira com os títulos de uma conhecida cinessérie cômica dos anos 90.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 10h08
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    John Travolta aceita filmar Dallas, o filme -- Oh, man...

     

    Quando você achava que as coisas não poderiam piorar, a notícia: John Travolta aceitou ser o J.R. Ewing na adaptação de "Dallas", seriado camp dos anos 70, para o cinema. Gurinder Chadha (do simpático Bend It Like Beckham) dirige e Jennifer Lopez coprotagoniza (um banho de talentos, o elenco), como a mulher, Sue Ellen. Dallas, a cidade, já estava fazendo campanha para que o filme fosse feito lá --a Fox quer rodar na Flórida, em Indiana e até no Canadá. Vou gostar se o barão do petróleo J.R. for relido como um proto-Bush...

    O novo J.R.

    FILM DALLAS

    O velho JR

    O presidente JR

    bush300.tif



    Escrito por Sérgio Dávila às 16h23
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    Gay Talese lança biografia

     

    Gay Talese, um dos maiores nomes do new journalism e padroeiro desta coluna (se esta coluna acreditasse em padroeiros), lança sua biografia na semana que vem. Demorou 14 anos para ser feita. Deve ser curioso ver o que escreve de si mesmo --e principalmente como-- alguém que entrou para a história do jornalismo escrevendo pequenas biografias (perfis, como o hoje clássico de Frank Sinatra, da "Esquire", que começa com a frase "Frank Sinatra está resfriado".) alheias...

    Se quiser ver a reportagem adiantada do caderno cultural do "New York Times" de domingo, está aqui (em inglês e para quem se cadastrar no site, antes que comecem os vitupérios).

     



    Escrito por Sérgio Dávila às 23h20
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    Tem podcast novo - Instinto Selvagem 2

     

    Quer ouvir o que achei da estréia de hoje? Ouça aqui.



    Categoria: Pop, Pop, Pop - Podcast
    Escrito por Sérgio Dávila às 17h53
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    Wu let the dogs out 2

    São Paulo, sexta-feira, 21 de abril de 2006

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    GRITOS NA CASA BRANCA

    Mulher dribla segurança e pede fim de repressão religiosa na China

    Protesto interrompe entrevista

    Matthew Cavanaugh/EFE
    Cinegrafista tenta acalmar Wang Wenyi, que clama a Bush que impeça perseguição a seita


    DE WASHINGTON

    Wang Wenyi, 47, pode ser considerada o símbolo dos problemas que afligem os presidentes George W. Bush e Hu Jintao. Do lado americano, expôs as eternas falhas na segurança interna do país ao se infiltrar num evento supostamente ultravigiado, em plena Casa Branca -ela teria conseguido um passe de 24 horas dado a jornalistas. Do lado chinês, por ter escancarado durante o discurso de seu presidente a falta de liberdade religiosa em seu país.
    Militante do Falun Gong, Wenyi conseguiu chegar ao minipalco onde estavam fotógrafos e cinegrafistas e gritou, segundo jornalistas chineses: "Presidente Bush, impeça que ele continue perseguindo o Falun Gong! Presidente Hu, seus dias estão contados!"

    O resto aqui.



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h15
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    Wu let the dogs out 1

    São Paulo, sexta-feira, 21 de abril de 2006

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    DIPLOMACIA

    Em sua 1ª visita à Casa Branca, líder chinês defende diplomacia para resolver impasse com Irã e Coréia do Norte

    Tema nuclear domina encontro Bush-Hu

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    No primeiro encontro na Casa Branca entre os presidentes da China, Hu Jintao, e dos EUA, George W. Bush, os líderes das duas principais potências mundiais atuais concordaram educada, mas firmemente, em discordar. Ambos mostraram preocupação com o programa nuclear iraniano e da Coréia do Norte, mas apenas o chinês citou a via da "negociação diplomática".
    "Nós pretendemos aprofundar nossa colaboração ao lidar com ameaças à segurança global, incluindo as ambições nucleares do Irã", disse Bush. Já Hu afirmou que a China está pronta para trabalhar ao lado dos EUA "e de outros países que estejam preocupados em solucionar pacificamente as questões nucleares na Coréia do Norte e no Irã pelas vias da negociação diplomática".
    Em entrevista na segunda-feira, Bush não havia descartado a intervenção militar como uma maneira de impedir a produção de armas nucleares pelo Irã, que é um dos principais fornecedores de petróleo da China.

    O resto aqui.



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h14
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    Mantega critica FMI

    São Paulo, sexta-feira, 21 de abril de 2006

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    ECONOMIA GLOBAL

    Ministro defende rigor fiscal e vê Fundo "desatualizado"

    Na condição de "credor", Mantega faz crítica ao FMI

    FERNANDO CANZIAN
    ENVIADO ESPECIAL A WASHINGTON

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Em sua estréia em Washington como titular do Ministério da Fazenda brasileiro, Guido Mantega afirmou que o FMI (Fundo Monetário Internacional) está "desatualizado" em suas previsões de crescimento para o Brasil em 2006. Refutando previsões feitas pelo Fundo anteontem, o ministro disse que 2006 "vai ser o melhor ano do ponto de vista econômico do nosso governo e o início de longo ciclo de crescimento".
    Mantega também fez críticas indiretas a comentários do FMI sobre quais políticas cambiais os países deveriam adotar. "Não sei se cabe ao fundo fazer um monitoramento maior", disse. "É bom lembrar que no passado o Fundo chegou a apoiar o cambio fixo ou semifixo, apoiou aquilo que aconteceu na Argentina, cujos resultados negativos todos nós sabemos, então eu não sei se o Fundo deve ser um conselheiro em matéria cambial", provocou.
    Mantega se considerou à vontade na posição inédita de ministro da Fazenda de um país que não deve mais nada ao FMI. "Você fica numa posição confortável de credor", disse, sorrindo. "Agora, estamos aqui ajudando a transformar o Fundo em um instrumento eficaz para os países."

    O resto aqui.



    Escrito por Sérgio Dávila às 10h13
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    FMI fez tudo certinho... diz FMI

    São Paulo, quinta-feira, 20 de abril de 2006

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    ENTREVISTA

    Economista-chefe diz que diretriz para América Latina "arrumar" macroeconomia foi bem-sucedida, mas falta microeconomia

    "Receita do FMI funcionou perfeitamente"

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Os setores da economia brasileira que reclamam dos juros do Banco Central deveriam baixar suas próprias taxas. A economia mundial crescerá em 2005/2006 "quase por sorte ou acaso". O receituário do Fundo Monetário Internacional para a América latina funcionou e o Consenso de Washington não morreu, pelo contrário. Polêmicas, essas são as opiniões do número dois do FMI, o indiano Raghuram Rajan. O economista-chefe do Fundo falou à Folha em Washington. Leia trechos aqui:



    Escrito por Sérgio Dávila às 11h04
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    Me Tarzan, You Jane

    São Paulo, quarta-feira, 19 de abril de 2006

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    ESTRANHOS NO PARAÍSO

    Três astros do partido de Bush gastam US$ 3.000 por dia na Amazônia

    Feriado na selva brasileira custa crítica a senadores republicanos

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Eles queriam ser recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo chanceler Celso Amorim e discutir "a experiência do Brasil no combate à Aids, o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como o etanol, e problemas ambientais".
    Em vez disso, passaram o feriado da Páscoa num dos hotéis mais caros da Amazônia e, em Brasília, entre um jogo de squash e uma partida de golfe, conversaram com o embaixador José Eduardo Martins Felício, subsecretário-geral para assuntos da América do Sul do Itamaraty.
    Há duas semanas, os senadores republicanos Jeff Sessions (Alabama), Arlen Specter (Pensilvânia) e Pat Roberts (Kansas) decidiram que fariam um périplo pela América do Sul e pelo Caribe, para discutir "imigração, tráfico de drogas e relações comerciais".
    Além da parada no Brasil, visitariam ainda Colômbia, Peru e a República Dominicana. Viajariam com dinheiro público e levariam as respectivas mulheres e os respectivos assessores. Usariam um 737 da Força Aérea.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 07h06
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    Junior, livro de Macaulay Culkin, ganha resenhas negativas

     

    Os críticos continuam detonando "Junior", o "romance quase autobiográfico" do ex-ator-mirim Macaulay Culkin. Agora foi a vez da "Salon", que achou o livro "triste", no mau sentido. Nele, o conturbado artista usa um alter-ego, "Junior", para contar sua vida até agora --ele tem 23 anos, mas o que passou até agora daria... Bem, um romance. O que mais chamou a atenção do resenhista: o nome que Macaulay dá a seu pênis. Floyd é o nome da criança.

     



    Escrito por Sérgio Dávila às 20h08
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    "Bosta", a nova superprodução libanesa

     

    Pesquisando sites sobre o Irã, dei de topa com uma superprodução libanesa, musical, que já levou 125 mil espectadores aos cinemas´locais até agora. Trata-se de "Bosta", dirigido por Philippe Aractingi. Há um site oficial, www.bostathemovie.com, trailer, fotos. Vale a visita. (antes que você pergunta, "Bosta" é a tradução fonética de "Bus Stop", em árabe.)



    Escrito por Sérgio Dávila às 19h41
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    Saem as datas do Oscar 2007

     

    Quando você pensava que estava livre, começa tudo de novo. A "Academia" (não dá para levar a sério o nome pomposo que a indústria tenta fazer soar como corriqueiro) divulgou as datas-chave do Oscar 2007:

    26 de dezembro - as cédulas de votação são enviadas

    13 de janeiro de 2007 - data-limite para votação

    23 de janeiro, às 5h30 de Los Angeles - saem os indicados em cada categoria

    25 de fevereiro - entrega dos prêmios.

    Comece a fazer as apostas.

     



    Escrito por Sérgio Dávila às 18h30
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    Acadêmico recomenda "pensar como zebra" contra estresse

     

    São Paulo, segunda-feira, 17 de abril de 2006

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    ENTREVISTA DA 2ª

    ROBERT SAPOLSKY

    Para neurocientista americano, antecipar demais situações sociais provoca a morte de neurônios

    "Seja mais superficial", diz especialista em estresse

    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Entre 28 milhões e 56 milhões de pessoas nos EUA sofrem de doenças relacionadas ao excesso de estresse. São nomes familiares e indesejáveis como depressão, úlcera e perda de libido. Na maioria dos países industrializados, a porcentagem de atingidos varia pouco -é sempre entre 10% e 20% da população.
    Mas o estresse tem cura? "Seja mais superficial em sua vida", ensina Robert M. Sapolsky. O acadêmico norte-americano fala em tom de blague e de maneira simples, mas explica: como não há cura para o estresse, embora Sapolsky trabalhe com algumas possibilidades de terapia genética para atenuar os efeitos nocivos deste no cérebro, o negócio é ser, ou pensar, mais simples.
    Como uma zebra.
    Como uma zebra? "As zebras só se estressam quando enxergam um leão na savana. Então, usam todas as forças e possibilidades de seu organismo para fugir do predador. Passado o perigo, cessa o estresse", explica. O problema dos humanos é reproduzir a situação mesmo na ausência do "leão". Essa é a base de um de seus livros mais conhecidos, "Why Zebras Don't Get Ulcers" (Por Que Zebras Não Têm Úlceras, de 1994), que a editora Francis promete lançar no Brasil neste ano.
    Não se trata de auto-ajuda. Extremamente bem-humorado e com uma escrita leve e irônica -já foi chamado por um crítico literário de o "Woody Allen da neurociência"-, Sapolsky, 49, é um dos raros ganhadores do Prêmio MacArthur, em que a renomada fundação dá US$ 500 mil a uma pessoa, de qualquer área do conhecimento apenas por ter julgado que o trabalho do premiado justifica o investimento.
    O trabalho, no caso, era uma pesquisa que o levou a acompanhar por dez anos um grupo de babuínos na África. Ele procurava a relação entre o excesso de estresse e a morte de neurônios. O relato da história deu em "Memórias de um Primata", leitura recomendada tanto aos estressados como aos fãs de livros de memórias e de relatos de viagens.
    Mais de 20 anos depois, sua pesquisa ainda não é conclusiva, mas aponta para direções interessantes (veja quadro nesta página). Professor de neurociências da Universidade Stanford, na Califórnia, Robert M. Sapolsky ("o "M" é de Morris, nome que eu simplesmente detesto", diz), cabelos e barba que ora lembram o personagem Rolo dos quadrinhos de Maurício de Sousa, ora um babuíno, falou algumas vezes à Folha, a última delas na semana passada.

    A entrevista aqui.

     



    Escrito por Sérgio Dávila às 08h25
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    Coluna "De Volta à América" de hoje


    16/04/2006

     
    Um guia para dedurar diplomatas

    por Sérgio Dávila

    Esquilos e diplomatas. Duas das principais vítimas de Washington. Os primeiros: vítimas, sim; bonitinhos no Brasil, Tico e Teco etc., tratados como ratos por aqui. Se você vê alguém brincando com os animais nos parques ou nas ruas, escreva: é turista, estrangeiro ou os dois. Os segundos: estão por toda parte, dada a quantidade de embaixadas, missões, escritórios e representações diplomáticas que pululam pela cidade, mormente ao longo da avenida Massachusetts a partir do Dupont Circle, também chamada de Embassy Row.

    A bronca da população local com os funcionários dos outros países vem da imunidade destes, portadores de carros a maioria, alguns abusando da vantagem para estacionar onde não devem; e de países que usam estes veículos para espionar. Daí o guia "Diplomatic License Plate Decoder", ou decodificador das licenças (placas, em São Paulo) de carros diplomáticos. Não é brincadeira.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h24
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    EUA preparam intervenção no Ira 3

    São Paulo, domingo, 16 de abril de 2006

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    "EIXO DO MAL"

    Patrick Clawson sugere ações preventivas contra o Irã que não sejam interpretadas como "guerra aberta"

    Mentor da ofensiva prefere sabotagens

    DE WASHINGTON

    Ruivo, muito branco e de olhos azuis no exterior. Cheio de idéias belicosas no interior. De certa maneira, Patrick Clawson é o "american dream" personificado. É também, segundo o insuspeito jornalista Seymour Hersh, ganhador do prêmio Pulitzer e autor do principal livro sobre o escândalo da prisão de Abu Ghraib ("Cadeia de Comando", 2004), a cabeça por trás do plano de mudança de regime no Irã.
    Diretor-assistente de pesquisa do Instituto para a estratégia do Oriente Médio, foi do Instituto Nacional de Estudos Estratégicos da Universidade de Defesa Nacional e economista do Instituto de Pesquisas de Política Externa, no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional. É fluente em farsi, hebraico, alemão, espanhol e francês, e autor, entre outros livros, de "Getting Ready for a Nuclear Ready Iran" (2005), "Eternal Iran - Continuity and Chaos" (2005), "Checking Iran's Nuclear Ambitions" (2004), "U.S. Sanctions on Iran" (1997) e "Iran's Strategic Intentions and Capabilities" (1994).
    Na última quarta-feira, ele falou à Folha em Washington. (SD)

    Leia o resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h22
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    EUA preparam intervenção no Ira 2

    São Paulo, domingo, 16 de abril de 2006

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    "EIXO DO MAL"

    Irã não desistiria de tentar produzir armas atômicas

    Ataque daria início a guerra sangrenta, conclui estudo

    DE WASHINGTON

    Um ataque norte-americano a estruturas de produção nuclear iranianas não livraria o mundo de mais um país capaz de produzir armas atômicas. Em vez disso, seria o início de um longo confronto militar com milhares de vítimas militares e pelo menos centenas de vítimas civis. A guerra provavelmente envolveria também Iraque, Israel e Líbano. O mesmo ocorrerá se o ataque partir de Israel, o que faria a participação dos EUA obrigatória.
    Essa é a conclusão de estudo conduzido pela organização não-governamental pacifista britânica Oxford Research Group. Segundo o trabalho, intitulado "Irã -Conseqüências de uma Guerra", de autoria de Paul Rogers, professor de Estudos da Paz da Universidade de Bradford, o confronto seria ineficaz, pelo menos do ponto de vista do objetivo de acabar com a opção nuclear iraniana.
    "Embora o ataque possa danificar seriamente o potencial de desenvolvimento nuclear iraniano, atrasando-o por cerca de cinco anos, não impediria que o país voltasse a tentar produzir armas atômicas", dessa vez com a intenção de -e a motivação para- utilizá-las de verdade.

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h21
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    EUA preparam intervenção no Ira 1

    São Paulo, domingo, 16 de abril de 2006

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    "EIXO DO MAL"

    Plano militar com objetivo de derrubar o regime é confirmado à Folha por especialistas ligados ao governo Bush

    Casa Branca já prepara intervenção no Irã

    Hasan Sarbakhshian-14.abr.2006/Associated Press
    Soldados iranianos vestidos com as cores do país rezam em Teerã


    SÉRGIO DÁVILA
    DE WASHINGTON

    Os Estados Unidos preparam uma intervenção no Irã visando à "mudança de regime" no país que não exclui a ação militar, de tipo e intensidade a ser decididos. O objetivo é conter o que a administração de George W. Bush chama de "corrida" do país rumo à construção de armas nucleares, mesmo que diversos analistas militares conservadores e liberais concordem que Teerã esteja ainda a alguns anos de conseguir construir tais artefatos.
    A intenção de mudança de regime e intervenção militar foi confirmada à Folha pela pessoa que vem sendo chamada de "Paul Wolfowitz do Caso Irã", Patrick Clawson, diretor do Instituto para a Estratégia do Oriente Médio. Wolfowitz, hoje presidente do Banco Mundial, foi o arquiteto da política externa pós-11 de Setembro, no que depois ficaria conhecida como Doutrina Bush e renderia pelo menos duas guerras/ invasões: a do Afeganistão (2001) e a do Iraque (2003).
    O instituto de Washington é um dos braços acadêmicos dos chamados falcões (altos funcionários do governo Bush que apóiam soluções militares) da Casa Branca, representados principalmente pelo secretário da Defesa, Donald Rumsfeld. Entrevistado pela Folha (leia na página 18), Clawson confirma o plano e vai adiante: diz que a opção militar é "viável".

    O resto aqui.



    Categoria: Eu na Folha e na Revista
    Escrito por Sérgio Dávila às 11h19
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