EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Os ataques? Acontecerão de novo

São Paulo, segunda-feira, 15 de maio de 2006

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GUERRA URBANA

Para Loïc Wacquant, que esteve no Brasil para analisar as desigualdades sociais, é preciso agir no campo social, não só no criminal

"Acontecerá de novo", diz sociólogo francês

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Ataques como os do fim de semana devem ocorrer de novo e só podem ser evitados se as elites políticas brasileiras e o governo do país contra-atacarem no campo social, não no criminal. Polêmica, essa é a opinião de um especialista no assunto: Loïc Wacquant, 46, professor de sociologia da Universidade da Califórnia em Berkeley e pesquisador do Centro de Sociologia Européia em Paris.
Francês, ganhador do prêmio da Fundação MacArthur, o "prêmio dos gênios", ele estudou no Brasil as desigualdades sociais, o sistema carcerário e o judicial, visitas que renderam livros como "As Prisões da Miséria" (Jorge Zahar, 2001), "Punir os Pobres - A Nova Gestão da Miséria nos EUA" (Freitas Bastos Editora, 2001) e "As Duas Faces do Gueto" (sai em setembro pela Boitempo Editorial). A seguir, os principais trechos da entrevista à Folha:

 

Folha - Por que a situação em São Paulo chegou a esse ponto?
Loïc Wacquant -
Porque nas últimas décadas as elites políticas brasileiras têm usado o estado penal -polícia, tribunais e sistema judiciário- como o único instrumento não só de controle da criminalidade como de distribuição de renda e fim da pobreza urbana.
Expandir esse estado não fará nada para acabar com as causas do crime, especialmente quando o próprio governo não respeita as leis pelas quais deve zelar: a polícia de São Paulo mata mais que as polícias de todos os países da Europa juntos, e com uma quase impunidade. Os tribunais agem sabidamente com preconceito de classe e raça. E o sistema prisional é um "campo de concentração" dos muito pobres. Como você pode esperar que esse trio calamitoso ajude a estabelecer a "justiça"?
A manutenção do que chamo de estado penal só faz com que a violência institucionalizada alimente a violência criminosa e faça com que as pessoas tenham medo da polícia. Cria um vácuo que o crime organizado sabe muito bem preencher. Isso permite a eles que cresçam e sejam tão poderosos e ousados a ponto de desafiar abertamente o Estado e seu monopólio do uso da violência.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 07h53
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WTC, 5 anos depois - parte 2

São Paulo, domingo, 14 de maio de 2006

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Soldado relembra dia do atentado

DO ENVIADO A NOVA YORK

Uma placa colocada pela Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey, que administra o Ground Zero, pede que as pessoas não comprem objetos vendidos ali, em respeito ao lugar onde perderam a vida quase 3.000 pessoas. Está na cerca que envolve a cratera pavimentada de 65 mil m2, na qual operários esperam ordens para começarem a trabalhar para valer.
Na direção da placa, dentro do cercado, um caminhão da Coca-Cola abre suas portas laterais para abastecer a tropa de refrigerantes. O trabalho mais pesado que fazem hoje em dia é reforçar a estrutura da parte do túnel da linha de metrô que vai receber as fundações da Freedom Tower, algum dia. "É uma pena o que está acontecendo aqui", diz o primeiro-tenente Aaron Lefton, do Exército norte-americano.
A pedido da Folha, o militar reconstituiu sua trajetória desde aquele dia. Errática e cheia de incertezas, é parecida com a do terreno que ele visita nessa manhã fresca da semana passada. "Cinco anos seria mais do que suficiente para a reconstrução pelo menos parcial", diz Lefton.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h27
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WTC, 5 anos depois

EUA

Falta de acordo entre autoridades, arquitetos, parentes das vítimas e ONGs emperra construção de memorial do 11 de Setembro


Passados 5 anos, destino do WTC é incerto

SÉRGIO DÁVILA
ENVIADO ESPECIAL A NOVA YORK

Se tudo der certo e o plano seguir conforme o combinado, nos próximos cinco anos os 16 mil acres do espaço que um dia foram o World Trade Center, na parte sul da ilha de Manhattan, vão receber três torres de escritórios e uma residencial, dois centros culturais, uma estação de parada de 13 linhas de metrô e uma de trem, dois memoriais batizados de "Reflecting Absence" ("ausência refletida") e -a peça de resistência- a Freedom Tower.
Cheia de simbolismos, a edificação teve sua pedra fundamental lançada no dia 27 de abril último, data em que o atual prédio mais alto da cidade, o Empire State, completava 75 anos. Terá 1.776 pés de altura, o equivalente a 541 metros, o que a tornará um dos mais altas do mundo. O número não é aleatório: 1776 é o ano da Declaração da Independência dos Estados Unidos.
Se tudo der certo, e o plano seguir conforme o combinado.
Mas o mais provável é que o contrário ocorra. Pelo menos, é o que vem acontecendo desde que, na manhã de 11 de setembro de 2001, dois aviões seqüestrados por terroristas se chocaram contra as duas principais torres do complexo de edifícios, levando tudo abaixo.
O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h26
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Coluna "América" de hoje


14/05/2006

 
100 mil espiões em ação

por Sérgio Dávila

Nesse momento, há 100 mil espiões norte-americanos trabalhando em algum lugar no mundo. A informação não veio de um dos provavelmente também 100 mil blogs com teorias conspiratórias, mas da boca do czar da espionagem do governo Bush, John Negroponte. Nunca o número havia sido revelado antes.

O ex-embaixador dos EUA no Iraque e na ONU deixou a informação escapar no National Press Club, uma associação que reúne correspondentes baseados em Washington e que freqüentemente realiza almoços ou happy hours entre altos funcionários do governo e jornalistas. O exército de bisbilhoteiros torra US$ 44 bilhões a cada ano só em despesas diretas e se espalha por 16 agências federais, da CIA à NSA e outras menos conhecidas.

Os EUA são um país de espiões.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h24
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A propósito da reportagem de hoje...

leu? E aqui?



Escrito por Sérgio Dávila às 17h55
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Atriz brasileira em superprodução

 

Camilla Belle, atriz mezzo-brasileira mezzo americana (ela é filha de uma santista com um americano) que o espectador deve conhecer de filmes como "A Balada de Jack & Rose", mas que está na área desde os 9 meses de idade, quando fez um comercial --é também a inglesinha que QUASE é devorada no segundo capítulo de "Parque dos Dinossauros"), acaba de ser confirmada no elenco de "10.000 B.C."

As filmagens do épico acabam de ser iniciadas na Nova Zelândia, com direção do alemão Rolan Emerich, das bobagens "Independence Day" e "O Dia Depois de Amanhã", e Steven Strait e o veterano Omar Sharif no elenco. O filme se passa no tempo das cavernas, e Camilla é Evolet, uma bela que o herói deve salvar da fera, no caso um feiticeiro poderoso... A estréia é em 2007. Abaixo, foto da Belle, de 19 anos:

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h23
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Da série "Colaborações"

 
O filme "Vôo 93" continua dando o que falar:
 
 
"Sobre United 93, uma opinião radical
 
Rita Castro-Alves
 
O filme não é bom. E eu não acredito que foi assim que aconteceu. Pronto, falei. E a sala em que eu assisti ao filme na última quinta-feira, dia 4 de maio, estava totalmente vazia, a não ser pelos dois funcionários do cinema que se sentaram na minha frente quando faltavam 15 minutos pro filme acabar e ficaram o tempo todo falando espanhol altíssimo, como se estivessem ao lado de uma cachoeira. Ah, e tinha um mendigo numa cadeira de rodas com os pés enrolados em jornais.
 
Isso não quer dizer nada sobre o filme, mas pode ter afetado o jeito como eu o vi. Essa é uma daquelas superproduções de Hollywood disfarçadas de filme independente. Custou 15 milhões de dólares -- um décimo do bugdet de "Missão Impossível 3", mas três vezes mais do que custou o inesquecível "Memento", de 2000 e 15 vezes mais do que custou o ótimo "Eu, Você e Todos Nós", que foi exibido na última Mostra de Cinema de SP e entra em cartaz no mês que vem. Claro, nenhum desses filmes tinha uma queda de avião na trama, nem cenas passadas em torres de comando de verdade. Mas "United 93" também não tem nenhum grande ator, então sobrou bastante dinheiro para ser considerado uma superprodução. Aliás, o uso de amadores é um dos grandes problemas desse filme, ainda mais para uma cética radical como eu, que não compra essa versão dos passageiros-heróis nem por um minuto. Mas eu gosto de cinema e faço máximo uso do meu "suspension of disbelief" quando apaga a luz e aquela tela imensa começa a me contar uma história. Só que, como qualquer história, você tem de acreditar, comprar a trama para poder se envolver. E acredite, esse diretor pode até saber contar uma história, mas não sabe escolher seu elenco. E, canastrão por canastrão, prefiro que o Tom Cruise salve o mundo.
 
No caso deste filme, o que me levou correndo ao cinema foi realmente a vontade de entender como tudo aconteceu naquele dia, 11 de setembro de 2001. A televisão ficou ligada constantemente na minha casa durante o dia inteiro e as próximas duas semanas, mas as cenas não explicavam direito, a impressão que dava era que tudo podia ser uma produção ruim, daquelas com poucos recursos, poucas câmeras. As imagens não eram fiéis ao caos que tinha virado Nova York. Então estava louca para ver esse filme, que prometia mostrar a tragédia desse vôo e o drama nas torres de controle do jeito que Hollywood faz, sem deixar muitas margens pra interpretação. Mas aí o diretor resolveu botar amadores no papel dos passageiros e até um chefe de uma das torres de comando no papel dele mesmo. E se ele é um bom chefe de torre de comando eu não sei, mas juro que é melhor ele não pedir demissão, porque como ator ele não convence, nem interpretando ele mesmo numa situação que ele viveu.
 
Agora, o pior de tudo é que o filme deixa claro que a comunicação naquela manhã estava complicada, mas TODAS as torres de comando do país souberam que havia quatro aviões seqüestrados e um deles tinha se chocado contra o World Trade Center antes do vôo da United 93 ter sequer saído do chão. O exército estava sabendo, a aeronáutica babando de vontade de ir atrás dos aviões seqüestrados. Os passageiros ligaram para suas famílias pedindo que eles ligassem para a polícia, um deles liga direto para o telefone de emergência, o 911. As torres sabiam que aquele avião tinha mudado o rumo e que estava indo em direção a Washington, e tanto o presidente como seu vice já deixaram claro que são fãs de armas, de guerras, de ataques e que gostam bastante de suas vidas. O que, exatamente, faria com que tudo isso não resultasse em nada, e que o destino de George Bush e Cia ficasse a cargo de um bando de passageiros que num momento de pânico promove um suicídio coletivo? E o que, exatamente, o governo americano, este governo americano, totalmente bélico, esperou para dar o OK aos militares, loucos para botar uns caças no ar?
 
Em qualquer momento em uma viagem aos EUA, faça um teste simples: olhe para o céu num dia claro. Você vai ver riscos brancos parecidos com nuvens anoréxicas, resquícios dos aviões-caça, que fazem vôos testes o tempo inteiro. Eles tem os meios, eles tinham os motivos. Mas preferiram deixar o presidente, a Casa Branca, o Pentágono e o Capitólio à própria sorte. E, como os americanos são abençoados com seus conterrâneos patriotas e verdadeiros caubóis do céu, tudo aconteceu como conta o filme.
 
Yeah, right.
 
PS - Quem ouviu mesmo o tal bonitão dizer "let's roll", a frase que virou o símbolo dessa missão? Segundo o filme, os passageiros já estavam todos prontos para o combate e já tinham desligado os telefones quando o líder dos caubóis do céu anunciou que era o momento. "
 


Escrito por Sérgio Dávila às 11h37
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Quando é boa "nós elogia"

 

O caderno de Turismo do New York Times de domingo que vem traz reportagem da Buenos Aires de Borges, escrita por Larry Rohter, que o entrevistou duas vezes quando o jornalista era correspondente da revista Newsweek.

Um pedaço do texto abaixo e o resto no link:

The New York Times

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May 14, 2006
Footsteps

Borges's Buenos Aires: A City Populated by a Native Son's Imagination

THE taxi advanced up Avenida Garay and came to a stop a couple of blocks short of the Plaza Constitución. The corner seemed familiar though I knew I had never been there before, and when I saw the sign for Calle Tacuarí, it came to me: in his story "The Aleph," Jorge Luis Borges had chosen a cellar in one of the anonymous buildings on this anonymous street as the location of the mystical "point in space that contains all other points" in the universe.

For any admirer of Borges, to wander about Buenos Aires is to collide with the products of his fervid imagination. His birthplace beguiled him, and he especially loved to walk its streets aimlessly, but he also complained that it had "no ghosts" and decided it was his task to populate the fast-expanding immigrant boomtown with his own phantasms. "In my dreams, I never leave Buenos Aires," he once wrote, though his dreams often were anguished ones, as expressed in one of several poems called "Buenos Aires":

"And the city, now, is like a map

Of my humiliations and failures;

From this door, I have seen the twilights

And at this marble pillar I have waited in vain."

The 20th anniversary of Borges's death is coming in June, and between then and his birthday in August, the city plans readings, round tables, exhibitions, a concert and other homages. Most of the time, though, seeking overt traces of Borges in Buenos Aires is, to use a Borgesian image, like trying to read a palimpsest: you have to look past the top layer to sense his underlying presence.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h05
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Condi elogia Lula

 

A secretária de Estado faz sua aposta na queda de braços entre o brasileiro e Chávez.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 10h35
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Você já viu a nova série de comerciais da VW?

 

Estão no ar na TV dos EUA, são violentíssimos e causam polêmica. Eu gosto.

Veja aqui e aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 10h09
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Da série "Colaborações"

 

Henrique Cury, amigo do blog, assistiu a "Vôo 93" e conta o impacto que o filme teve nele:

"Tive a oportunidade de assitir em Montreal na ultima quinta-feira ao filme UNITED 93 (Vôo 93) , primeira grande  produção de Holywood sobre os atentados de 11 de setembro.

Resolvi escrever porque o impacto do filme sobre mim não foi NADA pequeno...

O filme de  Paul Greengrass (que fez o documentário Domingo Sangrento, que estava na penúltima Mostra) relata os acontecimentos sobre o único vôo do qual se tem mais informações do que aconteceu a bordo antes da queda e explosão numa área rural da Pensilvânia.

O que me levou ao cinema  foi a  curiosidade mortal que ainda tenho sobre os atentados, sempre tentando ir atrás de uma resposta impossível sobre a personalidade dos suicidas.     Saí sem nada de novo.

Assisti ao filme em Montreal, num cinema anglófono (sem dublagem em francês), após ter feito uma escala em Nova York, de onde saiu o avião rumo a São Francisco no dia 11.9.2001. Mesmo após uma semana da estréia, a sala estava praticamente lotada, provavelmente resultado das boas críticas que o filme teve nos jornais americanos e canadenses, segundo minha vizinha de poltrona, que chorou copiosamente durante boa parte do filme. Era inevitável acompanhar as reações das pessoas ao redor, uma vez que qualquer um poderia estar naquele vôo. Seguramente, esta é uma das principais razões do enorme desconforto que o filme gera nos seus longos e intensos 120 minutos.

O vôo foi o ultimo dos quatro seqüestrados a decolar do aeroporto de Newark, mas, devido ao enorme trafico aéreo naquele dia, teve de esperar 15 aviões decolarem a sua frente, atrasando mais de uma hora sua partida  e fazendo com que seu destino fosse provavelmente o pior de todos. Antes dos seqüestradores controlarem a cabine, os dois primeiros aviões já tinham batido no WTC, e o o terceiro explodiu no Pentágono minutos depois. Assim, a maioria dos passageiros ficou sabendo em pleno vôo seqüestrado por meio dos telefones de bordo que eles estavam numa missão suicida e que a morte era inevitável. Vários conseguiram se comunicar com seus familiares se despedindo, enquanto eram ameaçados por um homem-bomba; outro, com uma faca, que degolou o piloto, o co-piloto e uma aeromoça; e outro, que pilotava o jato com a foto do Capitólio pregada ao volante.

Enquanto tudo acontecia a bordo, a bagunça nos centros de controle aéreo era mostrada por atuações bem questionáveis, porém encobertas pelo padrão Holywood de efeitos especiais.

Várias pessoas se levantaram durante o filme. Duas senhoras com forte sotaque francês saíram falando alto que não eram obrigadas a ser coniventes com a máquina americana de fazer dinheiro sobre uma tragédia como essa. Vários dos que agüentaram assitiam ao filme inclinados para a frente com a mão na boca.

Eu mesmo pensei em levantar duas vezes. Na primeira, quando o seqüestro começa, acreditem ou não tive taquicardia e achei que fosse passar mal.Tentava respirar fundo, me mexia na cadeira e sentia meu coração sem controle. Cheguei a pegar minha carteira e meu celular, mas a curiosidade não me deixava ir. Na segunda, já quase no final, quando uma das piores cenas acontece dentro do avião, olhei  para o lado e me perguntei em todas as línguas ocidentais  que merda eu tava fazendo naquele cinema.

Saí completamente transtornado . A vizinha fez alguns comentários enquanto saíamos, mas só conseguia responder com monossílabos. Liguei para minha mulher em pânico, como se algo muito ruim tivesse acontecido comigo. Acordei várias vezes durante a noite. Nas duas noites seguintes, tive pesadelos, num deles eu era o seqüestrador que era obrigado a degolar a aeromoça .O filme vinha em flashes várias vezes durante o dia. Até hoje lembro de algumas cenas do nada...

           Meu conselho? Não assista. A não ser que o tema te interesse muito."



Escrito por Sérgio Dávila às 10h06
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Mel Gibson fará "M*A*S*H iraquiano"

 

A produtora Icon, de Mel Gibson, acaba de fechar com o canal de TV paga USA para produzir uma série de TV cômica que se passa no Iraque. O modelo é "M*A*S*H", filme de 1970 de Robert Altman sobre uma unidade de médicos na Guerra da Coréia que na verdade era uma poderosa crítica à Guerra do Vietnã e depois virou uma telessérie de TV que durou de 1972 a 1983 --o último episódio ainda é um dos mais vistos da história da TV norte-americana. "Peace Out" terá seis horas de duração, dividida em episódios. Mas Mel Gibson não é Robert Altman, apesar de o Iraque estar cada vez mais parecido com o Vietnã...



Escrito por Sérgio Dávila às 09h52
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O melhor momento de Bush



Escrito por Sérgio Dávila às 15h13
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Cientologia pode estar inflando vendas de "MI:3"

 

Membros da Cientologia, seita religiosa de que Tom Cruise faz parte, podem estar ajudando as vendas de ingressos de "Missão: Impossível 3", que estreou neste fim de semana com uma bilheteria de US$ 48 milhões, US$ 20 milhões abaixo do esperado pelo mercado. Um espectador da sala ArcLight, que fica ao lado da sede da Cientologia em Los Angeles, escreveu ao site Defamer que pessoas que se diziam do templo compravam centenas de ingressos de uma vez, com pilhas de dinheiro vivo. "Estou comprando um ingresso para o filme e ao meu lado tem uma pessoa que se diz da Cientologia comprando 700 ingressos", escreveu. Um empregado da sala confirmou ao site Deadline Hollywood que várias pessoas estavam comprando dezenas de ingressos de uma vez, embora as salas nunca ficassem lotadas durante as sessões.

O esforço pode dar novo significado à expressão "Missão: Impossível".

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h29
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Poseidon, o original, sai em DVD

 

"The Poseidon Adventure", no Brasil "O Destino do Poseidon" (título que é uma daquelas traduções para o português que marcaram época nos anos 70 e 80 e ganharam até uma piadinha, cuja resposta era "O Destino do Pó Sem Dono"), sai hoje em DVD nos EUA. Aproveita a estréia, na sexta-feira, da refilmagem, que virou apenas "Poseidon", dirigido por Wolfgang Petersen, de "Tróia" e "A Tempestade Perfeita".

Não vi e não gostei do novo. Mas o de 1972 vale a pena. É um clássico do exagero. Vinha na esteira de outros filmes-desastre, como "Inferno na Torre", Aeroporto", "Terremoto", que abriram caminho para "Titanic" e paródias como "Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu" e também recuperaram do limbo muito ator de meia-idade (ou de idade inteira) que andava na gaveta de Hollywood.

No caso de Poseidon, o elenco misturava o então galã Gene Hackman, como um padre sem fé, com veteranos como Shelley Winter e Ernest Borgnine, numa receita perfeita de filme sessão da tarde que os quarentões não esquecem. Tanto não esquecem que, por aqui, fizeram fãs-clubes dedicados a "Poseidon", na linha dos de "Jornada nas Estrelas", com convenções anuais e malucos de todo tipo, como contou domingo o NYTimes.

Seja como for, o DVD vale a compra.

Antes do Titanic virar nas telas, havia o Poseidon...

 

DUAS CORREÇÕES APONTADAS PELOS AMIGOS COMENTADORES:

* O filme The Perfect Storm no Brasil virou Mar em Fúria...

* O filme não "vinha na esteira", mas "fazia parte" do boom de filmes-desastre

 



Escrito por Sérgio Dávila às 10h50
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Morte de jornalista vira thriller

 

O assassinato do jornalista Daniel Pearl, do Wall Street Journal, por radicais islâmicos, vair virar um thriller. O filme será baseado no livro de Bernard-Henri Levy, "Quem Matou Daniel Pearl", e terá o caipirão Josh Lucas (de "Sweet Home Alabama" e da refilmagem ainda inédita de "O Destino do Poseidon") no papel principal e Kip Williams ("Door in the Floor") na direção, com locações em Marrocos, Dubai, Índia, Líbia e Tunísia.

O jornalista, que foi decapitado em 2002, no Paquistão.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h04
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Ela só quer ser normal

 

Depois de protagonizar um das maiores farsas das Forças Armadas norte-americanas na invasão do Iraque, a ex-recruta Jessica Lynch só quer ser mais uma na multidão. Deixou o exército e estuda na West Virginia University.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h36
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Newsweek, Time

 

Capa da Newsweek de hoje são os 25 anos da Aids.

Já a da Time é sobre o autismo:
 


Escrito por Sérgio Dávila às 11h00
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Coluna América de Hoje

 


07/05/2006

 
E quem vai apagar as luzes?

por Sérgio Dávila

Essa é de casa, ninguém contou. Ele e ela estavam no hotel Four Seasons de Beverly Hills, em Los Angeles, para as entrevistas de lançamento do filme "Missão Impossível 3". Às dez da noite, sentaram-se no Gardens para jantar. Antes da sobremesa, ele se levantou para ir ao banheiro. Foi quando um senhor, duas mesas para a direita, com um acompanhante coreano, se virou para ela e disse:

"Que língua é essa que vocês estão falando?".

É uma pergunta freqüente na Gringolândia, já que os americanos têm o ouvido treinado para decifrar o espanhol, as línguas de origem árabe e olhe lá.

"Português", respondeu ela, ainda simpática.

"E você não acha que deveria tentar falar a nossa língua quando está no nosso país?", revidou o senhor.

"Não. E o senhor não acha que não deveria ficar ouvindo a conversa dos outros?", respondeu ela, meio brincando, meio achando o velhinho bem abusado.

O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 10h20
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Alice Braga, uma das revelações do NYTimes

 

O caderno especial Summer Movies, que circula amanhã no New York Times, traz a brasileira Alice Braga como uma das cinco revelações da temporada. A sobrinha de Sonia está em "Lower City", o nosso Cidade Baixa, que estréia aqui em junho, uma espécie de "Jules e Jim" do recôncavo, como diz o jornal (esse blog disse isso antes).

A foto:



Escrito por Sérgio Dávila às 00h08
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No ar: podcast de "MI:3"

 

Está no ar o podcast da semana: minha crítica de "Missão Impossível 3".



Escrito por Sérgio Dávila às 18h15
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E uma foto de Snakes on a Plane



Escrito por Sérgio Dávila às 18h10
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Estréia: colaborações

 

O blog estréia comentários de blogueiros convidados. O primeiro é de Rita Castro Alves, que fala do novo "Bruxa de Blair", "Snakes on a Plane":

"O filme nem acabou de ser editado, e só pelo título trash --"Snakes on a Plane" em inglês, "Serpentes no avião", em português-- e o nome extra-cool do protagonista, Samuel L. Jackson, já é um dos mais falados da frota de novos filmes de verão. E olha que esse ano tem Superman, X-Men 3 e maravilhas como Nacho Libre, o meu filme mais esperado de todos os tempos (olha o trailer aqui). A junção de duas das maiores fobias no nome do longa metragem dirigido por David R. Ellis (que antes desse dirigiu o chatíssimo "Celular" com a Kim Basinger e aquele menino que depois virou o Tocha-Humana no "Quarteto Fantástico" -- alguém viu?? Ninguém???) já seria suficiente para causar algum zumzumzum, mas foram as entrevistas dadas por Samuel L. Jackson que fizeram o filme virar cult antes mesmo de uma única cena ter sido filmada. Em agosto do ano passado, o ator falava com um repórter americano que perguntou o que ele tinha achado do novo título do filme, "Pacific Air Flight 121". O ator disse que pularia fora da produção se o nome original não voltasse, já que ele havia aceitado o papel sem ler o roteiro, só porque gostou do título. Em janeiro deste ano, virou S.O.A.P. (sigla pra "Snakes on a Plane"), e o ator, em outra entrevista, disse que ligou para o produtor e disse: "A gente não está fazendo 'E o Vento Levou', não é 'Carruagens de Fogo', é 'Snakes on a Plane'!" E o título voltou a ser o original, desta vez para sempre (parece). O buzz ficou tão grande na internet que o estúdio que o produziu por 30 milhões de dólares (uma mixaria em Hollywood), a New Line Cinema, ofereceu ao diretor mais cinco dias de filmagem, para que o filme tivesse ainda mais violência e coisas nojentas e assim pudesse ganhar a classificação R, no lugar da PG-13 que tinha anteriormente. Mais uma chuva de entradas em blogs e teorias mirabolantes. Vai ter muito moleque falsificando a carteirinha pra entrar no cinema nesse verão americano. Se você já for maior de 17, ou se tiver a permissão do papai, pode ver o site oficial aqui.


Escrito por Sérgio Dávila às 18h08
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FMI não cumpre própria meta

São Paulo, sexta-feira, 05 de maio de 2006

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ECONOMIA GLOBAL

Entidade registra lucro US$ 110 milhões abaixo do previsto e deve ter prejuízo no ano fiscal de 2007

FMI não consegue cumprir a própria meta

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Em vários lugares, ministros e ex-ministros da Fazenda, presidentes e ex-presidentes de bancos centrais devem estar sorrindo. Depois de passar boa parte de seus 63 anos ameaçando cortar o apoio financeiro a países que não seguissem sua cartilha macroeconômica, o FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciou ontem que errou na própria meta.
O FMI não cumpriu sua previsão, de que teria lucro líquido de US$ 276,8 milhões no ano fiscal de 2006, encerrado em 30 de abril último. Em vez disso, terminou o ano US$ 110 milhões abaixo do esperado. Mais: ao final do ano fiscal de 2007, prevê um prejuízo de US$ 88 milhões. E a cereja no bolo da ironia: dois dos responsáveis pelo déficit da entidade são o Brasil e a Argentina, não por dar calote, mas por fazer o contrário.
Ao pagar seus empréstimos antecipadamente, num total de US$ 25 bilhões, os dois países colaboraram para que o Fundo não alcançasse o rendimento planejado com juros. A informação foi confirmada por Michael Kuhn, diretor do departamento financeiro. "Sim, o pagamento dos dois países é a razão predominante para esse declínio", disse ele.

O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 08h09
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Fidel Castro é sétimo governante mais rico do mundo, diz Forbes

 

A lista anual da revista de economia:

 

1) Rei Abdullah Bin Abdelaziz, Arábia Saudita - US$ 21 bilhões

2) Sultão Hassanal Bolkiah, Brunei - US$ 20 bilhões

3) Xeque Jalifa Bin Zayed al-Nahyan, E. Árabes - US$ 19 bilhões

4) Xeque Mohamad ben Rashid Al-Maktoum, Dubai - US$ 14 bilhões

5) Príncipe Hans-Adam II, Liechtenstein - US$ 4 bilhões

6) Príncipe Alberto II, Mônaco - US$ 1 bilhão

7) Presidente Fidel Castro, Cuba - US$ 900 milhões

8) Presidente Teodoro Obiang, Guiné Equatorial US$ 600 milhões

9) Rainha Elizabeth II, Reino Unido US$ 500 milhões

10) Rainha Beatriz Wilhelmina Armgard, Holanda US$ 270 milhões

 



Escrito por Sérgio Dávila às 08h08
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"Felicity" tira a roupa no site da Vanity Fair

 

A atriz Keri Russell, que está no novo "Missão Impossível 3", que estréia amanhã mundialmente, faz ensaio sensual no site da "Vanity Fair", cuja edição do mês traz o âncora da CNN Anderson Cooper na capa.

Uma previa abaixo, o resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h09
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E as dez melhores de todos os tempos...

 

...de acordo com o USA Today.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h30
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Reprodução ainda melhor



Escrito por Sérgio Dávila às 11h29
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Reprodução melhor da capa da RS 1000

With a little help from my friends: Jann Wenner's 1000th Rolling
Stone featuring music's biggest names.

Escrito por Sérgio Dávila às 11h28
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Primeiro condenado por 11.9

São Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006

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GUERRA SEM LIMITES

"América, você perdeu, eu venci", diz Moussaoui após o anúncio; papel dele nos atentados não ficou claro

Júri poupa a vida do único condenado do 11/9

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

O único condenado até agora pelos ataques terroristas de 11 de Setembro teve sua vida poupada por decisão do júri. O cidadão francês de origem marroquina Zacarias Moussaoui, 37, deve passar o resto de seus dias numa prisão federal norte-americana por seu papel naquele dia, recomendaram os jurados, em decisão polêmica anunciada no final da tarde de ontem em Alexandria, cidade vizinha a Washington, no Estado da Virgínia.
A pena capital vinha sendo pedida pela Promotoria do caso e -em certos momentos de um julgamento caótico- até pelo próprio réu, que chegou a ter sua sanidade mental questionada tanto pela defesa quanto pela juíza. Alguns familiares das vítimas e lideranças conservadoras temiam, no entanto, que a morte patrocinada pelo Estado do suposto terrorista e suposto membro da Al Qaeda tivesse o efeito oposto e fizesse dele um mártir a ser reverenciado por facções terroristas islâmicas do mundo.
"América, você perdeu. Eu venci", disse Moussaoui, desafiante, ao deixar a corte. O presidente dos EUA, George W. Bush, disse que a "luta contra o terror não termina neste caso" e que "o mal não vencerá".

O resto aqui.



Categoria: Eu na Folha e na Revista
Escrito por Sérgio Dávila às 11h26
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Rolling Stone número 1.000 chega às bancas

 

Chega às bancas amanhã o milésimo número da "Rolling Stone", que nasceu como a Bíblia da contracultura, desviou-se de seu caminho no final dos anos 90, começo deste século, quando foi apelidada de "all Britney, all the time", e se reencontrou nos últimos três anos, investindo em... bom jornalismo, o que mais?

A capa da número mil é uma releitura em 3-D da capa do álbum Sgt. Pepper, dos Beatles.

Rolling Stone publisher Jann Wenner poses for a portrait with a reproduction of the cover of the magazine's 1000th issue.

Jan Wenner, o publisher, e a capa 1000



Escrito por Sérgio Dávila às 11h24
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Vai dar forró no NYTimes

 

Sai nesse domingo, 7, reportagem no New York Times sobre o forró, "Brazilian country music born in the northeastern sertão", a música country brasileira nascida no sertão.

Leia trecho e veja foto abaixo:

Forró in Brazil: Under a Full Moon, Dancing to the Beat of the Zabumba

Kevin Moloney for The New York Times

Zabumba drummer at Bom Fim ranch.

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by SETH KUGEL
Published: May 7, 2006

ABOUT a mile down a cobblestone road from the Vitória gas station, on a moonlit ranch outside São José de Mipibu, a town of negligible importance in northeast Brazil, three men in shiny blue and silver cowboy outfits made music with an accordion, a jangling triangle and a deep-throated zabumba drum.

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Kevin Moloney for The New York Times

At the Forró of the Moon festival near Natal in northeastern Brazil.

They were hardly alone. Hundreds of blue-jeans clad young people, mostly from the nearby city of Natal, drank beer, held hands, laughed and made out in a corral-inspired courtyard. Hundreds more couples jammed a dance floor under a thatched roof, locking right thighs to perform a dance that is at once sensual and herky-jerky, a combination that could have emerged only from Brazilian cowboy culture.

The group, Os 3 do Nordeste, was playing forró, Brazilian country music born in the northeastern sertão — dry, cactus-filled, backwoods cattle country — and spread far and wide in the late 1940's by Luiz Gonzaga, the singer, songwriter and accordion master who moved to Rio de Janeiro and made the song "Asa Branca" an international hit.



Categoria: Li e gostei
Escrito por Sérgio Dávila às 16h16
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Giuliani 2008

 

Lembra-se de Rudolph Giuliani, o prefeito de Nova York que (não só ele, mas o merketing é esse) acabou com o crime na cidade nos anos 90 e liderou a reação ao 11 de Setembro? Quer concorrer à sucessão de George W. Bush, seu companheiro de partido, em 2008. Primeira providência que tomou: parou de usar peruca.

Giuliani hoje

Giuliani ontem

 



Escrito por Sérgio Dávila às 10h21
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Há três anos, no dia 1 de maio...

"Mission Accomplished," George Bush, May 1, 2003
by John in DC - 5/01/2006 12:01:00 AM

(Courtesy of the Memory Hole.)



Escrito por Sérgio Dávila às 19h59
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