EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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VOTAÇÃO
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Jack Nicholson = Britney Spears?

É DIFÍCIL SER VERDE 1
Leonardo DiCaprio e Al Gore anunciaram que o Oscar agora é "verde". O que isso quer dizer? Que as cédulas de votação foram feitas parcialmente com papel reciclado, parte das celebridades chegou em veículos híbridos, as comidas do Baile do Governador eram orgânicas e as sobras seriam distribuídas para entidades beneficentes, explicou a organização da festa.

É DIFÍCIL SER VERDE 2
O que não impediu que a maior parte dos presentes fosse embora em limusines pretas e alongadas que consomem imensas quantidades de gasolina...

GRAÇAS A "NORBIT"
Indagado sobre se agradeceria aos outdoors de "Norbit" em sua volta para casa, o ator Alan Arkin foi gentil: "Quem sou eu para julgar quem é melhor?". A estréia recente da comédia escrachada foi uma das explicações dadas para o fato de o favorito Eddie Murphy ter sido derrotado na categoria de ator coadjuvante, ganha pelo veterano de "Pequena Miss Sunshine".

FORA DO GANCHO
A rainha ligaria para "A Rainha"? "Não estou esperando uma ligação de Sua Majestade hoje, nem nunca, e não esperaria, não gostaria que acontecesse", disse Helen Mirren, intérprete de Elizabeth, ao chegar aos bastidores do Oscar com sua estatueta na mão e um copo na outra. O que bebia? "Vodca gimlet. Tripla."

KOJAK?
O motivo de maior especulação na madrugada de ontem era a careca de Jack Nicholson. Solidariedade a Britney Spears? Idade? Na verdade, exigência do seu novo filme. É "The Bucket List", de Rob Reiner, em que ele interpreta um paciente de câncer...



Escrito por Sérgio Dávila às 13h06
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Al Gore faz campanha pero no mucho

"Senhor presidente? Senhor presidente?" O primeiro jornalista a disparar a primeira pergunta a Al Gore nos bastidores do 79º Oscar resumia com a gafe o clima da noite. Se o vencedor artístico foi Martin Scorsese, o ganhador político foi mesmo o ex-vice-presidente democrata, eleito pelo voto popular em 2000 e derrotado por uma decisão da Suprema Corte, que deu a vitória a George W. Bush.
Já no início da cerimônia de domingo, a apresentadora Ellen DeGeneres tentou explicar ao público a "complicada" situação do dublê de ativista ambiental -que se apresenta em suas palestras sobre aquecimento global como "Meu nome é Al Gore e eu costumava ser o presidente dos Estados Unidos"- e hesitante pré-candidato à corrida de 2008:
"Jennifer Hudson está aqui hoje. Olhe só. Vou falar uma coisa. Jennifer Hudson estava no "American Idol", os EUA não votaram nela, e mesmo assim ela está aqui indicada ao Oscar. Isso é incrível. E Al Gore está aqui, os EUA votaram nele, e mesmo assim... É complicado".
A atriz e cantora, que ganharia a categoria de coadjuvante por sua participação no musical "Dreamgirls - Em Busca de um Sonho", foi eliminada pelo programa de calouros mais popular da TV dos EUA antes de chegar à final, uma decisão considerada injusta e equivocada por fãs e muitos na indústria fonográfica.
Já o político estava em casa. Chegou cedo ao tapete vermelho, deu entrevistas, subiu ao palco com Leonardo DiCaprio para anunciar que a Academia tinha tomado medidas para ser uma cerimônia "verde", ou que agride pouco o meio ambiente, brincou que anunciaria a candidatura, passou sua mensagem ambiental e fez um apelo ao bipartidarismo ao receber o Oscar de documentário.
Tudo muito politicamente correto, mas ele vai concorrer? "Não tenho planos de me tornar um candidato presidencial de novo. Estou envolvido numa campanha diferente, de continuar a tentar convencer as pessoas do mundo inteiro, especialmente as daqui, a resolver com sucesso a crise climática."
Mais para a frente, Laurie David, uma das produtoras do documentário, conhecida ativista ambiental (e mulher do comediante Larry David, de "Seinfeld" e "Segura a Onda"), foi instada a comentar a questão de financiamento da campanha de 2008 e se ela trabalharia por Hillary Clinton: "Acho que ainda é muito cedo".
"Vou dar mais um tempo para ver quem mais vai entrar na corrida", para depois olhar para Al Gore e dizer, sorrindo: "Você nunca sabe...". Uns quilos mais gordo, o ex-vice-presidente sorriu de volta. Se decidir concorrer à Casa Branca e ganhar, alguém lembrou, terá uma honra que nem o ex-ator Ronald Reagan teve: poderá adornar o Salão Oval com um Oscar.
Quanto ao jornalista que o chamou de presidente no começo, o próprio o autorizaria: "Eu fui presidente do Senado, então não é inapropriado", respondeu.

Former Vice President Al Gore and Davis Guggenheim pose for photos after



Escrito por Sérgio Dávila às 13h05
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Martin estava "acostumado a perder"

Quando viu seus três amigos de décadas no palco, Martin Scorsese sentiu que domingo era finalmente a sua noite. Confirmou a sensação ao perceber que Steven Spielberg, ao lado de Francis Ford Coppola e George Lucas, deu uma olhadela para ele, na platéia, antes de abrir o envelope. Depois, no palco, ainda brincaria: "Você checou duas vezes o envelope?". Não seria necessário.
"Já estava acostumado a não ganhar", disse depois o diretor, finda a cerimônia, em encontro com repórteres do mundo inteiro nos bastidores do Kodak Theatre, em Los Angeles. Afinal, era a sua sexta indicação como diretor e a primeira vez que uma obra sua levava também a categoria principal, de filme.
Scorsese aproveitou para anunciar que fará uma "preqüela" (espécie de prólogo) ou uma continuação de "Os Infiltrados", seu longa mais bem-sucedido comercialmente até hoje, com US$ 279 milhões de bilheteria no mundo inteiro, e que Robert De Niro pode estar nela. O diretor acaba de assinar contrato com a Paramount para fazer mais três filmes. Leia a seguir os principais tópicos da conversa.
 


SURPRESA
Eu já estava acostumado a não ganhar. Graças a Deus nós conseguimos fazer tantos filmes nos últimos 36 anos sem ganhar prêmios, mas conseguimos fazer com que fossem realizados. Fazer os filmes. Isso é que importa. Mas, no meio do caminho, você ganha algumas coisas, e eu sou grato por isso.

LOS TRÊS AMIGOS
Foi extraordinário quando os três apareceram e me deram uma olhadela. Francis Coppola, George Lucas e Steven Spielberg. Steven e eu nos conhecemos desde 1968, 1969. Francis Coppola, 1970. George, 1970. Eu acabei de ir a San Francisco encontrar Francis e assistir a seu novo longa ["Youth without Youth", o primeiro em oito anos], que é maravilhoso, no novo cinema de George. Isso na quinta-feira. Eles me influenciaram. Francis foi como um irmão mais velho. Spielberg, George Lucas e eu, particularmente naqueles primeiros dez ou 12 anos dos anos 70, começo dos 80, trabalhamos juntos, realmente juntos, e nos ajudamos uns aos outros nos nossos filmes. Foi como uma escola particular de cinema.

RESTAURAÇÃO
Vou tentar continuar com a Film Foundation, restaurar filmes velhos, filmes clássicos e talvez filmes nem tão clássicos em celulóide. Não sabemos que nova tecnologia vem por aí, mas o meio digital também desaparece, então temos de ser muito cuidadosos. A Hollywood Foreign Press nos dá dinheiro todos os anos e, nesse ano, nos deram dinheiro para restaurar "Os Sapatos Vermelhos" [1948], de Michael Powell e Emeric Pressberger. Devemos anunciar em Cannes um grupo que ajudará lugares como Coréia do Sul e Etiópia a fazer algum trabalho de restauração e arquivo.

INFLUÊNCIAS
O clima que permeia "Os Infiltrados" é de "Inimigo Público" [1931], de William A. Wellman, com Jimmy Cagney. Eu me lembro de ter assistido aos dez anos, e a honestidade brutal daquele filme me marcou.

VINGADO
Eu disse [à agente dele] que é uma boa coisa que eu não tenha ganhado antes. Porque talvez pudesse ter mudado a maneira como eu faço meus filmes. Eu não confiava em mim mesmo, não sei se era forte o suficiente antes, honestamente.

CONTINUAÇÃO
Estávamos falando sobre isso na noite de estréia de "Os Infiltrados". Sim, estou interessado na possibilidade de fazer uma "preqüela". Ou uma continuação. Não sei se vou dirigir, depende do roteiro. Não sei se Robert De Niro vai trabalhar nela, mas não é uma má idéia...

POR QUE NÃO FEZ CAMPANHA PELO OSCAR
Foi deliberado. Eu estava concentrado em fazer o filme e, se não era minha vez de ser premiado, não era minha vez, assim é a vida. O mais incrível é que eu consegui fazer os filmes que quis, "Caminhos Perigosos", "Taxi Driver", "Touro Indomável", "Os Bons Companheiros", "Gangues de Nova York", quem pode reclamar? Eu pensei que ganharia com "Gangues". Era uma paixão muito, muito antiga. Ainda é. Também batalhei por "O Aviador". Mas, a partir deste aqui, falei: "Vamos relaxar".

CONJUNTO DA OBRA
Admiro o Oscar por conjunto. Vi Howard Hawks ganhar um e Hitchcock e tantos outros que nunca foram premiados por um filme particular, como Robert Altman. Mas é um sentimento diferente ter sido escolhido como o melhor do ano...

spielberg-scorsese-depalma-lucas-and-coppola.jpg



Escrito por Sérgio Dávila às 13h04
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Boa noite. E boa sorte

 

E finalmente foi feita justiça. Grande Martin Scorsese, grande reunião de diretores.
Câmbio final.


Escrito por Sérgio Dávila às 01h31
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Ainda Martin

 

O prêmio é merecidíssimo, o filme é o melhor, mas a música que toca é um equívoco. Devia ser Gimme Shelter, dos Rolling Stones, que toca na sequência inicial do filme. Aliás, esse é o segundo filme do diretor em que ele bota essa música. E sabe o que ele vai fazer em seguida? Um documentário com a banda inglesa, que deve estrear no festival de Toronto deste ano, que acontece em setembro.


Escrito por Sérgio Dávila às 01h29
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E o Brad Pitt?

Por que não foi receber o prêmio como produtor? Foi ele que comprou os direitos de "Infernal Affairs", via sua produtora, Plan B. Ele queria trabalhar como ator no longa, ao lado de Tom Cruise. Mas Martin quis Leo, que quis Matt, e Brad ficou no bastidor.


Escrito por Sérgio Dávila às 01h29
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Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaartin

 

E tenho dito.



Escrito por Sérgio Dávila às 01h09
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Aliás...

 

...Não acho que Forest Whitaker merecesse o Oscar. O Idi Amin é que merecia, por ditador mais excêntrico. Quem fez o melhor trabalho de ator dessa temporada foi Leonardo DiCaprio, que deu dois banhos: um em "Diamante de Sangue" e outro no grande filme de 2006, "Os Infiltrados".



Escrito por Sérgio Dávila às 01h05
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E Forest Whitaker

 

O óbvio (sob protestos desse crítico).

 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h04
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Alô, alô, responde

SENSACIONAL o teaser do iPhone que entra durante os comerciais na ABC, canal que exibe o Oscar aqui nos EUA. Não sei se passa nas TVs brasileiras, mas é muito incrível, com cenas de filmes e seriados famosos, só com atores de primeira linha atendendo o telefone. No fim, só entra a maçã da Apple, empresa do iPhone, e a promessa: disponível em junho.


Escrito por Sérgio Dávila às 01h02
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Helen Mirren, alguém duvidava?

 
Meryl Streep perde o Oscar pela 12a vez!!! Ela foi indicada 14 vezes, mas só ganhou duas, em 1983, por "A Escolha de Sofia", e em 1980, por "Kramer X Kramer". Mas como uma dama, sorriu e comemorou a vitória da favorita, Helen Mirren, que merecia todos os quase 30 prêmios que ganhou até esta noite por "The Queen". Nada como uma grande atriz...
 


Escrito por Sérgio Dávila às 01h01
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Nightmaregirls???

 

Depois de Eddie Murphy não levar o Oscar de melhor ator coadjuvante, Dreamgirls não ter emplacado melhor canção original, sendo que tinha três músicas concorrendo, pode querer dizer que a academia caiu em si e percebeu que o musical é uma chatice sem fim. Ou sou só eu que acho isso?
 


Escrito por Sérgio Dávila às 00h54
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Entre mortos e feridos

 

É tradição em Hollywood: os mortos são lembrados no Oscar. Mas esse ano a presença da grande Jodie Foster (outra power lesbian), visivelmente emocionada, deu à noite interminável um belo momento.


Escrito por Sérgio Dávila às 00h48
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E começa a corrida de Martin...

 

...com o prêmio merecido de melhor edição, pode ter sido dada a largada da grande corrida de Martin rumo a seu homenzinho dourado. E eu vi uma lágrima correndo do olho esquerdo do diretor...


Escrito por Sérgio Dávila às 00h47
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Fora do armário

 

Melissa Etheridge, que acaba de ganhar merecidamente o prêmio de melhor canção original, dá um tapa com luva de pelica na tucanice de Ellen DeGeneres agradecendo abertamente à sua mulher e seus filhos



Escrito por Sérgio Dávila às 00h40
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Dupla dinâmica 2

 

John Travolta e Queen Latifah estão juntos em "Hairspray", um filme baseado em um musical da Broadway baseado em um filme do mestre John Waters, que estréia no Brasil dia 10 de agosto. E John Travolta aparece de drag...


Escrito por Sérgio Dávila às 00h39
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Divas 2

 

Todo o elenco cantante de Dreamgirls no palco, e o grande, grande injustiçado da noite, Eddie Murphy, nem aparece. Ele canta muito no filme, podia ganhar a vida fazendo isso. PS - Para quem não sabia, esse garoto rodeado de vestidos vermelhos por todos os lados é Keith Robinson, filho do crooner Smokey Robinson



Escrito por Sérgio Dávila às 00h38
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Divas

 

Se alguém ainda duvida que Jennifer Hudson merecia mesmo o prêmio de melhor atriz coadjuvante, é só reparar no banho que ela está dando na Beyoncé. A menina canta muito, e tem carisma para dar e vender.


Escrito por Sérgio Dávila às 00h32
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Outro documentário?

 

Três surpresas no discurso de agradecimento de Michael Arndt: primeiro, a voz de meninha de seis anos; depois, o fato dele até outro dia ser babá de luxo do Matthew Broderick; e, por último, a declaração de que ele fez uma viagem pelos EUA com a família a bordo de uma kombi nos anos 70.


Escrito por Sérgio Dávila às 00h26
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Comentários

 

Filme estrangeiro: achei justo. O alemão é melhor que o mexicano, bonito e bem-feito, mas que não sobrevive à fama.

Atriz coadjuvante: justíssimo.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h22
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A festa não tem hora para acabar

 

Pode ser o lema do Oscar desse ano.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 00h02
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Tem Brasil no Oscar

 

Pelo jeito a passagem pelo Brasil marcou o überprodutor Quincy Jones -- ele foi ao Oscar de abadá.


Escrito por Sérgio Dávila às 00h01
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Seis graus de separação

 

Jerry Seinfeld entrega o prêmio para o documentário favorito da noite, "Uma Verdade Incoveniente", do ex e quase presidente Al Gore. E no meio do discurso de agradecimento, aparece Larry David, parceiro de Jerry Seinfeld na criação da melhor sitcom de todos os tempos. Pois bem, a mulher de Larry David, Laurie David, é uma das produtoras do documentário.


Escrito por Sérgio Dávila às 23h53
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Jerry Seinfeld para 2008!

 

Como apresentador, claro. Concorda?



Escrito por Sérgio Dávila às 23h45
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Valium nele

 

Crazy Tom Cruise, que nunca ganhou um Oscar (mas foi indicado três vezes, merecidamente, por "Nascido em 4 de Julho", "Magnolia" e "Jerry Maguire"), aparece calmo e sereno. E não falou nada sobre cientologia, sua igreja predileta, nem contra os remédios contra depressão. O que não faz um pé na bunda... Não de Katie Holmes, mas de seu ex-estúdio.


Escrito por Sérgio Dávila às 23h41
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Fab Four

 

Uma grande dica de que Martin Scorsese leva mesmo o merecidésimo Oscar de Melhor Diretor esse ano: três de seus colegas mais próximos foram escalados para anunciar o prêmio: Steven Spielberg, George Lucas e Francis Ford Coppola. Os quatro diretores formam o quarteto fantástico do cinema americano.


Escrito por Sérgio Dávila às 23h22
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Lesbian power

 

Mais uma no Oscar: Melissa Etheridge, no seu melhor momento Bono, canta o tema do documentário de Al Gore, "Uma Verdade Inconveninte".


Escrito por Sérgio Dávila às 22h55
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Festa na lagoa

 

Disseram que o Oscar era negro esse ano, mas com a injusta derrota de Eddie Murphy, e agora o apoio aberto de Leonardo DiCaprio a Al Gore, o Oscar é verde esse ano.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h54
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Ainda Cameron Diaz

 

...desde que anunciou o fim do namoro com Justin Timberlake, a atriz (ruiva esta noite) só vai a prêmios com vestidos brancos, que lembram de noiva...



Escrito por Sérgio Dávila às 22h51
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Cameron Diaz

 

Só queria registrar.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h43
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Gimme Shelter

 

Quanto mais eu vejo a cara dos atores, dos diretores e lembro de trechos dos outros filmes, mais eu acho que The Departed é o único grande filme concorrendo ao Oscar esse ano. A cena do personagem do Jack Nicholson em silhueta andando de perfil já é um clássico. Que Babel, que nada! Mas atenção: com o Oscar de coadjuvante e o Spirit Awards de sábado, Miss Sunshine pode acabar levando o de melhor filme...


Escrito por Sérgio Dávila às 22h35
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Primeira dupla dinâmica

 

Vale lembrar: o Oscar começou com uma dupla aparentemente escolhida ao acaso, mas como se sabe, não há acaso numa festa assim tão ensaiada. Nicole Kidman e Daniel Craig estão juntos em dois filmes, "His Dark Materials: The Golden Compass", dirigido por Chris Weitz (de "American Pie" e "About a Boy"), que deve entrar em cartaz no final do ano; e o thriller "The Invasion", dirigido pelo alemão Oliver Hirschbiegel, que estréia em agosto por aqui. Nenhum dos dois têm data de estréia programada no Brasil por enquanto. 


Escrito por Sérgio Dávila às 22h33
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Ainda o Oscar que não foi

 

Eddie Murphy não levou, mas merecia, apesar de Alan Arkin também estar ótimo em Pequena Miss Sunshine. Esse era o ano do comediante negro, que ganhou todos os prêmios importantes até agora. Será que foi a estréia de sua última bobagem, a comédia Norbit, que o prejudicou? As especulações começam...
 


Escrito por Sérgio Dávila às 22h29
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Zeeeeeeeeeeeeeebra!

 

Allan Arkin rouba o Oscar de coadjuvante de Eddie Murphy. Tem muito crítico (este inclusive) mordendo a língua...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 22h25
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O Iluminado careca??

 

O ícone da elegância e do cinismo, Jack Nicholson, minimizou o look. O cabelo foi todo embora, e os óculos escuros ficaram pequenininhos. Mas a cara de louco continua a mesma. E não é possível que ele não tenha sido indicado a melhor ator por Os Infiltrados! Fica registrada a indignação.


Escrito por Sérgio Dávila às 22h18
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Oscar mirim

 

Deu para ouvir aqui os ahhhhhhhhh da mulherada quando subiu ao palco Jaden Smith, filho de Will e Jada (percebeu que o nome do garoto é uma versão do nome da mãe? O nome da filha do casal é Willow -- vai entender), e Abigail Breslin, a pequena miss Sunshine em pessoa.


Escrito por Sérgio Dávila às 22h17
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Ainda a Ellen - terno é o novo vestido

 

Ellen DeGeneres não quis nem saber: de vestido ela não ia à festa. No lugar do longo e do salto, preferiu vestir um terno no melhor estilo Hugh Hefner, de veludo vinho, e sapato branco de bico fino (???). Mas espere mais uns minutinhos, é capaz que a comediante troque de modelo. Em entrevista à revista W, Ellen disse que estava considerando trocar de terno durante a festa, para agradecer a todos os estilistas que mandaram blasers e calças para ela experimentar.


Escrito por Sérgio Dávila às 22h11
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As duas



Escrito por Sérgio Dávila às 21h59
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Câmera mostra namorada de Ellen na platéia

 

No monólogo inicial da apresentadora, Ellen DeGeneres, a câmera mostrou a atriz Portia De Rossi, namorada de Ellen, quando ela falava de tolerância.

Uma pequena homenagem à apresentadora gay mais família de Hollywood. Que terminou o monõlogo dançando, sua marca registrada.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h58
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Nicole Kidman diz "o vencedor é"

 

Mudou a formula politicamente correta de "And the Oscar goes to"? (quem leva o primeiro é o Labirinto do Fauno, por direção de arte)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h47
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Saiu a ordem dos prêmios

 

Para você saber a hora de ir ao banheiro:

Direção de Arte

Contribuição científica e técnica

Maquiagem

Curta de animação

Curta

Roteiro adaptado

Edição de som

Mixagem de som

Ator coadjuvante

Longa de animação

Figurino

Direção de fotografia

Efeitos visuais

Filme estrangeiro

Atriz coadjuvante

Documentário curto

Documentário

Trilha original

Roteiro original

Canção original

Edição de filme

Atriz

Ator

Direção

Filme

(no meio do caminho, haverá um Oscar para Ennio Morricone por conjunto de obra e um humanitário para Sherry Lansing)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h22
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Quem não merece o Oscar?

 

O blog Ilustrada no Cinema fez uma enquete entre nós, críticos, para saber quais filmes não merecem a estatueta de hoje. Veja os palpiteiros em ação aqui. E quem NÃO merece o Oscar, em sua opinião?

Cartas para a Redação.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h17
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Sai lista completa dos apresentadores

 

Entre eles, o ex-vice-presidente Al Gore, com o filme que é um dos mais fortes candidatos na categoria melhor documentário (alguma coisa o homem tem de ganhar).

Jack Nicholson

Meryl Streep

Philip Seymour Hoffman

Leonardo DiCaprio

Robert Downey, Jr.

Greg Kinnear

Helen Mirren

Clive Owen

Ken Watanabe

Naomi Watts

Gael Garcia Bernal

Emily Blunt

Catherine Deneuve

Al Gore

James McAvoy

Jerry Seinfeld

Ben Affleck

Jessica Biel

Jack Black

Cate Blanchett

Abigail Breslin

Steve Carell

George Clooney

Daniel Craig

Tom Cruise

Penélope Cruz

Cameron Diaz

Kirsten Dunst

Will Ferrell

Jodie Foster

Eva Green

Maggie Gyllenhaal

Tom Hanks

Anne Hathaway

Hugh Jackman

Diane Keaton

Nicole Kidman

Queen Latifah

Jennifer Lopez

Tobey Maguire

Gwyneth Paltrow

Jaden Christopher Syre Smith

John Travolta

Rachel Weisz

Kate Winslet

Reese Witherspoon



Escrito por Sérgio Dávila às 14h12
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Noite de hoje náo deve ter surpresas

Em janeiro do ano passado, um pouco antes do Oscar 2006, a revista "Entertainment Weekly", semanal que cobre o lado pop da indústria do entretenimento norte-americana, resolveu "ousar": faria as suas previsões sobre os indicados à categoria de melhor filme -não a daquele ano, mas a da cerimônia de 2007.
Deu "O Segredo de Berlim", a homenagem de Steven Soderbergh à época de ouro de Hollywood, ainda inédito no Brasil; "Mais Estranho que a Ficção", atualmente em cartaz; "O Bom Pastor", segunda tentativa de direção de Robert De Niro, que chega em março, e "Os Infiltrados". "Um acerto em quatro não é tão ruim assim, certo?", brincou a publicação, em sua edição mais recente. Errado.
Ainda assim, a "EW" ouve críticos de diversas tendências e faz suas previsões para a noite de hoje -com direito a porcentagem. Nas categorias de atuação, dá Forest Whitaker (30%) e Helen Mirren (40%) nas principais e Eddie Murphy (35%) e Jennifer Hudson (30%) nas coadjuvantes. Se os críticos estiverem certos, será a primeira vez que três negros e uma britânica conquistarão esses prêmios numa mesma cerimônia.
Eles correm o risco de acertar. O que deve tirar parte da graça do Oscar é a falta de surpresas. Com exceção da categoria de melhor filme, em que "Os Infiltrados" e "Babel" disputam cabeça a cabeça e "Pequena Miss Sunshine" pode surpreender, o resto deve correr mais ou menos dentro do esperado.
Direção ficará com Martin Scorsese, eterno desprezado, que não concorre com seu melhor filme. Se não ficar, é o caso de convocar os sem-teto, os mímicos e as prostitutas que tomam a calçada do Kodak Theatre em noites regulares e partir para o braço.

Previsibilidade
Mas o bocejo garantido está mesmo com as categorias de atuação. Parte da culpa da previsibilidade é a profusão de prêmios que a comunidade cinematográfica se inventou nos últimos anos, todos considerados "prévias do Oscar". São tantas entradas que o prato principal perde o fator surpresa.
Assim, por sua interpretação do ditador ugandense Idi Amim, Forest Whitaker já levou o Globo de Ouro, o prêmio da Screen Actors Guild, o da Associação de Críticos de Los Angeles, entre outros.
Mesma avalanche rendeu a versão que Helen Mirren dá à rainha Elizabeth 2ª durante o episódio da morte da princesa Diana -foram 24 prêmios até a conclusão dessa edição.
Já os dois coadjuvantes disparam nas previsões não só pelo excesso de prêmios prévios, mas pela conotação de "segunda chance" que suas indicações ganharam. Jennifer Hudson (leia entrevista nesta página) foi preterida no "American Idol", um programa de calouros na TV que consegue levar mais americanos a votar do que as eleições presidenciais.
E, até conseguir o papel do cantor James "Thunder" Early no mesmo "Dreamgirls" em que Hudson trabalha, Eddie Murphy tinha virado uma piada no meio artístico. Rei das bilheterias, alterna sua carreira entre refilmagens ("Dr. Dolittle"), vozes em animações (o burro de "Shrek") e filmes em que se veste de mulher obesa ("O Professor Aloprado"). Ou continuações.
"Dreamgirls" não é nada disso. Mas parece ser a exceção, não a regra, nem uma virada na carreira do comediante. Tanto que acaba de estrear nos cinemas americanos "Norbit", comédia escrachada em que ele interpreta vários papéis. Faturou US$ 65 milhões em duas semanas, mais do que custou para ser feito.
Analistas especularam se o ator não adiaria a estréia de "Norbit" para não atrapalhar suas chances no Oscar. É notória a falta de entusiasmo da maioria dos 5.830 votantes da academia para com as comédias escrachadas. Murphy não segurou, e a decisão pode ter lhe custado a única chance real de ganhar uma estatueta que teve até agora. Menos mal.
Se isso acontecer, a cerimônia terá pelo menos uma surpresa.


Escrito por Sérgio Dávila às 13h49
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É hoje o "United Colors of Oscar"

Nunca, na história desse país (no caso, os Estados Unidos), o prêmio máximo do cinema norte-americano indicou tantos não-norte-americanos ou representantes de "minorias" quanto na edição de 2007.
Para ficar apenas na fronteira sul, há mexicanos concorrendo em pelo menos 12 categorias na cerimônia que acontece hoje à noite.
Na principal, melhor filme, um dos longas é dirigido por um mexicano e escrito por outro (ambos disputando prêmios também em suas respectivas categorias) e falado em japonês, francês, inglês, espanhol, árabe, berbere e na linguagem dos sinais. É um recorde, ainda que o nome da obra seja exatamente "Babel", o topônimo bíblico onde foi concebida a profusão de línguas com o propósito do desentendimento universal.
Mas ele concorre com uma produção britânica ("A Rainha"), uma refilmagem de Hong Kong ("Os Infiltrados") e uma adaptação falada em japonês e dirigida por um ex-caubói ("Cartas de Iwo Jima", de Clint Eastwood).
Não é diferente entre os atores e atrizes. Nas 20 vagas, há cinco negros, quatro britânicos, uma australiana, uma japonesa, uma espanhola, uma mexicana e um beninense.
Há até mesmo um concorrente falado numa língua praticamente extinta, o maia -"Apocalypto", de Mel Gibson, que concorre a três prêmios menores, maquiagem, edição de som e mixagem de som.
Para finalizar: um dos favoritos a roteiro adaptado, "Borat", traz um "repórter do Cazaquistão" que na verdade é um comediante judeu do Reino Unido que filmou parte de seu épico na Romênia.
Não, mais de cinco anos de guerra no Afeganistão e quase quatro de guerra no Iraque não abriram os olhos dos votantes para o "mundo lá fora" nem transformaram a academia num exemplo da antiga campanha multiétnica da Benetton, a do slogan "United Colors".

Faturamento
O motivo, como tudo em Hollywood, é econômico.
Hoje, a bilheteria que um título alcança fora dos EUA é tão ou mais importante quanto a do público interno. Dos dez longas norte-americanos de maior faturamento no ano passado, seis ganharam mais dólares fora do país do que no mercado doméstico, segundo o site especializado Box Office Mojo.
Essa mesma relação, 60% de fora, 40% do mercado interno, vale também para a média das bilheterias dos filmes em geral.
Há casos eloqüentes, como o segundo e o quarto colocados entre os mais assistidos de 2006: apenas 28,7% da bilheteria total de "O Código da Vinci" e 28,3% da de "Cassino Royale" vieram das caixas registradoras locais.
A regra se aplica ainda aos cinco indicados na categoria de melhor filme. Com exceção de "Pequena Miss Sunshine", todos os demais ganharam mais dinheiro fora da terra do Oscar -no caso de "Babel" e "Cartas de Iwo Jima", muito mais dinheiro: respectivamente 71,6% e 78,2% do faturamento vieram do exterior.

Perda de audiência
Fenômeno semelhante vale para a audiência. Embora a organização goste de bradar que a transmissão pela TV atinge mais de 1 bilhão de pessoas em mais de cem países, o fato é que a cada ano menos norte-americanos perdem três horas sintonizados na ABC para assistir ao desfile de agradecimentos infindáveis e piadas bobas da cerimônia.
Foram 39 milhões de telespectadores domésticos no ano passado, ante 42 milhões em 2005 e 43 milhões no ano anterior. A queda não impediu o aumento no valor do comercial de 30 segundos, que pulou de US$ 1.503.100 em 2004 para US$ 1.646.800 em 2006.
Mas há outro motivo tão importante quanto o econômico para essa pulverização mundial das indicações que acontece em 2007: a falta de talento.
Cada vez mais, os bons profissionais da indústria do entretenimento norte-americana estão indo para a televisão, fazendo o caminho inverso do tradicional. Isso é verdade especialmente entre os roteiristas, que representam por definição a base da criação e da renovação cinematográfica.
Dos seis indicados na categoria de roteiro original, apenas um pode ser chamado de cria de Hollywood: Paul Haggis, que assina com Iris Yamashita "Cartas de Iwo Jima".
Os outros são outsiders, como Guillermo Arriaga ("Babel"), estreantes, como Michael Arndt ("Pequena Miss Sunshine"), ou ambos, como Peter Morgan ("A Rainha"), que assina também a adaptação de "O Último Rei da Escócia". É do britânico, aliás, a frase que define o Oscar 2007. "De repente, você percebe que, por trás de toda aquela loucura, há algo na verdade básico", disse. "É tudo negócio."


Escrito por Sérgio Dávila às 13h46
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Conheça os "alternadads", a última classificação

O "fenômeno", digamos assim, já havia me chamado a atenção num trailer recente que os cinemas daqui estão exibindo. Do mesmo diretor de "O Virgem de 40 Anos", "Knocked Up" conta a história de um zé-mané e uma jornalista, ambos entrando nos 30 anos, que têm um caso de uma noite, e cada um segue sua vida -até ela reaparecer dizendo que está grávida e terá o filho dele.

"Knock up" é gíria em inglês para engravidar, no caso a participação masculina no ato, como em "ele engravidou sua mulher outra vez?". Judd Apatow, o diretor do filme, é menos troglodita do que gostam de pensar seus críticos. Sim, "Virgem" tem várias "piadas de banheiro", para traduzir outra expressão daqui, mas pesca uma fatia de homens até então ausentes das telas.

É o segundo longa de Apatow. Ator, produtor, roteirista, ele dirigiu antes episódios de três dos melhores programas recentes da TV americana, todos cancelados precocemente, é claro: as sitcoms "Undeclared" (2001-2002), "Freaks and Geeks" (1999-2000) e, o melhor dos três, o metatalk-show "The Larry Sanders Show" (1992-1998) -a primeira temporada saiu em DVD e é um clássico.

O trailer de "Knocked Up" chamou a atenção porque é a primeira versão cinematográfica que retrata uma nova "classe social" à qual há toda uma literatura voltada para: os "alternadads", os "pais alternativos". O carro-chefe é justamente "Alternadad", do escritor Neal Pollack, lançado no começo do ano, cuja capa já dá dica do que vem por aí: um patinho de borracha com um piercing no bico.

Os "alternadads" são pais trintões e quarentões que se renderam à paternidade, "pero sin perder la rebeldia jamás". Pollack, por exemplo, que virou pai aos 35, leva seu filho Elijah, de três, a um concerto de rock no meio do verão nova-iorquino porque quer que ele "conheça a melhor música de todos os tempos" e "cresça para ser como ele". Depois, orgulha-se de ver que o filho reconhece os Ramones.

A idéia surgiu de um artigo que Pollack escreveu para a revista eletrônica "Salon", alguns anos atrás, em que contava que seu filho tinha sido expulso do maternal porque estava na fase em que mordia tudo e todos. O texto repercutiu tanto e com tantos leitores em situação similar -não da expulsão por mordidas, mas pela absoluta falta de habilidade de conciliar paternidade e uma vida mais "rock'n'roll"- que levou o autor a criar um blog (www.nealpollack.com) em que narra as suas aventuras de pai.

O autor é colaborador de revistas como "Vanity Fair", "Details", "GQ" e é um dos "McSweeney's boys", a editora/revista/movimento literário criada por Dave Eggers, que reúne o que de melhor -ou mais novo- se produz em literatura nos EUA hoje em dia. As características principais são a sátira e o humor, mas eles sabem fazer bom jornalismo e literatura de viagem sem igual. Agora, ao que parece, também divertidos manuais de "auto-ajuda" para pais que não têm noção de como ser pais.

Na contracapa, a editora afirma com certo exagero que se trata da "Bíblia para uma nova geração". Houve quem dissesse que a classificação, "alternadads", veio para ficar, assim como "soccer moms" -as mães suburbanas hiperativas cujo ponto alto do dia é levar as filhas aos treinos de futebol e que ganharam seu lugar na história recente ao ajudar a dar a vitória a George W. Bush em 2000 e 2004. Exagero, claro, mas o livro já foi comprado pela Warner e deve virar filme em breve.


Escrito por Sérgio Dávila às 13h38
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Retrato de um artista quando jovem

 

O amigo Dionísio Neto manda pérola que escavou no YouTube: um dos primeiros screentests de Marlon Brando. Veja aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h06
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Borat, gênio da raça?

De tempos em tempos, o mundo do entretenimento anglo-saxão vê surgir um nome que leva o gênero a novos limites e ajuda a mantê-lo vivo. Para ficar em poucos exemplos, foi assim com Peter Sellers nos anos 50, Lenny Bruce na década seguinte e Richard Prior, Andy Kaufman, John Belushi, Jerry Seinfeld/Larry David e David Chappelle, desde então.
Agora é a vez de Sacha Baron Cohen, que o grande público brasileiro (se ainda não o viu no YouTube) vai conhecer em "Borat - O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América".
Quando a Fox, o estúdio que o produziu, estava com o longa na mão e, insegura, não sabia o que fazer dele, reuniu um time "A" de comediantes para uma sessão especial em Los Angeles, no ano passado.
Estavam de Garry Shandling, um dos atores mais cinicamente engraçados dos EUA, a Judd Apatow, diretor de "O Virgem de 40 Anos", de Larry David, co-criador de "Seinfeld" e estrela de "Curb Your Enthusiasm", a George Meyer, roteirista de "Seinfeld". Ao final, Meyer disse a Apatow: "Sinto-me como se alguém tivesse me colocado para ouvir pela primeira vez "Sgt. Pepper's"."
Pode ser heresia comparar o longa do comediante britânico de 35 anos ao melhor álbum da maior banda que já existiu, mas a metáfora serve para resumir o impacto de quem assiste pela primeira vez Sacha Baron Cohen como o desastrado "repórter cazaque" por ele criado para a TV. A essa altura, é quase irrelevante narrar o que o personagem faz no filme. São situações politicamente incorretas e escatológicas de corar o pessoal do programa "Pânico na TV". Melhor, talvez, seja listar os que se sentiram ofendidos.
Vão de dois romenos, coadjuvantes no que seria a aldeia natal de Borat no Cazaquistão e que dizem terem sido retratados como "estupradores, defensores do aborto, prostitutas, ladrões, racistas, invejosos e rudes", a dois estudantes, que aparecem alcoolizados e afirmam terem sido submetidos a "papel ridículo, humilhação, perda de reputação, angústia, mal-estar físico e psicológico".
Artigos de intelectuais, contra e a favor, foram escritos para as páginas de opinião do próprio "New York Times", mas também das revistas "Time" e "Newsweek" -e até do diário econômico "The Wall Street Journal". Quanto mais levavam o filme a sério, mais involuntariamente engraçados pareciam. Alguns lembravam o quadro "Piada em Debate", do falecido programa "TV Pirata".
Uma sulista norte-americana, que recebe Borat para um jantar no filme, engrossa a lista dos ofendidos, formada ainda por parte importante da comunidade judaica americana, que considerou o filme anti-semita, apesar de feito por um judeu, à Rússia, que proibiu o longa "por ser potencialmente ofensivo a grupos étnicos e religiosos". E o Cazaquistão, é claro.
A princípio, o governo daquele país reclamou do filme. Chegou a comprar páginas de anúncios veiculadas no jornal "The New York Times" que evocavam as belezas naturais do Cazaquistão, terra com "enorme população de lobos". Depois, relaxou e gozou: por conta do filme, o turismo ali aumentou.
Dinheiro. Eis outra baliza a medir o impacto do filme. Com um orçamento de US$ 30 milhões, "Borat" já rendeu US$ 250 milhões no mundo inteiro. O lucro absurdo e o desempenho inesperado nas bilheterias ajudaram a News Corporation, dona entre outras empresas do estúdio Fox, a contrabalançar seus resultados no último trimestre, de resto medíocres.
Isso levou o mogul Rupert Murdoch a se pronunciar sobre o filme, anunciando que viria aí o "Borat 2". Horas depois, foi desmentido pelo próprio Sacha Baron Cohen, que agora trabalha num longa baseado em outro personagem que criou para o programa que tinha na BBC-HBO, "Da Ali G Show".
É Brüno, com trema no "u", um "jornalista austríaco" metido a modelo. Aguarde.


Escrito por Sérgio Dávila às 12h02
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Bill Clinton pede dinheiro para sua mulher

 

Acabo de receber o seguinte e-mail de meu amigo Bill Clinton. Muito educadamente, ele me pede que eu dê dinheiro à campanha de sua mulher, Hillary. O objetivo é juntar US$ 1 milhão em uma semana. Veja a íntegra:

Hillary for President


One Week, One Million
Dear Sergio,

Am I enthusiastic about my wife's campaign for president? You bet I am. I know her better than anybody on earth, and she's got the best combination of mind and heart of everybody I've ever known.

All across the country, Hillary is campaigning with the signature wisdom, grace, and humor that make her a great candidate. I know that if we all work hard enough, those same traits will make her an even better president.

You and I know something about waging and winning presidential campaigns.

Winning the White House takes persistence, energy and effort -- not just from the candidate, but from a massive network of grassroots supporters.

Hillary's campaign is off to a great start. And this week, we're going to help take it to another level. Our goal: to demonstrate the range and breadth of Hillary's support by raising one million dollars in grassroots donations in a week's time.

Will you help me get our "One Week, One Million" campaign off to a powerful start?

Click to donate:
http://www.hillaryclinton.com/oneweek

Look, with Republicans using everything in their arsenal to stop her campaign, Hillary is going to need every one of us to do everything that we can for her.

During eight years in the White House, Hillary and I faced a constant barrage of attacks from Washington Republicans. No insult was off-limits. No tactic was too low. They threw everything they could at us -- but we beat them time and time again.

The attacks on Hillary haven't stopped, and she hasn't stopped winning. You know how they say what doesn't kill you makes you stronger? Well, Hillary is as strong as they come.

Let's make this a week when we demonstrate that her campaign is strong, too. Strong enough to sustain Hillary's run for the presidency through thick and thin. Strong enough to win.

Click to donate:
http://www.hillaryclinton.com/oneweek

I can't wait to join Hillary on the campaign trail and talk to people about what a great president she's going to be. She is a tireless fighter and a brilliant born leader, and I have no doubt the American people will make her our first woman president.

Over the next week, you'll hear from some other friends and admirers of Hillary. I hope you'll join them in making our One Week, One Million campaign a success. But, most importantly, I hope you'll act right now to get this dramatic display of grassroots support off the ground with a big outpouring for Hillary on the first day.

Click to donate:
http://www.hillaryclinton.com/oneweek

Thank you so much for your support. Hillary and I couldn't do it without you.

Sincerely,
Bill Clinton
Bill Clinton

Contribute


 
Paid for by Hillary Clinton for President Exploratory Committee
Contributions to Hillary Clinton for President Exploratory Committee are not deductible for federal income tax purposes. Corporate contributions are prohibited by law.

All content © 2007 Hillary Clinton for President Exploratory Committee
1717 K Street, N.W., Suite 1001, Washington, D.C. 20036




Escrito por Sérgio Dávila às 13h46
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Onde está Osama?, pergunta livro infantil

 

À venda na Amazon.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 22h52
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Descoberto filme feito segundos antes do assassinato de JFK

 

O Sixth Floor Museum at Dealey Plaza, museu em Dallas dedicado à memória de JFK, acaba de colocar no ar um filme inédito feito 90 segundos antes do assassinato do presidente norte-americano. É de autoria do fotógrafo George Jefferies, que estava na Main Street no centro de Dallas naquele exato instante. A cópia de 8mm é a melhor sobre o acontecimento disponível até hoje e mostra o presidente, a primeira-dama, Jackie Kennedy, e o agente de serviço secreto Clint Hill. A doação foi feita por Wayne Graham, que é genro do fotógrafo, que havia decidido manter as imagens inéditas por 40 anos. Veja aqui.

George Jefferies film



Escrito por Sérgio Dávila às 19h21
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A irressistível ascensão de Paul Haggis

Chame-o de "senhor Oscar", se quiser. Paul Haggis foi o primeiro da história do prêmio do cinema a escrever o roteiro de dois longas premiados consecutivamente como melhor filme -em 2005, por "Menina de Ouro", também indicado pela adaptação que fez, e, no ano passado, por "Crash - No Limite", que dirigiu e que levaria o prêmio também por seu roteiro original.
Agora, pelo terceiro ano, esse canadense de 54 anos está de novo às voltas com o homenzinho dourado. Desta vez, concorre no próximo dia 25 pelo roteiro que adaptou com Iris Yamashita para "Cartas de Iwo Jima". É dele também a guia de "A Conquista da Honra", ambos filmes que Clint Eastwood fez sobre a Segunda Guerra Mundial, ambos em cartaz em São Paulo -o primeiro sob a ótica dos japoneses que defendiam a ilha do Pacífico, o segundo do ponto de vista dos americanos invasores.
O prêmio máximo do cinema norte-americano não é garantia de qualidade, nunca foi, mas, no caso de Haggis, serve para reconhecer um talento tardiamente descoberto que nem por isso mede suas palavras, como demonstra em entrevista que me deu por telefone, de Los Angeles.

O senhor é obcecado por Clint Eastwood, vice-versa ou é apenas coincidência o fato de os dois terem trabalhado juntos em três filmes em três anos?
PAUL HAGGIS
- [Risos] Há uma química entre nós. Clint confia tanto em seus atores e roteiristas que você prefere morrer de trabalhar a correr o risco de decepcioná-lo. Foi o que aconteceu com "Cartas" e "Conquista". Eu não tinha a menor idéia de como fazer. Li ambos os livros nos quais os filmes são baseados e não sabia como tirar dois filmes dali. Mostrei um primeiro tratamento a ele, que disse: "É isso, vamos filmar". É por isso que as pessoas adoram trabalhar com ele. Clint não é centralizador, acredita que você vá encontrar a melhor maneira de resolver sua tarefa.

O sr. dirigiu dois longas, roteirizou outros tantos. Qual a diferença?
HAGGIS
- São duas partes completamente diferentes de uma personalidade. Dirigir o que os outros escreveram tira a pressão que você sente no set, quando todos estão olhando para você com cara de "e agora?". Há um plano a seguir, é um caos controlado. Escrever, por sua vez, é o velho chavão do papel em branco à sua frente. Pode-se ir para qualquer direção, e não há guia nem ajuda nenhuma. É mais difícil.

O assunto dos dois filmes é a guerra, assim como o de sua próxima direção, "In the Valley of Elah" (no vale de Elah, na tradução literal), sobre um soldado em ação no Iraque. Esse não é um momento um tanto delicado nos Estados Unidos para tocar em temas como esses?
HAGGIS
- Muito, por isso tive tantas dúvidas sobre como fazer os dois primeiros. Clint me falou desde o começo: "Não quero nada John Wayne, quero falar a verdade sobre o que aconteceu, sobre a responsabilidade de mandar jovens de 18 anos, 19 anos, para a guerra, e contar o que viveram". Foi o que fiz. Acho que a questão fundamental aqui é o quanto custa para um homem ser chamado de herói.

Vou ler o título de um post de um internauta no site de cinema IMDb, sobre "A Conquista da Honra": "Pena que o roteirista é de esquerda".
HAGGIS
- [Risos] Está vendo? É uma pena mesmo, mas para ele! Alguns dos melhores filmes de guerra foram escritos por roteiristas de esquerda. É importante ter um ponto de vista equilibrado, claro. Como artista, você tem de olhar para a verdade da situação, sabe a responsabilidade que tem, não faz a polêmica pela polêmica. Quem busca filmes de John Wayne, "Vamos matar mais iraquianos!", sabe como?, "América, certa ou errada", vai ficar mesmo desapontado. Mas não quem quer um drama que explora a zona cinzenta da guerra. Em todos os filmes que fiz até hoje, as pessoas vão encontrar passagens que comprovam ou negam a teoria que têm previamente. Por isso é importante, quando há personagens fazendo declarações políticas, balancear isso, porque é nisso que reside o bom drama. Em "A Conquista", um dos personagens, membro do governo, é obviamente corrupto, mas, quando argumenta porque eles precisam de heróis para angariar mais fundos para a guerra, você diz: "Ele tem razão".

Houve quem dissesse que "Crash" era um libelo pró-imigração ilegal. E houve quem defendesse o contrário. O sr. pode esclarecer essa dúvida?
HAGGIS
- Se você ler os jornais da época do lançamento do filme, vai achar publicações conservadoras que adoraram o filme, diários liberais que odiaram, vice-versa e representantes de ambos os espectros que o condenaram. Lembro de ler recentemente num diário conservador uma resenha com o título: "Por que a esquerda odeia "Crash"." Acho ótimo. As pessoas tendem a ver o filme a partir de suas próprias convicções, e eu tento justamente chacoalhar essas convicções. Nem todos gostam disso. As pessoas, especialmente as mais inseguras, preferem obras que apenas reafirmem suas opiniões...



Escrito por Sérgio Dávila às 16h55
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Doze filmes "adiante de seu tempo"

Segundo o site Firstshowing.net. Concorda? Mande cartas para a "Redação" com sua lista.

Psycho (1960)

Directed by Alfred Hitchcock
Psycho

This film set the standard for every horror thriller to come after 1960. It defined the genre and has since become an unforgettable horror classic. It shocked people with its chocolate blood and still scares the living daylights out of many today.

2001: A Space Odyssey (1968)

Directed by Stanley Kubrick
2001: A Space Odyssey

You can't forget that 2001 was even before Star Wars. After Metropolis it was one of the biggest science fiction films up until Star Wars. I still wonder even now how the heck they achieved weightlessness and those incredible set pieces all back in the late 60Œs.

Jaws (1975)

Directed by Steven Spielberg
Jaws

A giant mechanical shark and one of the first films to really become a blockbuster in Hollywood history. Although when you think about this nowadays, it's not that amazing, but back in 1975, you'd be so scared that you wouldn't even go swimming. That's the power of a good movie that's so ahead of its time it becomes real to everyone who watches it.

Star Wars (1977)

Directed by George Lucas
Star Wars

No one ever imagined anything like that was capable back in 1977. I'm sure everyone has seen the many making of featurettes showing their use of miniatures and other incredible gimmicks. I mean, this was 1977, and the technical achievements they pulled off are even amazing today. It's frickinf Star Wars!

Tron (1982)

Directed by Steven Lisberger
Tron

It's been constantly referred to as the first CGI film that set the standards for all future CGI to come. For 1982 what they were able to do and the funky 80Œs graphical backgrounds were an incredible visual achievement. If you're a geek by any means this movie is a staple in your collection guaranteed.

WarGames (1983)

Directed by John Badham
WarGames

The first ghackerh movie of sorts that even played with a global thermonuclear war back in the early 80Œs. A geek classic even today that fits into the gahead of its timeh category via unconventional methods, as there really are no major visual effects.

Terminator 2 (1991)

Directed by James Cameron
Terminator 2

Timeless visual effects that stand up to even today's visual effects and CGI. For being able to not only make a completely smooth shape-shifting metallic robot (that kicks some serious ass) as well as having everyone believe Arnold really was the Terminator, they did a hell of job of setting the visual effects standards for many years to come.

Jurassic Park (1993)

Directed by Steven Spielberg
Jurassic Park

Who would've thought you could've created dinosaurs that looked that lifelike back in 1993. Even using the animatronics system that they did, this was a far step ahead of anything at the time. Then the stories surrounding how horrifically real the dinosaurs were fueled its popularity even more. And the best part is that they look better in this movie than any more recent CGI creations.

The Fifth Element (1997)

Directed by Luc Besson
The Fifth Element

Sure many may argue against this (calling it cheap) but I'll stand by my belief that it's very futuristic visual effects were seamless and much more advanced than anything otherwise seen in any other movie in 1997 (except Starship Troopers). Nothing has ever topped that taxi cab chase sequence throughout the future city - it looked flawless then and looks flawless now.

Starship Troopers (1997)

Directed by Paul Verhoeven
Starship Troopers

Like Terminator 2, the gbugsh in this movie are even better looking than plenty of current day films. Ten years later and the visual effects in Starship Troopers are still some of the best around in comparison. 1997 was a great year for a very few films that had outstanding visual effects that have rivaled every film thereafter.

Office Space (1999)

Directed by Mike Judge
Office Space

A tough one to argue, it's the fact that this bombed completely and didn't hit mainstream to far after its theatrical release that makes this way ahead of its time. It shows that the acceptance of a film can come after its planned theatrical release and earn a place in movie history by being comically ahead of its time when it first came out.

The Matrix (1999)

Directed by The Wachowski Brothers
The Matrix

Groundbreaking and revolutionary. I don't think I need to mention how much this film changed the cinematic world after its release - as everyone knows that story by heart. I'm sure this one will still be referred to as visually better than most films even years down the road, too.

The Baker's Dozen Special Unforgettable Addition:

Metropolis (1927)

Directed by Fritz Lang
Metropolis

This film has become the reference for nearly every science fiction film ever made. Despite being silent and set to music, you can pick up and watch this movie at any time and still be amazed by it. Metropolis was many, many years ahead of its time, and coincidentally is set many, many years ahead of its time.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h22
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Entra ao ar agora, às 16h30 de SP (e todas as sextas-feiras), meu programa semanal no UOL News. O tema dessa semana são os dois filmes de Clint Eastwoodque acabam de estrear no Brasil, "Cartas de Iwo Jima' (que entrou hoje) e "A Conquista da Honra" (que entrou há duas semanas) --e a apetite do norte-americano por guerras...

Veja aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h43
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