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VOTAÇÃO
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Meninos, eu vi --assessor polêmico de Bush dança rap enquanto mundo desaba


Na mesa colocada no palco, sentavam-se o presidente George W. Bush e a primeira-dama, Laura, do lado esquerdo de quem olhava do salão, e a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, do lado direito. No centro, um púlpito. À frente, dois comediantes do programa "Whose Line is It Anyway?", Colin Mochrie e Brad Sherwood.

No meio da dupla, Karl Rove dançava rap. A cada vez que a música improvisada dava a deixa para que ele respondesse seu nome, o principal assessor político de Bush dizia: "MC Rove!"

Foi ali, durante o 63º Jantar Anual da Associação dos Correspondentes de Rádio e Televisão, na noite de anteontem em Washington, que o governo do republicano deu mostras de ter cruzado a última metade e estar caminhando rapidamente para o fim, uma espécie de "Baile da Ilha Fiscal" norte-americano.

Poucas horas depois, o Senado aprovaria lei que impõe um prazo para a retirada das tropas do país do Iraque, mesmo sob ameaça do veto presidencial. Era mais um de uma série de importantes derrotas e reveses que esse governo vem sofrendo. Mas a noite era só alegria.

Depois de servida a salada de folhas verdes, nozes e gorgonzola, o site JibJab, de humor político, mostrou sua mais nova criação, um clipe crítico à imprensa televisiva norte-americana e seu público ("só 3% sabem apontar Cabul num mapa, mas 96% podem dizer que viram a abertura de pernas da Britney", dizia um trecho).

Então, Bush leu um discurso autodepreciativo como só presidentes em tempos de baixa popularidade sabem ler. "Há um ano, meu índice de aprovação estava em 30%, meu indicado à Suprema Corte tinha acabado de desistir e meu vice-presidente tinha atirado em alguém. (Pausa). Ah, bons tempos..."

O presidente citaria mesmo seu tema preferido atual, biocombustíveis. "Não pensem que não percebi toda a bebedeira que está acontecendo. No meu discurso sobre o Estado da União, eu disse que nós precisamos aumentar o uso do etanol!"

Até o "Momento Karl Rove". Chamado de "O Cérebro de Bush" pelos detratores, o assessor pode ser comparado ao ex-ministro-chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu, em poder e influência _e polêmica. É o testemunho dele sobre sua participação no caso dos promotores demitidos que a Casa Branca tenta evitar a todo custo e que o Congresso democrata briga para fazer acontecer.

Chamado ao palco pela dupla de humoristas, Rove pediu que seu chefe sugerisse um apelido a ele. "Ele está despedido!", foi o que gritou, brincando, George W. Bush, de volta. Ao que Rove tirou um pedaço de papel, que disse que era seu currículo, e ameaçou entregar a Nancy Pelosi, que não estava achando muita graça na história toda.

(Ela já havia sido citada por Bush: "Por falar em intimações, é bom ver a presidente Pelosi aqui. Bem, alguns imaginaram se nós nos daríamos bem. Uns dizem que ela é mandona, opinativa, vingativa. Ei, eu me dou bem com minha mãe!".)

Então, Rove dançou rap.



Escrito por Sérgio Dávila às 10h18
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As milícias cariocas chegam ao Washington Post

 

Está lá, no canto inferior direito da primeira página do jornalão da capital, dois dias antes da chegada de Lula a Washington.

Front Page Image



Escrito por Sérgio Dávila às 12h47
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O jornalismo nunca mais será o mesmo: estreou a ONN

 

ONN é a Onion News Network, como em "The Onion", que começou como uma revista de notícias humoristicamente falsas (na linha da "Casseta Popular" e do "Planeta Diário", anteriores, que viriam a dar no humorístico televisivo "Casseta & Planeta") e esticou seus tentáculos pela internet e, agora, pelos vídeos na linha YouTube.

A reportagem de estréia é hilariante: como um executivo perdeu o emprego para um imigrante ilegal mexicano, que aceitou fazer o trabalho dele por US$ 600 mil por ano (o "executivo" ganhava US$ 800 mil). O pobre agora tem de viver o ano inteiro na casa de praia nos Hamptons. "Já pensou viver o ano inteiro numa residência de verão?", pergunta ele, choroso, para a repórter...

Dê uma olhada aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h38
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São Paulo é tema de capa de revista do NYTimes

 

A revista bimestral "T Style Magazine - Travel", do New York Times, tem como tema de capa São Paulo, com fotos de modelos em frente ao Copan e outros símbolos da cidade.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h48
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Conheça o "Michael Moore da direita"

Mesmo se você acompanha cinema, é provável que nunca tenha ouvido falar o nome de Pat Dollard. Até o ano passado, ele atuava nos bastidores de Hollywood. Tudo começa nos anos 80, quando, com a morte precoce da irmã, uma aspirante a produtora, ele é alçado sem querer à condição de empresário de um jovem diretor que acabava de concluir "Sexo, Mentiras e Videotape".

Ao fazer parte do início da carreira de Steven Soderbergh, que depois viria a dirigir "Erin Brockovich", "Traffic", "Syriana" e a refilmagem "Ocean's Eleven", entre outros, Dollard fez parte da história do novo cinema independente norte-americano. Nos anos seguintes, usaria seus dias em Los Angeles entre gastar o dinheiro que ganhava em cocaína, casar e descasar (quatro vezes), prostitutas e entrar e sair de clínicas de reabilitação para drogados -o roteiro quase habitual de um jovem produtor de Hollywood.

Só que Dollard era um republicano enrustido, numa cidade e numa indústria em que não ser democrata é quase tão grave quanto não ter um smoking para a noite do Oscar. Ele conta que saía suado, as mãos tremendo, depois de encontros com Soderbergh e seu outro melhor amigo, o ator George Clooney, em que os dois discutiam política -e o produtor não podia dar sua verdadeira opinião.

(Há quem diga que o suor e a tremedeira eram efeito colateral de outro traço de sua personalidade, mas sigamos.)

Nos últimos tempos, Dollard vivia como um "homeless", um sem-teto, andando pelas ruas com garrafas na mão, sempre bêbado, com a diferença que o lugar que escolhia para passar as noites era a mansão que ainda tinha num bairro endinheirado de Hollywood, a única de suas posses que sobrou, vazia -ele havia vendido todos os móveis e objetos de arte para comprar drogas e armas.

Quando a última ex-mulher e a mãe chamaram a polícia pela enésima vez, para tentar internar Dollard e salvá-lo da iminente overdose, ele teve uma revelação. Largaria tudo e iria para o Iraque. Se ele tivesse de morrer, que fosse ao lado dos marines, os fuzileiros navais norte-americanos, seus verdadeiros heróis. Com o pouco de prestígio que ainda lhe restava, conseguiu se "embutir" numa companhia.

Desde então, já foi e voltou ao Iraque algumas vezes. Aos poucos, via álcool, drogas e histórias sobre Julia Roberts e a realeza hollywoodiana repartidos com impressionados soldados em noites de vigília sob fogo cerrado da insurgência, Dollard conquistou a tropa. Sempre com uma câmera ligada, registrou mais de duzentas horas de filme, definido por quem viu como o retrato mais livre, cru e verdadeiro da situação e atuação dos soldados norte-americanos na Guerra do Iraque.

Há muito marine aparentemente entorpecido, armas nas mãos, falando "verdades" à câmera de Dollard e disparando tiros a esmo. Há pelo menos um crime registrado, de um soldado norte-americano brincando com a cabeça decepada do que parece ser um iraquiano morto recentemente. Há um franco tom pró-guerra, antiliberais, com o qual o produtor concorda -mais do que concorda, estimula.

Parte do material pode ser visto no site que Dollard criou, www.patdollard.com. Ele estuda propostas -na verdade, segundo longo perfil que ganhou numa edição recente da revista "Vanity Fair", ele boicota as propostas, que já vieram de gigantes como a HBO- para editar as 200 horas num documentário de duas, que ele batizou de "Young Americans", como o álbum de David Bowie de 1975.

No clipe disponível ao público, entremeia imagens dos "verdadeiros" americanos em ação, os marines que acompanhou por tanto tempo, com as dos que estariam vendendo o país, segundo sua própria definição, jovens em universidades, manifestantes antiguerras, espectadores da MTV. Dollard aparece brevemente. Aos 42 anos, está de calça militar, peito nu e o cabelo cortado à moicana.

Em suas mãos, uma metralhadora. Nos pêlos do peito, ele raspou a palavra "DIE" (morra).

Camiseta em que se autoproclama "Jihad Killer", que Pat Dollard vende em seu site



Escrito por Sérgio Dávila às 14h42
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Tem blog novo bom no pedaço

 

É o Blog do Jean Canuto, amigo desse blog. Sabe tudo de HQ e de cultura pop em geral. Dê uma olhada.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h59
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"300 de Esparta" é alegoria militar da Era Bush

 

Veja meus comentários em meu programa semanal no Uol News, aqui. (abaixo, Rodrigo Santoro sofre na pele de Xerxes)



Escrito por Sérgio Dávila às 19h49
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Quatro anos de Iraque - Afogando em números

Ao chegar a Bagdá, na noite do dia 19 de março de 2003, a reportagem da Folha encontrou um país controlado por uma ditadura terrível e uma população recolhida às suas casas pelo temor da invasão iminente. Que veio, no fim da madrugada do dia seguinte, horário local, na forma do primeiro de uma série de despejos de mísseis e bombas. Esses durariam pelo menos 20 dias e 9 mil "viagens", o jargão militar para tais missões.

Números.

Mais de 1440 dias depois, o sucesso ou não da missão liderada pelo governo de Bush pode ser medido em números. É o que faz Michael O’Hanlon, do departamento de estudos de política externa da Brookings Institution, em Washington. Desde abril de 2003, com a ajuda de pesquisadores, ele tenta qualificar da maneira mais objetiva possível os resultados da invasão segundo uma série de critérios.

De acordo com seu último levantamento, publicado anteontem no "New York Times", o Iraque piorou bastante ou razoavelmente em dez de dezesseis categorias pesquisadas. Há mais soldados sendo mortos, mais helicópteros derrubados e mais dinheiro gasto a cada mês, para ficar apenas do lado norte-americano. Há mais civis mortos, mais atentados a bomba e menos eletricidade disponível, na perspectiva iraquiana.

Mesmo os fatores considerados positivos são discutíveis. O crescimento do PIB se mantém estabilizado em 4%, mas artificialmente inflado pela ajuda externa norte-americana. A inflação caiu, mas a taxa anual ainda é alta, de 20%. O índice de desemprego estacionou, mas continua em preocupante um terço da população economicamente ativa. As tropas norte-americanas aumentaram, mas as do resto do mundo caíram, o que isola os EUA ainda mais num conflito crescentemente impopular.

Isso para ficar apenas no "Levantamento O’Hanlon". Vindos de outras fontes, os números são igualmente desanimadores. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima em 1,5 milhão o total de iraquianos que deixaram o país desde março de 2003, a maioria para os vizinhos Jordânia (700 mil) e Síria (600 mil); internamente, outro 1,6 milhão teve de se deslocar por conta do conflito ou da guerra civil que se seguiu.

Os EUA já perderam 3.197 soldados, mais do que os mortos no ataque de 11 de Setembro de 2001. Embora o Pentágono coloque a soma de militares acidentados abaixo dos 30 mil homens, associações norte-americanas de veteranos dizem que o número mais realista é dez vezes maior, boa parte com Transtorno de Estresse Pós-Traumático ou ferimentos no crânio.

Outro motivo de discrepância são os civis mortos. Entre 59 mil e 65 mil, segundo a ONG londrina Iraq Body Count. Ou 600 mil cadáveres até agora, de acordo com estudo publicado pelo periódico médico "Lancet", feito a partir de levantamento conduzido com a ajuda da insuspeita Universidade Johns Hopkins, dos EUA.

Numa população de 26 milhões de pessoas, 12% tiveram de deixar suas casas por conta da guerra. Outros 2,3% podem ter sido mortos, porcentagem que aumenta se incluídos os feridos. Nenhum dos números citados acima fizeram parte do discurso de George W. Bush de ontem. O presidente norte-americano citaria apenas três cifras em sua fala transmitida pela TV. "Cerca de 12 milhões de iraquianos votaram em eleições livres sob uma Constituição democrática que eles mesmos escreveram", disse. "O legislativo iraquiano aprovou um orçamento de US$ 41 bilhões que inclui US$ 10 bilhões para a reconstrução da capital", contabilizou.

Números.

O presidente poderia ter citado ainda que o total de assinantes de linha telefônica saltou de 900 mil para 10 milhões nesses quatro anos. A exuberância tem uma razão prosaica, segundo explicação dos iraquianos. Os aparelhos são usados basicamente para: 1. acompanhar a movimentação dos familiares nas ruas, sujeitos que estão a seqüestros relâmpagos e homens-bomba; 2 falar com os que foram embora do país.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h34
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Os dez artigos mais lidos no site do NYTimes em fevereiro

 

Repare que há apenas um relacionado á guerra (no caso, do Afeganistão) e NENHUM sobre as eleições presidenciais...

1) Posing as a Family, Sex Offenders Stun a Town
By JENNIFER STEINHAUER
Published: February 1, 2007
A 29-year-old who had enrolled as a 12-year-old at an Arizona middle school is part of a web of child predators.
2) Honeybees Vanish, Leaving Keepers in Peril
By ALEXEI BARRIONUEVO
Published: February 27, 2007
Bees have been disappearing at an alarming rate in 24 states, threatening the production of numerous crops.
3) Think Small
By BETHANY LYTTLE
Published: February 16, 2007
For some, bigger isn't always better when it comes to second homes. New home designs geared toward small-thinking buyers are increasingly popular.
4) JetBlue's C.E.O. Is 'Mortified' After Fliers Are Stranded
Published: February 19, 2007
Hoping to win forgiveness from customers, the airline's founder promised an overhaul after a huge breakdown in operations.
5) Anna Nicole Smith Is Found Dead in Florida
By ABBY GOODNOUGH and MARGALIT FOX
Published: February 9, 2007
Anna Nicole Smith, a former Playboy centerfold, actress and television personality, was famous, above all, for being famous.
6) Terror Officials See Al Qaeda Chiefs Regaining Power
By MARK MAZZETTI and DAVID ROHDE
Published: February 19, 2007
American officials say Al Qaeda has re-established significant control over its once battered worldwide terror network.
7) For Youths, a Grim Tour on Magazine Crews
By IAN URBINA
Published: February 21, 2007
Crew members tell of violence, drug use, indebtedness and cheating of customers during their cross-country travels.
8) A Grandchild of Italy Cracks the Spaghetti Code
By KIM SEVERSON
Published: February 21, 2007
A journey back to the origins of the reporter's family's red sauce, which emigrated from Italy and was translated in America.
9) Troubles Grow for a University Built on Profits
By SAM DILLON
Published: February 11, 2007
Educators and students say the University of Phoenix's focus on the bottom line has eroded academic quality.
10) Questions Grow About a Top CNBC Anchor
By LANDON THOMAS Jr.
Published: February 12, 2007
CNBC's ratings are growing, and so are questions about Maria Bartiromo, the network's most recognizable face.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h13
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Ex-secretária de Estado dos EUA quer meu dinheiro

Hillary for President


One Week, One Million
Dear Sergio,

I'll never forget that moment in 1995 when I watched Hillary Clinton stand up in Beijing and declare that "women's rights are human rights." In front of the whole world, Hillary spoke out for every woman who suffered from inequality, injustice, and repression. Every person in the hall knew she was making history. Her act of courage still reverberates through women's lives.

I've known Hillary for nearly 20 years. I've stood side-by-side with her as she took on the fight for women's rights at home and abroad, and let me tell you: no one will stand up for all of us as she will. She is the experienced leader this country needs.

Over the years, I have seen Hillary's deep commitment to improving the lives of women and children. Now it is time for us to show our commitment to her. Will you join me in supporting her campaign's "One Week, One Million" effort?

Click to Contribute:
http://www.hillaryclinton.com/oneweek

I remember what it was like to be the first woman secretary of state of this country. Have you seen the look in the eyes of young women at Hillary's campaign rallies? Can you sense the thrill that comes with knowing their first vote in a presidential election could elect America's first woman president?

And what a remarkable woman we're putting forward into this historic moment: strong, smart, experienced, and deeply committed to the values you and I share.

The very first day of her presidency, Hillary will transform America's role in the international community because of the deep admiration she has long enjoyed on the world stage. She will restore the respect that is the foundation of our alliances and the source of our strength.

Don't let this opportunity pass by. Don't stand on the sidelines as Hillary walks through the critical early weeks of her amazing journey.

Support Hillary's "One Week, One Million" campaign right now.

Click to Contribute:
http://www.hillaryclinton.com/oneweek

Thank you so much for acting early to get Hillary's campaign -- and America's future -- moving forward.

Sincerely,
Madeleine Albright
Madeleine Albright
Contribute


 
Paid for by Hillary Clinton for President Exploratory Committee
Contributions to Hillary Clinton for President Exploratory Committee are not deductible for federal income tax purposes. Corporate contributions are prohibited by law.

All content © 2007 Hillary Clinton for President Exploratory Committee
1717 K Street, N.W., Suite 1001, Washington, D.C. 20036




Escrito por Sérgio Dávila às 15h48
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Diário da "Bolha do Bush" - Câmbio Final

Nos últimos dias, fui engolfado pela "bolha de Bush". É assim que os correspondentes mais veteranos chamam a comitiva que acompanha o presidente norte-americano em suas viagens pelo exterior. É uma fauna curiosa, formada por membros do gabinete do republicano, funcionários da Casa Branca, jornalistas do mundo inteiro e muita gente ligada à segurança, com predominância de agentes do Serviço Secreto, da CIA e do FBI.

Com o tempo -afinal, foram seis países, oito dias, 20 mil quilômetros e sete fusos horários juntos-, você vai quebrando a barreira dos últimos. Entre as três forças, a mais amistosa é a do Serviço Secreto, empenhada em garantir a integridade física do presidente 24 horas por dia, dentro e fora dos EUA, e dos líderes e diplomatas estrangeiros durante sua estada nos Estados Unidos. Os menos amigáveis são os agentes da CIA, a agência de inteligência norte-americana.

Numa das pernas da viagem, sentei-me perto de alguns desses. Primeiro, presenciei um início de rebelião divertido, quando um dos responsáveis por nosso vôo anunciou que havia trocado "Rocky Balboa" por "Maria Antonieta" no cardápio de filmes à disposição. Os meganhas quase saíram no braço. Sentados sempre de dois em dois, conversavam bastante sobre Guantánamo e Iraque.

Armados, são os primeiros a entrar no avião e os primeiros a caminhar para a porta de saída, com a aeronave ainda em movimento e recém-aterrissada. Andam também sempre em dupla, e sua roupa os denuncia pelos extremos: ou uma sobriedade militar, feita de roupas civis de cores cáqui ou neutras e o cabelo à escovinha, ou uma descontração forçada, que os entrega na hora.

Foi esse o caso num dos povoados que o presidente visitou na Guatemala. A "equipe avançada" foi flagrada pelos locais assim que botou os pés ali: de "guayaberas", mas óculos escuros e o "earphone" plugado na orelha, eram tão turistas quanto Bush era sambista ao tocar ganzá em São Paulo. No dia seguinte, fotos deles estampavam os jornais locais, sob o título "Espías de Bush en visita!".

Nos deslocamentos do grupo em solo estrangeiro, eles fazem a "interface", como gostam de dizer, com as forças de segurança local. Em São Paulo, trabalharam com a Polícia Federal e a Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Cercaram os dois hotéis ocupados pela comitiva, o WTC e o Hilton. Se você não tivesse o crachá expedido pela Casa Branca e entregue aos viajantes momentos antes de embarcarmos no avião, na base aérea Andrews, em Maryland, teria a movimentação bastante restrita. Subir nos elevadores, por exemplo, nem pensar.

Pois eu conheço uma brasileira que furou o bloqueio. Às 23h de quinta-feira retrasada, ela chegou à entrada do Hilton de carro. Na hora, foi cercada por agentes. Eles disseram que era proibido ultrapassar. Ela contou sua história. Em minutos, estava sendo escoltada para o hotel vizinho, o WTC. À sua frente, ia um oficial de motocicleta; atrás, outro oficial, esse despachado segundos depois com a frase "siga-a", entreouvida enquanto entrava no carro.

O minicomboio chegou ao segundo hotel após ultrapassar mais algumas barreiras policiais. No saguão, depois de recontar por que estava ali, a brasileira foi de novo escoltada, dessa vez até o elevador, onde pressionou o botão "6". Meia hora depois de chegar, finalmente batia na porta da suíte procurada. Os agentes se comoveram com sua história: dona Lucy só queria dar um abraço no filho jornalista, que ficaria menos de 24 horas na cidade.


Escrito por Sérgio Dávila às 15h43
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