EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Um breve descanso aos internautas

 

Estarei fora dos EUA por uns dias. Volto a blogar no dia 6 de agosto.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h33
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Você consegue passar 24 horas sem mentir? Conheça o movimento da "Radical Honesty"

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará"
(João 8:32)

Quem é ou foi mais mentiroso, Richard Nixon, George W. Bush ou você?

Os Arquivos Nacionais dos EUA acabam de fechar acordo com a Biblioteca Nixon e tiveram parte daquele acervo passada para controle do órgão público. Aos poucos, as cartas, memorandos e, principalmente, as transcrições de fitas das conversas ainda inéditas serão tornadas públicas. Para quem não se lembra, o ex-presidente norte-americano (1969-1974), do escândalo Watergate, é aquele que declararia "I am not a crook", "Eu não sou um criminoso", pouco antes de renunciar por ser um.

Na manhã em que escrevo esta coluna, o atual presidente dos EUA está aqui na frente, na televisão do escritório, afirmando que as coisas no Iraque não vão tão mal quanto parecem e que os iraquianos cumpriram oito das metas dadas pelo Congresso norte-americano (imagina-se que não matar uns aos outros diariamente e acabar com a guerra civil estejam entre as não-cumpridas).

Há um livro de uma produtora de Hollywood com um título genial sobre o dia-a-dia na indústria do cinema: "'Hello', He Lied" ('olá', mentiu ele). Este é o país das pequenas e das grandes mentiras. As primeiras são as cortesias do dia-a-dia, coisas como "have a nice day" (tenha um bom dia), "terrific job!" (excelente trabalho!), "good for you!" (que bom para você!), "God bless you!" (esse só depois do espirro).

As grandes são as que mudam o destino do mundo, como o Vietnã de Nixon e o Iraque de Bush.

Só neste país, também, apareceria um movimento como o recém-lançado "Radical Honesty", honestidade radical, do psiquiatra Brad Blanton. Segundo o autoproclamado "guru da verdade", que obviamente já tem livro, site e dá palestras, o mundo seria mais feliz se falasse a verdade o tempo todo. Medir as palavras ou fazer autocensura, diz ele, mesmo em pequenas coisas, como "claro, vamos nos encontrar assim que der" ou "sim, posso trabalhar no domingo", é uma receita para a infelicidade.

É colocar travas na linguagem. "'Radical Honesty' prega uma comunicação direta que leva à intimidade nas relações, de maneira que as pessoas possam criar, juntas e de maneira poderosa, seus futuros", diz o psiquiatra (parece blablablá de auto-ajuda e é -isso sou eu aplicando o princípio de Blanton ao próprio; aliás, para ser totalmente sincero, ele parece ser um pouco repugnante e bastante desagradável).

"Funciona para casais, famílias, comunidades e países", receita.

Ele afirma que não mente nunca, sem lançar mão do famoso complemento ("Eu nunca minto. Essa foi a primeira vez"). Quando é procurado por um repórter da revista "Esquire" para dar entrevista, responde: "Agradeço por você demonstrar um interesse aparentemente real e espero que não esteja apenas querendo fazer um trabalho bonitinho, mas porco e superficial, como a maioria dos jornalistas".

Aliás, ele propõe a quem o procura fazer o teste de só falar a verdade por 24 horas seguidas. Eu tentarei. Se conseguir, escrevo os resultados na próxima coluna. Acredite.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h32
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EUA correm risco de ter mesmo fim de Império Romano, diz autor


Falei com o jornalista e escritor Cullen Murphy, autor do interessante "Are We Rome?". Sim, diz ele, os EUA correm o riso de ter o mesmo destino do Império Romano. Leia a íntegra aqui.


Escrito por Sérgio Dávila às 11h30
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Engraxate brasileiro vira centro de trama em Wall Street

 

É o livro "Confession$ of a Wall Street Shoeshine Boy". Falei com o autor, Doug Stumpf, e o brasileiro, o misterioso "Murilo Junior". Leia aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h28
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Plano comprova envolvimento dos EUA no Golpe de 1964

 

Chama-se "A Contingency Plan for Brazil". Está aqui. Encontrei também o embaixador dos EUA no Brasil à época vivo, numa casa de repouso, aos 93 (leia entrevista aqui). (Veja também o meu programa no UOL News, com mais informações exclusivas.)



Escrito por Sérgio Dávila às 11h24
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