EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Bush troca porta-voz por "musa dos marmanjos"

 

O presidente George W. Bush anuncia nesse momento que seu porta-voz-barra-estrela, Tony Snow, um dos campeões de arrecadação de campanha para os republicanos e mais famoso jornalista a ocupar o cargo desde o galã George Stephanopoulos da Era Clinton, está saindo.

Nesse caso, Snow não faz parte do "Grande Êxodo Branco" que toma os 17 últimos meses da presidência pato-manco, que já valeu a cabeça de Karl Rove e Alberto Gonzales, entre outros. É que o jornalista se recupera de uma recidiva de câncer e diz que precisa "ganhar dinheiro" para sua família --o que faturará no circuito de palestras e eventos numa semana é o que ganha em um ano no cargo público.

Em seu lugar entra sua interina, Dana Perino, apelidada "musa dos marmanjos" pelos jornalistas presentes no encontro Lula-Bush em Camp David, em março. O que lhe sobra em beleza ainda falta em traquejo --novata, sua resposta mais freqüente é "Não sei", o que, pensando bem, é uma qualidade que poucos jornalistas têm.

Sai Snow...

...Entra Perino



Escrito por Sérgio Dávila às 12h56
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Superfun, "Superbad" é A comédia de final de verão nos EUA

 

Rita Castro Alves, a mais pop colaboradora do blog, tem mais notícia:

"Daqui a pouco, daqui a muito pouco, vai estrear no Brasil a melhor comédia de todos os tempos, Superbad – É Hoje (tradução infeliz e desnecessária, mas passável). Tudo bem, de todos os tempos é complicado dizer, mas eu garanto que você vai sair do cinema sem se lembrar a última vez que riu tanto, com intervalos menores entre uma piada ou situação engraçadésima e outra.

Para ter uma idéia, euzinha aqui tive um ataque de riso em um momento e não consegui não cuspir toda a água que tinha acabado de beber, dando uma bela esguichada no meu amigo, que estava sentado à minha esquerda, em mim mesma e em um total desconhecido que teve a falta de sorte de sentar na minha frente. E nenhum dos dois ligou pro banho, estava todo o mundo rindo tanto que era muito mais importante não perder a próxima cena que secar a camisa, o braço ou a nuca. E olha que no escuro só eu sabia que era água, podia ter sido um banho de Dr. Peppers!

Superbad foi escrito pelo novo darling das comédias americanas, o ator e roteirista Seth Rogen (o mesmo de "Ligeiramente Grávidos", que também é ótimo e estréia aí em setembro), junto do parceiro Evan Goldberg, que quase não aparece na mídia e não trabalha como ator. Seth Rogen tem um papel secundário em "O Virgem de 40 Anos" (não viu ainda? Alugue já!). Ele é o ruivão de cabelo "jewfro" (mistura de jew, judeu em inglês, e afro, aquele estilo de cabelo alto e crespo usado com orgulho pelos negros americanos nos anos 70 –ou seja, tem uma cabeleira crespa e alta mas não pode ser mais branquelo).

Os dois escreveram o primeiro tratamento do filme quando tinham 13 anos, ainda moravam no Canadá e achavam que poderiam fazer um filme sobre adolescentes melhor do que as porcarias que viam na TV e no cinema. Com o roteiro na mão, foram para Hollywood tentar a sorte. Acabaram no seriado "Freaks and Geeks" (Seth como ator e roteirista, Evan só como roteirista), um cult que durou apenas duas temporadas, em 1999 e 2000.

Desde lá, fizeram outro seriado, "Undeclared", outro cult. E continuaram a trabalhar no roteiro, que só conseguiu dinheiro para produção quando Seth Rogen levou o papel masculino principal de "Ligeiramente Grávidos". Graças a Judd Apatow, o produtor, roteirista e diretor que viu naqueles dois pirados canadenses o futuro da comédia no cinema (tá bom, tá bom, pode ser tudo exagero. Mas vá ver o filme antes de desprezar meus comentários)

"Superbad" se passa em um dia e uma noite e conta a história de dois adolescentes, chamados Seth e Evan, que estão terminando o colegial e são melhores amigos, mas entraram em faculdades diferentes e vão se distanciar depois do verão. Mas eles tem uma missão: querem chegar na faculdade "mais amadurecidos" e para isso precisam urgentemente se exercitar, já que os dois são semi-virgens (não pergunte).

E aí entra McLovin, uma palavra que vai se enfiar no seu vocabulário com certeza. É o nome "de guerra" que o ultra nerd Fogel, outro colega de classe dos dois, bota na identidade falsa. E é ela a única saída para a dupla comprar um monte de bebidas para a festa que vai acontecer à noite na casa de uma aluna, em que os dois pretendem deixar duas meninas bêbadas o suficiente para ficar com eles.

O filme é de matar de rir, de dar dor de barriga, provocar ataques de riso até 72 horas depois só de lembrar de uma fala, de uma cena, de qualquer coisa. Mas também tem um lado superdoce, surpreendentemente. Portanto, se você não ri fácil, quem sabe não consegue chorar um pouquinho. Ah, Seth Rogen trabalha no filme, mas não no papel de Seth. Aos 25 anos, ele ficou grandão demais e com uma voz muito grossa pra interpretar o seu alter-ego. No lugar dele entra Jonah Hill, um ator também gordinho e com corte jewfro de cabelo, que fez o assessor puxa-saco em "A Volta do Todo Poderoso". E, no papel de Evan, o super fofo Michael Cera, que fazia o garoto George-Michael em outro seriado adorado, cult mas já cancelado, "Arrested Development".

Está em primeiro lugar na bilheteria norte americana desde que estreou, dia 17 de agosto."



Escrito por Sérgio Dávila às 20h11
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Já ouviu falar de "Flight of the Conchords"? Devia

 

Rita Castro Alves, a mais fiel colaboradora do blog, volta a mandar texto, depois de um longo e tenebroso verão:

"'Stoner Fun'. Já ouvou falar? O termo se refere ao estilo de humor que você acha mais graça quando tem pelo menos um aditivo envolvido, sabe como é? Humor sem muita sofisticação, com mais momentos absurdos do que exatamente piadas inteligentes e cheias de referência. Pois é puro 'stoner fun', e dos bons, o humor do novo seriado (nem tão novo assim, mas novo na minha vida, já que vi um episódio e depois passei um mês de férias no Brasil) 'Flight of the Conchords'. Com dois atores e músicos desconhecidos, vindos da Nova Zelândia, o seriado conta a vida –e procura um sentido para ela– entre as ruas de Chinatown, em Nova York, com os dois membros da banda Flight of the Conchords, Jemaine e Brett (os atores Jemaine Clement, 33, e Brett McKenzie, 31, esse talvez mais conhecido porque fez uma ponta em um dos filmes da trilogia 'Senhor dos Anéis'). Os dois são criadores, roteiristas, produtores, compõem a trilha e atuam no seriado, que volta e meia tem um momento musical sempre muito engraçado, no melhor estilo alguém faz uma pergunta e o outro responde com uma música, mas que em um minuto vira uma viagem psicodélica. Mesmo sem entender todas as piadas (o sotaque da Nova Zelândia é duro de roer), é das melhores coisas na TV hoje em dia. Acho que só perde para 'Weeds', que voltou incrível nessa terceira temporada."



Escrito por Sérgio Dávila às 22h10
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"Fakeland"? Conheça as "guitarras históricas" que acabaram de sair da fábrica

 

Quando estive em Detroit e arredores para fazer a reportagem desse domingo na Folha com os iraquianos refugiados, contei com a ajuda de um motorista nigeriano há 7 anos no país. Disse que eu estava há mais ou menos o mesmo tempo, com idas e vidas, e perguntei qual o balanço que ele fazia de seu período aqui: "Fake, aqui é tudo fake", me respondeu na lata.

Fiquei ruminando aquilo até ler ontem uma das reportagens de capa do Wall Street Journal. Vale a pena (em inglês e para assinantes): é a história de um sujeito que trabalha para a Fender, fabricante de guitarras, e cuja função é falsificar a idade dos instrumentos. Não por baixo dos panos, declarado. Há um mercado intenso de guitarras históricas nos EUA. Dependendo de quem tocou, quando e onde, a coisa pode bater os US$ 300 mil.

Como existe muita demanda, mas pouco artigo, eles resolveram "reproduzir" as guitarras históricas, com todos os lanhados, riscos na pintura e desgates que as originais têm. Quer uma igual à que o Eric Clapton tocou no Live Aid em 1985? Sai de fábrica por US$ 3 mil, já devidamente "gasta" --como os jeans stone-washed dos anos 80.

Clapton at Live Aid



Escrito por Sérgio Dávila às 23h19
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A onda agora é fazer "freecycle" --e ganhar dinheiro com a "onda verde"

 

É impossível passar incólume pela onda verde que toma os EUA, pelo menos os grandes centros urbanos dos EUA. Evitá-la é tão difícil quanto ter morado na San Francisco de 1967 e não ter visto nenhum hippie. Está em todo o lugar. Mesmo. Em Washington, o mictório do cinema (da sugestiva marca Toto) grita que a cada torneirada você gasta apenas 3,8 litros de água, não mais.

Na fila do Whole Foods, supermercado que é "bem" freqüentar porque só vende produtos orgânicos, a menina o insta a tomar uma decisão que pode afetar a vida de milhares: "Paper or plastic?" (saco de papel ou de plástico para levar suas compras?). "Paper", é claro, mas pense em quantas ONGs e "povos da floresta" você movimenta com essa ação, ainda mais que sua intenção era apenas comprar ovos.

(Ainda no assunto Whole Foods, os mais "green savvy", "descolados ambientais", numa tradução livre, levam sua própria sacola de casa, de lona, material ecológico e que não agride o ambiente, pois você usa quantas vezes quiser. Devo confessar que já estou nessa fase, que nos anos 60 equivaleria, para voltar à analogia de San Francisco, a ter saído de casa e ido viver numa comunidade esotérica.)

Os jornais trazem anúncios de página inteira dizendo que se eu e todo o mundo usarmos a nova máquina de lavar roupa Bosch, em vez das concorrentes, salvaremos 3,4 milhões de acres de árvores. Outro encarte me dá dicas de como ser mais verde no dia-a-dia. Feito em papel reciclado, diz:

"1. Faça novos amigos e divida o carro a caminho do trabalho; 2. Não peça recibo, para economizar papel (mas não era para pedir até outro dia, para evitar sonegação?); 3. Não use a opção 'água quente' para lavar roupa -se todos os americanos fizessem isso, economizaríamos 100 mil barris de petróleo por dia." Quem distribui é a GM, maior fabricante de automóveis do planeta.

Tudo isso para dizer que tem onda nova no pedaço. Quem me manda a dica é uma amiga. Chama-se Freecycle (trocadilho em inglês com "free", gratuito, e "recycle", reciclar). É tão simples e impossível de ser atingido que parece o esquema da pirâmide dos anos 80. Em vez de comprar coisas novas e jogar coisas velhas fora, você cria grupos que fazem trocas. Eu quero uma televisão maior e não preciso mais do sofá-cama, fulano quer o sofá e não precisa da TV etc. "Ganha o meio ambiente", é o lema.

Há apenas algumas regras (não há movimento norte-americano sem regras; imagino que, mesmo nas tais comunidades ripongas dos anos 60, havia um código mínimo de conduta, do tipo "não faça chá com o cogumelo alheio"): que seja de graça, não vá contra nenhuma lei e seja apropriado para todas as idades -resumindo, nada de tentar passar para a frente sua coleção de tequilas com verme dentro.

Mas desconfio que haja mais ganhadores que apenas o meio ambiente. Outro amigo me manda um artigo sobre os chamados "ecomilionários". São pessoas que ficaram ricas com a nova onda verde. Um é fundador de uma empresa de painéis solares, que já faturou US$ 5 milhões e tem mais US$ 11 milhões em ações; outro é corretor de "créditos de carbono" (tema já tratado aqui), que ganhou US$ 10 milhões e tem US$ 73 milhões em ações; há o empresário de energia eólica (US$ 12 milhões) e assim por diante.

Aguarde. Depois da bolha pontocom, vem aí o boom das sacolas de lona.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h11
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EUA estão perdendo a Guerra ao Terror

 

Não sou eu o autor da frase, mas 100 experts de ambos os lados do espectro político, democratas, republicanos, conservadores, liberais. É o novo "Ídice do Terror"", tema de meu programa de hoje no UOL News.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h05
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O que o leitor quer X o que a imprensa publica

 

O Pew Reasearch Center soltou seu levantamento mensal do que o leitor/internauta/espectador desejou mais saber a respeito e qual o espaço dedicao pelos órgãos de imprensa ao assunto. Veja como diferem (o que me lembra as palavras de Andrew Keen sobre o "culto aos amadores"):

Figure



Escrito por Sérgio Dávila às 21h44
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E da "Barbie Bandida", já ouviu falar?

 

Os EUA também têm sua Kelly Santos. É a "Bandit Barbie", de 19 anos, acusada de roubar US$ 10 mil do Bank of America. Heather Johnston teria participado da ação de fevereiro com uma amiga de 22 anos --e aguarda decisão do juiz sobre seu destino. Veja o vídeo em que elas aparecem em ação, tirado da câmera de segurança, no YouTube. No melhor estilo "Simple Life" encontra "Cops".

art.heather.jpg

 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h42
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Já ouviu falar de "elite speaking"?

 

É reportagem de hoje do Wall Street Journal, como muitos internautas se comunicam online. O jornalista escreveu duas versões do texto:

Shakespeare Would Like Leet, Scholar Says
$H4Ke5P3@Re W0ulD L1k3 L33t, $cH0L4r $@y5


 

Below are side-by-side comparisons of an interview with a Shakespeare scholar about the online slang sometimes called "elite speak," or leetspeak, often written as l33t5p34k, with one side in English and one in leetspeek. (See related article.)



By CHRISTOPHER RHOADS

Though Gail Kern Paster, the director of the Folger
Shakespeare Library in Washington, has some misgivings about the rise of Internet slang such as leetspeak, she thinks
Shakespeare would applaud it.

As a professor of Shakespeare at George Washington
University for 27 years before taking her current job in 2002,
she says she was "a stickler" for proper English. During
a recent trip to New York, Ms. Paster saw a message
on a large banner with an incorrect apostrophe that "bothered
me terribly," she says.

Nevertheless, she thinks Shakespeare would approve of
leetspeak. "He would say, 'Bring it on, absolutely,'" she says.

The reason is that Shakespeare introduced countless new
words and expressions into the English language through his
plays, she says. "The issue of correctness didn't bother him," she says. "He loved to play with language."

A difference between Shakespeare's time in the late 16th and
early 17th centuries and today is that rules on grammar,
spelling and syntax had not yet been codified. Through the rise
of newspapers and other periodicals, printed English was only just becoming mainstream during that period. As a result,
there were fewer obstacles to making up words and
expressions, she says.

A similarity between now and then, however, is that cultural
developments and technological advances created a need
for new words. The computer revolution required vocabulary,
such as "logging in," and "Web site." The rise of theater and
the printed word during Shakespeare's lifetime likewise
pushed the English language in new directions, she says.

Nevertheless, some forms of leetspeak may just be laziness,
which is not acceptable, warns Ms. Paster. "There is a
distinction between creating new words and a collapse of
standards," she says.


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ph0r New wOrD5. tH3 CompUt3r ReV0LuTi0n reKW1ReD VOC@Bul4rY,
$uCh a5 "L09giNg 1N," AND "w38 5iT3." +Eh R1s3 OPH +H34t3r 4Nd
+3H PRIN+3D w0rd dUR1N9 5H@Ke5P3@r3�5 L1phEt1M3 likeWiS3
PU$HeD +He eNgl15H l4N9U49E in n3w d1reCtiON$, 5h3 5@Y5.

NeVeRThele$$, $Ome f0rm$ OF l33t5P34k m4y ju$T b3 L4ZiNE$5,
WHicH 15 nO+ @cc3pt48L3, w@rn5 M5. p@5T3r. "THerE 15 4
d15T1nc+1oN 83+weEN CR34+1nG neW woRD5 4ND 4 C0Ll4p53 oPh
$+4Nd@rD$," 5H3 $@Y5.


Write to Christopher Rhoads at christopher.rhoads@wsj.com



Escrito por Sérgio Dávila às 01h32
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"Macunaíma" está no Festival de Cinema de Nova York

 

Acabou de sair a lista dos filmes a ser exibidos na 45a edição do New York Film Festival. Entre as 28 premieres nos EUA, quase um dream team:

The Darjeeling Limited, o novo do grande Wes Anderson, com Owen Wilson, Adrien Brody, Jason Schwartzman e Anjelica Huston, sobre três irmãos em viagem espiritual pela Índia, abre o evento, que segue com o novo dos irmãos Coen, No Country for Old Men, filmado em Marfa, Texas, como já contei aqui. A adaptação para o cinema da deliciosa HQ Persépolis, sobre as aventuras da iraniana Marjane Satrapi em seu país-natal quando criança, fecha o festival.

Além disso, há os novos de Gus Van Sant (Paranoid Park), Todd Haynes (I'm Not There, sobre Bob Dylan), Sidney Lumet (Before the Devil Knows You’re Dead, thriller com Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke, Albert Finney and Marisa Tomei) e Brian De Palma (Redacted, sobre a Guerra do Iraque). De quebra, o que promete ser a "versão definitiva" de Blade Runner, que já teve várias versões definitivas...

E o Brasil aparece numa mostra paralela, com Joaquim Pedro de Andrade. Do diretor cinema-novista serão exibidos Macunaíma, O Padre e a Moça, entre outros, na mostra "Tropical Analysis: The Films of Joaquim Pedro de Andrade". O festival vai de 28 de setembro a 14 de outubro, em Nova York.

O trio principal de The Darjeeling Limited



Escrito por Sérgio Dávila às 11h36
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A propósito dos 80 anos de Sacco & Vanzetti

 

Na quarta-feira, o "Wall Street Journal" trouxe a notícia de que o governo norte-americano liberará o uso ou tornará mais fácil o acesso às imagens de satélite para o combate ao terror também nos Estados Unidos. Sabe aquelas cenas que você vê nos implausíveis filmes de ação ou na série "24 Horas", em que um burocrata sentado numa sala em Washington observa até as rugas do suposto malfeitor, antes de algum milico dar o o.k. e a coisa toda acabar em fumaça, geralmente num país com camelos?

Pois é, segundo o diário econômico, a idéia de Bush é trazer a "tecnologia" para o terreno doméstico.

Enquanto o presidente republicano e seu vice rasputinesco encontram maneiras de tornar menos tediosos os 17 meses que ainda têm pela frente naquele endereço da avenida Pensilvânia e aproveitam para minar ainda mais o que resta de direitos civis e privacidade no país que comandam, vale a pena lembrar de um caso que completa 80 anos nesta quinta-feira.

Levou milhares em vários lugares do mundo a sair às ruas para protestar contra o sistema judicial norte-americano e o preconceito do governo contra imigrantes, décadas antes de Guantánamo, das comissões militares e da construção do muro na fronteira mexicana. Segundo lembra o autor Bruce Watson, franceses tentaram invadir a embaixada norte-americana e houve confusão de São Paulo a Londres.

Invasão do Iraque? Escândalo de Abu Ghraib?

Não. No dia 23 de agosto de 1927, os imigrantes italianos Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti eram executados na cadeira elétrica em Massachusetts, depois de condenados pelo roubo seguido de morte de duas pessoas, num processo cheio de dúvidas e falhas, e de ter o perdão recusado pelo presidente -anarquistas, os dois teriam praticado o crime para usar o dinheiro na "revolução do proletariado".

Sacco & Vanzetti depois virariam tema de centenas de teses sobre a perigosa submissão temporária do Judiciário ao Executivo, além de livros e filmes -entre eles o longa de Giuliano Montaldo, de 1971, com, respectivamente, Riccardo Cucciolla e Gian Maria Volontè nos papéis principais, que o Cineclube do Bexiga mostrava a nós, alunos da PUC, em sessões matinais aos sábados.

O livro de Watson, "Sacco e Vanzetti - The Men, the Murders, and the Judgment of Mankind" ("Os Homens, os Assassinos e o Julgamento da Humanidade", Viking, recém-lançado), acrescenta pouco ao que já se sabe da história, além de reforçar que as provas do caso não permitiam assegurar que a dupla participou da ação ou mesmo quem estava na cena do crime ou disparou os tiros. Sua vantagem é relembrar uma história que encontra ressonância nos Estados Unidos de hoje.

O ponto de união é o medo, estimulado pelo governo então como agora, que facilmente evolui para o preconceito e para a perda da razão. Sacco & Vanzetti simpatizavam com as idéias do anarquista italiano Luigi Galleani, que, antes de ser deportado, defendia a revolução violenta (chegava mesmo a ensinar a fazer bombas caseiras no panfleto "Cronaca Sovversiva") e cujos seguidores planejaram o assassinato em série de personalidades norte-americanas. Isso é o que se sabe da dupla com certeza.

Daí à cadeira elétrica, no entanto, há um salto que não deveria acontecer de novo, com ou sem satélite.

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Há outras leituras do episódio, como a do resenhista do diário conservador Wall Street Journal, que resenha o livro de Watson na edição de ontem.

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E há outro Sacco no noticiário, o excelente quadrinhista que foi tema do Mais! de hoje (recomendo todas as graphic novels dele, que você encontra aqui.

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Último PS: Por falar em prisões com julgamento falho (ou sem julgamento, ponto), recomendo a leitura da entrevista que Moazzam Begg dá á colega Natalia Viana na Folha de hoje. Begg é um dos ex-detentos de Guantánamo.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h20
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"Gays for Giuliani", o novo problema do ex-prefeito

 

Na verdade, a coalizão não existe, mas vem dando dor-de-cabeça para o ex-prefeito de Nova York e atual pré-candidato do Partido Republicano à presidência dos EUA em 2008. É o tema de meu programa dessa semana no UOL News.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h12
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Bush pode perder porta-voz

 

Continua o movimento de seus assessores mais próximos rumo à porta da sáida, mesmo faltando 17 meses para o presidente George W. Bush deixar o cargo --e entrar para a história... Na quarta, falando ao programa do conservador Hugh Hewitt, o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, deu a entender que ele deve ser o próximo a sair. Citou razões financeiras --embora o jornalista-estrela também esteja com recidiva de um câncer problemático. E falou que "se pode esperar" outros pedidos de demissão no próximo mês.

Até agora, nenhuma palavra de Dick Cheney...



Escrito por Sérgio Dávila às 12h07
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"House", o seriado, ganha trilha sonora

Os fãs de "House", com o fim de "Sopranos" possivelmente a melhor série na TV hoje em dia, devem ter percebido que há mais do que diálogos inteligentes no ar: a trilha sonora é muito bem-cuidada, por influência também do ator principal, o comediante britânico Hugh Laurie, ele próprio um músico amador.

Parecia natural lançar uma trilha sonora da série. É o que acontece no dia 18 de setembro. A lista é ótima, da regravação de Elvis Costello para a "Beautiful" de Christina Aguilera à regravação de "You Can't Always Get What You Want", dos Stones, pela Band From TV. Que banda é essa? Greg Grunberg ("Heroes), James Denton ("Desperate Housewives"), Bonnie Somerville ("Cashmere Mafia"), Bob Guiney ("The Bachelor") e Dr. House-ele-mesmo no piano...

A lista: 

1. Massive Attack - Teardrop *
2. Gomez - See The World
3. Jon Clearly & The Absolute Monster Gentleman - Got To Be More Careful
4. Ben Harper - Waiting On An Angel
5. Michael Penn - Walter Reed
6. Elvis Costello - Beautiful **
7. Joe Cocker - Feelin' Alright
8. Sarah McLachlan - Dear God
9. Josh Rouse - God, Please Let Me Go Back
10. Lucinda Williams - Are You Alright?
11. Josh Ritter - Good Man
12. Band From TV - You Can't Always Get What You Want **

* só nos EUA

** inéditas

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h57
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E do "Blelvis", ninguém fala nada?

 

Tudo bem, o mundo homenageia o trigésimo aniversário da morte de Elvis Presley, hoje. Mas e de Blelvis, ninguém fala nada? Quem mora em Washington DC já conhece o Elvis Preto (daí Blelvis, Black Elvis), que canta por trocados nas filas dos shows e das peças e em Dupont Circle. Ele diz conhecer todas as 1.112 músicas gravadas pelo cantor de cor. Letra e música. Não gosta de ser chamado de imitador, mas de "elvisologista". E afirma que veio da melhor "nation" que existe, a "donation". Os dois nasceram no mesmo dia, 8 de janeiro, mas Blelvis fará 42 anos no ano que vem. Veja ele cantando "Song of the Shrimp" e "Yoga is as Yoga Does" no YouTube.

E Blelvis em ação, em foto do Washington Post



Escrito por Sérgio Dávila às 16h38
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Filha de Bush está noiva de ex-ajudante de guru

 

É complicado, pero no mucho. Jenna, a mais cheinha das gêmeas Bush, está noiva desde ontem de Henry Hager. Quem? Ele foi assistente de Karl Rove, o principal estrategista político do presidente, que anteontem pediu demissão da Casa Branca. Aquele que tinha o apelido de "cérebro de Bush". A manchete deveria ser: FILHA DE BUSH NOIVA DE EX-ASSESSOR DE EX-CÉREBRO DO PAI. Mas prefiro como noticiou um jornalão daqui: "O presidente Bush, que até então era o único macho da Casa Branca, com a possível exceção do cachorro Barney..."

Os dois dançando "lambada", segundo um site dedicado às gêmeas, e outras cenas de ambos

Jenna with Henry Hager

E o comunicado oficial:

STATEMENT BY PRESS SECRETARY SALLY MCDONOUGH

 

President and Mrs. George W. Bush are happy to announce the engagement of their daughter, Jenna Bush, to Mr. Henry Hager, son of the Honorable and Mrs. John H. Hager of Richmond, Virginia.  Miss Bush and Mr. Hager became engaged Wednesday, August 15, 2007. 

No wedding date has been set.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h23
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