EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Você é uma "rainha do carma"?

Já ouviu falar das "rainhas do carma"? E dos "e-litistas"? Os "muçulmanos moderados"? Que tal as "mães que praticam arco-e-flecha"? Esse são alguns dos recém-detectados microgrupos sociais norte-americanos, pessoas com hábitos e comportamentos similares que representem pelo menos 1% da população dos EUA -nada desprezíveis 3 milhões de almas.

A pulverização da sociedade norte-americana em milhares de subgrupos não é novidade. O fenômeno já foi tratado pelo livro "A Cauda Longa", de Chris Anderson, constatado pela última capa da revista "Time", de 2006, que escolheu "você" como a "personalidade do ano", e pode ser comprovado diariamente em sites como o YouTube. Há cada vez menos "campeões de audiência", eventos e fatos que chamam a atenção da maioria da população ao mesmo tempo agora.

O problema é que uma eleição presidencial é, por princípio, um evento "campeão de audiência": ou a maioria decide por um nome ou não há eleito. Mas não há mais maioria identificável. Os dois partidos majoritários norte-americanos são tão cheios de facções e nuanças que a qualquer momento poderiam explodir em 20 agremiações diferentes. Há democratas antiaborto e pró-armas. Há republicanos antiguerra e pró-união civil gay. Seus eleitores, obviamente, refletem essa pulverização.

Como falar com essa gente ao mesmo tempo? Eis o verdadeiro desafio dos candidatos à sucessão de Bush.

A resposta é pulverizar a mensagem, defendem dois livros recém-lançados aqui, "Microtrends - The Small Forces Behind Tomorrow's Big Changes" (Microtendências - As Pequenas Forças por Trás das Grandes Mudanças do Futuro, editora Twelve) e "Karma Queens, Geek Gods & Innerpreneurs" (McGraw-Hill), que tira o título de três tribos recém-identificadas, sobre as quais já falarei.

O co-autor do primeiro é Mark Penn, da Burson-Marsteller e conselheiro para assuntos de pesquisa de Hillary Clinton. Ele foi o inventor da expressão "soccer moms", literalmente "mães do futebol", que identificava as donas-de-casa que vivem em função de levar e trazer os filhos a suas múltiplas atividades -principalmente futebol, esporte de meninas aqui nos EUA. Penn acredita que elas decidiram várias eleições, principalmente a que deu a segunda vitória a Bill Clinton em 1996.

Pois as mães de 1996 envelheceram e, hoje, com os filhos já na faculdade, dedicam-se a preencher o tempo com causas sociais e esportes exóticos -entre eles, o arco-e-flecha, o quarto esporte que mais cresce nos EUA hoje, daí a expressão ("mães do arco-e-flecha"), sugerida por um jornalista. O pesquisador cataloga 75 novos grupos, seguindo aquele pré-requisito de que representem pelo menos 1% do país. E diz que os candidatos devem estar atentos a eles. Um deles é justamente o dos "muçulmanos moderados", um dos grupos que mais vota nos EUA hoje (82%).

O segundo livro é tão sério quanto, mas mais divertido, pois gasta mais tempo inventando termos. Seu autor é Ron Rentel, da empresa de tendências e marketing Consumer Eyes, de Nova York. Ele detecta, separa e batiza o que chama de "consumidores do século 21".

Há as "karma queens", "rainhas do carma", termo que designa que designa mulheres preocupadas com alimentação orgânica e praticantes de ioga.

Os "e-litistas", jovens endinheirados do pontocom que se preocupam com o ambiente (o "e" vem de "enviroment", ambiente em inglês). Os "geek gods", um trocadilho com "greek gods", deuses gregos, sendo "geek" um primo menos pejorativo do "nerd", o que define os jovens fissurados por novidades tecnológicas. Os "pais de jeans" ("denim-dads"), para quem a vida familiar é mais importante que o sucesso profissional. Os "empresários-internos" ("innerpreneurs"), autônomos criativos. E outros.

Senhores candidatos, conheçam seus futuros eleitores.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h19
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Bush celebra o Yom Kippur

 

Yom Kippur, 5768

 

 

For it is a Day of Atonement, on which expiation is made on your behalf before the LORD your God.  – Leviticus 23:28

 

On Yom Kippur, the holiest day of the Jewish year, the faithful leave behind their daily concerns and gather together to draw near to God.  This day is a time when Jews everywhere reflect on their lives, seek forgiveness, and find solace in God's merciful nature.

 

The Shofar's call signals our recommitment to our Creator and to each other.  In the year ahead, may we all be reminded of the Almighty's steadfast love for His children and achieve the peace we all seek.

 

Laura and I send our best wishes for a blessed Yom Kippur.

 

 

GEORGE W. BUSH



Escrito por Sérgio Dávila às 16h49
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Sai nova nota de US$ 5

 

Mais difícil de falsificar, começa a circular em 2008. Na seqüência, será a de US$ 100 --e, com as novas de US$ 10, US$ 20 e US$ 50 já em circulação, fica faltando só a de US$ 1 para completar o botox das verdinhas. Se demorar muito, e o dólar continuar se desvalorizando assim, pode nem acontecer...

Portrait and Vignette



Escrito por Sérgio Dávila às 10h46
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Esqueça o Fed -- o que diz se a economia vai bem é a altura da saia

 

Com a decisão do Fed de baixar a taxa básica de juros da economia americana em meio ponto percentual, volta à tona a "Teoria da Barra das Saias", segundo a qual quanto mais altas as saias, maior o valor das ações na Bolsa de Nova York; e vice-versa. A tese, nunca amparada por nenhum acadêmico, não costuma falhar.

A ver: nos últimos dias, desde a crise do "subprime", os papéis caíam nos EUA; pois na semana de moda de Nova York, os estilistas apresentaram modelos que em geral vão até o joelho. Nos anos 20, a Queda de 1929 interrompeu a subida das saias --e remoralizou o ambiente. Nos anos 60, a popularização da minissaia foi acompanhada por um período inédito de alta nas ações. Nos anos 70, o advento da maxissaia acompanhou aa crise do petróleo, que derrubou bolsas no mundo inteiro.

E no Brasil?

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h17
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Ouça O.J. Simpson no suposto assalto

 

O site TMZ, especializado em celebridades e fofocas, colocou no ar uma gravação do que seria o assalto de que participou o ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson na semana passada num hotel em Las Vegas. O.J. (se você vive na Terra desde pelo menos a década de 90 deve saber que já teve um probleminha com a lei) teria invadido o quarto de um ex-amigo, acompanhado de homens armados, e "recuperado" alguns itens que o tal amigo vendia e que ele, O.J, dizia que pertenciam a ele.

Tudo na condicional, pois nada foi provado ainda. Mas vale ouvir, aqui.

Click to play!

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h54
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Ah, se Bush tivesse lido apenas mais um livrinho...

 

George W. Bush se gaba de ler pelo menos cem livros por ano (insira sua própria piada aqui; não vale aquela dos livros de colorir). Se o presidente norte-americano tivesse lido um livrete de apenas 44 páginas, escrito em 1943, o mundo seria melhor. É "Instructions for American Servicemen in Iraq During World War II" (Instruções para os soldados americanos no Iraque durante a Segunda Guerra Mundial).

O manual foi feito pelo Exército norte-americano e distribuído aos recrutas que foram despachados para aquele país naquele ano para ajudar os britânicos a manter os nazistas afastados. Na geopolítica de então, o Iraque era uma ligação entre a Europa e a Índia cobiçada pelo Eixo -ou, como explica o livro em linguagem pré-politicamente correto e com aquele tom das narrações dos cinejornais da época, "uma estrada que Hitler ESPERA usar para poder abraçar seus aliados traidores, os Japas".

Redescoberto há pouco, foi relançado pela editora da Universidade de Chicago e chegou às minhas mãos como presente de um casal amigo. Seu interesse vai além do pitoresco-arqueológico -apesar de esse aspecto sozinho já valer a leitura: no capítulo sobre "as mulheres muçulmanas", por exemplo, o autor anônimo não poderia ser mais direto ao avisar a tigrada para "não cantar nenhuma mulher muçulmana ou haverá problema. Além do mais, isso [a cantada] não o levaria a lugar algum. As prostitutas não trabalham nas ruas, mas vivem em bairros especiais nas cidades".

Mas o principal é seu valor como documento de que, seis décadas depois, o mais poderoso Exército da Terra continua tão mal informado sobre os países que invade quanto aqueles pracinhas dos anos 40 antes de embarcar. Leia o terceiro parágrafo do primeiro capítulo:

"O sucesso ou o fracasso americano no Iraque podem muito bem depender de se os iraquianos (como o povo é chamado) gostam dos soldados americanos ou não. Pode não ser tão simples assim. Mas pode muito bem ser".

Como sabemos, em abril de 2003, os iraquianos gostavam dos soldados americanos -não a ponto de recebê-los com flores, como previu Dick Cheney, mas a maioria era grata pela derrubada de uma ditadura sangrenta. Poucas semanas foram necessárias para que esse saldo de boa vontade se transformasse sucessivamente em espanto (com o despreparo para lidar com o país conquistado), raiva (da arrogância que foi todo o período imediatamente pós-guerra) e violência.

"Aquele homem alto de túnica que você vai ver em breve, com a barba e o cabelo compridos, é um soldado de primeira classe, altamente qualificado em assuntos de guerrilha", diz outro trecho. "Poucos soldados no mundo, na verdade, são superiores a ele nesse tipo de situação. Se ele é seu amigo, pode ser um aliado valioso e leal. Se ele por acaso virar seu inimigo, cuidado! Lembra-se de Lawrence da Arábia? Bem, foi com homens como esses que ele fez história na Primeira Guerra Mundial."

Como escreve o tenente-coronel John A. Nagl no prefácio da nova edição, "como eu queria ter lido esse livro antes de iniciar meu engajamento de um ano na província de Al Anbar no final de 2003!"

Queríamos todos.

[jacket image]


 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h12
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O andar de Yoko Ono visto do Strawberry Fields

 

Não, ela não se deixou ser fotografada --ou fazer fotos de sua coleção de arte, valiosa. Como consolação, fiz da fachada do prédio na saída. Para variar, dezenas de fãs na porta da entrada, na esquina da 72 com a Central Park West e no Strawberry Fields, no Central Park. Essa é uma constante a qualquer dia do ano e com qualquer temperatura.

O EDIFÍCIO DAKOTA (o andar dela é o sétimo inteiro, o da varanda de fora a fora; o quarto dela são as janelas debaixo das janelas verdes, no centro; a "sala branca", onde fica o piano branco, é na esquina, com vista para a rua e para o parque)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h22
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Yoko Ono quer andar a pé em SP

 

Yoko Ono, a quem entrevistei em Nova York, fez apenas três exigências para a produção de sua retrospectiva, que abre dia 10 de novembro no Centro Cultural Banco do Brasil: ficar em um hotel em que possa sair para andar a pé pela cidade, ter um carro à disposição (não especificou modelo nem se deve ser blindado) e mais dois músicos, para uma das performances que pretende fazer.

A princípio, seu filho Sean iria com ela --mas problemas de agenda cancelaram a idéia antes de ela tomar corpo. Na retrospectiva, estará a obra que fez com que a artista conhecesse seu futuro marido, o então Beatle John Lennon. É a "Ceiling Painting (YES Painting), de 1966, que você vê abaixo e sobre a qual lê detalhes aqui:

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h15
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