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VOTAÇÃO
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Hillary patrocina legislação sobre etanol que pode beneficiar parceiro de Bill

 

É o que diz a edição de hoje do New York Times. Em resumo:

* Bill Clinton é conselheiro da Yucaipa Companies, que investe em energia limpa e combustível a partir de etanol;

* o fundador da Yucaipa é Vinod Khosla, amigo dos Clinton e grande doador da campanha da ex-primeira-dama;

* no Congresso, a senadora patrocinou legislação que pode beneficiar potencialmente a Yucaipa, diz o New York Times

* uma das empresas em que a Yucaipa investe é a Brazilian Renewable Energy Company (Brenco), criada pelo ex-presidente da Petrobras Henri Philippe Reichstul, como contava Ricardo Balthazar, do Valor, em reportagem de julho do ano passado

* segundo estimativa pública feita por Hillary no ano passado, Bill investiu entre US$ 15 mil e US$ 50 mil na Brenco.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 03h01
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Novo correspondente do NYTimes no Brasil cometeu plágio, diz revista eletrônica

 

O novo correspondente do "New York Times" no Brasil plagiou duas passagens de uma reportagem publicada no "Miami Herald", afirma a revista eletrônica Slate, em denúncia depois confirmada pela editora-executiva do jornal nova-iorquino.

O trecho publicado em 12 de agosto de 2006 pelo Miami Herald:

Paco is highly addictive because its effect is so short—a couple of minutes—and so intense that many users resort to smoking 20 to 50 cigarettes a day to try to make its effects linger. ...

Paco is even more toxic than crack cocaine because it is made mostly of solvents and chemicals, with just a dab of cocaine, said Jim Hall, executive director of Up Front Drug Information Center, a Miami nonprofit that has been tracking cocaine abuse for more than two decades.

O publicado pelo Times no dia 23 de fevereiro de 2008:

Paco is highly addictive because its high lasts just a few minutes—and is so intense that many users smoke 20 to 50 paco cigarettes a day to try to make its effects linger. Paco is even more toxic than crack cocaine because it is made mostly of solvents and chemicals like kerosene, with just a dab of cocaine, Argentine and Brazilian drug enforcement officials said.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 02h48
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"Hillary" e "Obama" no Saturday Night Live

 

Quer sabe a que Hillary Clinton se referia quando mandou a imprensa assistir ao "Saturday Night Live"? Veja aqui o quadro de abertura do programa mais recente, que ironiza o suposto favoritismo da imprensa local em relação a Obama.

"Obama" (Fred Armisen) e "Hillary" (Amy Poheler) durante o "debate" do SNL



Escrito por Sérgio Dávila às 17h28
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NYTimes estréia blog de Bagdá

 

O jornal norte-americano estreou hoje seu blog feito pela equipe de repóreteres em Bagdá. O Times tem 1.332 jornalistas, que consomem US$ 200 milhões por ano em salários. Desse total, US$ 3 milhões vão apenas para a manutenção da operação no Iraque. O melhor post do dia é um vídeo feito na chegada do repórter Eric Owles, em janeiro desse ano. Guiado por Stephen Farrell, ele sobe ao topo de edifícios para ter uma melhor noção da cidade.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h55
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Os que vivem em função da morte de Fidel


Um dos mais animados da turma de dezenas de cubanos expatriados e sua prole nessa noite é Santiago Portal, que se apresenta como um escritor de 62 anos, os últimos 40 em Miami. Ele veste smoking, cartola, sapatos e luvas brancos, usa uma rosa encarnada na lapela e uma gravata borboleta da mesma cor. Carrega um cartaz, bilíngüe e reversível, com dizeres anticastristas.

De um lado, lê-se "Yo no apoyo al marica Raul, tirano interino y terrorista"; do outro, "Murió Fidel -is dead-, yo quiero el cambio", ambos auto-explicativos. Alguém questiona como o primeiro-irmão pode ser "marica" (o sentido é o mesmo em espanhol e português) se está casado há anos. "Com um travesti", decreta Portal. Civilidade e sutileza não parecem ser o forte da comunidade cubano-americana de Miami.

Particularmente a que se desabala de suas casas e vai à calle Ocho a cada notícia que chega da ilha, tão próxima daqui, a 145 km, que alguns cubanos dizem sentir o cheiro de casa dependendo da direção do vento. Estamos na rua Oito do centro de Miami, no estacionamento do restaurante Versailles, tipo de prefeitura informal da região conhecida como Little Havana, palco natural dessas manifestações.

Mas há que se relevar. Mesmo os nascidos aqui se sentem exilados em sua própria casa, sonhando com o dia em que voltarão para Havana ou Santiago e entrarão nas residências e negócios tomados pela revolução. Embalados pelo "café con leche" e os "pastelitos" recheados de goiaba, que saem de uma das janelas do restaurante em ritmo industrial, velhos e novos conhecidos se reencontram.

Embora sejam menos hoje, na noite do dia em que Fidel anunciou sua renúncia, são ardorosos, cada um com sua causa. O corretor de imóveis Raimundo Couret, 71, há 41 aqui, boné com desenho do Mickey Mouse, acha que a culpa da longevidade de Fidel é da China. A dona-de-casa Dotty Vazquez, 55, em Miami desde os sete, torce para que um dia possa mostrar às duas filhas o lugar onde nasceu.

A uni-los, uma espécie de sebastianismo ao contrário. Diferentemente dos que esperavam pela volta de d. Sebastião (1554-1578) e com ele a restauração da glória de Portugal, mesmo séculos depois da morte de ambos, os anticastristas vivem em função de esperar a morte de Fidel -que, como a ressurreição do desaparecido rei lusitano, teima em nunca chegar.

A realidade não é moeda corrente na calle Ocho. "Os mortos não renunciam", berra Rogério Peraza Rico, 42, há seis nos EUA. "Fidel está morto há 18 meses." Ele se apresenta como ex-diretor de uma ONG de direitos humanos em Cuba. Diz que foi preso, fugiu e pediu asilo a 24 embaixadas em Havana, inclusive a brasileira, antes de conseguir se exilar. A teoria conspiratória é repetida por outros.

Logo chega um vendedor de bandeiras de Cuba, US$ 2 cada uma. Mais um pouco, outro comerciante, de cintos de couro, usando um boné com os dizeres "Jesus is my boss", atravessa a calçada fazendo o gesto de degola e dizendo "El hombre ya está muerto". Por fim, baixa a polícia, por conta de reclamação de motoristas com o assédio dos mais exaltados, que já tomam parte da rua.

"Por favor, voltem para a calçada", diz um dos guardas, em inglês. Na terceira vez, trai-se, disparando a frase em espanhol com sotaque cubano, em que as consoantes são engolidas -"cubano", por exemplo, vira "uão". Todos obedecem. Mas o controle dura pouco. Perto das 22h desembarca um trio de mariachis. "No dia em que Fidel morrer mesmo, a festa durará duas semanas", promete Dotty, sorrindo.


 




Escrito por Sérgio Dávila às 22h31
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Obama e Gil - separados no nascimento?

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h02
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Joga pedra no Obama! - a guerra suja continua

 

No sábado, a campanha de Obama continuou distribuindo folhetos que exageram o alcance do plano de saúde universal de Hillary Clinton, sugerindo que será obrigatório para todos, mesmo quem não tem dinheiro, o que levou a senadora a dizer: "Você deveria ter vergonha, Obama!"

Hoje, foi a vez de a campanha de Hillary contra-atacar, divulgando foto em que o senador aparece vestindo um típico traje da Somália --o que não seria condizente com um futuro presidente dos EUA. Está ficando engraçado o mar de lama democrata...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h19
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E a noite é dos Coen, por Rita Castro-Alves

 

Os diferentões de Hollywood, responsáveis por algumas das melhores surpresas dos últimos 25 anos do cinema americano, levam melhor filme e melhor diretor. Joel e Ethan Coen, de 47 e 44 anos respectivamente, são os grandes vencedores do 80o Oscar com o western violentíssimo e genial Onde os Fracos Não Tem Vez. Quem não tiver assistido ainda, que corra para o cinema (mas, no caminho, não perca os outros grandes filmes da temporada: Sangue Negro, Na Natureza Selvagem, Conduta de Risco e Juno -- se este foi um ano péssimo para a cerimônia do Oscar, 2007 foi um grande ano para o cinema). 

Câmbio e desligo.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h51
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Só podia ser Day-Lewis, Por Rita Castro-Alves

 

Além do Oscar de melhor ator ser merecidíssimo, o que foi simpático o Daniel Day-Lewis dar um beijo no rosto do George Clooney (que concorria com ele, e tb mereceria um Oscar por Conduta de Risco) no caminho para o palco, ajoelhar aos pés de Hellen Mirren e mencionar sua mulher atual, Rebecca Miller, e seus três filhos no discurso de agradecimento (dois são filhos do casal, um é fruto do namoro dele com Isabelle Adjani)? Fora as duas argolas, uma em cada orelha, somadas ao smoking tradicional, o cabelo desgrenhado e a voz anasalada na medida certa. Sim, há páreo para George Clooney. A vida é dura...



Escrito por Sérgio Dávila às 00h43
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Tom Hanks encaixa referência a Obama, por RC-A

 

Foi discreto, no meio da apresentação dos concorrentes a melhor documentário longa, que ele leu a palavra "hope" (esperança), o moto da campanha de Barack Obama, e Tom Hanks fez a tirada --"Esperança, finalmente"-- que entregou seu voto. De resto, achei de gosto duvidoso a apresentação dos documentários curtos por soldados em Bagdá. Tudo bem que o governo dos EUA acha que a guerra é um espetáculo, mas não será um desrespeito com os milhares de civis iraquianos mortos?



Escrito por Sérgio Dávila às 00h21
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E viva a gentileza, por RC-A

 

Se ele não é assim um... Jerry Seinfeld, Jon Stewart está dando um banho na Ellen DeGeneres, apresentadora do ano passado. Ele tem um dos programas de sátira política mais legais da TV americana e acaba de ganhar um Oscar de gentileza pelo gesto com a vencedora de música original (Falling Slowly, do filme Once --obrigado aos internautas que apontaram o erro), que foi bruscamente interrompida pela orquestra invisível.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h02
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Finalmente alguma graça, por RC-A

 

John Travolta fazendo uma dancinha e emendando o anúncio de melhor música foi sem dúvida um dos melhores momentos da cerimônia. Finalmente alguém pensou em alguma coisa divertida para a festa mais sem charme dos últimos 80 anos -- e juro que o fato de O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias não ter sido indicado a melhor filme estrangeiro não bloqueou meu julgamento. E para quem não tem como fugir da dublagem, só posso dizer que "this too shall pass".

(Ah, e Piaf é ruim, fazer o quê? A história dela é ótima, a atriz é incrível, as músicas são lindas, mas o filme é mal dirigido e mal editado.)



Escrito por Sérgio Dávila às 23h55
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Eu protesto! Por RC-A

 

O filme do Sean Penn, Na Natureza Selvagem (Into the Wild), um dos melhores do ano passado, foi indicado a apenas dois Oscars, o que já é uma injustiça. E perdeu os dois -- o de ator coadjuvante, e o de edição -- o que é o fim do mundo! O filme é maravilhoso, vá ver e entre na turma dos fãs ardorosos. Ah, e depois leia o livro, compre o CD do Eddie Vedder e aí, sim, vai entender a dimensão da minha raiva.



Escrito por Sérgio Dávila às 23h33
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Filme ruim, atriz boa, por RC-A

 

Isso resume o Oscar de melhor atriz: mulher bonita que fica feia na tela leva o prêmio. Marion Cotillard está muito bem no papel-título da cinebiografia Piaf, que é bem ruizninha.

E repare na tendência United Oscars of Beneton: dos treze Oscars dados até agora, os não-americanos levaram boa parte.



Escrito por Sérgio Dávila às 23h18
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O Oscar de pior cerimônia vai para..., por RC-A

 

O Oscar desse ano. Não vi todos  os outros 79, mas esse deve estar fácil entre os dez piores. De novo, a greve dos roteiristas não ajudou --e acabou poucos dias atrás--, mas mesmo assim. Nem aplaudindo direito as pessoas estão. E cadê aquelas retrospectivas maravilhosas que são a marca registrada do Oscar? Nos oitenta anos?

Ah, para quem está chegando agora, sou Rita Castro-Alves, enviada do blog ao mundo pop.



Escrito por Sérgio Dávila às 23h09
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Aberta a temporada de prêmios para Onde os Fracos Não Têm Vez, por RC-A

 

Joel e Ethan Coen exibiram a esquisitice que lhes é característica no agradecimento ao prêmio de melhor roteiro adaptado. A propósito, este é o primeiro filme da dupla em que o roteiro não foi totalmente inventado por eles. E virou um dos melhores filmes do ano, feito pela dupla que ganhou o prêmio máximo da primeira edição do primeiro Sundance Film Festival, com o primeiro filme deles, Blood Simple. Agora, no 80o Oscar, eles chegam com uma obra-prima, que deve levar algumas das estatuetas mais importantes da noite ao lado de Sangue Negro, dirigido por Paul Thomas Anderson.

(Agradeço aos internautas que lembraram de Matadores de Velhinhas, que não deixa de ser uma adaptação, embora tecnicamente seja uma refilmagem, já que o filme original é de 1955.)



Escrito por Sérgio Dávila às 22h54
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Viva Tilda Viva Tilda Viva Tilda, por RC-A

 

A mais linda, a mais talentosa, a mais diferentona, o melhor papel, do melhor filme. Grande prêmio, finalmente --Tilda Swinton, melhor atriz coadjuvante, por Conduta de Risco! Aliás, retiro o post sobre a bola fora, logo abaixo. Erramos todos.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h40
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Ah, ufa, o Jerry Seinfeld, por RC-A

 

Ia ser muita falta de graça não ter nem sombra do melhor comediante da TV na festa máxima do cinema, bem no ano seguinte ao que o filme dele entrou em cartaz. E o Bee Movie era tão divertido, incrível ter sido esnobado. E que pena que o Jerry não estava lá pessoalmente. Com certeza ia fazer a aparição do Owen Wilson um pouco menos deprimente...



Escrito por Sérgio Dávila às 22h35
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Thank You Mama, por RC-A

E Javier Bardem levou seu prêmio, merecidamente. Reclamou do cabelo que os irmãos Coen o fizeram usar no filme, sem razão, já que o corte coroinha fez sua atuação parecer ainda mais assustadora. E fez um discurso emocionado em espanhol, em que dedicava seu prêmio à sua mãe, Pilar Bardem, que também é atriz, assim como dois de seus irmãos. Ela é sua acompanhante esta noite. E nada de ele e da Penélope Cruz aparecerem juntos, nada de beijo na boca, nada de agradecimento, nada daquele namoro que eles tanto tentaram esconder nas praias do Brasil no reveillon...

Escrito por Sérgio Dávila às 22h24
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E a primeira bola fora do blog na noite, por RC-A

 

Esqueci do I'm Not There! Claro que a Cate Blanchett deve levar o prêmio de melhor atriz coadjuvante pelo papel que dividiu com outros cinco colegas, entre eles Heath Ledger, morto em 22 de janeiro. Os dois interpretaram versões diferentes da vida e da obra de Bob Dylan, no filme de Todd Haynes. Foi o último filme que Heath Ledger conseguiu terminar e assistir.



Escrito por Sérgio Dávila às 22h19
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Tá fraco ou é impressão?, por Rita Castro-Alves

 

A greve dos roteiristas, que durou até quarta feira da semana passada, pode ser a culpada. Ninguém escreveu nada até 10 dias atrás, aí teve que correr pra botar a premiação mais assistida do mundo do cinema de pé, bem no 80o aniversário. Sei não, parece tudo feito meio nas coxas...



Escrito por Sérgio Dávila às 22h13
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E Bee Movie????, por Rita Castro-Alves

 

Nem uma indicação valia???? Tudo bem que Ratatouille é o máximo, e que Persépolis é muito mais surpreendente, mas e Tá Dando Onda, deve alguma coisa ao longa de animação que trouxe Jerry Seinfeld de volta? Fica aqui o meu protesto. Fora que ninguém vai me convencer que ele não era uma opção até mais interessante para apresentador que o Jon Stewart...



Escrito por Sérgio Dávila às 22h00
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Primeiro prêmio da noite, por Rita Castro-Alves

 

O melhor figurino, anunciado por uma das mulheres mais lindas da atualidade, Jennifer Garner (que além de tudo está no filme mais cool da temporada, Juno), foi para Elizabeth 2, que é ruim, ruim, ruim. Deve ser o único prêmio do filme na noite. Cate Blanchett pode começar a se conformar com a alegria de ter seu terceiro filho na barriga, porque carregando um homenzinho dourado é que ela não sai do Kodak Theatre essa noite.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h51
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Duas primeiras piadas políticas da noite, por Rita Castro-Alves

 

Jon Stewart, no excelente monólogo inicial:

* Filme preferido de Hillary Clinton - Away from Her, sobre uma mulher que esquece que o marido existe

* Oscar faz 80 anos, o que o torna um candidato automático para a indicação republicana...



Escrito por Sérgio Dávila às 21h41
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Lorota boa, por Rita Castro Alves

 

Tilda Swinton, a atriz linda e chique, musa da dupla Viktor and Rolf, indicada a melhor atriz coadjuvante por Conduta de Risco (ela é a vilã, e esse é o filme incrível do George Clooney que quase ninguém viu, e devia ter sido um blockbuster), disse no tapete vermelho duas coisas que me pareceram longe da verdade: a primeira é que ela nunca, NUNCA, nem assistiu a um Oscar na vida, e vai ver a primeira vez esse ano, ao vivo, e indicada a um dos prêmios principais.

E a outra é que ela aceitou fazer o filme por causa do George Clooney, mas não por nada pessoal, apenas porque ele é um bom ator e uma boa pessoa. Yeah, right, como dizem por aqui. 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h39
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Cara de já ganhou, por Rita Castro-Alves

 

O grande Daniel Day-Lewis, acompanhado de sua mulher, Rebecca Miller (escritora, roteirista, diretora e filha de Arthur Miller), e Javier Bardem, que levou sua mãe à festa --apesar de jurar que namora com Penélope Cruz-- quase começaram a agradecer seus prêmios no tapete vermelho, antes mesmo da festa começar. Os dois são de fato os favoritos da noite em suas categorias -- Daniel como melhor ator por Sangue Negro, e Javier Bardem como coadjuvante por Onde os Fracos Não Têm Vez, e provavelmente estão por trás das interpretações mais marcantes do ano, mas ambos tem concorrência brava.

Daniel Day-Lewis vai ter que bater George Clooney em Conduta de Risco, um de seus melhores filmes, e um dos melhores do ano. E Javier Bardem vai ter que superar a atuação emocionante de Hal Holbrook, da obra-prima de Sean Penn, Natureza Selvagem, que acabou de entrar em cartaz aí no Brasil. George Clooney ganhou uma estatueta há bem pouco tempo, mas para Hal Holbrook pode ser a última chance.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h28
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Blog ao vivo do Oscar 2008

 

A partir de agora e até o final do Oscar, Rita Castro Alves, enviada especial desse blog ao mundo pop, vai blogar ao vivo do Oscar 2008. Até daqui a quatro horas e divirta-se.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h57
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Conservadores aproveitam denúncia a McCain para pedir dinheiro


Dear Fellow Conservative,

The New York Times has proven once again that the liberal mainstream media will do whatever it takes to put Senator Hillary Clinton or Barack Obama in the White House.

From the beginning of Campaign 2008, liberal media pundits have fawned over the Democrat presidential candidates while ignoring their lack of substance on the issues.  You can be certain that as the campaign heats up they will continue to mislead voters with their anti-Republican agenda.

Republicans must fight back against the mainstream media's clear liberal bias - and we need your help to do it.

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Thank you in advance for your support.

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Robert M. "Mike" Duncan
Chairman, Republican National Committee



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Escrito por Sérgio Dávila às 13h00
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Sobre a história da lobbysta amiga de McCain

 

* É esse, e não a possível escalada nos ataques de Hillary Clinton, o assunto da noite na sala de imprensa do debate da ex-primeira-dama com Barack Obama, aqui em Austin, Texas.

* O escritório de lobby para o qual Vicki Iseman trabalha tirou o currículo dela do ar, mas valeu a primeira regra universal da internet: uma vez na rede, para sempre na rede (veja abaixo).

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h36
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Uma tarde em "Hillaryland"

 

A primeira a chegar é Evonne Perfect. Dona de um site que vende produtos cuja parte da renda vai para crianças do Haiti, impossivelmente loira, ela é a típica eleitora de Hillary Clinton: branca, entre 50 e 60 anos, ativa socialmente, com atividade política reduzida, mas que na hora do aperto sai à luta por seu candidato.

E agora é a hora do aperto para sua candidata, que perde terreno para um adversário homem. Nessa tarde fria de quinta, num dos ginásios da Universidade Estadual de Ohio, em Columbus, a capital do Estado, há ela, o repórter e poucas mais. Será uma das paradas da ex-primeira-dama, que passará ainda por Cleveland, na beira do lago Eire, e Lyndhurst, em seu subúrbio, entre outros.

Aos poucos, vai chegando o que a campanha da primeira-dama chama carinhosamente de "turma do terninho" ou "irmandade" _e que os críticos apelidaram maldosamente de "turma da menopausa": mulheres que se vestem como a ex-primeira-dama, com cores escuras, se apresentam pelo primeiro nome e chamam todo o mundo de "querido" e "querida". Entram no ginásio e fazem uma roda enquanto esperam.

"O desafio é grande", começa a aposentada Rochelle. "Ele fala muito bem", emenda Debbie 1, que se recupera da quimioterapia. "Mas ela também", diz Debbie 2. "Que destino, justo os dois e justo agora", diz Susan, advogada "com parentes em São Paulo". "É mais que uma eleição, são eles [os homens] de novo contra nós", resume Melissa, cujo caçula acaba de fazer 1 ano e meio.

O sentimento da mãe recente foi traduzido em palavras por duas colunistas recentemente, com grande repercussão. Para Maureen Dowd, a mulher mais lida do "New York Times", "não estamos só na eleição mais vertiginosa de nossas vidas, mas em outro seminário nacional sobre raça e gênero que está nos mostrando quem somos enquanto decidimos o que queremos ser".

Já Elizabeth Wurtzel, autora do best-seller "Prozac Nation", escreveu no "Wall Street Journal" que essas mulheres se identificam com Hillary porque já passaram por isso: ficaram anos dando duro para, quando chega sua vez de pegar o melhor escritório da firma, "entra esse cara, esse Obamarama suingado": "As mulheres, no final, vão dizer não a isso".

E elas são maioria na tarde dessa quinta, em Columbus, como serão também na noite de sexta numa escola pública num subúrbio de Cleveland. Mas há jovens e homens, na maioria ligados a sindicatos, alguns estudantes da maior universidade do Estado, com 50 mil alunos, e negros, poucos. Um deles é Drew Carter, 24. Democrata, ele pendia para o lado de Barack Obama. Mas aí a campanha de Hillary o contratou para ser DJ _Carter é do grupo FamClick. "Estou quase trocando de lado", me diz.

Enquanto decide, é o responsável por soltar as músicas-tema da pré-candidata: "Nine to Five", do filme "Como Eliminar seu Chefe", de 1980, na voz de Dolly Parton, que poderia ser a cinebiografia de metade da platéia, "Every Little Thing She Does is Magic", do Police, e "Takin’ Care of Business", do canadense Randy Bachman, que bate com o lema de sua campanha, de "pronta desde o primeiro dia".

"Estou no negócio das realizações, não dos sonhos", repetirá Hillary nesse e nos próximos comícios, cutucando a "mensagem da esperança" de Obama. O seu não é um espetáculo de som e luzes. Com a platéia variando entre 1,5 mil e 1,8 mil pessoas e uma hora de atraso, ela sobre ao palco. Está acompanhada do governador Ted Strickland e do astronauta e ex-senador John Glenn.

Onde Obama é messiânico, ela é professoral. Se os comícios do senador parecem concertos de rock cristão, as da ex-primeira-dama são mais como palestras. A platéia do primeiro grita, chora, tenta chegar mais perto, enquanto o orador fala em "esperança" e "mudança". A da segunda sacode a cabeça em aprovação, a cada fato triste que ela elenca sobre saúde pública e educação.

Hillary usa frases longas e não espera pela reação do público. De vez em quando, lança mão do gesto que seu marido tornou conhecido mundialmente: ao começar a enumerar o que vai fazer, por exemplo, em relação aos financiamentos para estudantes, começa a contar com o dedão da mão esquerda, punho fechado. Mas é na essência uma tecnocrata.

Quarenta longos minutos depois, ela acaba. Os curiosos vão embora, mas a "turma do terninho" fica: não vai sair sem pegar um autógrafo, posar para uma foto, trocar uma palavra. Cercada por sua "Hillaryland" e observada pelos seis armários do Serviço Secreto que herdou dos oito anos de primeira-dama, ela fica. Quem pega as máquinas das fãs e faz as fotos, sempre, é sua fiel assessora, Huma Abedin.

Morena linda, de trinta e poucos anos, essa filha de indiano e paquistanesa é a assessora de viagens de Hillary. Ex-estagiária da Casa Branca, onde começou em 1996, está na comitiva da senadora há anos, o que dá margem para especulações sobre a verdadeira natureza da relação das duas, especialmente vindas da blogosfera ultraconservadora _e mais raivosa crítica dos Clinton.

Mais meia hora, e Hillary sai. No final, maquiagem dos olhos borrada, Evonne Perfect passa pelo "hall of fame" dos esportistas do ginásio, na entrada. Há fotos de quarenta homens e três mulheres _todas negras. A luta vai ser dura.

Público de um dos comícios

O DJ Drew Carter, exceção em Hillaryland

Público de outro comício se cansa

A candidata em ação

Sua escudeira, Huma Abedin



Escrito por Sérgio Dávila às 16h37
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A "obamania" chega à África

 

Foto de habitantes da Tanzânia segurando cartazes pró-Barack Obama durante passagem da comitiva de Bush, que visita o continente africano nesses dias. Isso que eu chamo de recepção calorosa.

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Escrito por Sérgio Dávila às 11h12
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A "rocha" de Obama e o ônibus de McCain

 

É a capa da mais recente revista "Newsweek". Há, de fato, uma queda da imprensa norte-americana pela candidatura do senador. A "Rocha" de Hillary Clinton, Bill, só apareceu nas semanais até agora como problema...

 
Já a New Yorker de hoje traz um excelente perfil de John McCain, escrito a partir do ônibus com que faz alguns giros (atualmente, anda usando mais aviões).
 
FEBRUARY 25, 2008
 


Escrito por Sérgio Dávila às 10h49
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Vai para o tapetão ou não vai?

 

Já ouviu falar de "momentum"? Pois essa palavrinha de origem latina deve decidir a eleição norte-americana, pelo menos do lado democrata.

Na física, "momentum" é o produto da massa vezes a velocidade de um objeto. No processo eleitoral norte-americano, é o produto da massa de eleitores que está votando em Barack Obama nas primárias vezes a velocidade com que ele ganha delegados eleitorais, cresce nas pesquisas, recebe doações e aparece na mídia. O "momentum" de Obama pode acabar com os planos de Hillary Clinton.

Ou, pior, levar a decisão do partido para o "tapetão".

Por partes. A estratégia da ex-primeira-dama era disparar na frente de seu rival na Superterça, tornando a candidatura dele insustentável nas semanas seguintes e se consagrando, assim, a candidata "inevitável" do partido da oposição. Mas o outro lado do plano -o povo- não compareceu. Ou compareceu dividido, dando ao senador mais Estados, votos e delegados do que era esperado.

A segunda parte da estratégia de Hillary dependia do sucesso da primeira: consagrada na Superterça, sofreria uma série de pequenas derrotas previstas nos dias seguintes -em que Estados menores estão indo às urnas, com predomínio dos "caucuses", assembléias partidárias que valorizam a mobilização popular, onde Obama se sai melhor- e dava o grande golpe final no dia 4 de março.

É quando dois grandes Estados, Texas e Ohio, vão às urnas,e nesses ela é favorita. Entre em cena o tal "momentum". Com a vitória inesperada na Superterça e a série de pequenas vitórias que se seguiram, Obama virou o candidato natural. A cada pequena vitória, agrega mais base a sua candidatura e rouba mais da de Hillary. No Kansas, foram os "EUA profundos". Na Virgínia, o voto branco.

A cada pequena vitória, ele reforça a imagem de vencedor. Isso vem criando uma bola-de-neve que começa a influenciar os eleitores do Texas e de Ohio. Muitos estão se deixando levar pelo comportamento de manada. Outros, pela característica muito americana de escolher quem está em primeiro, não quem consideram o melhor. Os superdelegados, que votam em quem quiserem na convenção do partido em agosto e tendem hoje a privilegiar a ex-primeira-dama, sentirão o peso da "voz das ruas".

Como isso vai acabar? Provavelmente, no "tapetão". Quer dizer: na Justiça. Se as primárias terminarem com Obama na dianteira, o comando de Hillary vai brigar para que os votos da Flórida e de Michigan valham -ela ganhou nos dois, mas as primárias ali não contavam, por terem sido realizadas em data anterior à determinada pela direção nacional do partido. Já o de Obama vai lutar para que a votação ali seja refeita -afinal, ele tem o "momentum".

Para quem não se lembra, 2000 foi a eleição do "tapetão", em que Al Gore ganhou no voto popular mas não levou, e a recontagem na Flórida teve de ser interrompida por decisão da Suprema Corte dos EUA, dando assim a vitória para George W. Bush. O democrata venceu em 20 dos 50 Estados e teve 52 milhões de votos, ante os 50,5 milhões de votos do republicano. Mas foram os 25 votos da Flórida no colégio eleitoral, aceitos pela Suprema Corte, que acabaram por dar a Casa Branca a Bush.

Oito anos depois, o Estado pode ser palco de vexame similar, dessa vez numa etapa anterior do processo e do lado democrata. Imagine o sorriso de satisfação no rosto do atual presidente...



Escrito por Sérgio Dávila às 01h18
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Gisele Bundchen envolvida em "escândalo do vinho"

 

O.k., pode ser excesso de tempo livre e falta de enxada nas mãos, como dizia minha avó, mas os fãs de futebol americano resolveram pegar no pé de Gisele Bundchen. O motivo: a übermodel brasileira foi vista bebendo vinho tinto em taça na final do Super Bowl, em que seu namorado, Tom Brady, jogava pelos Patriots da Nova Inglaterra --time que perdeu para os Giants de Nova York.

Primeiro, ela foi culpada de atrapalhar o namorado durante o jogo, à Ronaldo e Suzana Werner na final da Copa do Mundo da França, em 1998, quando o Fenômeno amarelou e o Brasil perdeu. "Quem ia se concentrar em campo tendo aquela mulher para olhar nos camarotes?", escreveu um blogueiro --os ataques mais furiosos vêm, é claro e sempre, da blogosfera. Como não pegou, a tigrada partiu para outra.

Agora, o culpado é o vinho. "Final de Super Bowl só pode ser assistida com cerveja em copo de plástico", acusou um. "Se eu vou à opera, tenho educação suficiente para saber que não devo beber cerveja em copo de plástico", argumentou outro, dizendo que esperava a mesma lógica da brasileira --não sofisticar seu consumo de álcool numa final em estádio.

"É o Winegate", o escândalo do vinho, escreveram os colunistas de vinho do Wall Street Journal, que tentaram descobrir que vinho, afinal, Gisele bebia. Concluíram que devia ser um cabernet da Gallo, ruinzinho, ruinzinho. E a briga continua.

[Wine notes photo]



Escrito por Sérgio Dávila às 00h45
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Diplomata americano que trabalhou no Brasil acusado de trocar visto por sexo

 

Um diplomata americano estacionado no Brasil e no Congo usou seu cargo para pressionar mulheres em busca de visto dos Estados Unidos a fazer sexo com ele, acusa uma corte federal norte-americana. Gons G. Nachman, de 42 anos, da Alexandria, no Estado da Virgínia, vizinho a Washington, foi acusado de utilizar seu passaporte diplomático para fins escusos, dar falso testemunho e possuir pornografia infantil.

Ele foi detido e deve ser ouvido pelo juiz na terça-feira. Segundo a acusação, ele aproveitava seu cargo de vice-cônsul do consulado dos EUA no Rio de Janeiro para presssionar brasileiras que queriam ter visto americano a fazer sexo com ele. Duas delas testemunharam contra ele, diz a Associated Press. Ele teria ajudao uma delas, do Congo, a conseguir visto brasileiro --em troca, ela teria de filmá-lo em seus encontros sexuais com as postulantes brasileiras no Rio em 2006 e 2007; pelo menos uma delas teria 15 anos.

Segundo a agência de notícias, o ex-diplomata não tem advogado ainda, e o Departamento de Estado não respondeu a pedido de entrevista.

De acordo com página ainda não reciclada do Departamento de Estado, ele trabalhou também em Cabo Verde (veja aqui).

E segundo reportagem da emissora local da NBC em Washington, há um Gons Nachman que foi a uma aula de samba "para aprender a cultura do país" para o qual ele se mudaria em breve (veja ele sambando aqui).

 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h52
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