EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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O dia em que a retórica de Obama virou curso universitário

Só podia ser idéia (e ironia) de Garry Trudeau, o melhor quadrinhista americano da atualidade.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h29
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Por falar em blog novo...

 

...(ninguém tinha falado em blog novo), a Erika Sallum está com blogo novo no pedaço, excelente. Recomendo os textos que ela fez do Chade.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h35
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I Tube, You Tube, They Tube

O vocalista do grupo de mariachis está animado. "Viva Obama! Famílias unidas, seguras y hasta con plan de salud!", canta, no vídeo colocado no YouTube.

O susto inicial que você leva ao ouvir a militância musical em espanhol a favor de um dos candidatos na campanha presidencial norte-americana passa quando se dá conta de que o cenário é o Texas. O Estado que revelou ao mundo a versão política de George W. Bush tem 36% da população e 25% dos eleitores de origem "hispânica", "latina" ou "latino-americana", como queira.

Além dos mariachis obamistas, os latinos texanos estavam ouvindo na última semana a versão "salerosa" de "Yes, We Can", o videomanifesto do rapper will.i.am, batizada de "We Are the Ones". Mesmo o clipe original ganhou várias versões com legenda em espanhol. Tudo esperado, já que esse universo de eleitores terá peso fundamental quando novembro chegar, não só no Texas, mas na Flórida, na Califórnia e em outros Estados grandes e importantes, ricos em votos no Colégio Eleitoral.

Mas é a popularidade e o peso desse e de outros vídeos de teor político a novidade desta eleição presidencial. Em 2004, na última corrida à Casa Branca pré-advento do YouTube, fazia sucesso na rede um clipe da dupla humorística JibJab em que bonequinhos de Bush e do então candidato democrata John Kerry cantavam "This Land is Your Land". E pouco mais que isso. Visto hoje, parece dos anos 50.

Quatro anos são uma eternidade -na política e na rede. Hoje, o candidato que não está no YouTube não existe. O site é o equivalente dos anos 00 da "conversa no bebedouro no dia seguinte" dos anos 70 e 80. Barack Obama começou dominando o meio, mas, aos poucos, Hillary Clinton aprende a importância dele. Não foi por outro motivo que ela citou num debate o quadro do "Saturday Night Live" em que os comediantes satirizam a suposta subserviência da mídia local ao senador por Illinois.

Ela sabe que o humorístico não é grande sucesso de público -não está nem entre os 20 mais vistos da semana. Mas sua audiência é potencializada nas horas e dias seguintes pelos clipes colocados no site do programa e depois pirateados para o YouTube. No outro sábado, seria a ex-primeira-dama quem apareceria no "SNL", no tradicional segmento de abertura, aquele que termina com a frase "Live, from New York, it's Saturday night!" (Ao vivo, de Nova York, é sábado à noite).

Fez autoparódia e saiu-se bem. Na mesma noite, o ex-prefeito Rudolph Giuliani surgiu numa ponta satirizando sua estratégia perdedora. Na semana anterior, o ex-governador Mike Huckabee dera as caras brincando com sua insistência em permanecer na corrida. No último programa do ano passado, Barack Obama foi o convidado de uma festa do Dia das Bruxas dada por "Hillary Clinton".

Um dia antes da vitória no Texas e em Ohio, Hillary falou ao "Daily Show", de Jon Stewart, o melhor programa político da TV americana, ainda que humorístico. O que ela estava fazendo ali naquele momento importante?, indagou ele. "Eu sei, é patético", respondeu a candidata. Esse e todos os outros clipes estão no YouTube, de longe o fórum mais animado dessas eleições.

E democrático: o queridinho de hoje pode ser o ridicularizado de amanhã. O comercial "São Três Horas da Manhã", anúncio anti-Obama em que Hillary apela para o medo do eleitor médio, ganhou dezenas de paródias em poucas horas. Na mais engraçada, são três horas da manhã, o tal telefone vermelho presidencial toca, a senadora atende, para ouvir do outro lado Bill Clinton dizendo que vai chegar tarde...


Escrito por Sérgio Dávila às 16h31
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Bush e Cheney podem ser presos em Vermont

 

Passou por baixo do radar por conta das vitórias de Hillary na "terça-feira crucial", mas no mesmo dia 4 de março duas cidades de Vermont aproveitaram as primárias para aprovar resoluções tão engraçadas quanto improváveis. Em um dos menores --e certamente mais progressista-- Estados do país, a população local aprovou que George W. Bush e Dick Cheney sejam acusados formalmente na Justiça de "crimes contra nossa Constituição". Desde a semana passada, os policiais de Brattleboro e Marlboro são obrigados a prender o presidente e o vice caso eles passem por lá; se não prenderem, serão eles próprios presos.

A Casa Branca já foi avisada...

(Curiosamente, Vermont é o único dos 50 Estados norte-americanos que o presidente não visitou em seus mais de sete anos na Presidência.)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h25
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"Hillary" e "Obama" discutem no "SNL"

 

Na abertura de ontem, "Obama" foi eleito e liga às 3 da manhã para pedir conselhos a "Hillary", uma referência ao anúncio negativo colocado no ar pela campanha da ex-primeira-dama. Ela atende de creme na cara e o ensina a fazer tudo, desde a "falar com nosso aliados na Europa" para debelar uma crise internacional a como ligar o aquecimento central da residência. Foi o melhor exemplo de "isenção jornalística" do programa humorístico que vai aos poucos se tornando um dos eventos midiáticos mais importantes dessa fase da campanha, o "fator SNL", como escreveu Nelson de Sá: ao mesmo tempo que satiriza a suposta falta de experiência do senador, reflete a realidade dos números --se a eleição fosse hoje, seria Obama a sentar no Salão Oval, não Hillary.

Veja aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h57
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Do que a América Latina precisa é Pax Americana...

 

...diz meu amigo Carvall. Aliás, o blog dele vale a visita.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h19
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A reclamação de que a mídia favorecia seu concorrente funcionou: Hillary Clinton é capa da Time de hoje, com direito a entrevista (a revista fala com Barack Obama, também). Claro que a vitória em Ohio e Texas na terça ajudou...



Escrito por Sérgio Dávila às 16h50
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Nunca menospreze a determinação de um Clinton

 

Veja meu comentário sobre as primárias no UOL News



Escrito por Sérgio Dávila às 01h20
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A outra Obama

 

A New Yorker dessa semana traz um perfil saboroso de Michele Obama, em que mostra a pré-candidata à primeira-dama à vontade no papel de militante da campanha do marido. Se você lê inglês e tem a tarde livre --são DEZ páginas!--, vale a pena.

Obama’s pride chafes at being asked to make herself seem duller and less independent than she is. Photograph by Chris Hondros.



Escrito por Sérgio Dávila às 15h21
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Quem precisa do apoio de Bush?

 

Ouça minha análise no Podcast da Folha Online.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h18
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Nem bem ganhou, McCain já pede dinheiro

 

Chegou hoje cedo: agora que é O candidato republicano, o senador republicano precisa de dinheiro, muito dinheiro.

JohnMcCain.com


Dear Supporter,

Last night, we did it. We won the Republican nomination. It was a long, up and down journey, but we stuck together, spoke honestly to the American people, and our steadfast determination has paid off. You have my thanks and undying gratitude for your unwavering support.

As we come to the end of our party's primary contest, we begin what will certainly be a spirited and hard-fought campaign against the Democratic nominee. In November, Americans will have a clear choice to make. And I intend to fight as hard as I can to make it very clear that I am the candidate with the experience and leadership to serve as our commander in chief from day one.

My friends, I write to you today because I know we have a great challenge ahead of us. This campaign will be more expensive than any other in our history and I ask you today to support my campaign by making a generous contribution of $50, $100, $250, $500 or $1,000.

As president, I intend to reduce the size of the federal government, reduce your tax burden and win the war against Islamic extremists. My Democratic opponents will increase the size of the federal government, raise your taxes and withdraw our troops from the front lines based on an arbitrary timeline.

I have said before that this election will be about big things, not small things. And as president, I will make the hard but necessary decisions to lead our country in solving our greatest challenges. Today, we must unite as we face either Hillary Clinton or Barack Obama in November. I ask that you join me today and make a financial commitment to help our campaign replenish our resources.

I thank you for your support and look forward to the campaign that lies ahead of us.

Sincerely,

John McCain

P.S. My friends, now that I have secured enough delegates to be the Republican nominee for president, I ask that you support my campaign by making a contribution right away to replenish our campaign funds. As we end our primary contest and begin what will be a competitive general election against the Democratic nominee, I stand ready to lead our nation as we face great challenges, and it is my hope that you will join my campaign today. Thank you.






Paid for by John McCain 2008

John McCain 2008
P.O. Box 16118, Arlington, VA 22215
Phone: (703) 418-2008



Escrito por Sérgio Dávila às 13h03
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Hillary Clinton no Jon Stewart - "É patético"

 

Na véspera de uma das votações mais importantes da corrida eleitoral de Hillary Clinton, a ex-primeira-dama achou tempo para falar com o Daily Show de Jon Stewart --de longe, o melhor programa político da TV dos EUA, ainda (ou por isso mesmo) que humorístico. le perguntou: você não tem nada mais importante para fazer que falar comigo, não? Ela: É, eu sei, é patético...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h12
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Ainda o voto latino - Jessica Alba

 

Na luta pelos votos do Texas, vale tudo, até chamar Jessica Alba. A atriz, filha de um mexicano, é uma das estrelas da "versão latina" de "Yes We Can", o clipe do rapper will.i.am baseado em frases de discursos de Obama. Chama-se We Are the Ones.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h04
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Ainda o voto latino - Si Se Puede, o vídeo

 

Já tem Yes, We can, versão mariachi --("Viva Obama! Viva! Viva Obama! Famílias unidas, seguras y hasta con plan de salud!").

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h30
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Em busca do voto latino, Hillary convoca "Desperate Housewife"

 

No "Town Hall Meeting" virtual que começou agora em Austin, no Texas, Hillary Clinton lançou mão de arma poderosa em busca do voto latino, que representa 25% dos eleitores que votam amanhã no Estado: a atriz Eva Longoria, a Gabrielle de "Desperate Housewives". Filha de mexicanos e nascida em Corpus Christi, no Texas, ela está fazendo a mediação de Hillary, que responde a perguntas de eleitores espalhados por todo o Estado. Ajudando na apresentação, Mary Steenburgen, que é mulher do ator Ted Danson ("Cheers"), na platéia --ao lado de Chelsea Clinton



Escrito por Sérgio Dávila às 20h54
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O ano é dos independentes

O tom cinza nunca foi o forte dos norte-americanos.

O povo daqui vê branco ou preto, sim, sim, não, não. Você toma o seu café com ou sem açúcar, dirige um carro ecologicamente correto ou um trambolhão bebedor de gasolina, gosta de filme de ação ou cinema "de arte". Os cruzamentos são exceção. Em cinco minutos de conversa numa festa, o cantador já sabe se vale a pena levar a cantada adiante. Um conhecido confessou certa vez que, apenas pelo código de área do telefone da pessoa, ele decidia se dava prosseguimento ao papo ou não.

É esse povo que vota em republicano ou em democrata. Escrever que são dois os partidos majoritários nos EUA é ser modesto: são os dois partidos, ponto. Há 435 membros da Câmara Baixa do Congresso, hoje divididos em 231 democratas e 198 republicanos (os seis que faltam para fechar a conta são postos vagos por morte ou renúncia); dos cem senadores, 49 são da oposição, 49 da situação e dois independentes se alinham com os democratas na maioria das votações.

Não são representados comunistas, socialistas, verdes, constitucionalistas, apesar de todos esses partidos existirem. Há democratas, que são em geral de centro, e republicanos, que são em geral de direita. Quando você completa 18 anos e decide que quer tirar o equivalente local ao título de eleitor -o voto não é obrigatório-, deve declarar se é republicano, democrata ou independente. A qualificação constará de sua identificação eleitoral: Fulano de Tal, democrata. Fulana de Tal, republicana.

São exceções os que se declaram "não-declarados" ou de alguma minoria, como "verde". É o equivalente político da conversa na festa: nos primeiros minutos de sua idade adulta, você já sai com a carteirinha de como vai ser o resto de sua vida. Se um "conservador", como é chamada a direita aqui, ou um "liberal", como é chamado o menos conservador. Isso vai orientar suas amizades, seu namoro, possivelmente seu emprego, as roupas que veste, o carro que dirige, o clube que freqüenta.

O problema é que a vida não é bipartidária.

Quando John McCain obtém uma vantagem apertada entre o mar de postulantes republicanos, e o partido o escolhe quase com vergonha, a culpa é do sistema bipartidário. Houvesse mais agremiações, o "maverick" não seria da situação. Quando Barack Obama e Hillary Clinton lutam delegado a delegado em eleições primárias que estão rachando o partido democrata ao meio, a culpa é do bipartidarismo. Houvesse mais opções, o relutante democrata nunca seria da mesma bancada da democrata de raiz.

Mas as coisas começam a mudar.

Desde as eleições presidenciais de 2000, cresce o número de pessoas que não se identificam totalmente nem com um lado nem com o outro do espectro político. O bloco dos independentes, à deriva no mar eleitoral, deixa-se levar por candidatos e programas, dependendo do momento histórico. Eles já somam 30% do total, segundo alguns cálculos, e são o rosto da transformação pela qual passa o país.

Numa eleição de Barack Obama contra um republicano "puro", esse grupo fecharia com o senador negro. Fosse John McCain contra um democrata "quatrocentão", escolheriam o senador pelo Arizona. Acontece que, visto daqui, desse primeiro domingo de março, o mais provável é que a disputa final seja entre Obama e McCain. Ganhará quem mostrar aos independentes que continua o mais independente.

Será o primeiro presidente cinza da história do país.


Escrito por Sérgio Dávila às 01h46
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