EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Aparece artigo em que pai de Obama defende "socialismo africano"

 

Partes do texto têm sido mostradas aqui e ali na blogosfera política. Mas hoje, pela primeira vez, o Politico consegue o texto na íntegra. Em "Problems Facing Our Socialism", publicado em 1965 por um jornal alternativo queniano, Barack Obama Sênior prega conciliação, não ruptura, para um país que acabava de conquistar sua independência. O fato de o pré-candidato nunca ter se referido ao texto, seja em suas duas memórias ou em entrevistas, tem sido munição para blogs conservadores, que se referem ao artigo como "O texto pró-socialismo que Obama escondeu de seus eleitores"...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 09h56
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Bento 16 e Bush, unidos pela história?

 

Ouça minha análise no UOL News sobre a visita do papa Bento 16 aos EUA, que começa hoje.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 09h29
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Portugal e o Barack Obama lusitano

Mesmo com o mau humor proporcionado pelas horas de vôo entre Washington e Lisboa, com uma parada de duas horas em Londres, é impossível evitar o sorriso no caminho entre o aeroporto e o hotel da capital portuguesa. Primeiro, pela semana de folga entre amigos, que começava então e terminou hoje. Segundo, pelo nome da primeira placa que vi no trajeto: "Casa de Repouso Haja Deus!".

Outros sorrisos carinhosos, do filho que finalmente visita a casa dos pais depois de anos longe, vão saindo espontaneamente nos seis dias de estada. Seja pela lendária objetividade portuguesa, em placas que capturei em algumas fotos, como a da casa de repouso, seja pelo susto do uso da língua de maneira escorreita. É como se os portugueses falassem português de terno, e nós, de bermuda e Havaianas.

Numa parada a caminho de Cascais, desperta a atenção a publicidade do que no Brasil se chama de ponto de wireless: "Aceda aqui à internet sem fios". No restaurante à saída da pousada Santa Maria do Bouro, no meio do Minho, o cartaz avisava: "Há frango no churrasco para fora". Noutra parada, dessa vez no trajeto a Sintra, a foto de cinco senhoras simpáticas de uniforme e touca enfeitam a entrada dos banheiros: "Uma equipa brilhante -de hora a hora, a limpeza melhora".

Portugal parece estar estacionado num lugar próprio e à parte, olhando o mundo globalizado passar, e, enquanto degusta carapauzinhos fritos com arroz de feijão (o "de" é muito importante nas descrições gastronômicas locais), o visitante há de se sentir longe das polêmicas envolvendo a tocha olímpica ou dos últimos movimentos das eleições norte-americanas. Mas também esse é um engano.

A constatação virá de maneira inesperada. Pode ser ao se dar de cara com um episódio de "Seinfeld" no meio de uma noite no hotel ("Estou? Aqui é o Jerry", diz ele ao telefone, segundo a legendagem) ou ao se tropeçar no "McDonald's Imperial" no caminho de uma das livrarias mais antigas de Portugal, no Porto. Como em todo lugar do mundo, os Estados Unidos estão logo ali, ao dobrar de uma esquina, como a reforçar o ditado em inglês de que "Você pode correr, mas não pode se esconder".

Nesse sentido, não há "produto" americano mais valorizado hoje em dia do que Barack Obama. O pré-candidato democrata é hoje o equivalente atual dos cigarros Marlboro, dos chicletes e dos filmes de Hollywood do pós-Segunda Guerra. A mera presença do senador na corrida pela Casa Branca faz mais para recuperar a imagem dos EUA, destruída em sete anos de Bush, do que milhares de Mickeys.

Em poucos dias no país, li impressões de diferentes analistas sobre o fato de o primeiro-ministro português, José Sócrates (que usou a frase "Sim, nós podemos" no seu balanço de três anos de poder), e o líder do PSD, Luís Filipe Menezes, disputarem o posto de "o Obama português". O caráter messiânico da candidatura do senador norte-americano serviria muito aos costumes locais.

"A 'obamania' portuguesa não se limita só a idolatrar o verdadeiro Obama. Deseja também a pronta invenção do Obama português", escreveu no "Diário de Notícias" o colunista Pedro Lomba. "Até os taxistas com quem já falei, que costumavam suplicar por um 'novo' Salazar, imploram agora pelo nosso Obama."



Escrito por Sérgio Dávila às 08h59
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A imbecilização de um povo

Eu ia escrever sobre outro assunto -a ilustração desta coluna já estava inclusive pronta-, mas mudei de idéia ao abrir o "Washington Post" na manhã da última quinta-feira. No pé da primeira página, eles quantificavam uma tendência que eu já tinha ouvido aqui e ali e lido inclusive no blog de uma amiga. Os Estados Unidos estão mandando crianças para a polícia por assédio sexual.

Vou repetir: os Estados Unidos estão mandando crianças para a polícia por assédio sexual.

Em novembro do ano passado, na hora do recreio, Randy Castro, 6, deu um tapinha na bunda de sua coleguinha. Na volta à classe, a menina contou à professora. Essa levou o caso à diretoria. Que chamou a polícia. "Achei que eles fossem me levar para a prisão", disse Randy, hoje aos 7 anos, que teve a divulgação do nome autorizada pela família. "Fiquei apavorado."

O registro de que ele "assediou sexualmente" uma colega vai ficar para sempre em sua ficha escolar. O caso aconteceu numa escola de um subúrbio da Virgínia, Estado que é vizinho aqui de Washington. Serviu para que fosse feito um levantamento de casos semelhantes não só na Virgínia como em Maryland, o outro Estado vizinho da capital federal norte-americana -de maneira geral, as cidades mais próximas de Washington servem de dormitório para o pessoal que trabalha aqui.

Está sentado? Ou sentada? Só na Virgínia e só no ano passado, 255 estudantes do equivalente ao que na minha época era chamado de jardim- de-infância, pré-primário e primeiro grau foram acusados de assédio sexual -"contato físico impróprio com um estudante", em "policialês". Em Maryland, foram 166, incluindo 16 alunos do jardim-de-infância, segundo o Departamento Estadual de Educação.

O diário norte-americano lembra de casos recentes e que ficaram famosos, como o do pequeno texano de quatro anos que, em 2006, foi acusado de assédio sexual... por sua professora! Como se deu o crime? A criança pressionou sua cabeça nos seios da mestra ao abraçá-la -imagino que tenha algo a ver com a diferença de altura, a não ser que o taradinho seja gigante, ou a professora, verticalmente prejudicada.

Brincadeiras à parte, o fato mostra que a chamada "correção política", ou o "politicamente correto", não só foi longe demais por aqui como está beirando a histeria, em ações que lembram o julgamento das bruxas de Salém, de 1693 -no caso, dos bruxinhos de Washington, de Virgínia, de Maryland e do Texas.

A diferença é que, em vez de puritanismo, o que move as roldanas aqui é o dinheiro -ou o medo das escolas de serem processadas por pais chocados com as filhas "assediadas".

Seja qual for o motor, há uma imbecilização geral da "América" e algumas pessoas começam a perceber. Um dos primeiros foi o subestimado filme "Idiocracy", de 2006, já comentado neste espaço, em que o mesmo Mike Judge de "Beavis and Butt-head" (obrigado pelos internautas que me corrigiram) imagina um país no futuro em que os idiotas venceram e um simplório transportado dos tempos atuais é tratado como Einstein.

Outra é Susan Jacoby, autora do recém-lançado "The Age of American Unreason" ("A Era da Irracionalidade Americana", Pantheon, 2008), em que ela defende que a burrificação do país é menos um produto de "Washington", no sentido de que haveria um grande complô político para que a população caminhasse em direção às trevas, e mais um fenômeno coletivo auto-alimentado e consentido.

Claro -e isso quem diz é a própria Susan- que ajuda o atual ocupante da Casa Branca ser quem é.



Escrito por Sérgio Dávila às 04h53
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George Clooney diz que Hillary vencerá na Pensilvânia

 

Essa quem me manda é a enviada do blog ao mundo pop, Rita Castro-Alves. A moça conversou com George Clooney recentemente, em Los Angeles. Veja o que ele tem a dizer da atual corrida presidencial norte-americana:

Você acompanha de perto as eleições. Teme que o (candidato republicano) John McCain esteja ficando muito fortalecido?
Sim e sim. E é por causa do que está acontencendo com a Hillary (Clinton) e o Barack (Obama). Barack estava muito na frente do McCain antes da Hillary começar a usar a técnica “kitchen sink” (termo que significa jogar todas as suas armas). Mas não é pior do que o que ele terá que enfrentar quando estiver brigando só com o McCain, então melhor que venha logo e que seja de fogo amigo. Eu me preocupo que essa coisa entre eles vá muito longe e eles acabem se massacrando no caminho até a convenção democrata.
 
Você continua apoiando o Obama?
Sim, desde o começo, aliás na última rodada de entrevistas que eu fiz, mais ou menos um ano atrás, falei da possibilidade de ele sair candidato a presidência e as pessoas riam da minha cara. Estou muito animado de falar com os mesmos jornalistas de novo e ver o que eles têm a me dizer.
 
Acredita que ele vá ser mesmo o candidato democrata?
Vai ser muito difícil ele perder a nomeação porque ele está muito na frente da Hillary em votos populares. Ela vai vencer na Pensilvânia, mas isso não vai fazer nenhuma diferença. Mas é muito difícil estar tão na frente nos votos populares e no número de delegados e perder a indicação. O partido vai ter de inventar uma manobra se quiser muito que ele não seja o candidato. Vai ter muito eleitor desiludido se o partido fizer esse papelão. 


Escrito por Sérgio Dávila às 14h38
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Hotel em que ex-governador encontrava "amigas" vira "point" em Washington

 

Assim como aconteceu com o banheiro do aeroporto de Saint Paul, Minneapolis, que entrou no noticiário depois de o senador Larry Craig ter sido acusado de cantar um policial dentro dele, o Hotel Mayflower, em Washington, vê a venda de sua lojinha de lembranças disparar --e recebe cada vez mais pedidos de turistas e curiosos para ficar no quarto 871, onde o ex-governador de Nova York, Eliot Spitzer, gostava de se encontrar com suas acompanhantes de US$ 4,3 mil

Aliás, a placa de identificação do quarto foi roubada há poucos dias (e recolocada). Um dos itens mais populares é o roupão (US$ 69,99), o mesmo no qual ele recebia suas amigas.



Escrito por Sérgio Dávila às 09h21
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John McCain "se vinga" de David Letterman

 

Em quase todos os programas, David Letterman brinca com a idade do senador John McCain --se for eleito, aos 73 anos, o candidato republicano será o presidente mais velho a tomar posse na história dos EUA.

No programa de ontem, o político se "vingou".

No monólogo de abertura, o apresentador fala (em inglês):

"How about that John McCain?

McCain looks like the guy at the hardware store who makes the keys.

McCain looks like a guy who can’t stop talking about how well his tomatoes are doing.

McCain looks like a guy who goes out to but turpentine.

He looks like a guy who keeps growing hair out of new places.

McCain looks a guy who points out the spots they missed at the car wash."

 

Então, o senador entra no palco e o interrompe:

"You think that stuff’s pretty funny, don’t you?

Well, you look like a guy whose laptop would be seized by authorities.

You look like a guy caught smuggling reptiles in his pants.

You look like a guy who neighbors later say, ‘mostly kept to himself.’

You look like the night manager of a creepy motel.

You look like a guy who enjoys getting into a hot tub and watching his swim trunks inflate."

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h58
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Já viu as notas novas de cinco dólares?

 

Acabei de ganhar duas. Parecem de Banco Imobiliário...



Escrito por Sérgio Dávila às 16h50
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