EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Professor de capoeira é a voz no novo Portishead

 
O blog faz uma breve pausa na obsessão com a eleição norte-americana para falar do mundo pop. Quem já ouviu "Silence", a primeira faixa de "Third", a bem-vinda volta do Portishead à cena, sabe que um brasileiro falando é o começo da música. É um blablablá que lembra "O Segredo" ["Esteja alerta para a regra dos três. O que você dá retornará para você. Essa lição você tem que aprender. Você só ganha o que você merece".]
 
O autor da voz é Claudio Campos. E quem é Claudio Campos? Um professor de capoeira de Bristol, na Inglaterra, que caiu nas graças do grupo... Pronto, acabou a pausa.
 


Escrito por Sérgio Dávila às 01h21
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O dia em que Dorival subiu no telhado

Dorival tem medo de balão. O gato "tuxedo" que mora aqui em casa é uma fera. Gato "tuxedo" é como os locais chamam o que nós conhecemos por gato de smoking: preto, com barriga e patinhas brancas. Quem lê essa coluna já ouviu falar de Dorival outras vezes. A novela de adoção do gatinho, em que a Humane Society de Washington mandou até "espiões" em casa para ver se o ambiente era "amigável" a bichanos, foi uma das campeãs em manifestações de leitores solidários.

Agora, ao completar dois anos, Dorival virou uma fera.

Outro dia, um guaxinim insistia em passar pela abertura do quintal para a sala para roubar sua ração. Guaxinins são bichos perigosos. Podem transmitir raiva. Com suas unhas compridas e afiadas, conseguem rasgar um gato ao meio. Uma vez, na Califórnia, ao voltar de uma sessão da meia-noite de pré-estréia do último filme da cinessérie "Star Wars", dei de cara com um mascarado desses, investigando meu lixo. Buzinei, dei luz alta, ameacei com o pé -ele só me olhava, impávido e sereno. E continuava a vasculhar a lata, em busca de restos de comida.

Dorival colocou o guaxinim para correr.

Deu uma surra também num gato de rua que cisma em disputar o território das redondezas de Dupont Circle, aqui na capital norte-americana, com o nosso gato "tuxedo". O desavisado veio algumas madrugadas. Depois de três corridonas do nosso gato-fera, ele sumiu. Dorival também é um gato-cachorro. Explico. Uma vez, chamou a nossa atenção para um vazamento de água no lustre do banheiro do escritório, que poderia causar um curto-circuito e um incêndio, além da inundação.

Quando você fala o nome dele, ele vem. Quando leva bronca, responde (com miados). Tais características caninas lhe valeram outro apelido: "gato-Lassie", como a inteligente collie dos filmes e das séries de TV. Mas Dorival resolveu expandir seus horizontes. Descobriu que consegue escalar a cerca que separa nosso quintal do dos vizinhos. Nas primeiras noites, explorou o imediatamente contíguo.

Nas seguintes, o segundo à direita. Então, deu para pular a cerca da rua e esperar o gato de rua já no meio do caminho. De quebra, espanta ratos, ratazanas e afins. Recentemente, decidiu subir no telhado da garagem de um dos vizinhos. Outro dia, flagramos o bichano deitado lá no alto, noite de lua cheia, observando a vizinhança, para ver se tudo estava seguro e a seu gosto, como um guarda-noturno.

Como na piada, o gatinho tem telefone. Dorival anda com uma coleira com seu nome e os números de seus donos. Tem também um chip, que sua veterinária injetou. Se for achado e escaneado, nossos dados aparecem. Mas ninguém sabe falar seu nome. Na clínica, os gringos o chamam de "Doráivou". A faxineira peruana/babá de gato o conhece por "Doribélllll".

Temo que, do alto do telhado onde agora se instala freqüentemente, Dorival/"Doráivou"/"Doribélllll" esteja contemplando explorações mais ousadas. Talvez os prédios da vizinhança. Ou nossa antiga casa, do outro lado da rua. Estou pensando em colocar uns balões no meio do caminho, para assustá-lo. Ou aprender a conviver com a liberdade alheia.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h14
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Bilionário pai de "Elaine", de "Seinfeld", vira casaca de Hillary para Obama - começo do êxodo?

 

Apesar da sobrevida ganha com a vitória na Pensilvânia e da nova injeção de dinheiro nas horas seguintes, Hillary Clinton está perdendo o apoio de uma parte importante de toda campanha presidencial --dos grandes doadores, os que contribuem não só com seu rico dinheirinho (o limite nos EUA são US$ 2,3 mil por candidato por ciclo) mas usam sua posição de destaque para convencer os outros ou armar eventos para arrecadação.

No caso da ex-primeira-dama, são conhecidos como "Hill-raisers", um jogo de palavras com "hell-raisers", encrenqueiros. Pois um dos "Hill-raisers" mais importantes acaba de abandonar o barco. É o bilionário nova-iorquino de origem francesa William Louis-Dreyfus, que anunciou que está passando para a campanha de Barack Obama. Para quem não está ligando o nome à pessoa, ele é o pai de Julia Louis-Dreyfus, a Elaine, do seriado Seinfeld, e agora de seu próprio seriado, o excelente New Adventures of Old Christine.

William Louis-Dreyfus, nascido Gérard Louis-Dreyfus em Paris em 1932, é um dos homens mais ricos do mundo, com uma fortuna de US$ 2,9 bilhões. É um dos proprietários da Dreyfus, que os brasileiros conhecem pela filial, uma das três maiores exportadores de suco de laranja do mundo e uma das maiores compradoras --e produtoras-- da fruta no Brasil.

Outro "Hill-raiser" a abandonar o barco é Gabriel Guerra-Mondragón, ex-embaixador do governo Bill Clinton no Chile, no que pode ser o começo de um êxodo...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h26
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Calma, monga!

 

A capa de hoje da revista Time --que conclui o óbvio, não é possível ter dois candidatos democratas por tanto tempo sem que os danos ao partido sejam permanentes-- lembra o jogo de espelhos usado no show da Monga, do Playcenter, que os trintões e quarentões hão de lembrar. Lembra também um obscuro bar do paulistano bairro do Bixiga, dos bons tempos do Carbono 14, que se chamava Personinha (pois que ficava ao lado do Persona) e que colocava à disposição dos casais em cada mesa seu próprio jogo de espelhos (estávamos nos anos 80, não pergunte...).



Escrito por Sérgio Dávila às 17h57
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Hillary Clinton ganha novo fôlego

 

Ouça minha análise no UOL News.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 17h09
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"Baracky", o lutador

 

Já que estamos na Pensilvânia, terra de Rocky Balboa, vale a pena dar uma olhada no hilariante vídeo que acaba de entrar no ar no YouTube. Nele, o personagem interpretado por Sylvester Stallone na cinessérie homônima ganha o rosto do senador --e seus concorrentes, o da ex-primeira-dama. repare nas participações de Bill Clinton e de Ted Kennedy. Hilariante --parcial, mas hilariante.

Aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h15
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E Hillary e Obama partem para a agressão física

A temperatura dos ataques entre os dois pré-candidatos democratas aumentou nas últimas horas, no dia em que o Estado da Pensilvânia escolhe seu candidato e pode ajudar a definir a corrida da oposição pela sucessão de Bush. Só tinha faltado a agressão física. Não mais, cortesia do popular programa de lutas "Raw", exibido nas segundas à noite nos EUA. Os candidatos gravaram mensagens para o programa (Hillary chegou a se apelidar de "Hill-Rod", seguindo a tradição dos nomes de guerra dos lutadores), mas foi a paródia de "Hillary" lutando com "Obama" (dois lutadores fantasiados) que valeu a noite. Os competidores foram apresentados por "Bill Clinton". Quem ganhou? Veja a luta aqui.

"Hillary" dá uma voadora em "Obama"

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h51
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Hillary é Pensilvânia, Obama é Filadélfia

 

Ouça em meu podcast no Folha Online.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h31
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Obama fez gesto obsceno quando falou de Hillary

 

Pelo menos é a nova conversa da blogosfera. Realmente, quando você vê o senador discursando aqui, na quinta passada, ele pára, dá risadinhas e brinca com o público logo depois de coçar o rosto com o dedo médio (não indicador, obrigado pela correção) no gesto que nos EUA é considerado altamente obsceno --tem até apelido, "flip the bird". Tem colunista analisando frame por frame no que tem tudo --segundo eles e a temperatura a que chega o debate político entre os democratas nessa reta final-- para virar o "dedogate"...



Escrito por Sérgio Dávila às 14h57
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Conheça o candidato iPhone

Prometi na última coluna que falaria da "obamania" como fenômeno global. Minha tese, que eu ruminava enquanto pedalava pelas ruas de Amsterdã durante uma escala de menos de 48 horas entre Lisboa e Washington, é que, depois de seis anos de más notícias vindas dos Estados Unidos, o mundo voltou a se encantar pelo país que se emplacou no imaginário coletivo como a terra das oportunidades.

Barack Obama gosta de repetir a história de que, em nenhum outro lugar do mundo, alguém com sua biografia -filho de uma mãe branca e pobre do Kansas com um pai negro e ausente do Quênia, que cresceu no Havaí e na Indonésia- poderia chegar até onde chegou, com possibilidades reais de assumir o comando da maior potência do mundo a partir de novembro.

Se não é exatamente verdade -Luiz Inácio Lula da Silva virou presidente da oitava maior potência mundial com uma história pessoal pelo menos oito vezes mais sofrida-, o conto é bem contado. E, como tudo o que envolve o senador por Illinois, bem embalado, divulgado e distribuído. Barack Obama é mais do que um candidato à Presidência dos Estados Unidos: é um produto. Como a Coca-Cola.

Pensava nisso quando vi a capa da edição mais recente da revista "Fast Company" com o título "A marca chamada Obama". O texto, de Ellen McGirt, defende que a campanha do candidato tem sido bem-sucedida por ser tratada como uma das milionárias e novíssimas empresas pontocom do Vale do Silício. Primeiro, ao fazer sua base entre o público de 18 a 29 anos, que é a fatia mais cobiçada pelas agendas de publicidade. Aquela que vai consumir por mais tempo.

Quer dizer, se você consegue "fidelizar", para usar uma expressão do meio, um consumidor a uma marca aos 18 anos, é grande a possibilidade de ele continuar comprando o mesmo produto pelas próximas três a quatro décadas. A campanha de Obama faz isso ao, por exemplo, ser de longe a que domina com mais eficiência a internet, via sites de relacionamento social, vídeos, virais etc.

Dessa maneira, cada "novo lançamento" da Obama S.A. repercute em ondas pelo mundo inteiro, como no exemplo malhado da pedra que cai no lago. No esquema mais geral, é como se o senador fosse o mais novo lançamento que veio reavivar uma grife -os Estados Unidos- que tinha envelhecido, estava combalida, mas que é reconhecida de imediato em todos os lugares do mundo.

Obama é o iPod dessa Apple que são os Estados Unidos; se for escolhido candidato, virará o iPhone. A comparação vale para seu apelo mundial: mesmo países em que o celular não está oficialmente habilitado para ser usado, o descolado aparelho é um objeto do desejo. Ora, Brasil e Holanda não votam nas eleições americanas. Ainda assim, a popularidade do senador nesses países é enorme.

É o que mostram pesquisas (não-científicas) de opinião pública mundiais, como as do site Who Would the World Elect, ou ilações feitas a partir de mecanismos de busca como Google e Yahoo, em que o candidato é o nome mais procurado entre os três concorrentes. Obama pode muito bem não vir a ser o escolhido de seu partido e, se for, não vencer as eleições -mas é grande a possibilidade de você continuar ouvindo falar do nome dele pelos próximos anos.


Escrito por Sérgio Dávila às 13h37
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Obamaníacos atrapalham comício de Hillary, e vice-versa --no Second Life

 

No ambiente do mundo virtual que reune 13 milhões de pessoas (10% dos quais se logaram nos últimos 60 dias), avatares que apoiam Barack Obama e Hillary Clinton (cerca de 500 membros cada facção) têm entrado em conflito. Quando um grupo marca comícios, passeatas e festas de levantamento de fundos, membros do outro grupo aparecem para atrapalhar ou mesmo vandalizar os quartéis-generais dos candidatos. É reportagem de hoje do WSJ

[graphic]

[Hope]

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h00
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Obama e Spitzer em comerciais de celular

 

A Virgin Mobile do Canadá, divisão da empresa do polêmico britânico Richard Branson, vem publicando uma série de anúncios com fotos de políticos. Primeiro foi o ex-governador de NY, Elliot Spitzer, que entrou para a história como o "cliente número 9", "dizendo" que está cansado de ser tratado como um número. Depois, Hillary Clinton falava "I wish my bill weren't so out of control", um jogo de palavras com "bill", conta, e Bill (Clinton). Agora é a vez de Obama...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h54
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Obama doou US$ 26 mil para igreja de pastor polêmico

 

Saiu a declaração de renda de Barack Obama. Em 2007, ele faturou US$ 4,2 milhões, dos quais pagou US$ 1,4 milhões ao Fisco. Doou US$ 240 mil, incluindo US$ 26 mil para a igreja do polêmico pastor Jeremiah Wright, que freqüenta com a família. Do total que ganhou, a maior parte vem dos direitos autoriais de suas duas biografias (US$ 4 milhões). O resto, de seu salário como senador (US$ 160 mil) e do salário de sua mulher na Unversidade de Chicago (US$ 103 mil). Duas constatações: 1. político americano paga imposto --e alto; 2. escritor americano ganha dinheiro com livro --e muito.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h30
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Shyamalan aparece nos bastidores do debate

 

No meio da briga dos jornalistas para falar com políticos e marketeiros nos bastidores do debate de hoje na Filadélfia, vi com o rabo dos olhos um rosto conhecido. Era o cineasta M. Night Shyamalan (Sexto Sentido e vários outros grandes filmes), que nasceu na Índia mas cresceu na Pensilvânia, onde ambienta seus longas. Ele estava acompanhado da mulher, Bhavna Vaswani, com quem tem dois filhos, e vinha trazido pelas mãos de um amigo. Queria conhecer como funcionava a tal da "spin room", onde todos se encontram depois dos debates. Em quem vai votar? "Na verdade, não estou aqui", respondeu, de maneira simpática. Mas uma rápida pesquisa mostra que ele já doou o limite máximo legal para a campanha de Hillary Clinton...

Depois do fracasso de "Lady in the Water", ele finaliza agora "The Happening", com Mark Wahlberg e Zooey Deschanel, sobre uma família que foge de um desastre natural.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h22
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E o papa virou boneco

 

Não demorou para que Bento 16 chegasse à mania dos "bobbing head dolls", os bonequinhos de cabeça balançante. Esse sai por US$ 14,95 e é a ponta mais evidente do iceberg de mercadorias sendo vendidas por ocasião da primeira visita do papa aos EUA. A minha preferida é a camiseta "I Love My German Shepherd", eu amo meu pastor alemão, um trocadilho com o posto e a origem do líder religioso e a raça de cachorros.

Pope Benedict XVI



Escrito por Sérgio Dávila às 17h11
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Quem vai ao jantar do papa

 

Saiu a lista dos convidados ao jantar em homenagem ao papa Bento 16 que George W. Bush oferece hoje à noite na Casa Branca. São 200 pessoas --e nenhuma delas tem o nome de Bento 16. O próprio passará a noite de seu aniversário de 81 anos com cardeais na embaixada do Vaticano em Washington, onde soprará as velinhas de um bolo de chocolate que é uma réplica do Vaticano, feito por uma doceira judia...

Entre os que vão (à Casa Branca): o candidato republicano (e protestante) John McCain, a presidente do Congresso, Nancy Pelosi (democrata), os juizes da Suprema John Roberts, Antonin Scalia, Anthony Kennedy, Clarence Thomas e Samuel Alito (conservadores).

Não longe dali, na Embaixada Italiana (que é vizinha da residência do embaixador brasileiro), outra festa reunirá Placido Domingo e o presidente do Partido Democrata, Howard Dean, entre outros.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 09h52
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O que comem os eleitores

 

A MarketResearch.com dividiu os eleitores da atual corrida presidencial norte-americana de acordo com seus hábitos alimentares.

Quem vota em Hillary Clinton prefere:

  • cereal Kashi GoLean
  • barra energética Luna Bar
  • muita manteiga
  • bebida proteica Odwalla Super Protein
  • pizza congelada integral Amy's Whole Wheat
  • pretzel Newman's Own (marca do ator Paul newman)
  • Boca Burgers
  • mel como adoçante
  • barra de figo Fig Newton (talvez a pior invenção alimentar americana)

Quem vota em Obama prefere:

  • granola Bear Naked
  • barras energéticas Lara Bar (deliciosas) 
  • muito azeite de oliva
  • refrigerantes IZZE Sparkling Juice
  • pizza congelada Wolfgang Puck All Natural (média) 
  • Kettle Chips
  • açúcar mascavo comoa doçante

 Quem vota em McCain prefere:

  • cereal Fiber One (favorito dos idosos) 
  • barras energéticas PowerBar
  • margarina
  • refresco SoBe Energy (bons)
  • pizza DiGiorno's Stuffed Crust
  • Sun Chips
  • Splenda como adoçante


  • Escrito por Sérgio Dávila às 09h43
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