EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Um minuto pros comerciais

 

Faço breve pausa e volto a blogar na quarta que vem, dia 18 de junho. Até já.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h45
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Prepare-se para cinco meses de ataques

 

Esta será a primeira eleição presidencial norte-americana em que nenhum dos dois principais concorrentes nasceu nos Estados Unidos continentais -compostos pelos 48 Estados contíguos localizados na parte central do continente norte-americano, na definição da Wikipédia. A mãe do republicano John McCain deu à luz numa base militar norte-americana no Panamá, há 71 anos; o democrata Barack Obama é do Havaí -o arquipélago e o Alasca completam os 50 Estados do país.

McCain foi prisioneiro na Guerra do Vietnã na década de 60 e sofreu torturas por cinco anos. Quem já o viu de perto percebe pelo menos uma seqüela física, que é a incapacidade do senador de levantar os dois braços normalmente. Críticos adoram levantar a hipótese de estresse pós-traumático, o que todos os seus registros médicos negam -mas o homem tem fama de bravo e gosta de gritar.

O nome do meio de Obama é Hussein. Seu pai um dia foi muçulmano, assim como seu avô paterno e seu padrasto. Passou parte da infância na Indonésia, país de maioria islâmica, onde estudou numa escola laica que ensinava os princípios cristãos e do islã. Hoje protestante, o senador foi batizado por um pastor radical, que diz que o governo dos EUA criou o vírus da Aids para destruir a população negra.

Não é à toa que nenhum dos dois tem uma maioria tranqüila das intenções de votos, embora o democrata esteja em leve vantagem nas pesquisas: o norte-americano médio tem medo dos dois. O eleitor de McCain teme Obama; o inverso também é verdade; e os indecisos ou independentes desconfiam tanto de um quanto de outro. Numa das primárias, um repórter resumiu o sentimento a Obama: ''Os eleitores acham que você é não-americano''.

Medo, mais do que a ''mudança'' que consta do slogan dos candidatos, deve dar o tom desta corrida à Presidência.

Logo veremos a exploração desse sentimento de maneira mais constante e organizada, por meio de anúncios negativos nas TVs pagas pelos infames 527.

Esses são grupos políticos supostamente desligados da campanha dos dois candidatos, mas lubrificados com doações generosas, o que lhes dá meios e liberdade para que enfiem os pés na lama pelos políticos que defendem.

Por enquanto, é a internet que canaliza a maior parte dessa mensagem subterrânea, via e-mails, blogs e sites apócrifos. Um dos mais explícitos mostra fotos dos supostos ferimentos decorrentes do câncer de pele que McCain efetivamente teve e do qual está oficialmente em remissão completa. Outro ''explica'' que a primeira medida do republicano no poder será bombardear o Vietnã, por vingança.

O mais persistente, porém, ''prova'' que Obama é, sim, um muçulmano praticante, um pecado mortal nos EUA pós-11 de Setembro. Não só isso, é um islamo-fascista, uma espécie de ''Manchurian candidate'' moderno que a Al Qaeda tenta emplacar na Casa Branca. As provas? As acima citadas, que são verdadeiras, embaladas por um monte de inverdades que não param de crescer.

As mentiras mais manjadas (ao chegar ao Senado em 2005, ele se recusou a fazer o juramento com uma Bíblia; pediu um Corão) ganham novas entradas todos os dias. Das recentes, a minha preferida traz uma foto real do jovem senador com algumas pessoas da família, assim listadas: ''Pookie (hoje na cadeia), Nettie (viciado em crack), Rashid (fugitivo) e Timmy (ator pornô gay)''.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h44
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Quem está na frente no "índice de cervejabilidade"

 

O Rock the Vote fez seu famoso "índice de cervejabilidade" (não é esse o nome, claro), basicamente a pergunta a eleitores "Com quem você prefereria tomar cerveja num bar". Para muita gente --eu incluído--, esse foi um dos fatores que levaram Bush (e Lula) à presidência da primeira vez.

Os resultados:

COM QUAL CANDIDATO VOCÊ PREFERIA TOMAR CERVEJA?
29% - Barack Obama
22% - Hillary Clinton
20% - John McCain
29% - NDA
 
QUAL PARTIDO "ROCKS"?
34% - Democrata
18% - Republicano
18% - Independente
30% - outros/sei lá
 
QUAL O PRINCIPAL ASSUNTO DESSAS ELEIÇÔES?
41% - emprego e economia
21% - Guerra do Iraque
15% - saúde
12% - aquecimento global
11% - educação

 


Escrito por Sérgio Dávila às 15h55
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O Império Contra-Ataca - e Bob Dylan apoia Obama

 

Como é sexta, pausa para o filme: The Empire Strikes Barack. Aliás, George Lucas, o criador de Star Wars, disse que "a força está com Obama". E Bob Dylan pode ter declarado seu apoio ao senador democrata --mas ninguém entendeu direito se foi isso que ele quis dizer. Se foi isso mesmo, terá sido a primeira vez que o músico anuncia publicamente seu apoio a um candidato. Nem no auge do movimento pelos direitos civis nos anos 60 Dylan fez isso.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h38
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Como "Obambi" bateu "Hillzilla"

 

Se Barack Obama e Hillary Clinton se acertarem mesmo para uma chapa conjunta liderada pelo senador, será a mãe de todas as ironias históricas. Quando chegou ao Congresso em 2005, como o representante júnior do Estado de Illinois, o político de então 43 anos tinha um desejo: acordar no dia de hoje com delegados e votos suficientes para poder peitar os Clinton e exigir do partido a vaga de candidato a vice.

Era o que tinham programado ele e seu Grupo de Chicago, comandado pelo estrategista David Axelrod, segundo contou o biógrafo David Mendell, autor de "From Promise to Power" (da promessa ao poder), um relato independente da vida de Obama. Pelos cálculos do grupo, ele ficaria oito anos no cargo e, em 2016, aos 55, se lançaria à sucessão.

Essa seria a primeira parte do "Plano Estratégico", como é chamado internamente o conjunto de ações que norteou a vida política de Barack Obama desde que ele começou a aparecer no radar político nacional, ainda como candidato ao Senado, ao discursar na convenção do Partido Democrata, em 2004. No meio do caminho, o plano deu certo demais.

Ao ganhar por mais do que previa sua própria campanha a Superterça, no dia 5 de fevereiro, quando 22 Estados norte-americanos realizaram suas prévias e deram 847 delegados ao senador, ante 834 para Hillary, o político viu as regras do jogo terem os sinais trocados. A "jovem promessa" virou o favorito. O orador eloqüente de discurso vago se revelou um grande estrategista político.

Foi quando "Obambi" -apelido dado pela jornalista Maureen Dowd, do "New York Times", uma contração do personagem Bambi com o nome do candidato, para definir o jovem idealista indefeso- passou a vencer "Hillzilla" -idem, contração de Hillary com o monstro aterrorizante Godzilla.

Desde a Superterça, Obama perdeu primárias importantes e não ganhou mais votos populares do que sua concorrente. Mas angariou mais delegados e arrecadou mais dinheiro, o que fez com que os superdelegados começassem o êxodo em direção à sua candidatura. Desde então, ele os conquistou numa proporção de três para cada um de Hillary. E foram esses integrantes especiais do partido, não o eleitor, que decidiram a eleição ontem.

De certa maneira, a candidatura da ex-primeira-dama -e o tipo de campanha que os Clinton consagraram em seu partido desde que chegaram à Casa Branca, em 1992, baseada em lealdade política, troca de favores e grandes arrecadadores- começou a morrer na Superterça. Na mesma data, um novo modelo passou a ser adotado pelo partido da oposição. É o modelo Obama.

É aí -e não só nos discursos em que todos terminam gritando "sim, nós podemos"- que mora a verdadeira mudança divulgada no slogan do candidato. Vem amparada por um tripé composto de arrecadações pulverizadas, planejamento a longo prazo e voluntariado jovem. As duas primeiras deram fôlego a uma campanha que surpreendeu a todos ao durar 15 meses; a última lhe deu visibilidade.

No último quesito, ajudou o fato de Obama ter percebido como ninguém "o zeitgeist", o espírito da época, segundo o qual a política americana parece viver uma troca de guarda, empurrada pela chamada Geração do Milênio. Essas pessoas nascidas entre 1980 e 1995 respondem por 80 milhões, quase um terço da população dos EUA, dos quais dois terços podem votar, segundo Morley Winograd, autor do recém-lançado "Millennial Makeover -MySpace, YouTube, and the Future of American Politics".

"Para esse contingente, não existe mais a figura do norte-americano típico, e a questão racial é secundária", descreve Winograd. Ontem, esse contingente ficou mais perto de ser governado a partir de 2009 por um havaiano negro, filho de uma branca do Meio-Oeste do país com um queniano relapso de família muçulmana, batizado já adulto por um pastor radical. Um menino criado na Indonésia que estudou na Califórnia e em Nova York, e que um dia resolveu tentar a vida política em Chicago.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 03h15
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Atriz de Sex and the City dá dinheiro a Obama

 

Dois eventos, dois dias. Na noite de quinta, aqui em Washington, Barack Obama e Hillary Clinton se encontraram em segredo e lugar não sabido para discutir o futuro da primeira. Pouco foi revelado. A senadora mantém uma casa na capital federal na rua do consulado brasileiro, ao lado da residência do embaixador do Brasil, numa travessa da avenida Massachusetts.

Na noite anterior, num jantar de arrecadação de dinheiro na Park Avenue, em Nova York, a atriz Sarah Jessica Parker, de Sex and The City, a herdeira Caroline Kennedy e o ex-ghost writer de JFK, Ted Sorensen, entre outors, doavam cada um US$ 2,3 mil a Obama, o máximo permitido. O candidato apareceu no fim da noite e falou por 25 minutos. Em mais uma novidade de uma campanha cheia delas, o comando obamista permitiu a entrada de um repórter dos que acompanham o senador --ele fez o relato no que os jornalistas chamam de "pool", aqui. Eventos do tipo são tradicionalmente fechados para a imprensa.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 03h01
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Risco de tornado em Washington

 

Cai o mundo na capital norte-americana. Foram mais de 8 mil raios só na última hora, o presidente George W. Bush cancelou piquenique com congressistas programado para a tarde de hoje no gramado sul da Casa Branca por conta do aviso de "tempo inclemente" e as emissoras locais passam aviso de que há risco de tornado na cidade até as 20h locais (21h de Brasília)...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h33
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E Hillary reconheceu, "pero no mucho"

 

Veja a análise pós-primárias, no UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h21
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E mundo "prefere" Obama - Brasil incluído

 

Pesquisa realizada pela Ipsos para a versão em inglês da Al Jazeera junto a "elite e formadores de opinião" em 22 países diz que a maioria acompanha com atenção as eleições norte-americanas e que, entre essa maioria, Barack Obama é o candidato preferido. É o que respondem 55%, ante 31% para Hillary Clinton e apenas 14% para o republicano John McCain.

No Brasil, 59% dos que acompanham a eleição preferem Obama, ante 26% que optam por Hillary e 15% para McCain --ou seja, a voz da maioria destoa da do governo, que não-declaradamente torceria por uma vitória do republicano, que apenas em tese seria menos protecionista em assuntos de comércio exterior.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h16
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Condi "comemora" escolha de Obama

 

O.k., comemora não é exatamente o caso, mas a secretária de Estado de Bush chegou perto, ao elogiar o marco racial da escolha de ontem. "Acho que estamos começando a ver uma extraordiária expressão do fato de que 'Nós, o povo' está começando a querer dizer todos nós", disse, referindo-se à primeira linha da Constituição dos EUA. Condoleezza Rice chegou a ser cotada como uma das candidatas à vice-presidência na chapa de John McCain, mas nega sistematicamente que vá continuar na política depois de 2008.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h03
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Quênia comemora escolha de Obama

 

No país-natal do pai de Barack Obama, fãs de Obama, copo de cerveja com o nome do candidato na mão, celebram a escolha do mais famoso parente; "Vai ser bom se ele for eleito presidente", diz Mamma Sarah, uma de suas "avós" (na verdade, uma das mulheres de seu avô paterno). Repare que o cartaz que ela segura com o autógrafo ainda é da campanha do político ao Senado, de 2004. Desde que anunciou sua candidatura à presidência, em 2007, Obama não voltou a visitar a família queniana. Da última vez, conforme relata Obama em uma de suas biografias, Mamma Sarah pediu dinheiro...



Escrito por Sérgio Dávila às 14h55
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Na reta final - Eleições 2008

 

* Hillary pode sair da corrida, mas não do caminho, é o que digo em podcast no Folha Online;

* Ela dirá que está fora, "pero no mucho", é o que converso no Uol Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h59
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Bill Clinton responde a artigo de revista

 

Em texto de mais de duas mil palavras divulgado hoje pelo escritório do ex-presidente Bill Clinton, o democrata responde às acusações feitas por assessores dele ao repórter Todd S. Purdum em reportagem na revista Vanity Fair, sobre a qual você leu no post abaixo. Basicamente, ele nega tudo e põe em dúvida a isenção do jornalista, por ser casado com uma ex-porta-voz de Bill que se afastou dos Clinton.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h10
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Bill Clinton "vendo um monte de mulheres", diz Vanity Fair

 

Na edição da revista que chega às bancas na semana e traz a atriz Angelina Jolie na capa e em entrevista, o jornalista político Todd Purdum faz um perfil destruidor do ex-presidente, em que ouve pessoas dizendo basicamente que Bill Clinton continua sendo Bill Clinton, voando pelo mundo com uma turma de amigos mais velhos solteiros e mulherengos.

Diz que um dos assessores tentou realizar uma "intervenção", como a feita por familiares em torno de usuários de drogas, porque, segundo o assistente, "Clinton aparentemente estava vendo um monte de mulheres enquanto em viagem" (“Clinton was apparently seeing a lot of women on the road").

A conclusão dos ouvidos sobre um comportamento que pode prejudicar a corrida da mulher à presidência é uma só: egoismo e egocentrismo. O título entrega tudo: "The Comeback Id". Purdum é marido de Dee Dee Myers, ex-porta-voz do democrata. A resposta do escritório do ex-presidente, dada agora à noite, é que se trata de um monte de inverdades e que o jornalista tem um óbvio conflito de interesses.

Vanity Fair, July 2008, featuring Angelina Jolie



Escrito por Sérgio Dávila às 18h17
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Cem pastores oram por Obama toda sexta-feira

 

Toda sexta-feira de manhã, às 9h15 de Washington (10h15 de Brasília), 100 pastores e líderes religiosos de diversas denominações se "reúnem" por telefone e, durante 15 minutos, oram conjuntamente por Barack Obama. Eles fizeram isso anteontem, antes da reunião do comitê do Partido Democrata que decidiria o destino dos delegados de Flórida e Michigan.

A cada sexta, um deles comanda a oração coletiva. Entre eles está Kirbyjon Caldwell, o pastor de Houston, no Texas, que celebrou recentemente o casamento de Jenna Bush, uma das filhas gêmeas do presidente George W. Quem traz a história é a edição mais recente da Newsweek, que não conseguiu saber se membros da Trinity, igreja de Obama por 20 anos e da qual ele se desligou ontem, participam.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h14
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