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McCain estréia novo avião em viagem para Colômbia

 

É com o Straight Talk Express que ele visita a Colômbia e o México, a partir de terça. Sai de cena o jato fretado da JetBlue, entra o Boeing 737-400 de 95 lugares pago por sua campanha. Em coletiva hoje, o candidato estranhou que o nome dele estivesse com destaque no avião --além do slogan de sua campanha, "Reforma, Prosperidade e Paz". Como sempre, a imprensa vai no fundo, o Serviço Secreto, no meio, e o candidato e sua equipe, na primeira classe. McCain disse sentir falta de apenas uma coisa do avião antigo: as televisões individuais. "Principalmente nos vôos mais longos, como os de amanhã."

 

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Escrito por Sérgio Dávila às 21h38
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McCain lança "esquadrão da verdade"

 

Poucos dias depois de Barack Obama lançar "Fight the Smears", seu esquadrão anti-infâmia --sobre o qual você já leu aqui, aqui e aqui--, John McCain coloca no ar o seu. É o "McCain Truth Squad", o esquadrão da verdade, que em breve terá um site próprio dentro do site oficial.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h23
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FHC é "confirmado" único intelectual brasileiro em lista

 

Lembra da lista da Foreign Policy sobre os 100 maiores intelectuais públicos do mundo, que tinha apenas um brasileiro --o ex-presidente FHC-- entre eles? Pois a prestigiosa revista recebeu tanta reclamação da arbitrariedade da lista que resolveu abrir para os internautas votarem. Pois deu mais ou menos o mesmo resultado --e, de novo, FHC como único brasileiro entre os 100 primeiros... Mais de 500 mil pessoas votaram, segundo a publicação.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h03
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Tem blog novo bom no pedaço

 

Feito por quem mais entende de China, meu colega Raul Juste Lores. Como diria o Emerson, eu re-co-men-do.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h56
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"Obama-sistível"

 

Um dos vídeos-sátira mais engraçados, que satiriza os vídeos que babam por Obama.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h54
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A 16 minutos da Casa Branca, "checkpoints" contra a violência

Que George W. Bush é o pior presidente da história recente dos EUA, o estimado leitor está calvo de saber. Exemplo: nos últimos dias, um grupo ultraprogressista colocou na estrada um "ônibus-museu" com as principais realizações dos dois mandatos do republicano -feitos como a Guerra do Iraque, o descaso pós-furacão Katrina, a vacilada que levou à crise hipotecária...

Exemplo 2: nos últimos dias, também, um punhado de eleitores democratas de San Francisco resolveu lutar para fazer constar das cédulas da Califórnia nas eleições presidenciais uma consulta à população do Estado sobre se uma estação de tratamento de esgoto deve ser rebatizada com o nome de Bush.

Quando existe um museu ambulante com suas trapalhadas e seu nome está cotado para batizar um lugar que lida com dejetos, é hora de pedir para sair. Mas há um fato pouco noticiado fora da imprensa de Washington que me assustou na volta dos poucos dias que passei longe daqui. A cidade, capital do país mais poderoso do mundo, instalou postos de checagem provisórios para conter a violência.

Esses "checkpoints", parecidos com os que infestam as estradas e as ruas de Bagdá, no Iraque, ficam nos lugares mais perigosos de um dos bairros mais pobres da periferia, chamado Trinidad, a 16 minutos e algumas dezenas de quadras do quarto onde dormem George e Laura, na Casa Branca.

É notório e histórico o descaso das autoridades federais, republicanas ou democratas, com a cidade que as abriga. Um dos motivos é que a elite branca se concentra em poucas quadras próximas em torno do poder ou na cidade-bairro de

Georgetown ou nas periferias ricas de Maryland e Virgínia, os dois Estados vizinhos à capital. O resto é tomado pela maioria negra -e pobre.

É por esse motivo que um dos washingtonianos mais famosos, o comediante negro David Chapelle, chama sua cidade natal de "Oreo City", referindo-se ao biscoito de chocolate por fora, marshmallow por dentro. Ainda assim, é inédito o extremo de se colocar postos policiais de checagem para conter a violência.

Esses são efeitos de uma onda de homicídios que só em abril custou a vida de 18 pessoas. Num sábado daquele mês, num intervalo de quatro horas, quatro pessoas foram assassinadas. Pode parecer pouco para o leitor acostumado ao noticiário das chacinas paulistanas e dos morros cariocas, mas são um absurdo num país que, em geral, conseguiu reverter seus índices de criminalidade aos patamares do calmo começo da década de 60, quando a população era metade da atual.

O chefe de polícia local, um dos autores da idéia, recebeu críticas pesadas ao defender sua iniciativa numa reunião entre líderes comunitários e políticos. Os primeiros reclamavam do que consideram uma ameaça às liberdades civis -para entrar no bairro conflagrado, o motorista deve mostrar alguma prova de que mora ali ou tem motivo para estar lá naquele momento.

A maioria, no entanto, acha que o problema é a imagem ruim da cidade que isso passará ao resto do país e do mundo. Injustiça. George W. Bush está apenas sendo coerente. Quando comandou a invasão ao Iraque, disse que levaria os valores democráticos ocidentais àquele país árabe. Nada mais natural que use um pouco do próprio remédio na vizinhança de sua casa...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 01h24
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Todo o mundo agora é Hussein

 

Começou em sites de relacionamento social, como o Facebook. Agora é febre: ao preconceito, os jovens eleitores de Barack Obama respondem com criatividade. Virou onda mudar os nomes oficiais (não legalmente, apenas nesses sites e em bate-papos, blogs etc) para Fulano Hussein de Tal. Há mesmo um manifesto publicado no dailykos.com com o título "We Are All Hussein" (nós somos todos Hussein).

Em tempo: o nome completo do candidato democrata à Presidência dos EUA é Barack Hussein Obama Jr.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h10
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Quanto você pagaria para saber de onde veio e para onde vai?

 

Leia a aventura aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 15h05
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Obama e Hillary fazem "teatrinho" em Unity

 

Veja minha análise no UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h46
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A Chicago de Obama

 

Quer saber onde Barack Obama corta o cabelo, quando está em sua cidade-base política? E onde deu o primeiro beijo em Michelle? O "Chicago Tribune" fez um mapa bacana, com os "lugares históricos" da vida do candidato democrata naquela cidade do estado de Illinois. Veja aqui e abaixo.

(Sobre o barbeiro dele e o primeiro beijo, você também já tinha lido aqui...)

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h12
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Colin Powell deve anunciar apoio a Obama

 

É o que diz o veterano colunista conservador Robert D. Novak em sua coluna de hoje no Washington Post. O ex-secretário de Estado de George W. Bush seria também a personalidade que faria o "discurso-surpresa" na convenção do Partido Democrata, no final de agosto, segundo Novak. O militar seria o rosto mais evidente dos chamados "obamacanos", os republicanos que apoiam Obama, sobre os quais você já leu aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h08
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McCain não gosta de trabalhar nos finais de semana

 

É o que revela cuidadoso levantamento do site Politico, segundo o qual o veterano candidato republicano evita fazer campanha aos sábados e domingos.



Escrito por Sérgio Dávila às 13h04
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Quem é mais patriota? Obama ou McCain?

 

A revista Time de amanhã tenta responder à pergunta, com ensaios dos dois candidatos. McCain diz que "patriotismo é uma paixão e um dever, um amor pelo país expresso em boa cidadania". Obama afirma que "é a verdadeira engenhosidade dos EUA --uma fé em sonhos simples, uma insistência em pequenos milagres".

Por que toda essa papagaiada?

Primeiro, pelo "incidente do broche da lapela", a insistência de Obama em se recusar a usar o brochinho com a bandeira dos EUA em suas aparições --no final das primárias e desde então, ele capitulou e vem usando a tal bandeirinha até para tomar banho-- e a exploração que a blogosfera conservadora fez do fato. Segundo porque o 4 de Julho, o feriado nacional norte-americano, acontece na semana que vem...

TIME



Escrito por Sérgio Dávila às 13h02
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Estrategista de Obama mostra "plano da vitória"

 

Vale a pena ver a apresentação que David Plouffe fez a jornalistas hoje aqui em Washington com a estratégia da campanha do democrata para tentar vencer as eleições de novembro. Pelos cálculos (excessivamente otimistas) do coordenador-chefe do candidato, o plano é fazer seis Estados que votaram em republicanos nas eleições passadas mudarem para o democrata em novembro: Virgínia, Missouri, Colorado, Ohio, Iowa e Novo México.

Além disso, acredita Plouffe, Obama tem chances na Flórida e na Pensilvânia e nacionalmente lidera John McCain entre dois grupos importantes, mulheres e hispânicos e está ligeiramente à frente entre independentes. Conta ainda, segundo os números apresentados, com um exército de 1,7 milhão de doadores, 1 milhão de voluntários e 5 milhões de assinantes da newsletter do candidato. A ver...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h04
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Obama e Scarlett Johansson, apenas bons amigos

 

Depois de vazar à imprensa que o candidato democrata e a atriz trocavam e-mails, Barack Obama saiu de seu caminho para negar que tenha uma amizade virtual com Scarlett Johansson. Primeiro, ela disse ao site Politico que tinha mandado um e-mail a ele durante um dos debates dizendo que as perguntas eram "bobas". "Você imagina que alguém como o senador, que está constantemente viajando e constantemente 'ligado', não conseguiria responder a esses e-mails pessoalmente. Mas ele responde, e em seu tempo livre eu sei que ele liga para as pessoas que doaram dinheiro para agradecer."

Ontem, durante vôo antes de chegar a um evento de arrecadação de fundos em Hollywood, Obama baixou a bola: "Ela mandou um e-mail a Reggie [Love, sua assistente], que me encaminhou e eu respondi 'Obrigado, Scarlett, por fazer o que você faz', e de repente nós temos uma relação virtual?" Os tablóides dizem que, entre as duas declarações, Michelle Obama se fez ouvir nos bastidores...



Escrito por Sérgio Dávila às 19h52
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Bush pode dar nome a estação de tratamento de esgoto

 

Cada presidente tem a homenagem que merece? É o que pensa um grupo de eleitores democratas de San Francisco, que recolhe assinaturas para incluir nas cédulas das eleições de novembro na Califórnia uma proposta de mudança de nome de uma estação de tratamento de água, de "Oceanside Water Pollution Control Plant" para "George W. Bush Sewage Plant" --ou seja, Estação de Tratamento de Esgotos Gerge W. Bush. O grupo se chama Presidential Memorial Commision e já tem milhares de assinaturas. Defende que batizar uma estação de tratamento de esgotos com o nome do republicano é "uma homenagem apropriada para um presidente único". Lembre que 80% dos eleitores de San Francisco são democratas --quer dizer, a piada pode muito bem vingar...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h04
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O que toca no iPod de Obama

 

Bob Dylan, Ludacris, Sheryl Crow, Howlin’ Wolf , Jay-Z, Yo-Yo Ma e Bruce Springsteen. É o que ele diz em entrevista a Jann S. Wenner, publisher da "Rolling Stone", na segunda capa da revista dedicada ao candidato democrata, que chega hoje às bancas --e declarou apoio à candidatura ainda antes das primárias. Livros? As tragédias de William Shakespeare e "Por Quem os Sinos Tocam", de Hemingway. Seu herói? Stevie Wonder, especialmente o dos álbuns Music of My Mind, Talking Book, Fulfillingness’ First Finale, Innervisions e Songs in the Key of Life. De Dylan, ele prefere o álbum Blood on the Tracks e a música “Maggie’s Farm". Parte da entrevista, em inglês, aqui. Áudio da conversa aqui.

 

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h31
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Onde está Bill?


Vem cá, é impressão minha, ou Hillary Clinton deu uma de Stálin e "sanitizou" Bill Clinton de seu álbum de campanha? Dê uma olhada aqui, nas páginas de seu site oficial, em que faz uma retrospectiva dos 15 meses de campanha. São vinte páginas duplas de Internet cheias de fotos, com eleitores, várias vezes Chelsea, mas não tem UMA imagem do ex-presidente...





Escrito por Sérgio Dávila às 01h10
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Começa a circular o "expresso da vergonha" da Era Bush

 

O grupo ultraprogressista Americans United for Change colocou na estrada hoje o "ônibus-museu" da Bush Legacy Tour Road, a turnê do legado de George W. Bush. A primeira parada foi em frente ao quartel-general da central sindical AFL-CIO, aqui em Washington, que fica a duas quadras da Casa Branca. Dentro do veículo de 13,7 metros, um apanhado das principais realizações do republicano em seus sete anos de mandato, como a Guerra do Iraque, o descaso com as vítimas do Furacão Katrina, a crise econômica...

Serão mais de 100 destinos nos EUA até o dia 15 de outubro. O objetivo do grupo é ajudar a manter no chão o índice de popularidade do presidente mais mal-avaliado da história recente do país e, assim, influenciar os resultados das eleições de 4 de novembro.

 

The exterior of the Bush Legacy Bus

The exterior of the Bush Legacy Bus

The economy exhibit inside the Bush Legacy Bus

The Iraq exhibit inside the Bush Legacy Bus

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h11
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Seinfeld escreve sobre morte de George Carlin

 

Em inglês, no New York Times de hoje --vale a pena o esforço.

*

Dying Is Hard. Comedy Is Harder.

THE honest truth is, for a comedian, even death is just a premise to make jokes about. I know this because I was on the phone with George Carlin nine days ago and we were making some death jokes. We were talking about Tim Russert and Bo Diddley and George said: “I feel safe for a while. There will probably be a break before they come after the next one. I always like to fly on an airline right after they’ve had a crash. It improves your odds.”

I called him to compliment him on his most recent special on HBO. Seventy years old and he cranks out another hour of great new stuff. He was in a hotel room in Las Vegas getting ready for his show. He was a monster.

You could certainly say that George downright invented modern American stand-up comedy in many ways. Every comedian does a little George. I couldn’t even count the number of times I’ve been standing around with some comedians and someone talks about some idea for a joke and another comedian would say, “Carlin does it.” I’ve heard it my whole career: “Carlin does it,” “Carlin already did it,” “Carlin did it eight years ago.”

And he didn’t just “do” it. He worked over an idea like a diamond cutter with facets and angles and refractions of light. He made you sorry you ever thought you wanted to be a comedian. He was like a train hobo with a chicken bone. When he was done there was nothing left for anybody.

But his brilliance fathered dozens of great comedians. I personally never cared about “Seven Words You Can Never Say on Television,” or “FM & AM.” To me, everything he did just had this gleaming wonderful precision and originality.

I became obsessed with him in the ’60s. As a kid it seemed like the whole world was funny because of George Carlin. His performing voice, even laced with profanity, always sounded as if he were trying to amuse a child. It was like the naughtiest, most fun grown-up you ever met was reading you a bedtime story.

I know George didn’t believe in heaven or hell. Like death, they were just more comedy premises. And it just makes me even sadder to think that when I reach my own end, whatever tumbling cataclysmic vortex of existence I’m spinning through, in that moment I will still have to think, “Carlin already did it.”

Jerry Seinfeld is a writer and a comedian.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h08
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É verão --também na campanha presidencial norte-americana

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h46
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"Selo presidencial" de Obama pega mal

 

Durou um evento o tal "selo presidencial" de Barack Obama. Para quem não viu, vai uma reprodução abaixo: era uma imitação-"referência" ao selo usado pelo presidente dos EUA nos púlpitos de aparições públicas. Idéia equivocadíssima de algum assessor mais animado --ou do próprio candidato--, trazia a águia careca, que é um dos símbolos nacionais do país, como no original.

Trazia ainda o título "Obama for America", o endereço do site do democrata e a frase "Vero possumus", um latim adaptado para o slogan "Yes, We Can". Você leu certo: slogan em latim. (o do selo presidencial é "E pluribus unum", "entre muitos, um", que estudiosos acreditam ser uma referência tanto àquela entre as colônias inglesas que se tornou independente quanto à mistura de raças que formou o povo norte-americano).

Mais uma derrapada...

The Obama campaign is no longer using the above logo.

Seal of the President of the United States



Escrito por Sérgio Dávila às 21h12
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Preciso de sua ajuda, diz Hillary --e pede dinheiro

 

Ela disse que entraria em contato mais tarde e entrou. Em vídeo divulgado na tarde de hoje, a ex-pré-candidata democrata Hillary Clinton diz que precisa da ajuda de seus eleitores --e pede dinheiro. Sua campanha deve mais de US$ 20 milhões na praça, fruto de gastos exagerados no começo das primárias (seus assessores não imaginavam que a corrida fosse se prolongar tanto) e dos honorários altíssimos de Mark Penn, então seu estrategista-chefe.

Ela foi de "devo, não nego, pago quando puder", e sai em campanha por Barack Obama. Os dois se encontram nessa sexta na cidade de Unity (unidade), em New Hampshire, simbólica não só pelo nome mas porque os dois então pré-candidatos empataram em número de votos lá --107 cada um. Especula-se se tanta disposição tem em troca um compromisso de Obama de resgatar os papagaios dela nos bancos...

Clinton is appealing for help in paying of her debt in a new Web video.



Escrito por Sérgio Dávila às 20h48
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Biocombustíveis trocam um problema por outro

Para especialista em energia, não faz sentido resolver o problema do petróleo, que é um recurso limitado, por terra, que é outro recurso limitado

Não basta substituir uma matriz por outra, mas diversificar. Não adianta resolver só do ponto de vista de oferta, trocando gasolina por álcool, mas também de distribuição, que é arcaica, e de demanda, que não pode continuar no nível atual. É o que defende o autor americano dos livros "The End Of Oil" ("O Fim do Petróleo") e "The End of Food" ("O Fim do Alimento").

Seu primeiro livro falava da crise energética. O atual fala da crise alimentar. Nos quatro anos que os separam, um assunto ficou intimamente ligado ao outro. A alta do petróleo ajudou a elevar os preços dos alimentos. Agora, Paul Roberts vê com preocupação o caso brasileiro, em que biocombustíveis como o álcool são tratados como a solução para o primeiro problema.

"Não me parece muito inteligente destinar cada vez mais terras para essa produção enquanto não sabemos com certeza qual será a demanda futura por alimentos", disse. O jornalista investigativo de 54 anos defende uma mudança de hábitos dos consumidores. "Não adianta falarmos que queremos que o governo, a ONU, seja quem for, resolva o problema, desde que nós possamos continuar tendo 2,5 carros, como é a média atual nos Estados Unidos." Leia a entrevista na Folha de hoje.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h40
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João Gilberto canta "Deus Salve a América" no Carnegie Hall

Na primeira apresentação do ano do cinqüentenário da Bossa Nova, o inventor do gênero cantou "Deus Salve a América". No show que deu ontem à noite no Carnegie Hall, em Nova York, João Gilberto abriu o bis com a versão em português do hino não-oficial norte-americano "God Bless America, composto em 1918 por Irving Berlin (1888-1989).

A homenagem fazia sentido: em 1962, o brasileiro se apresentou pela primeira nessa casa, a mais prestigiosa de Manhattan, num espetáculo que ajudou a apresentar o gênero musical ao mundo. Ontem, antes do bis, havia tocado 22 clássicos durante 1h46, que foram de "Doralice" a "Desafinado".

Ao anunciar a música patriótica, João Gilberto disse em inglês que pedia "permissão", para aplausos de uma platéia que esgotou rapidamente os ingressos dessa noite do JVC Jazz Festival. Encerrou o show com a segunda música do bis, "Garota de Ipanema".

Aos 77 anos, acompanhado apenas de seu violão, o baiano de Juazeiro reclamou três vezes do ar condicionado do local. "Desculpe falar uma coisa, tem um ventinho aqui na minha cabeça, me faz um pouco afônico", disse. Mas não saiu do palco, como aconteceu antes, no mesmo Carnegie Hall. Agora, João Gilberto se apresenta em São Paulo, no Rio e em Salvador, em agosto e setembro.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h37
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Investimento na Petrobras dá dor-de-cabeça a McCain

 

Apesar de basear seu programa de segurança nacional numa retórica belicosa e especialmente dura em relação ao Irã, o senador John McCain mantinha dinheiro investido em empresas com atuação naquele país do Oriente Médio até o início deste mês. Um dos fundos que contavam com aplicações do candidato republicano à sucessão de George W. Bush tem na Petrobras seu carro-chefe.

A empresa brasileira de petróleo atua tanto no golfo do México norte-americano quanto no golfo Pérsico iraniano. Os investimentos de McCain constam de relatório de 2006 dos bens do senador tornado público pelo site OpenSecrets, mantido pelo Center for Responsive Politics, de Washington, ONG que mapeia o dinheiro na política americana. O ano é o mais recente disponível.

Leia o resto da reportagem na edição de hoje da Folha.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h37
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Obama dá primeira pisada na bola feia ao recusar dinheiro público

 

Assista à minha análise no UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h19
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Hillary diz que "entrará em contato em breve"

 

Interrompo o intervalo só para registrar e-mail que (eu e milhões cadastrados) acabo de receber de Hillary Clinton. É protocolar, agradecendo o apoio dos eleitores, linkando para um álbum de fotos, mas termina com uma frase interessante: "Entrarei em contato em breve". Para dizer que será VP?

Hillary for President
 


Dear Sergio,

Together, you and I changed America forever. We touched so many lives over the course of this campaign, and I can't thank you enough for the support you showed me. I met so many wonderful people out on the trail, and I wanted to share some of those memories with you.

I hope you'll take a moment to view our online album with some favorite photos from the campaign.

Thank you so much -- I'll be in touch soon.

Sincerely,
Hillary
Hillary Rodham Clinton
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Escrito por Sérgio Dávila às 15h51
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Principal hispânico a apoiar Obama se encontra com Chávez

(Mais uma interrupção breve com notícias das eleições --e até o dia 18, quando volto a blogar!)

Bill Richardson, ex-pré-candidato democrata à presidência e atualmente o hispânico com o cargo mais importante na política norte-americana, encontrou-se com Hugo Chávez. Para quem não se lembra, o governador do Novo México é também apoiador de Barack Obama (ex-funcionário da administração de Bill Clinton, foi chamado de "Judas" ao anunciar seu apoio ao então concorrente da ex-primeira-dama). É também um dos cotados para o posto de vice-presidente na chapa de Obama.

Pois Richardson se encontrou com o presidente venezuelano em abril, em Caracas. Conversaram por uma hora, em espanhol. O democrata tinha ido pedir ajuda de Chávez no caso dos amercanos seqüestrados pelas Farc. O venezuelano entendeu a reunião como a de um primeiro emissário de Obama, o que Richardson não negou --mesmo apesar de o candidato ter endurecido sua retórica sobre Chávez e as Farc em discurso recente em Miami.

O relato está em reportagem publicada na New Yorker de hoje por Jon Lee Anderson. O repórter, a quem conheci na Guerra do Iraque e que lançou seu A Queda de Bagdá pela coleção Jornalismo de Guerra, da editora Objetiva, da qual sou co-curador, é um dos grandes jornalistas da atualidade.

No mesmo texto, ele diz que Chávez se oferece para encontrar com o próximo presidente dos EUA, seja ele quem for. Quando o jornalista pede a reação do candidato republicano John McCain à oferta, ouve de uma assessora: "O senador McCain acha que Chávez é um charlatão e um brutamontes. O senador não confia em Chávez e não acha que valha a pena entrar num vaivém com ele.”



Escrito por Sérgio Dávila às 15h45
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