EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Já votou hoje?

 

José Hamilton Ribeiro, o repórter dos repórteres, concorre ao Prêmio Brasileiro Imortal. Esse blog apoia a candidatura. Vote aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h14
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E Obama põe no ar site anti-McCain

 

Acaba de entrar no ar o site Low Road Express, um trocadilho em inglês com o lema da campanha do republicano John McCain, Straight Talk Express, o expresso da conversa franca. Diferentemente dos milhares de sites negativos contra um e outro candidato, esse foi colocado no ar pela campanha de Barack Obama, como resposta à série de anúncios negativos da campanha do republicano.

"Bem-vindo ao Low Road Express. John McCain costumava se destacar por sua conversa franca. Não mais. Hoje em dia John McCain não parece se destacar por nada mais do que acusações falsas contra Barack Obama. Esse não é o John McCain que nós conhecíamos."

Low Road Express pode ser traduzido como "expresso da estrada da baixaria".

 



Escrito por Sérgio Dávila às 17h10
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É a economia, estúpido

 

Diz a Time de amanhã, que traz o tema e os dois candidatos na capa. De quebra, um artigo de Bill Gates, em que diz que a critividade pode salvar o capitalismo e tirar milhões da miséria.



Escrito por Sérgio Dávila às 15h11
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Viral: "Leave Barack Alone!"

Lembra-se do vídeo "Leave Britney Alone?", postado por um fã no auge da perseguição da mídia de celebridades à musa pop? Agora a Slate faz um viral satírico com dublagem em resposta ao anúncio de ontem de John McCain, "Celeb", que compara Barack Obama a Britney e Paris Hilton. Hilariante.

Escrito por Sérgio Dávila às 14h57
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Rapper Ludacris apoia Obama e chama Hillary de "bitch"

 

Já causa polêmica --e já mereceu dura crítica da campanha de Obama-- a música do rapper Ludacris em que ele declara apoio ao democrata ao mesmo tempo que chama a ex-candidata Hillary Clinton de "irrelevant bitch" (cadela irrelevante). Batizada "Politics - Obama is Here", fala mal de George W. Bush, do reverendo Jesse Jackson e diz que John McCain só merece uma "cadeira" (chair, duplo sentido com cargo) se estiver paralítico.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h49
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Veja vídeo com suposto momento que a prece de Obama foi roubada do Muro das Lamentações

 

Acabou de cair no YouTube. O caso você leu antes aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h43
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Dez sinais de que Obama está confiante demais

 

O clima de "Já ganhou" que aparentemente toma a campanha do democrata foi tema de reportagem do grande Dana Milbank no Washington Post de hoje --parcialmente desmentida pelos obamistas-- e mereceu o Top Ten de David Letterman de ontem à noite. Entre os itens, a proposta de mudança de nome de Oklahoma para Oklabama. A lista (em inglês):

10. Proposed bill to change Oklahoma to 'Oklabama.'

9. Offered Bush 20 bucks for the 'Mission Accomplished' banner.

8. Asked guy at Staples, 'Which chair will work best in an oval-shaped office?'

7. The affair with Barbara Walters.

6. Having head measured for Mount Rushmore.

5. Guy sits around eating soup all day.

4. He's voting for Nader.

3. Offered McCain a job in gift shop at Obama Presidential Library.

2. Announced his running mate will be Andy Dick.

1. Been cruising for chicks with John Edwards.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h50
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Associação solta e-mail "antimitos" sobre Obama

 

A AFL-CIO, uma central sindical progressista norte-americana, enviou a 2 milhões de pessoas e-mails que acabam com alguns "mitos" perpetuados pela blogosfera conservadora sobre Barack Obama. Entre eles:

flag.jpg

bible.jpg

born.jpg

heart.jpg



Escrito por Sérgio Dávila às 14h39
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McCain compara Obama a Britney e Paris Hilton em anúncio

 

Ele é a maior celebridade do mundo, mas está pronto para liderar? Quem pergunta é o locutor do mais recente anúncio negativo ao democrata Barack Obama colocado no ar pela campanha do republicano John McCain. Nas imagens, Britney Spears, Paris Hilton e o comício de Obama em Berlim. O título é "Celeb". O baixo nível dos ataques da campanha do senador veterano tem preocupado os caciques do partido, segundo o NYTimes de hoje. (E a campanha de Obama acaba de responder, com bom-humor: "Ops, he did it again!")

O roteiro:

He's the biggest celebrity in the world.

But, is he ready to lead?

With gas prices soaring, Barack Obama says no to offshore drilling.

And, says he'll raise taxes on electricity.

Higher taxes, more foreign oil, that's the real Obama.

JOHN MCCAIN: I'm John McCain and I approved this message.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h11
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Carla Bruni mostrou fotos nuas a Sarkô

 

Primeira-dama francesa é a personagem de capa da nova Vanity Fair. "Não é que eu tive muitos amantes, é que eu nunca os escondi", diz, já na capa. Dentro, conta que, ao ver que a coisa estava ficando séria com o presidente francês Nicolas Sarkozy, chamou-o e mostrou todas as fotos que fez sem roupa --estamos falando de centenas. Ele olhou, olhou, e pediu de presente a mais bela. E, sim, fala da descoberta tardia sobre quem é seu verdadeiro pai, o "grocery magnate" Maurizio Remmert, 61, que vive em São Paulo.

Na "69a Lista dos Mais Bem-Vestidos", Michelle Obama --e não Barack.

Carla%20Bruni-Sarkozy.jpg



Escrito por Sérgio Dávila às 20h40
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Republicanos satirizam Obama em "Facebook" falso

 

O Partido republicano colocou no ar o que seria a página de Barack Obama no Facebook. O site satírico se chama BarackBook, imita o visual do popular site de relacionamentos virtuais --onde Obama e McCain mantêm páginas-- e traz, por exemplo, uma lista de "amigos" do democrata que elenca o polêmico empresário Antoin "Tony" Rezko, o ex-militante radical Bill Ayers e outros.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h22
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Pai de Angelina Jolie diz que Obama fará dos EUA um país socialista

 

Em texto publicado na segunda-feira no jornal ultraconservador Washington Times, o ator Jon Voight ataca o candidato democrata. Diz que se Barack Obama vencer criará caminho para que nomes como os dos líderes e militantes radicais Jeremiah Wright, Louis Farrakhan, William Ayers e Michael Pfleger "criem uma América socialista". Diz que o Partido Democrata mira os jovens --mais influenciáveis, segundo o ator-- para fazer o mesmo tipo de propaganda comunista que tentaram fazer nele, Jon Voight, quando era um jovem durante a Guerra do Vietnã.

"Não há uma célula em meu corpo que pode aceitar a idéia de que o Sr. Obama conseguirá nos manter seguros dos terroristas ao redor do mundo", afirma, para concluir: "Se --que Deus não permita-- nós vivermos para ver o sr. Obama virar presidente, entraremos numa era socialista que os EUA nunca viu antes, e nosso país se enfraquecerá em todos os sentidos."

Hoje mais conhecido por ser pai da atriz Angelina Jolie, que não fala com ele, Voight é um dos poucos atores de nome de Hollywood a se declarar republicano. Durante as primárias, apoiou Rudolph Giuliani --conversei com ele na época--, e hoje é ferrenho defensor de McCain. O Washington Times é de propriedade do reverendo Moon.

Angelina Jolie, o pai, Jon Voight, e o irmão James Haven nos velhos tempos

 



Escrito por Sérgio Dávila às 17h45
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Estamos preocupados com o recurso errado

 

Quanto vale um litro de água?


Nos últimos meses, a discussão econômica nos Estados Unidos desviou da crise hipotecária para a alta do preço do litro de gasolina. Os norte-americanos pagam hoje, em média, US$ 4 pelo galão do combustível, um recorde, o que dá cerca de R$ 1,7 por litro -alto para os padrões locais, mas ainda assim uma bagatela em relação ao cobrado no Brasil, que estava R$ 2,4 por litro o preço médio em junho.

John McCain e Barack Obama apresentaram suas propostas, embaladas para presente e vendidas como salvadoras da lavoura, embora ambas tenham efeito pífio a curto prazo no preço final pago pelo consumidor. Idem para a recente decisão de George W. Bush de suspender a proibição de explorar petróleo em certas regiões do alto-mar do país, medida que havia sido tomada na presidência de Bush pai.

Enfim, foi o produto passar da barreira psicológica dos US$ 4 para que uma revolução acontecesse. Uma revolução no papel, por enquanto, mas mesmo assim. Pois bem. Segundo um documentário que estréia nos próximos dias por aqui, as pessoas estão se preocupando com o líquido subterrâneo errado. A seguir o atual ritmo de consumo, é a água, e não o petróleo, que vai acabar.

"FLOW - For the Love of Water" (Vazão - Por Amor à Água, que faz um trocadilho com o acrônimo formado pelo título em inglês e o verbo) promete -ou pretende- fazer pela discussão da água o que o documentário de Al Gore fez pelo aquecimento global. Filmado em 12 países e exibido no começo do ano em Sundance, o filme foi dirigido por Irene Salina (o sobrenome é esse mesmo).

Impressionam os fatos elencados por essa francesa de 40 anos, que traz em seu currículo ter feito uma ponta no clássico marginal "O Rei de Nova York" (1990), de Abel Ferrara, e ser sobrinha do ator Phillipe Noiret. Segundo "FLOW", três ou quatro empresas dominam mais de 90% do mercado mundial de água engarrafada e assustam pelos métodos usados para garantir que o fluxo do suprimento não seja interrompido.

Entre outros, acusa o Banco Mundial de "obrigar" vilarejos africanos pobres -mas ricos em água potável- a vender seu bem mais valioso a gigantes do setor como Vivendi, Thames e Suez por valores irrisórios, em troca de assistência da entidade multilateral.

Antes mesmo de estrear em circuito comercial, o filme já provocou ou deu visibilidade a dois movimentos: o 1% For The Planet, em que quase 800 empresas no mundo inteiro se comprometem a destinar essa porcentagem de seu lucro para uma rede de mais de 1.500 entidades ambientalistas; e o Artigo 31, uma petição à ONU para que mais um item seja adicionado aos 30 da Declaração dos Direitos Humanos.

"Todo o mundo tem direito a água limpa e acessível, adequada para a saúde e o bem-estar do indivíduo e da família, e ninguém deve ser privado desse acesso ou da qualidade da água por conta de circunstâncias individuais econômicas."

Por conta do "FLOW", fui dar uma pesquisada e dei com um site interessante, o Cockeyed Science, que lista valores de diversos líquidos nos EUA, por galão. Vai de água sanitária (US$ 2,20) ao perfume Chanel No 5 (US$ 25,6 mil). O da gasolina eu já sabia; o da água Evian engarrafada, não: US$ 6,40.



Escrito por Sérgio Dávila às 01h30
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Obama, estadista ou elitista?

 

Veja minha análise no UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 19h11
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Veja o bilhete que Obama deixou no Muro das Lamentações

 

A nota teria sido roubada do muro após a visita de Obama por um estudante judeu e passada aos jornais locais. O rabino encarregado do Muro criticou a atitude de um dos jornais, que a publicou, por "interferir na relação privada entre Deus e Obama".


“Lord - Protect my family and me. Forgive me my sins, and help me guard against pride and despair. Give me the wisdom to do what is right and just. And make me an instrument of your will.”

Getty



Escrito por Sérgio Dávila às 14h03
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E já tem vídeo da campanha com o "discurso histórico"

 

Obama for America
Dear Sergio --

As you may have heard, Barack has been in Europe, the Middle East, and Asia this week.

Today, he spoke in Berlin, Germany.

In a city where a wall once divided the free from the oppressed, he talked about tearing down the walls that divide all peoples so we can address our common problems -- the threats of terrorism and nuclear weapons, global warming and genocide, AIDS and poverty.

Watch Barack's historic speech and share it with your friends:

Please forward this email to your friends, family, and colleagues.

Thanks,

David

David Plouffe
Campaign Manager
Obama for America


Donate



Paid for by Obama for America

This email was sent to: sdavila@folhasp.com.br

To unsubscribe, go to: http://my.barackobama.com/unsubscribe



Escrito por Sérgio Dávila às 01h15
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Obama em Berlim

 

Entre 100 mil e 1 milhão de pessoas --dependendo do despacho que você lê-- assistem a Barack Obama  nesse momento à frente da Coluna da Vitória falando seu "Discurso de Berlim" --sim, já tem maiúscula e minúscula e aspas, como outros textos históricos.

Balloons with Sen. Barack Obama's campaign logo appear Thursday in front of Berlin's Victory Column. 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h42
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Leia o discurso de Obama em Berlim enquanto ele fala - final

This is the moment when we must defeat terror and dry up the well of extremism that supports it.  This threat is real and we cannot shrink from our responsibility to combat it. If we could create NATO to face down the Soviet Union, we can join in a new and global partnership to dismantle the networks that have struck in Madrid and Amman; in London and Bali; in Washington and New York.  If we could win a battle of ideas against the communists, we can stand with the vast majority of Muslims who reject the extremism that leads to hate instead of hope.

 

This is the moment when we must renew our resolve to rout the terrorists who threaten our security in Afghanistan, and the traffickers who sell drugs on your streets.  No one welcomes war. I recognize the enormous difficulties in Afghanistan.  But my country and yours have a stake in seeing that NATO’s first mission beyond Europe’s borders is a success. For the people of Afghanistan, and for our shared security, the work must be done.  America cannot do this alone.  The Afghan people need our troops and your troops; our support and your support to defeat the Taliban and al Qaeda, to develop their economy, and to help them rebuild their nation.  We have too much at stake to turn back now. 

 

This is the moment when we must renew the goal of a world without nuclear weapons.  The two superpowers that faced each other across the wall of this city came too close too often to destroying all we have built and all that we love.  With that wall gone, we need not stand idly by and watch the further spread of the deadly atom. It is time to secure all loose nuclear materials; to stop the spread of nuclear weapons; and to reduce the arsenals from another era. This is the moment to begin the work of seeking the peace of a world without nuclear weapons. 

 

This is the moment when every nation in Europe must have the chance to choose its own tomorrow free from the shadows of yesterday.  In this century, we need a strong European Union that deepens the security and prosperity of this continent, while extending a hand abroad.  In this century – in this city of all cities – we must reject the Cold War mind-set of the past, and resolve to work with Russia when we can, to stand up for our values when we must, and to seek a partnership that extends across this entire continent.

 

This is the moment when we must build on the wealth that open markets have created, and share its benefits more equitably.  Trade has been a cornerstone of our growth and global development.  But we will not be able to sustain this growth if it favors the few, and not the many.  Together, we must forge trade that truly rewards the work that creates wealth, with meaningful protections for our people and our planet.  This is the moment for trade that is free and fair for all.

 

This is the moment we must help answer the call for a new dawn in the Middle East. My country must stand with yours and with Europe in sending a direct message to Iran that it must abandon its nuclear ambitions. We must support the Lebanese who have marched and bled for democracy, and the Israelis and Palestinians who seek a secure and lasting peace. And despite past differences, this is the moment when the world should support the millions of Iraqis who seek to rebuild their lives, even as we pass responsibility to the Iraqi government and finally bring this war to a close.

 

This is the moment when we must come together to save this planet.  Let us resolve that we will not leave our children a world where the oceans rise and famine spreads and terrible storms devastate our lands.  Let us resolve that all nations – including my own – will act with the same seriousness of purpose as has your nation, and reduce the carbon we send into our atmosphere.  This is the moment to give our children back their future. This is the moment to stand as one.

 

And this is the moment when we must give hope to those left behind in a globalized world. We must remember that the Cold War born in this city was not a battle for land or treasure. Sixty years ago, the planes that flew over Berlin did not drop bombs; instead they delivered food, and coal, and candy to grateful children. And in that show of solidarity, those pilots won more than a military victory. They won hearts and minds; love and loyalty and trust – not just from the people in this city, but from all those who heard the story of what they did here. 

 

Now the world will watch and remember what we do here – what we do with this moment.  Will we extend our hand to the people in the forgotten corners of this world who yearn for lives marked by dignity and opportunity; by security and justice? Will we lift the child in Bangladesh from poverty, shelter the refugee in Chad, and banish the scourge of AIDS in our time? 

 

Will we stand for the human rights of the dissident in Burma, the blogger in Iran, or the voter in Zimbabwe?  Will we give meaning to the words “never again” in Darfur? 

 

Will we acknowledge that there is no more powerful example than the one each of our nations projects to the world?  Will we reject torture and stand for the rule of law?  Will we welcome immigrants from different lands, and shun discrimination against those who don’t look like us or worship like we do, and keep the promise of equality and opportunity for all of our people?

 

People of Berlin – people of the world – this is our moment.  This is our time. 

 

I know my country has not perfected itself.  At times, we’ve struggled to keep the promise of liberty and equality for all of our people.  We’ve made our share of mistakes, and there are times when our actions around the world have not lived up to our best intentions. 

 

But I also know how much I love America. I know that for more than two centuries, we have strived – at great cost and great sacrifice – to form a more perfect union; to seek, with other nations, a more hopeful world.  Our allegiance has never been to any particular tribe or kingdom – indeed, every language is spoken in our country; every culture has left its imprint on ours; every point of view is expressed in our public squares. What has always united us – what has always driven our people; what drew my father to America’s shores – is a set of ideals that speak to aspirations shared by all people: that we can live free from fear and free from want; that we can speak our minds and assemble with whomever we choose and worship as we please.   

 

These are the aspirations that joined the fates of all nations in this city. These aspirations are bigger than anything that drives us apart. It is because of these aspirations that the airlift began. It is because of these aspirations that all free people – everywhere – became citizens of Berlin. It is in pursuit of these aspirations that a new generation – our generation – must make our mark on the world.  

 

People of Berlin – and people of the world – the scale of our challenge is great.  The road ahead will be long. But I come before you to say that we are heirs to a struggle for freedom. We are a people of improbable hope.  With an eye toward the future, with resolve in our hearts, let us remember this history, and answer our destiny, and remake the world once again.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h33
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Leia o discurso de Obama em Berlim enquanto ele fala - parte 1

Thank you to the citizens of Berlin and to the people of Germany. Let me thank Chancellor Merkel and Foreign Minister Steinmeier for welcoming me earlier today. Thank you Mayor Wowereit, the Berlin Senate, the police, and most of all thank you for this welcome.

 

I come to Berlin as so many of my countrymen have come before.  Tonight, I speak to you not as a candidate for President, but as a citizen – a proud citizen of the United States, and a fellow citizen of the world. 

 

I know that I don’t look like the Americans who’ve previously spoken in this great city. The journey that led me here is improbable. My mother was born in the heartland of America, but my father grew up herding goats in Kenya. His father – my grandfather – was a cook, a domestic servant to the British. 

 

At the height of the Cold War, my father decided, like so many others in the forgotten corners of the world, that his yearning – his dream – required the freedom and opportunity promised by the West. And so he wrote letter after letter to universities all across America until somebody, somewhere answered his prayer for a better life.

 

That is why I’m here. And you are here because you too know that yearning. This city, of all cities, knows the dream of freedom. And you know that the only reason we stand here tonight is because men and women from both of our nations came together to work, and struggle, and sacrifice for that better life.

 

Ours is a partnership that truly began sixty years ago this summer, on the day when the first American plane touched down at Templehof.

 

On that day, much of this continent still lay in ruin.  The rubble of this city had yet to be built into a wall. The Soviet shadow had swept across Eastern Europe, while in the West, America, Britain, and France took stock of their losses, and pondered how the world might be remade. 

 

This is where the two sides met.  And on the twenty-fourth of June, 1948, the Communists chose to blockade the western part of the city.  They cut off food and supplies to more than two million Germans in an effort to extinguish the last flame of freedom in Berlin.

 

The size of our forces was no match for the much larger Soviet Army. And yet retreat would have allowed Communism to march across Europe. Where the last war had ended, another World War could have easily begun. All that stood in the way was Berlin.

 

And that’s when the airlift began – when the largest and most unlikely rescue in history brought food and hope to the people of this city. 

 

The odds were stacked against success.  In the winter, a heavy fog filled the sky above, and many planes were forced to turn back without dropping off the needed supplies. The streets where we stand were filled with hungry families who had no comfort from the cold. 

 

But in the darkest hours, the people of Berlin kept the flame of hope burning. The people of Berlin refused to give up. And on one fall day, hundreds of thousands of Berliners came here, to the Tiergarten, and heard the city’s mayor implore the world not to give up on freedom. “There is only one possibility,” he said.  “For us to stand together united until this battle is won…The people of Berlin have spoken.  We have done our duty, and we will keep on doing our duty. People of the world: now do your duty…People of the world, look at Berlin!”

 

People of the world – look at Berlin!

 

Look at Berlin, where Germans and Americans learned to work together and trust each other less than three years after facing each other on the field of battle.

 

Look at Berlin, where the determination of a people met the generosity of the Marshall Plan and created a German miracle; where a victory over tyranny gave rise to NATO, the greatest alliance ever formed to defend our common security. 

 

Look at Berlin, where the bullet holes in the buildings and the somber stones and pillars near the Brandenburg Gate insist that we never forget our common humanity. 

 

People of the world – look at Berlin, where a wall came down, a continent came together, and history proved that there is no challenge too great for a world that stands as one.  

 

Sixty years after the airlift, we are called upon again. History has led us to a new crossroad, with new promise and new peril. When you, the German people, tore down that wall – a wall that divided East and West; freedom and tyranny; fear and hope – walls came tumbling down around the world. From Kiev to Cape Town, prison camps were closed, and the doors of democracy were opened. Markets opened too, and the spread of information and technology reduced barriers to opportunity and prosperity. While the 20th century taught us that we share a common destiny, the 21st has revealed a world more intertwined than at any time in human history.

 

The fall of the Berlin Wall brought new hope. But that very closeness has given rise to new dangers – dangers that cannot be contained within the borders of a country or by the distance of an ocean.  

 

The terrorists of September 11th plotted in Hamburg and trained in Kandahar and Karachi before killing thousands from all over the globe on American soil.  

 

As we speak, cars in Boston and factories in Beijing are melting the ice caps in the Arctic, shrinking coastlines in the Atlantic, and bringing drought to farms from Kansas to Kenya.

 

Poorly secured nuclear material in the former Soviet Union, or secrets from a scientist in Pakistan could help build a bomb that detonates in Paris. The poppies in Afghanistan become the heroin in Berlin. The poverty and violence in Somalia breeds the terror of tomorrow. The genocide in Darfur shames the conscience of us all.

 

In this new world, such dangerous currents have swept along faster than our efforts to contain them. That is why we cannot afford to be divided. No one nation, no matter how large or powerful, can defeat such challenges alone.  None of us can deny these threats, or escape responsibility in meeting them. Yet, in the absence of Soviet tanks and a terrible wall, it has become easy to forget this truth. And if we’re honest with each other, we know that sometimes, on both sides of the Atlantic, we have drifted apart, and forgotten our shared destiny.

 

In Europe, the view that America is part of what has gone wrong in our world, rather than a force to help make it right, has become all too common. In America, there are voices that deride and deny the importance of Europe’s role in our security and our future. Both views miss the truth – that Europeans today are bearing new burdens and taking more responsibility in critical parts of the world; and that just as American bases built in the last century still help to defend the security of this continent, so does our country still sacrifice greatly for freedom around the globe.

 

Yes, there have been differences between America and Europe. No doubt, there will be differences in the future. But the burdens of global citizenship continue to bind us together. A change of leadership in Washington will not lift this burden. In this new century, Americans and Europeans alike will be required to do more – not less. Partnership and cooperation among nations is not a choice; it is the one way, the only way, to protect our common security and advance our common humanity. 

 

That is why the greatest danger of all is to allow new walls to divide us from one another.

The walls between old allies on either side of the Atlantic cannot stand.  The walls between the countries with the most and those with the least cannot stand.  The walls between races and tribes; natives and immigrants; Christian and Muslim and Jew cannot stand.  These now are the walls we must tear down. 

 

We know they have fallen before. After centuries of strife, the people of Europe have formed a Union of promise and prosperity. Here, at the base of a column built to mark victory in war, we meet in the center of a Europe at peace. Not only have walls come down in Berlin, but they have come down in Belfast, where Protestant and Catholic found a way to live together; in the Balkans, where our Atlantic alliance ended wars and brought savage war criminals to justice; and in South Africa, where the struggle of a courageous people defeated apartheid.

 

So history reminds us that walls can be torn down. But the task is never easy.  True partnership and true progress requires constant work and sustained sacrifice.  They require sharing the burdens of development and diplomacy; of progress and peace. They require allies who will listen to each other, learn from each other and, most of all, trust each other. 

 

That is why America cannot turn inward.  That is why Europe cannot turn inward.  America has no better partner than Europe. Now is the time to build new bridges across the globe as strong as the one that bound us across the Atlantic.  Now is the time to join together, through constant cooperation, strong institutions, shared sacrifice, and a global commitment to progress, to meet the challenges of the 21st century. It was this spirit that led airlift planes to appear in the sky above our heads, and people to assemble where we stand today.  And this is the moment when our nations – and all nations – must summon that spirit anew. 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h32
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E McCain volta a criticar a mídia

 

Dessa vez, John McCain faz crítica do favoritismo da mídia americana em relação a seu oponente com bom humor --aliás, o candidato republicano só sairá da lama em que se encontra se recuperar o humor ácido que o tornou popular lá na década de 90... Os jornalistas que acompanham sua campanha pelo país receberam uma "etiqueta de bagagem" com os dizeres: "Grupo de imprensa de McCain - Deixados para trás para fazer reportagens nos EUA", uma menção engraçada aos poucos e bons que foram escolhidos para acompanhar o giro de Obama pela Europa e pelo Oriente Médio...

A frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O verso (obviamente em francês, ou a piada não seria completa...)



Escrito por Sérgio Dávila às 17h56
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Obama volta a exibir as filhas

 

Vem cá, não foi o próprio candidato que se arrependeu de ter deixado as filhas pequenas darem entrevista à TV? Agora, chega às bancas a semanal People com a família inteira na capa. Entre outras "revelações", as de que as meninas ganham US$ 1 de mesada por semana (um sinal de que, em seu mandato, Obama cortará os gastos do governo?), têm a agenda cheia (futebol, dança e teatro para Malia, 7, e ginástica e sapateado para Sasha, 10; as duas fazem têm ainda aulas de piano e tênis).

Em defesa do democrata, diga-se que as entrevistas com a People (e com a revista Parents, que ainda não saiu) foram feitas no mesmo dia da entrevista à TV. Então o veto provavelmente continua valendo...

Photo



Escrito por Sérgio Dávila às 17h49
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E cartum ironiza a polêmica

 

Ainda é o melhor, para mim (de Patrick O'Connor, do Daily News de Los Angeles) --Bush, Cheney, Nixon na parede, e, de novo, a Constituição pegando fogo...)



Escrito por Sérgio Dávila às 21h21
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Revista ironiza capa polêmica com Obama

 

Sai Michelle Obama de guerrilheira, entra Cindy McCain como viciada em remédios. Sai Barack Obama de muçulmano, entra John McCain de andador. Na lareira, em vez de a bandeira dos EUA, o que queima é a Constituição do país. Na parede, nada de quadro com Osama bin Laden, mas com George W. Bush. É a paródia da paródia, uma graça que a revista Vanity Fair faz com a polêmica capa da New Yorker, a que mostrou como os norte-americanos ainda têm dificuldade em satirizar o candidato democrata. A diferença é que a capa da VF não chega às bancas --é uma brincadeira virtual, que ficará apenas no site. Ambas as revistas são da Condé Nast.

Cover-McCain2.jpg



Escrito por Sérgio Dávila às 20h59
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E os dois candidatos viram super-heróis

 

Saem em outubro, pela IDW, as biografias em quadrinhos de Barack Obama e John McCain. Terão 23 páginas cada uma (a de Ronald Reagan tinha 110) e serão escritas por, respectivamente, Jeff Mariotte e Andy Helfer e desenhos de Tom Morgan e Stephen Thompson. As ilustrações das capas são de J. Scott Campbell (Gen13, Danger Girl). Já dá para ver um "trailer" --e comprar buttons e cartazes-- aqui.

The Candidates, Comically Drawn



Escrito por Sérgio Dávila às 13h24
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Mídia está "apaixonada" por Obama, diz McCain

 


O republicano contra-ataca em e-mail enviado a simpatizantes. Veja abaixo e siga os links com as "provas" do amor (e leia mais sobre a "guerra da mídia" aqui)
















JohnMcCain.com












McCain Team -

VoteIt's pretty obvious that the media has a bizarre fascination with Barack Obama. Some may even say it's a love affair. We want you to be the judge. We've compiled two videos of the more outrageous moments of this not so secret love affair. Follow this link to watch the two videos and vote on which one you think is better. Your vote will determine which video we put on the air.

The media is in love with Barack Obama. If it wasn't so serious, it would be funny.

Regards,

The McCain Campaign








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John McCain 2008
P.O. Box 16118, Arlington, VA 22215
Phone: (703) 418-2008
www.JohnMcCain.com






Paid for by John McCain 2008






Escrito por Sérgio Dávila às 13h13
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Como será a aparência de Obama e McCain em 2012?

 

O site Gawker fez a brincadeira, usando como referência o quanto o democrata Bill Clinton e o republicano George W. Bush envelheceram no cargo. A projeção foi feita por uma estagiária do site, usando Photoshop.

John McCain, 72, e Barack Obama, 46, se eleitos presidentes, ao final do primeiro mandato, em 2012:

 

E o envelhecimento real de Clinton e Bush em dois mandatos seguidos



Escrito por Sérgio Dávila às 15h39
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Wall-E, de direita ou de esquerda?

Nos últimos dias, o bate-boca sobre a orientação política de Wall-E, do filme homônimo, só perdeu em calor e em intensidade para o sobre a capa da revista "New Yorker" que traz Barack Obama em trajes muçulmanos, sua mulher, Michelle, como guerrilheira, um quadro com Osama bin Laden na parede e uma bandeira norte-americana queimando na lareira -tudo no Salão Oval da Casa Branca.

(Aliás, se o candidato democrata for "insatirizável" por ser negro, como se justificou mais de um humorista, estamos caminhando para a campanha presidencial mais sem graça da história...)

Voltando ao Wall-E, a questão é se, ao mostrar a humanidade acomodada e com todas as suas necessidades providas por uma megacorporação 700 anos no futuro, depois de destruída a Terra, o filme faz uma crítica à sociedade ultraconsumista do país -sendo, portanto, de esquerda- ou defende o fim da presença excessiva do governo na vida dos cidadãos -sendo, então, de direita.

Quando escrevia resenhas de cinema mais regularmente, já fui acusado de, depois do 11 de Setembro, enxergar traços da "Doutrina Bush" até em comercial de sabonete. Mais de um leitor chegou a sugerir que eu estava sob efeito de uma versão cinematográfica do transtorno de estresse pós-traumático. Outros iam direto ao assunto e xingavam minha mãe. Agora, chegou minha chance de me vingar.

A discussão sobre o Wall-E é não (só) alimentada por blogueiros de pijama que vivem no porão da casa dos pais em Fargo, na Dakota do Norte, mas por publicações sérias como a "American Conservative". Pensando bem, risque o "séria": em sua edição mais recente, a revista traz o tema "Eating Right", um trocadilho em inglês com "comendo da maneira correta" e "comendo da maneira conservadora"...

"No filme, se torna claro que o consumo de massa não é só produto da gana corporativa, mas dessa gana alimentada pelo excesso da presença do governo", escreve Patrick J. Ford, da "AC". "Na verdade, os dois são indistinguíveis no futuro de 'Wall-E'. O governo provém seus cidadãos com tudo de que eles precisam, e a falta de variedade leva ao colapso da Terra."

Certo.

"Depois de sete séculos de prazer controlado por corporações no espaço, os terráqueos se transformaram em consumidores obesos e infantilizados, que passam seus dias imóveis em cadeiras de descanso, olhar pregado nos anúncios das telas de computadores -em outras palavras, [se transformaram em] americanos", escreve Dana Stevens, da revista eletrônica progressista "Salon".

A luta continua.

"Desde o primeiro momento do filme, meus filhos foram bombardeados por propaganda esquerdista sobre os males da humanidade", escreveu Shannen Coffin, da (bem conservadora) "National Review". "Com exceção do capitão da nave, que se revolta contra um computador valentão, os humanos em 'Wall-E' não merecem de verdade sua chance de redenção", contra-ataca o progressista Reed Johnson, do "Los Angeles Times".

Você sabe que o clima de um país está excessivamente politizado quando os analistas começam a discutir a orientação política de um robozinho que é o personagem principal de um filme de animação.

Apenas para registro, acho que "Wall-E" é o melhor filme do ano.



Escrito por Sérgio Dávila às 01h46
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Viagem de Obama é para "inglês ver"

 

Veja aqui minha análise no UOL News.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h09
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Candidato a vice ganha importância inédita nas eleições americanas

 

Ouça meu podcast no Folha Online.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h15
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