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Sarah Palin sai da história para virar calendário

Sarah Palin, a governadora que quase saiu do Alasca para entrar na história, como a primeira vice-presidente mulher dos EUA, virou calendário. O Calendário Sarah Palin de 2009 traz mais de 50 fotos da política e de sua família em casa, na campanha e em ação --o site não especifica se estão incluídas fotos da futura sogra Bristol, a filha mais velha de Sarah, que foi presa sob acusação de tráfico de drogas recentemente.

Foi feito pela fotógrafa Judy Patrick, do Alasca. Nunca ouviu falar? Ela foi vice-prefeita de Sarah quando ela comandava o Executivo da cidade de Wasilla... A imagem principal é a da governadora segurando uma garrucha sob o ombro. Tem 13 meses (janeiro de 2010 é brinde), vem em papel de alta qualidade e --o site anuncia com orgulho-- foi produzido e impresso nos EUA.

Não é preciso correr: as vendas não andam lá essas coisas. O preço original, US$ 15,95, já tem desconto de 15%.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h15
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Obama e Hillary, os mais admirados

 

E começam as listas de fim de ano. Os dez políticos/personalidades de 2008 de quem vamos sentir mais falta em 2009, segundo o Politico --entre eles Joe Biden, o candidato falastrão, que dará lugar a Joe Biden, o vice contido. E os dez homens e mulhers mais admirados, segundo pesquisa do USA Today. Os primeiros colocados? Obama estourado na frente, claro, com 32%, seguido de Bush, com 5%. E Hillary Clinton, a futura chanceler, com 20%, seguida por Sarah Palin, com 11%. É a primeira vez que um presidente eleito encabeça os nomes nas mais de duas décadas do levantamento. A lista completa:

1. Barack Obama 32%
2. George W. Bush 5%
3. John McCain 3%
4. Pope Benedict XVI* 2%
Billy Graham 2%
Bill Clinton 2%

 

1. Hillary Clinton 20%
2. Sarah Palin 11%
3. Oprah Winfrey 8%
4. Condoleezza Rice 7%
5. Michelle Obama 3%



Escrito por Sérgio Dávila às 14h05
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Obama e irmã despejam cinzas da avó no Havaí

 

Barack Obama, 47, não é só o primeiro presidente a usar Blackberry, baixar músicas da Internet, ter preocupação em fazer uma alimentação orgânica. Político-celebridade como JFK, será também o primeiro a ser perseguido por papparazzi 24 horas por dia --e até o limite do Serviço Secreto...

Depois das fotos sem camisa, acabam de chegar à rede fotos dele e da irmã, Maya Soetoro-Ng, despedindo-se da avó materna em cerimônia ontem no Havaí. Os dois despejam as cinzas de Madelyn Dunham, morta na véspera da eleição do neto. Mais aqui.

 

 

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h03
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Bush arruma boquinha para Condi

 

Na calada da noite, no apagar das luzes, a 15 dias de entregar a chave da casa Branca, o ainda-presidente George W. Bush arruma duas boquinhas para dois secretários seus. A chanceler Condoleezza Rice foi apontada em comunicado hoje do republicano para ser curadora do Kennedy Center for the Performing Arts, em Washington, num mandato que termina em setembro de 2014. Já o atual secretário do Comércio, Carlos Gutierrez, pega a vaga que Condi tinha no Wilson Center e vai ser curador lá até outubro de 2014. O comunicado não especifica os salários, mas a média do mercado para curador em Washington é de US$ 62 mil/ano (R$ 11,9 mil/mês), e os curadores das duas instituições se reúnem cerca de três vezes por ano. * Atualização: a Casa Branca avisa que os dois receberão apenas reembolso de despesas e um valor a ser gasto por dia de trabalho, e que as indicações não precisam ser confirmadas pelo Senado.

Pensou que fosse só em Brasília? 



Escrito por Sérgio Dávila às 15h54
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Bush e Obama pensam igual --ao menos no Natal

Plágio? Sintonia? Sincronicidade? Você decide: em seus pronunciamentos de Natal, o ainda-presidente, George W. Bush, e seu sucessor, Barack Obama, citaram o mesmo exemplo para aquecer o coração dos ouvintes. Leia os dois --e irrite-se com o fato de eles se apropriarem do nome do  continente para se referir ao país, como fazem todos aqui, aliás.

"232 anos atrás, quando a América ainda era uma nação recém-nascida, George Washington e seu Exército tinham à frente chances terríveis enquanto lutavam para se libertar da opressão de um império. Era Dia de Natal -25 de dezembro de 1776."

"Em 1776, parecia que o primeiro Natal da América como nação independente seria também o último. Depois de uma série de derrotas destruidoras para os britânicos, o Exército de George Washington estava exausto e desanimado. (...) Parecia que, sem um milagre, a luta pela liberdade da América estava condenada. O milagre aconteceu na noite de Natal, em 1776."

Quem disse o quê? Descubra aqui e aqui.

*

E saiu o menu de Natal de Bush no retiro de Camp david, onde o ainda-presidente passa o feriado.

Jantar de hoje:

Enchiladas and Tamales

 

Rice and Pinto Beans

 

Guacamole

 

 

Almoço de amanhã:

Roast Turkey and Cornbread Dressing

 

Green Beans

 

Sweet Potatoes

 

Mashed Potatoes

 

Spinach Salad

 

Giblet Gravy

 

Cranberry Sauce

 

Rolls

 

Pumpkin Pie

 

Pecan Pie

 

*

 

Para quem acompanha o blog desde sua criação, em 2004/2005, já sabe. Nada de Natal por aqui. Mas tem a tradicional celebração do Festivus, mesmo assim:

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h29
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Obama come sushi de apresuntado e é fotografado sem camisa por papparazo

 

O presidente eleito passa seu último feriado pré-posse ao sol do Havaí, degustando uma iguaria local que pode ser descrita como "sushi de spam", spam no caso sendo o insuportável apresuntado enlatado que foi refeição diária de muita gente durante a Depressão dos anos 30.

Para quem quiser copiar em casa: chama-se Spam Musabi, leva spam, ovo frito e arroz enrolados em alga.

O que mais? Seguindo a tradição, Obama nomeou o cunhado (o treinador de basquete Craig Smith) e a irmã (a professora Maya Soetoro-Ng) para o Comitê Presidencial da Posse, que conta ainda com todos os ex-presidentes norte-americanos vivos e Colin Powell, entre outros.

E aumentam os boatos de que o economista Paul Krugman pode ter algum papel no novo governo. Indagado sobre o assunto, o Nobel e colunista progressista do New York Times disse apenas numa rádio que "continua falando sempre com a equipe de Obama, e isso é tudo o que eu direi". Esperava-se que Obama convidasse o Nobel Joseph Stiglitz para o time econômico --o que não aconteceu, para espanto de muitos e mágoa do próprio. 

Barack Obama 

 Foto feita hoje por papparazo de Los Angeles e colcoada no site da agência, que deu pane por conta do número de visitas... Mais aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h21
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Lula, "ex-sindicalista peludo", na lista da "elite global" de 2009

 

Na primeira edição de 2009, a semanal "Newsweek" traz sua versão "primo pobre" da mais tradicional "personalidade do ano" da Time. É uma lista do que o autor, Fareed Zakaria, chama de "elite global" de 2009. Quem a encabeça, é claro, é Barack Obama --mas tem espaço para o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a revista, "os economistas gritaram quando o ex-sindicalista peludo assumiu o governo em 2003, mas logo perderam o fôlego. O Brasil, antes na beira da ruína, agora tem US$ 207 bilhões em reservas e a inflação mais baixa dos países em desenvolvimento. Graças à inteligência fiscal de Lula, o Brasil é uma das economias emergentes mais saudáveis."

A lista completa:

1: Barack Obama
2: Hu Jintao
3: Nicolas Sarkozy
4-5-6: Economic Triumvirate
7: Gordon Brown
8: Angela Merkel
9: Vladimir Putin
10: Abdullah bin Abdulaziz Al-Saud
11: Ayatollah Ali Khamenei
12: Kim Jong Il
13-14: The Clintons
15: Timothy Geithner
16: Gen. David Petraeus
17: Sonia Gandhi
18: Luiz Inácio Lula da Silva
19: Warren Buffett
20: Gen. Ashfaq Parvez Kayani
21: Nuri al-Maliki
22-23: The Philanthropists
24: Nancy Pelosi
25: Khalifa bin Zayed Al Nahyan
26: Mike Duke
27: Rahm Emanuel
28: Eric Schmidt
29: Jamie Dimon
30-31: Friends of Barack
32: Dominique Strauss-Kahn
33: Rex Tillerson
34: Steve Jobs
35: John Lasseter
36: Michael Bloomberg
37: Pope Benedict XVI
38: Katsuaki Watanabe
39: Rupert Murdoch
40: Jeff Bezos
41: Shahrukh Khan
42: Osama bin Laden
43: Hassan Nasrallah
44: Dr. Margaret Chan
45: Carlos Slim Helú
46: The Dalai Lama
47: Oprah Winfrey
48: Amr Khaled
49: E. A. Adeboye
50: Jim Rogers

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h52
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Uma tarde com Jon Stewart

"ABANDON NEWS, ALL YE WHO ENTER HERE."

Abandonai a notícia, todos vós que aqui entrais. A variação irônica e bem-humorada em inglês da linha nove do Canto 3 da "Comédia" de Dante ("Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate", "Deixai toda a esperança, vós que entrais") é o que recebe o visitante da gravação do "Daily Show", em Nova York.

Numa tarde da semana retrasada em que o frio chegava a menos nove na esquina da rua 51 oeste com a 11ª avenida, em Manhattan, abandonei a notícia e qualquer sinal de vida nas extremidades do corpo e entrei no estúdio em que o comediante Jon Stewart grava seu programa.

Nunca viu? Recomendo. Não há ninguém fazendo jornalismo político mais crítico nas emissoras norte-americanas, nem se levados em conta os principais telejornais das abertas e os especiais das noticiosas. Claro que Stewart só consegue fazer o que faz porque, ao se apresentar como comediante, não tem de seguir as regras do bom jornalismo.

Não ouve necessariamente os outros lados de um tema, por exemplo. Toma partido das questões abertamente -no caso, quase sempre do lado dos progressistas. Expõe suas opções políticas (ele torceu pela eleição de Barack Obama). A ironia -explicitada pela placa- é que cada vez mais norte-americanos têm no apresentador sua fonte principal de notícias diárias.

Vale repetir que, em pesquisa séria recente, ele foi escolhido um dos cinco jornalistas de maior credibilidade nos EUA; os outros eram os veteranos Tom Brokaw e Dan Rather e Brian Williams e Anderson Cooper, jornalistas de verdade. Abandonar a notícia, no sentido figurado, é o que ele faz melhor.

Para vê-lo fazendo isso ao vivo, você tem de seguir o mesmo rumo. Na ante-sala da gravação, junto de cerca de 200 pessoas, todos são avisados de que qualquer tipo de registro (gravação, fotografia, mesmo escrever à mão em papéis) é rigorosamente proibido.

Lá dentro, somos "esquentados" por um mestre-de-cerimônias, que instrui a platéia a se comportar durante o show -basicamente, gritar e aplaudir o máximo possível. Logo, Jon Stewart aparece e faz uma breve sessão de perguntas e respostas. Minha convidada pergunta se ele já esteve no Brasil.

"Já. Em 1983, participei das Macabíadas em São Paulo. Sabe o que são? Uma espécie de Jogos Olímpicos dos judeus. A diferença é que os judeus do time de futebol do Brooklyn pareciam todos comigo, enquanto o judeu brasileiro era alto, sexy e cool."

Começa a gravação. O convidado da noite é o ex-governador e ex-pré-candidato republicano Mike Huckabee. O tema de abertura, a crise na imprensa -naquele dia, o grupo Tribune, que publica o "Los Angeles Times" e o "Chicago Tribune", entre outros, havia anunciado concordata.

Aasif Mandvi, o comediante indiano, "interpreta" sites agregadores de notícia e blogueiros. John Oliver, o comediante britânico, "representa" a imprensa escrita tradicional. A mensagem do esquete é que o primeiro depende do último para sobreviver, mas está matando seu próprio fornecedor ao oferecer de graça e de maneira ligeira o trabalho de apuração sério e custoso que o segundo realiza.

Num quadro de poucos minutos, Jon Stewart resume a encruzilhada da imprensa mundial com graça e inteligência. Abandonai a notícia, diz ele, "pero no mucho".

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 03h44
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Brasil será prioridade, diz Obama

 

Brasil será uma das prioridades da nova secretária de Estado obamista, Hillary Clinton, disse Barack Obama. Ela deve dar mais atenção à América Latina, em geral, ao país em particular. "Nos negligenciamos nossos vizinhos no nosso próprio hemisfério", afirmou o democrata, "e há enorme potencial para trabalharmos com outros países --Brasil, por exemplo, que de certa maneira está adiante de nós em estratégias energéticas. Eu acho que isso será muito importante."

O presidente eleito respondia à pergunta sobre quais são as três prioridades da nova secretária de Estado, Hillary Clinton. A afirmação está na íntegra da entrevista que deu à edição da revista Time que o elegeu "personalidade do ano".

A íntegra da pergunta e resposta, em inglês: 

You made a very bold choice for Secretary of State. If she were sitting here with you now and you were to say, "Madame Secretary, here are the three stops I want you to make on your itinerary once you get in the job," what would those three places be?
Well, since we're literally having that conversation, I think, a day or two after this publication comes out, I'm not going to have her read it in TIME magazine. But I mentioned to you earlier some of our key priorities. There's no doubt that managing the transition in Iraq is going to be a top priority. Managing a more effective strategy in Afghanistan will be a top priority. Recognizing that it is not simply an Afghanistan problem but it's an Afghanistan-Pakistan-India-Kashmir-Iran problem is going to be a priority. Sorting through our policy with respect to Iran effectively - that will be a priority. Dealing with our transatlantic alliance in a more constructive way and trying to build a more effective relationship with the newly assertive and, I believe, inappropriately aggressive Russia, when it comes to the invasion of Georgia - that is going to be a priority. And seeing if we can build on some of the progress, at least in conversation, that's been made around the Israeli-Palestinian conflict will be a priority.

Now, I mention those things, but keep in mind that some of the long-term priorities I identified in the campaign remain just as urgent today. I already mentioned nuclear proliferation. I already mentioned climate change. I think dealing with development and poverty around the world is going to be a critical component of our foreign policy. It's good for our security and not just charity. And so, part of the goal that Senator [Hillary] Clinton and I both share - as do [Defense] Secretary [Robert] Gates and [National Security Adviser nominee] General [James] Jones - is moving our foreign-assistance agenda to the center of our national-security conversations as opposed to the periphery. Paying more attention to Latin America. You know, we have neglected our neighbors in our own hemisphere, and there is an enormous potential for us to work with other countries - Brazil, for example, which is in some ways ahead of us on energy strategies. That, I think, would be very important. And finally, managing our relationship with China and the entire Pacific Rim, I think, is something that will keep not just me busy but my successor busy.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h13
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Na quinta à noite, Madoff vê TV sozinho

Outro caso raro em que uma imagem vale mil palavras. Depois de pagar fiança e se livrar da cadeia, o protagonista de um dos maiores escândalos financeiros da história recente vê TV sozinho na sua penthouse no Upper East Side de Manhattan.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 02h48
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Na Casa Branca, Bush já é quadro

 Caso raro em que a foto realmente vale mil palavras.



Escrito por Sérgio Dávila às 02h36
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Morre o "Garganta Profunda"

 

Lembra da nota abaixo, publicada dias atrás? Pois o personagem dela, o Garganta Profunda, morreu hoje.

 

  19/11/2008 14:36 - publicado por Sérgio Dávila  [ Alterar ]   [ Excluir ]  

Jornalista finalmente conhece "Garganta Profunda"

 

Deep Throat, a mais famosa --e até 2005 mais anônima-- fonte jornalística da história, finalmente conheceu a segunda metade do time de então repórteres do Washington Post responsável pela denúncia de Watergate, série de reportagens que levaram à renúncia de Richard Nixon e à prisão de vários de seus assessores. Em jantar anteontem na Califórnia, Bob Woodward apresentou oficialmente seu ex-parceiro Carl Bernstein a Mark Felt.

O ex-agente do FBI vive hoje em Santa Rosa e sofre de estágio avançado de demência. Ainda assim, os três almoçaram no domingo, e Felt entendeu quem era Bernstein. Woodward cumpriu seu compromisso de nunca revelar o nome de sua fonte, que resolveu batizar de Garganta Profunda, título de um filme pornô famoso na época, há 35 anos. Mas a família de Felt, especula-se que em troca de dinheiro, aceitou revelar a identidade em um perfil publicado na revista Vanity Fair, em 2005. Só depois disso o jornalista confirmou a identidade.

Bernstein hoje é jornalista freelancer, escreve livros e faz análises para a CNN. Woodward continua como o colaborador mais high-profile do Post e é autor de livros seminais sobre os Anos Bush e a Era Clinton. Seu acesso histórico à Casa Branca pode se complicar com a ascensão de uma nova geração ao poder, comandada pelos obamistas, que até agora têm privilegiado o site Politico no vazamento de informações.

Mark Felt, o Deep Throat

Bernstein e Woodward então

Os dois hoje

Dustin Hoffman e Robert Redford interpretando a dupla no clássico Todos os Homens do Presidente (1976)



Escrito por Sérgio Dávila às 03h50
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"Sapatogate" deixa porta-voz de Bush com olho roxo

 

* Dana Perino, a musa dos marmanjos da sala de imprensa da Casa Branca, foi uma das vítimas indiretas do atirador de sapatos de Bagdá. No momento que o jornalista iraquiano arremessava seus solados amazonas na direção do presidente norte-americano, a movimentação do serviço secreto apertou os jornalistas, o que fez com que um deles enfiasse inadvertidamente o microfone no olho da porta-voz, que ficou roxo. Ela comentou o caso em coletiva ontem.

* Ontem ainda Washington provou que aprendeu muito com os métodos da Presidência brasileira. A frase de Mintader al Zaidi na "coletiva do sapato" ("É o seu beijo de despedida, cachorro!") foi registrada apenas como "Interrupção do público" na transcrição oficial da Casa Branca. Em outra coletiva, agora em Kabul, um repórter disse a Bush que seus comentários sobre o Afeganistão eram "uma mentira" e que o Talebã "estava rindo do outro lado da fronteira". Na transcrição oficial? Apenas a frase "Não traduzido".

* Leia meu texto sobre o "sapatogate" aqui.

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O olho roxo da porta-voz de Bush, Dana Perino, resultado indireto do "sapatogate"



Escrito por Sérgio Dávila às 13h57
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Obama é "personalidade do ano" da Time

 

Embora a revista tenha feito concurso, pedido palpites a famosos e levado o teatrinho adiante, o nome já estava decidido desde as primeiras horas da manhã do dia 5 de novembro. É Barack Obama, claro. A ainda mais importante semanal de informação dos EUA justificou dizendo que o presidente eleito "superou a falta de experiência, um nome esquisito, dois candidatos que são instituições políticas (Hillary e McCain) e a divisão racial para se tornar o 44o presidente dos EUA". Nada mais justo.

Os que chegaram perto, segundo a semanal:

No. 2: Secretário do Tesouro Henry Paulson.
No. 3: Presidente francês Nicolas Sarkozy.
No. 4: Governadora do Alasca Sarah Palin.
No. 5: Diretor chinês Zhang Yimou (autor da abertura dos Jogos Olímpicos).

A personalidade do ano de 2007 foi o líder russo Vladimir Putin. A dos outros anos você encontra aqui.

 

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Escrito por Sérgio Dávila às 13h19
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Obama anunciará secretário de agricultura pró-etanol brasileiro

 

Tom Vilsack, que o presidente eleito Barack Obama deve anunciar em coletiva na manhã desssa quarta-feira como seu futuro secretário de Agricultura, é a favor de derrubar a barreira para importação do etanol brasileiro. Pelo menos é o que disse em entrevista à emissora CNBC em 2007 e repetiu algumas vezes depois. Ex-governador de Iowa, que faz parte do "cinturão do milho" norte-americano, Vilsack rema contra a corrente de seu Estado, ninho de defensores da tarifa. É a Iowa que a bancada do milho do Congresso obedece. Polêmico, Vilsack favorece também alimentos geneticamente modificados, o que lhe valeu de críticos o apelido de "amigo da Monsanto".

Com a escolha, portanto, Obama rema contra a corrente. Mudança dos tempos?

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E Xavier Becerra não será mais o USTR de Obama, o secretário especial de Comércio exterior, o sujeito que entre outras coisas negociaria Doha com o brasileiro Celso Amorim e outros. O congressista --protecionista de quatro costados-- diz ter preferido o comando de uma comissão na Câmara. Sinal dos tempos, parte 2?

 



Escrito por Sérgio Dávila às 00h12
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