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Você compraria um carro usado de Obama?
A obamania continua. Um sujeito colocou em leilão no eBay o Chrysler 300C modelo 2005 que os Obama tiveram de 2004 a 2007. A oferta mais alta por enquanto é de US$ 150 mil (o carro vale menos de um décimo disso). Se você quiser levar na hora, o preço é 1 milhão de dólares. O calhambeque já tem até site, e o dono diz que vai dar o dinheiro para entidades beneficentes... Escrito por Sérgio Dávila às 20h28[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Chega às bancas 15a Time com Obama na capa
A lua-de-mel da mídia americana continua (via Gawker)
Escrito por Sérgio Dávila às 18h45[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Jornalista do caso Watergate dá conselhos a Obama
(Dos quatro, os melhores são os dois últimos, "State of Denial" e "The War Within". O primeiro, "Bush at War", especialmente, sofre do mal que acometia a imprensa norte-americana na época: falta de crítica e questionamento.) Os dez conselhos: 1. Os presidentes dão o tom. Não seja passivo nem tolere divisões virulentas Leia a íntegra (em inglês) aqui. Escrito por Sérgio Dávila às 16h08[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Mudança que você pode comprar
De camisinha a garrafa d'água, o comércio envolvendo o nome de barack Obama é sem precedentes. Mas é a mercadoria oficial que mais espanta. Agora, designers celebrados apresentam suas linhas feitas especialmente para o novo presidente, que vende os objetos no site oficial da transição. Tem bolsa desenhada por Diane Von Furstenberg e Tory Burch, camisetas de Zac Posen, Narciso Rodriguez, Donna Karan, Beyonce, Derek Lam, Rachel Roy, Juicy Couture e Gerald Matthews e um cachecol de Alexander Wang. Mudança que você pode comprar --e vestir, e exibir.
Escrito por Sérgio Dávila às 23h11[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Agora é oficial: Obama já tem foto presidencial
Como tudo nessa presidência, há um aspecto inédito: é a primeira foto oficial de um presidente dos EUA feita numa máquina digital --ou seja, a primeira que não foi revelada nem impressa em papel. O autor é o recém-anunciado novo fotógrafo da Casa Branca, Pete Souza. Ex-fotógrafo do Chicago Tribune, ele vem registrando a campanha de Obama desde 2006. Foi o fotógrafo oficial de Ronald Reagan na Casa Branca (o que faria dele o terceiro republicano do gabinete de Obama?) Repare a bandeirinha na lapela de Obama --motivo de grande controvérsia durante a campanha. E o começo do grisalho...
Escrito por Sérgio Dávila às 22h49[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Bush ignora repórter veterana em última entrevista
Em sua última entrevista coletiva como presidente, George W. Bush elogiou duas vezes o papel dos jornalistas norte-americanos presentes --e, cá para nós, o que eles fizeram entre o 11 de Setembro (2001) e a invasão do Iraque (2003) pode ser chamado de tudo, menos jornalismo. Nobre da parte dele. Mas não nobre o suficiente. O republicano ignorou solenemente Helen Thomas, a veterana correspondente que já foi tema de documentário e teve seu direito de perguntar não-oficialmente cassado pela Casa Branca de Bush --no período que cito acima, foi das únicas a continuar crítica e fazer perguntas incômodas. Ela cobre a Casa Branca desde 1961. O republicano foi seu nono presidente, mas não será o último.
Escrito por Sérgio Dávila às 04h00[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Da série "Uma imagem vale por mil palavras"
Parece que foi ontem --e faltam sete dias.
(A propósito da excelente reconstituição oral dos anos Bush na Vanity Fair).
Escrito por Sérgio Dávila às 03h37[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem]
Obama, Mussum e a saudável irreverência brasileira
O blog volta à ativa, depois de breve folga do autor pelo Brasil. Trago na bagagem a imagem da camiseta que dois irmãos amigos me apresentaram.
Foi feita pelo Sandro Menezes e pode ser encomendada no site dele, aqui. Houve uma longa discussão aqui nos EUA (que continua) sobre se a eleição de Barack Obama significaria o fim do humor político, pelas implicações raciais evidentes de se fazer graça com o novo presidente e pelo fato de ele chegar à Casa Branca embalado por um saldo de vontade mundial sem precedentes. Há até quem diga, de novo, que a ironia morreu, repetindo o fora histórico do jornalista Graydon Carter, editor da Vanity Fair, que decretou a morte precoce do humor logo após o 11 de Setembro. Não existe humor político a favor, nem figura política insatirizável. E a ironia segue bem, obrigado. A camiseta brasileira é a melhor prova disso.
Escrito por Sérgio Dávila às 17h22[comente] [Regras para comentários] [envie esta mensagem] |