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Escrito por Sérgio Dávila às 18h41
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Crise leva proprietário a pintar grama

A grama do vizinho é sempre mais verde --em tempos de crise, no entanto, a probabilidade de ela ter sido pintada é grande. Pelo menos nas casas de proprietários endividados de algumas regiões da Califórnia e outros Estados mais atingidos pelo fim da bolha imobiliária. Para passar o imóvel adiante rapidamente, mas sem dinheiro para mandar arrumar o jardim, californianos e outros têm contratado o serviço de uma empresa que pinta a grama velha de verde, deixando-a com aparência de nova --e elevando o valor da casa... O produto se chama Insta-Green (não confundir com o chá verde do ator e lutador de artes marciais Jackie Chan, de mesmo nome) e pode ser encontrado aqui.

Antes...

Roberts preparing to paint

...Durante...

Spray nozzle

...Depois

Painting a lawn in Perris

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h57
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"Hair" e a nova frugalidade americana

A Lua entra na sétima casa uma vez por dia, informam os astrólogos, e não é raro Júpiter se alinhar com Marte, pré-requisitos para o começo da Era de Aquário segundo os versos iniciais do musical "Hair".
Ainda assim, há algo novo no ar, algo que tem levado milhares de pessoas a esgotar os ingressos das oito sessões semanais da remontagem na Broadway dessa peça de 1967 que fala de hippies, amor livre, o poder da flor, a Guerra do Vietnã -e, é claro, os cabelos do título.
Encenada inicialmente ao ar livre no Central Park, a remontagem do Public Theatre fez tanto sucesso que atiçou produtores a levantar dinheiro para levá-la a um teatro fechado, o que aconteceria no mês passado. O problema é que entre o parque e o palco houve o "setembro negro", em que o banco de investimentos Lehman Brothers quebrou, e a atual crise iniciou sua fase mais aguda.
Nas semanas seguintes, seria comum a cena de funcionários tirando cartazes de peças que estavam fechando. Uma delas, a remontagem de "Godspell", consumiu US$ 4,5 milhões e nem estreou; outra, a versão musical de "A Tale of Two Cities", clássico de Charles Dickens, custou US$ 16 milhões e ficou só dois meses em cartaz.
Nesse contexto, o sucesso inesperado de "Hair" pegou os próprios produtores de surpresa. Em um mês, o investimento inicial de US$ 5,5 milhões foi recuperado, e hoje a peça dá lucro. Há quem veja aí um reflexo da "nova frugalidade" norte-americana, a volta a hábitos simples forçada pela crise após uma era de excessos.
Nesse sentido, a trama de "Hair" se encaixaria no novo espírito, com seu grupo de hippies pregando o amor, não a guerra, uma volta aos valores simples. "Eu achei que a peça fosse datada, mas acabou se revelando um clássico", me disse Elizabeth Wollman, autora do livro "The Theater Will Rock" (ed. University of Michigan Press, 2006), uma história dos musicais de rock.
Em 1914, dois anos antes de se tornar juiz da Suprema Corte americana, Louis Brandeis escreveu que "a luz do Sol é tida como o melhor desinfetante", defendendo a transparência nos negócios do governo. Oito décadas depois, setores como o automobilístico e o bancário só sobrevivem por causa dos negócios do governo dos EUA, numa crise sem precedentes.
Enquanto isso, na rua 45, as filas dobram o quarteirão e lotam a calçada sob a fachada do teatro Al Hirschfeld, enfeitada com desenhos psicodélicos e a frase "let the sun shine in" -deixe o sol brilhar.



Escrito por Sérgio Dávila às 01h19
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Condoleezza nega ilegalidade da tortura em "momento Nixon"

 

Um estudante de Stanford, para onde ela voltou a dar aulas, encostou Condoleezza Rice num canto de uma festinha num os dormitórios da universidade californiana e a confrontou sobre a decisão do governo Bush de autorizar o uso de tortura. Em meio a um mar de evasivas, a ex-conselheira de Segurança Nacional e ex-secretária de Estado bushista diz duas coisas relevantes, sendo que a segunda pode voltar para morder seu calcanhar no caso de ser instituída uma "comissão da verdade" ou serem convocadas audiências no Congresso: 1. que ela não autorizou tortura nenhuma; 2. que quando o presidente autoriza algo, isso não é ilegal.

A segunda frase lembra perigosamente a dita por Richard Nixon, já fora da Casa Branca, na hoje famosa entrevista ao britânico David Frost sobre as escutas ilegais que acabariam por levar à sua renúncia, no que ficou conhecido como Escândalo Watergate.

O vídeo de Condi caiu na rede, obra de uma outra estudante que gravava tudo (veja abaixo).

Trecho do diálogo (em inglês):

"'Waterboarding' é tortura?'', pergunta o estudante.

"O presidente nos disse que nada do que nós faríamos estaria fora de nossas obrigações legais. Nada que violasse nossas obrigações sob as convenções contra a tortura, é o que nos foi dito. Por definição, se fosse autorizado pelo presidente, não violava nossas obrigações'', ela responde.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h37
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