EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Revista do New York Times diminui

Chegou hoje aos assinantes e bancas a nova versão da revista dominical do New York Times, que existe há mais de 100 anos. O formato anterior, que lembrava a antiga Rolling Stone e a falecida Life, agora se parece com as semanais Time e Newsweek --embora seja ainda um pouco mais quadrada que essas. A revista diminuiu 9%, explica o editor, para cortar custos. Algumas sessões foram reordenadas, mas nenhuma deixou de existir. E os textos estão do mesmo tamanho, segundo o jornal.

O truque é que as fontes usadas agora são menores e aguentam mais letras por linha. Uma delas é a Nyte, criada pelo português Dino dos Santos. A edição dessa semana circula com duas opções de capa --é o número especial anual de arquitetura.

*

Já no jornal de domingo, a surpresa: o editor-executivo, Bill Keller, manda texto de Teerã, onde está cobrindo as eleições presidenciais. Possível entrevista com Mahmoud Ahmadinejad nos próximos dias?

 

   



Escrito por Sérgio Dávila às 12h57
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Mesma Time, uma capa por freguês

Saúde pública para os americanos...

Time Cover

A crise de Gordon Brown para os europeus...

Time Cover

E a crise na Coreia do Norte para os asiáticos

 



Escrito por Sérgio Dávila às 17h48
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Discurso de Obama ganha versão em português na Casa Branca

 

O histórico discurso que Barack Obama fez na Universidade do Cairo, na semana passada, em que ele "estende a mão" ao mundo islâmico, ganhou tradução para várias línguas da região, como o árabe, o árabe, o pashto, o farsi, o hebreu, e para línguas dos maiores países de população muçulmana, como a Indonésia. Chama a atenção, no entanto, a versão em português, a primeira de um discurso de Barack Obama no site oficial da Casa Branca. Pode ser um reconhecimento de Washington para a grande comunidade de descendentes de árabes que vivem no Brasil. Pode ser a constatação de que é preciso também estender a mão conciliadora para radicais que viveriam no país e começariam a dar as caras. A segunda hipótese é reforçada pela ausência de uma versão em espanhol do discurso, uma língua falada por mais pessoas no mundo que o português.

(O discurso em português foi percebido pelo blogueiro Leandro Santos de Aragão num comentário de um post abaixo.)



Escrito por Sérgio Dávila às 16h38
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Celular no presídio, sequestro relâmpago --nos EUA

Vem cá, é Brasil ou o país mais rico do mundo? O Wall Street Journal informa que os imigrantes latinos têm sido vítimas de sequestros-relâmpago em Phoenix, no Arizona. E a Wired revela que boa parte dos presídios dos EUA --inclusive aquelas inexpugnáveis fortalezas de segurança máxima de que você ouve tanto falar por aí-- não consegue bloquear o acesso dos detentos a celulares. Muitos continuam comandando gangues, combinando crimes e fazendo ameaças e tentando extorquir pessoas por telefone, mesmo estando atrás das grades.

Você já não ouviu essas histórias em algum lugar?



Escrito por Sérgio Dávila às 01h47
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Volta a ganhar força teoria da conspiração sobre vôo AF 447

Há dois roteiros, segundo os teóricos:

1. Dias antes de o avião cair, a França anunciou que abriria uma base militar em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos --a primeira em mais de meio século, como lembra Douglas Woodwell, professor assistente de relações internacionais da Universidade de Indiana, o pai da teoria. Ele recorda que, dias antes da queda, um vôo Buenos Aires-Paris, da mesma Air France, teria sido atrasado por conta de uma ameaça de bomba. Os teóricos lembram que parte do ódio que Osama bin Laden tem dos EUA vem da presença militar norte-americana na Arábia Saudita, em solo considerado sagrado pelos islâmicos. A teoria foi requentada hoje, com reportagem de capa do L'Express francês, segundo a qual a polícia francesa investigava dois homônimos de suspeitos de terrorismo que constariam da lista de passageiros. A polícia disse que a pista era falsa; 

2. Outra vertente aponta a presença de "dois dos maiores inimigos dos traficantes de armas" na lista dos passageiros, o argentino Pablo Dreyfus, de 39 anos, da ONG Viva Rio, e o diplomata suíço Ronald Dreyer, ambos ligados ao centro de estudos Small Arms Survey, do Instituto de Estudos Internacionais, em Genebra. 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 22h55
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E o Frank Lloyd Wright de Lego?

É o início da série Lego's Archictecture. Começa com o autor do Guggenheim de Nova York e da icônica residência Fallingwater --as duas obras estão na coleção. Cada estojo custará US$ 45 mais despesas de envio nos EUA. Tem um teaser no site oficial, aqui, mas algumas fotos chegaram à rede, abaixo. Na minha adolescência, um tio tentou comprar os direitos de lançar os brinquedos da Lego no Brasil --a marca está no país há décadas, me dizem. Mandaram para a casa dele um Lego "estação espacial" (os maníacos saberão exatamente qual era, imagino), que meu irmão caçula e um primo passaram uma semana ajudando a montar. Pesquisando sobre essa nota, vi que tem vários blogs de legomaníacos no Brasil, um deles aqui.

frank-lloyd-wright-legos_1

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h16
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Obama encerra turnê antissapatada

Veja minha análise no programa semanal do UOL Notícias.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 09h15
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Nuvem do discurso de Obama aos muçulmanos - povo é a palavra mais usada

Wordle: Cairo Speech



Escrito por Sérgio Dávila às 20h10
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Michael Moore quer intervenção nas fábricas

Quando a GM foi criada, há 100 anos, os fabricantes de carro tiveram de convencer as pessoas a deixar de usar carroças movidas a cavalo e passar a usar a nova invenção. Agora, embalada pelo "momentum" político de Barack Obama, a indústria automobilística deveria se reinventar e centrar seus esforços em transporte público de qualidade, como o trem-bala, e veículos de energia limpa, como os carros elétricos.

É o que sugere Michael Moore em texto publicado hoje em seu blog, em inglês. Claro que sendo o polêmico cineasta que ele é, as idéias são mais radicais do que eu estou resumindo aqui --a começar pelo título do texto, "Goodbye, GM". Ele pede que, a exemplo do que fez FDR com as fábricas de carros durante a Segunda Guerra, que por um período passaram a produzir só armas e veículos militares, Obama deveria fazer intervenção semelhante e obrigar as fábricas atuais a dar a guinada acima --produzir transporte público de qualidade e veículos limpos.

Manipulador ou não (às vezes ele é, sim, principalmente na edição de seus documentários), o autor de "Fahrenheit 9/11" sabe do que está falando. Primeiro porque ele bloga de Flynt, sua cidade-natal em Michigan, uma das mais atingidas por todas as crises automobilísticas das últimas décadas. Seis em cada dez pessoas do lugar foram embora depois do fechamento das fábricas, nos anos 80. As que sobraram empregadas foram demitidas agora, na última rodada. Explodiu o número de sem-teto, drogados, criminosos.

Segundo porque ele é o autor de "Roger & Me", o documentário de 1989 que o levou à fama mundial. O Roger do título era o então CEO da GM, Roger Smith, que Michael Moore passa o filme inteiro tentando encontrar, para que ele explique por que fechou as fábricas em Flynt para abrir no México...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 21h50
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Enquanto isso, iraquianos florescem em Detroit

 

Com o fim de fato da fase de ouro da indústria automotiva norte-americana, deve complicar ainda mais a situação de seu antigo epicentro, a cidade de Detroit, no Estado de Michigan, nos EUA. No último meio século, a população local caiu à metade, de 1,8 milhão de pessoas nos anos 50 para pouco mais de 900 mil hoje. Estive lá por duas vezes nos últimos anos, em 2007 e em 2008. Na primeira vez, fazia uma série de reportagens sobre os exilados iraquianos que encontraram abrigo na Grande Detroit. 

Pois essa é a comunidade que mais floresce, a dos exilados iraquianos, principalmente dos caldeus, uma facção de cristãos que não encontrou lugar no Iraque pós-invasão norte-americana. Eles representam 15% de todos os refugiados iraquianos. Dois terços deixaram o país. Desses, dezenas de milhares vieram aos EUA, e se concentram no Michigan, onde já havia uma importante comunidade de exilados iraquianos da Guerra do Golfo, em 1991, e da Guerra Irã-Iraque, nos anos 80.

O curioso é que um dos locais preferidos dos iraquianos expatriados para iniciar nova vida é Dearborn, cidade-natal de Henry Ford, o fundador da única das ex-Três Grandes que sobrevive sem intervenção estatal e que mantém sua sede ali. No subúrbio de Detroit, é a "capital árabe" dos EUA, com 30% da população três árabes em cada dez habitantes e uma das maiores mesquitas das três Américas.

Enquanto os trabalhadores da indústria automobilística norte-americana perdem emprego e casa, os iraquianos desalojados pela guerra de George W. Bush progridem na mesma região, tocando suas próprias pequenas empresas, principalmente no setor de serviços.

Há uma ironia histórica aí.

A mesquita de Dearborn, no subúrbio de Detroit

Mansão onde Henry Ford passou parte de sua vida, na mesma cidade

Fábrica de carros abandonada de Detroit

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h37
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Woody Allen, já nas melhores bancas



Escrito por Sérgio Dávila às 16h01
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Com Sotomayor, EUA terão "Obama" na Suprema

Veja a análise em meu programa semanal do UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h38
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