EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Diário de Teerã - Os balões verdes e as notas riscadas

Desde o começo de agosto --e pelo tempo que for possível--, esse blog publica relatos de uma iraniana que vive em Teerã e conta os desdobramentos do movimento de oposição ao presidente Mahmoud Ahmadinejad. O nome dela foi trocado por medida de segurança.

*

Por Anna Olivier, de Teerã


Vou escrever sobre as maneiras civilizadas que os iranianos escolhem para protestar. Maturidade política, conforme os iranianos mostraram nos últimos eventos, é algo que todo o mundo está comentando. Tenho de confessar que eles são realmente experientes, embora ninguém esperasse uma reação tão madura depois de tanto terror, assassinatos e ameaças --e nem um sinal do governo ou do Líder Supremo.

Depois das notícias de pessoas morrendo nas piores condições, sob tortura, por pessoas não identificadas, em um lugar desconhecido --Kahrizak, na periferia de Teerã--, o Líder disse que aparentemente os direitos humanos não foram levados em conta ali e que esse lugar deveria ser fechado. “Fechado” significa que ninguém jamais saberá o que aconteceu, nem a autoria, nem os mandantes; “fechado” para tudo, incluindo investigação.

Poucos dias após o início das demonstrações o governo acusou o povo nas ruas de ser anarquista; em resposta, as pessoas decidiram protestar em completo silêncio; escreveram slogans e exigências em cartazes, apenas mantiveram suas mãos para cima e caminharam em silêncio --um silêncio inacreditável, em que milhares podiam ser vistos, mas nem uma palavra era ouvida. Quem começava a falar ouvia um pedido de silêncio dos outros.

Embora fazer manifestações pacíficas seja um direito garantido pela Constituição da Republica Islâmica do Irã, o silêncio nesse rio verde foi interrompido por gás lacrimogêneo, espancamento e terminou em morte, como sempre.

Balões verdes são outro aspecto sofisticado escolhido pelos manifestantes iranianos. No mês passado, às 13h de uma sexta, nós organizamos o Dia do Balão Verde. Todos seguravam um, para soltar no céu, para que eles fossem vistos durante a oração de sexta. A operação não foi bem-sucedida naquele dia, mas acendeu um novo movimento que continuou nos dias e semanas seguintes. Milhares passaram a encher balões em casa e soltá-los no céu, para o alto.

Isso levou a um problema secundário. Primeiro, era muito difícil achar balões verdes depois daquele dia --os estoques acabaram rápido. Os supermercados que ainda os vendiam cobravam ágio sobre eles. As pessoas passaram então a comprar balões brancos e amarelos, duas cores da paz. Uma das lojas mostrava sua coleção de balões de todas as cores à venda --os verdes estavam escondidos e só seriam vendidos para os “verdes”, como estamos sendo chamados. Quem nos disse foi o vendedor. Nós insistimos, e ele nos vendeu por menos do que estava cobrando pelas outras cores.

-- Todas as pessoas deveriam ter o direito de soltar balões verdes hoje, nos disse o herói daquele dia.

Outra maneira de protestar que ganha força é escrever nas cédulas. No lugar onde está escrito “Banco Central da República Islâmica do irã”, risca-se a palavra “República” e substitui-se pela palavra “Ditadura”, sempre com cores verdes. Há outros slogans, também, mas esse é o mais popular.

Outro método que voltou foi o da pichação. É um protesto que reviveu, trinta anos depois da revolução. Agora, em vez de os muros trazerem “Fora com o xá”, lê-se “Fora com Khamenei”, o que é chocante.



Escrito por Sérgio Dávila às 01h10
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Os Estados Unidos torturaram

É preciso relembrar e apurar isso, para que o país possa seguir em frente. Veja minha análise no UOL Notícias de hoje.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h32
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Na dúvida, fuja para o Brasil

É um assunto recorrente, sobre o qual já escrevi, mas que voltou a pipocar na minha cabeça desde que a outra jornalista da casa comprou os óculos modelo Jets to Brazil, da griffe Paul Frank. Uma googlada mostrou que é o nome de uma banda, inspirado no cartaz do filme "Bonequinha de Luxo", com Audrey Hepburn, adaptado de "Breakfast at Tiffany’s", de Truman Capote.

No livro, a personagem principal é amante de um diplomata brasileiro com o improvável nome de "José Ybarra-Jaegar" (o narrador explica que Jaegar é pela ascendência alemã; José é um genérico gringo para latinos; mas Ybarra?). Ela termina fugindo para o Rio. Não foi a primeira (o livro é de 1958; o filme, de três anos depois), nem terá sido a última a, na dúvida, fugir para o Brasil –ou por lá ficar. De Samantha, a personagem lasciva de "Sex and The City", a "Interlúdio" (1946), o thriller de Alfred Hitchcock que se passa no Rio, são muitas menções, nem sempre honrosas ao país, nas obras de ficção.

Assisti outro dia a "Inimigos Públicos", o grande filme de Michael Mann sobre o assaltante de bancos John Dillinger, que tem Johnny Depp no papel principal. A certa altura, ele diz para a namorada (Marion Cotillard) que vai fazer mais um assalto, desta vez a um trem pagador, e fugir. "Para Havana?", ela pergunta. Não, bem mais para o sul, diz: o Rio.

Segundo biografias, Dillinger planejava mesmo torrar seus milhões ilegais em terras tupiniquins, como fez outro ladrão da vida real, Ronald Biggs, hoje de volta à Inglaterra e à prisão. Lembro de tudo isso por conta do encontro fortuito que eu e um amigo jornalista tivemos no dia do "showneral" de Michael Jackson, num estádio em Los Angeles.

Quando quase desistíamos de nos infiltrar entre amigos e familiares, um ex-assessor de Jackson nos salvou a pele. Era Steve Manning, quase dois metros, dentes da Mônica (do Mauricio de Sousa), jaquetão e mocassim, que, enquanto nos conduzia à porta de entrada e, de lá, à pista, nos falou do desejo de Michael de voltar ao Brasil.

Jackson esteve três vezes no país, uma com os irmãos, nos anos 70, outra em 1993, na turnê de "Dangerous", a última em 1996, para gravar um clipe dirigido por Spike Lee. Nenhuma teve o caráter de "fuga para o Brasil", mas então me lembrei de uma sessão do julgamento do cantor, acusado de assédio sexual de menores, em 2005, em Santa Maria, na Califórnia --acusações das quais foi inocentado.

Três testemunhas afirmaram que um ex-produtor seu armara um "plano de fuga" do menino de 13 anos e doente de câncer, a suposta vítima do assédio, e de sua família, em março de 2003. Eles seriam levados a uma cidadezinha brasileira em que ninguém falava inglês, onde estariam a salvo de supostos perseguidores.

Me pergunto se não é isso que Barack Obama imagina a cada vez que reafirma o desejo de visitar o Brasil, como fez em Washington na última terça, à ministra Dilma Rousseff. Um país longe dos republicanos, de Wall Street, das guerras do Afeganistão e do Iraque, das reformas emperradas. Um lugar onde ele é apenas Obama, o pop star.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h35
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Tem livro novo --e bom-- no pedaço

É o que me informa Paulo Vieira, que escreve especialmente para o blog sobre O Filósofo Voador, de Eduardo Rascov (atenção: resenhador e resenhado são amigos do blog).

*

Eduardo Rascov atinge alvos imodestos em sua estréia na literatura. Com O Filósofo Voador dá conta da biografia - num sentido muito lato - de um homem que conheceu na rua de Pinheiros que ambos moravam. O biografado, imperativo revelar já, literalmente na rua. E de quebra ainda produz algo próximo de uma autobiografia, ao abrir um plano narrativo em que importa mostrar, com ferramentas de romance, justamente o encontro de autor e personagem.

O encontro e sua proeminência no livro poderiam ser mais um recurso estéril tão em voga na literatura contemporânea não fosse ele, o encontro, tão invulgar. Rascov travou contato com um homeless, alguém que ele via - e todos veríamos - como um estorvo, ao ocupar por se manas a calçada defronte à sua casa. Por mais sedutor que fosse Dover Tangará, relações com homeless em geral avançam até certo ponto, quanto então já tememos ter nos envolvido em demasia.

Jornalista de formação, Rascov até buscou empreender uma ampla pesquisa biográfica sobre seu homem ao perceber o que tinha em mãos. Dover foi um dos maiores trapezistas do Brasil, estrela do Circo Tangarás, trupe familiar de trapezistas e palhaços que andava por todo o país, tio de Vic Militello, atriz de sucesso nos anos 70, e caiu no ostracismo por um episódio mal explicado em que teria sido torturado no Paraná por agentes da repressão. Daquele episódio em diante sua rotina foi menos sob a lona do que em camas de manicômios.

Ao mesmo tempo em que topava com as inúmeras contradições dos discursos que ouvia, Rascov foi se envolvendo - ou sendo envolvido - por Dover. Num momento culminante, o biografado passou a acompanhá-lo ao trabalho, no M emorial da Am érica Latina, e ali se deixou ficar até que o autor precisou, ele mesmo, interná-lo numa casa de saúde de São Paulo. A essa altura, a tentativa de preservar uma objetividade jornalística já havia ido para o vinagre. Nem mesmo o relato dos dias de auge de Dover e seus irmãos trapezistas, uma espécie de desafio internacional de circo ocorrida no Maracanãzinho vencida pelos Tangarás, ficava isento de suspeição. E em relação ao tal "episódio", o evento nos porões de Curitiba que estariam na origem da mendicância e nas crises psíquicas de Dover, brumas. Em duas memórias publicadas nos anos 80 que citam o evento, a primeira pela sobrinha Vic Militello e a segunda pela própria irmã, Dirce Tangará Militello (mãe de Vic), consta que, depois daquilo, o "passarinho deixou de voar". O que, Rascov veria, não seria verdade.

Diante de tantas interdições jornalísticas, o romance começou a surgir, com licenças dignas de adaptações de te levisão. Vemos Dov er voltando feliz do Rio com o troféu ganho no Maracanãzinho passear a esmo pela região da Luz. Ali entra na Pinacoteca, num anacronismo evidente e intencional; e andamos com o trapezista já em "condição de homem de rua" pelas casas das ex-mulheres que o abrigavam, a abrir lentamente o seu mundo pessoal; e, principalmente, acompanhamo-nos em encontros arranjados de sopetão com Rascov, inserido, ele próprio, com os quatro pés na trama.

Ao lançar mão dos recursos ficcionais o autor talvez tenha exagerado em certas passagens, como quanto "traduz" uma entrevista com duas de suas fontes, irmãs circenses argentinas (ou paraguaias, que sabe él), que falam de Dover e lhe dão um livro fundamental na pesquisa, de onde tira, inclusive, algumas fotos impressas em O Filósofo. O encontro do autor-personagem e outros comparsas da trama com as irmãs é recheado de frases num portunhol ainda mais canhestro do que o esperado, mas, sobretudo, desnecessário.

Detalhes a lapidar, quem sabe, num próximo romance. Neste, vale ficar com a riqueza de descrições de personagens do submundo, como o companheiro de Dover Pedropaulo, um homeless cujo cachorro Paulo e os carrinhos repletos de lixo reciclável já são vistos como extensão de seu próprio corpo. E as tantas peripécias de Dover, um homem que asfixia o autor com seus provérbios ("Tem gente que gosta dos olhos, tem gente que gosta da ramela"; "Louco é filósofo em grego"; "É pela cagada que se conhece o pato"). No lançamento do livro, ao ver Rascov com dificuldades em uma ou outra dedicatória, comentou: "Às vezes ele tem problemas com o vernáculo.".

Era só uma broma. Rascov não falhou no vernáculo nem tampouco na maneira eficiente como construiu sua narrativa.



Escrito por Sérgio Dávila às 00h59
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A guerra sem fim e as eleições no Afeganistão

Em seu excelente livro sobre as guerras do Iraque e do Afeganistão, Dexter Filkins conta como os afegãos desenvolveram uma tática militar que, embora não garanta a vitória, permite que eles tenham o menor número de baixas possível. "Assim, a guerra pode continuar para sempre", escreve o repórter em "The Forever War" (a guerra sem fim, em tradução livre).

Se há uma característica que distingue Barack Obama de seu antecessor, o republicano George W. Bush, é o saudável hábito do democrata de falar a verdade ao público -sempre que possível. Ao comentar os desafios no Afeganistão anteontem, o democrata disse que a guerra naquele país não será fácil nem rápida.

Aquela não é uma guerra por opção, segundo o presidente norte-americano, mas por necessidade. De fato. Ao Iraque, os EUA foram por engano, iludidos e sob falsa premissa. Era a "guerra de Bush". Ao Afeganistão, tinham ido para capturar o autor do 11 de Setembro e seu bando. É a "guerra justa".

Faltou Obama dizer que o segundo conflito não é vencível.

Lutar contra a Al Qaeda é como combater a lei da gravidade ou, parafraseando um analista, declarar guerra à água. O grupo terrorista é um "não país", chefiado por um "não líder", cuja regra de combate é não seguir regras de combate tradicionais. Como um vírus, infiltra-se em regiões de governos fracos ou lenientes, caso do Paquistão e do Afeganistão, onde está hoje.

Obama e seu time sabem disso e, desde março, adotam a estratégia dos viciados: lutam uma batalha por vez. A atual é fortalecer o governo central afegão. Para isso, promovem uma coalizão que inclui os "senhores da guerra" (comandantes regionais de um país sem unidade nacional) e pode ou não incluir os talebans, principalmente o "baixo clero" do grupo extremista, que responde bem aos dólares dos EUA.

Também interessa aos obamistas a manutenção do atual presidente, Hamid Karzai, que, apesar de corrupto e dúbio em suas relações com o Ocidente, representa o "mal conhecido". É melhor do que recomeçar o trabalho do zero com um desconhecido.

É nesse contexto que acontecem as eleições afegãs de amanhã, que elegerão o presidente, dois vices e membros dos conselhos provinciais. Se tudo correr como a Casa Branca espera, Karzai vence no primeiro turno ou bate o ex-chanceler Abdullah Abdullah no segundo turno, e o país chega ao fim do ano com um comando central mais sólido.

Isso empurraria a Al Qaeda (e os talebans não adesistas) mais ainda para o vizinho Paquistão. Que então seria palco do novo capítulo da guerra sem fim.



Escrito por Sérgio Dávila às 23h44
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Eleição afegã testa política de Obama

Veja minha análise no UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 17h21
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