EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Irmãos Coen podem filmar na América do Sul

Leia minha entrevista com a dupla de diretores na Folha de hoje.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h15
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Segurança pós-11 de Setembro é falsa lógica

Veja minha análise no meu programa semanal do UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 16h13
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Oito anos depois, são vários os escombros do 11 de Setembro

A mais recente notícia a sair do buraco um dia ocupado pelo World Trade Center é que o governo de Nova York está fazendo uma campanha não oficial em que sugere a cidades, Estados, organizações e entidades dos EUA (e do mundo) que peçam um pedaço dos escombros, hoje armazenados num galpão.

Mais do que estimular a proliferação de memoriais e perpetuar a lembrança do acontecimento trágico, o que os locais querem mesmo é se livrar de um incômodo. Oito anos após o ataque do 11 de Setembro, ninguém sabe o que fazer com o evento histórico, tanto de maneira literal como figurada.

Leia a íntegra de minha análise na Folha de hoje.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 09h26
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Deputado republicano chama Obama de mentiroso no meio do discurso

Numa das maiores demonstrações recentes de incivilidade e exemplo gritante do grau de divisão política a que os Estados Unidos chegaram, o representante (deputado federal) republicano Joe Wilson chamou Barack Obama de mentiroso no meio do discurso que o presidente fazia ao Congresso, na noite de quarta. Quando o democrata elencava o que chamou de mentiras propagadas pela oposição sobre sua proposta de reforma da saúde pública do país, o político da Carolina do Sul gritou "Você mente!" (You lie!).

A manifestação inusitada causou desconforto no plenário --as visitas dos presidentes ao Legislativo costumam ser tratadas com civilidade, seja qual for a conformação política das Casas. Obama foi interrompido por ele quando dizia que seu plano não garantiria seguro de graça para imigrantes ilegais, diferentemente do que seus opositores propagaram nos últimos meses. Minutos depois de terminado o discurso, o deputado passou a ligar para rádios e emissoras de TV para se desculpar. Soltou declaração pública, ouviu pito do colega de partido John McCain, que o criticou ao vivo no programa Larry King, e até ligou para a Casa Branca, tarde da noite, para dizer que sentia muito. Falou com o chefe do gabinete de Obama, Rahm Emanuel.

E a discussão sobre a reforma do setor no país que oferece o pior serviço do tipo entre as democracias avançadas está só começando...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 00h34
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Hillary congratula Brasil pelo 7 de Setembro

Brazilian Independence Day


Hillary Rodham Clinton
Secretary of State
Washington, DC
September 6, 2009


 

On behalf of the people of the United States, I extend warm wishes and congratulations to the people of Brazil as they celebrate 187 years of independence. We value the bonds of friendship and mutual respect between our two nations. The United States and Brazil are united by our commitment to democratic values, by our long history – I am proud that the United States was the first country to recognize Brazil as a sovereign nation – and by our shared hopes for a peaceful and prosperous future.

The partnership between the United States and Brazil is both durable and dynamic. Our governments are working together to meet the regional and global challenges of our times, from developing alternative energy sources and rebuilding the global economy to combating threats to public health and security.

On this historic occasion, I want to applaud Brazil’s leadership in the Americas and around the world, and reaffirm the commitment of the United States to further strengthen and deepen our partnership.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h59
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Harry Potter, Dom Quixote e Obama na lista de "best sellers" de Guantanamo

Um menino de aparência comum e poderes mágicos, um sonhador que persegue o impossível e o homem que em última análise tem a chave da prisão em que se encontram. Esses --não Maomé nem Alá-- são os personagens que embalam a imaginação dos presos de Guantanamo. Pelo menos é o que diz levantamento que o repórter Besan Sheikh publicou no jornal de língua árabe Al-Hayat. A série literária sobre Harry Potter, da britânica JK Rowling, Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, e "A Origem dos Meus Sonhos", a primeira parte da autobiografia de Barack Obama, encabeçam a lista dos livros mais retirados da prisão militar mantida pelos EUA na ilha cubana. O resto da lista é dominado por literatura religiosa islâmica. São 13,5 mil livros disponíveis para cerca de 230 presos - uma proporção melhor que em 90% das escolas públicas brasileiras...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h39
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Mad Man e White House, Don Draper e Obama

 

A terceira temporada de "Mad Men" começa com o personagem principal tendo um flashback. Enquanto esquenta o leite para a mulher grávida, o publicitário Don Draper (o ator John Hamm) se lembra de sua infância difícil –era filho de uma prostituta. Estamos em 1963. O passado olha para trás, um pouco de metalinguagem para uma série que busca em outra época paralelos com os EUA de hoje.

Criada por um dos roteiristas de "Família Soprano", "Mad Men" é de longe a melhor série no ar na TV paga norte-americana. Compete com as sessões de análise de "In Treatment", e o resto vem bem atrás. Assim como "24 Horas" e os reality shows entrarão para a história como as manifestações televisivas principais da Era Bush, as duas primeiras captam a ambiguidade e a estranheza dos tempos atuais.

 

 

 

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Barack Obama, sua mulher, Michelle, as crianças, mais a trupe de Chicago têm algo da "Camelot" de John F. Kennedy e seus primeiros anos na presidência, no início da década de 60, não por acaso a época em que se passa a série.

Lá, como agora, o país parece experimentar uma troca de guarda, um câmbio geracional, uma mudança de paradigma. Lá, como agora, também, é grande a reação dos que deixam o centro da sala. Nesse momento, são conservadores que davam as cartas desde, pelo menos, a chegada de Richard Nixon ao poder, em 1969, com duas interrupções (Jimmy Carter em 1977, um bip no radar, e Bill Clinton em 1993, exceção que confirma a regra, embora quase tenha sido escorraçado da Casa Branca por motivo torpe).

De fato, o Barack Obama presidente é pior do que o Barack Obama símbolo de mudança. "Yes, we can", mas alguém tem de pagar as contas da casa, e isso inclui colocar a economia nos eixos e resolver duas guerras. Com JFK, não era diferente –ou, melhor, era diferente e pior do que o retrato que ficou na história. Mal assumiu, o democrata escalou a Guerra do Vietnã, ordenou a invasão de Cuba para derrubar Fidel Castro, quase saiu no braço com a então União Soviética.

Onde entram "Mad Men" e Don Draper nesse bolo?, perguntará o internauta. O galã da série é um JFK no corpo, com uma pitada de gestão Obama na alma. Chega à agência de publicidade careta com promessas de mudança e as cumpre parcialmente, mas o que ele mais muda mesmo é de amante, quase uma a cada episódio.

Com uma biografia improvável, reinventa-se para ser aceito pelo centro do poder, que tentará implodir por dentro. Pelo menos até agora, acaba compondo e conchavando mais do que o necessário para continuar dando as cartas. Tanto em casa, onde se compromete a ser fiel e bom pai, como no trabalho, onde aceita calado a ascensão de um rival que ele particularmente odeia.

O sucesso da série, primeiro de crítica, depois (embora ainda modesto) de público, já foi explicado por um crítico como a tendência de, na adversidade, os americanos revisitarem o passado, o glamourizando. Eu acho que é porque ninguém sabe onde a coisa toda vai dar. Nem mesmo o autor, que já deu a entrevista obrigatória dizendo que os personagens ganharam vida própria etc. Há rumores de que Draper morre no fim, como JFK. Outros acham que ele surpreenderá a todos, numa reviravolta. Como Obama?

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h18
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Já ouviu falar de "Hillary, The Movie"?

O filme foi censurado em 2008 e vai ser discutido pela Suprema Corte dos EUA. Dependendo da decisão, haverá uma revolução nas campanhas presidenciais norte-americanas. Veja minha análise no programa semanal do UOL Notícias.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h07
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Tem blog (coluna) novo bom no pedaço

É Janela para o Mundo, de Clovis Rossi, que estreou hoje. Leia aqui.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h56
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