EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Obama considerou Hillary para vice --mas Bill atrapalhou

A revelação está no livro de David Plouffe, o estrategista-chefe da campanha vitoriosa do democrata à presidência, que chega às livrarias daqui na terça-feira. Segundo relato dele, Obama surpreendeu David Axelrod e Plouffe ao anunciar que Hillary estava no topo de sua lista de candidatos a vice, depois que ficou claro que ele seria o escolhido do partido para concorrer.

"Obama estava claramente pensando mais seriamente em escolher Hillary Clinton do que eu e Axelrod tínhamos percebido. Ele disse que se seu critério principal fosse quem seria o melhor vice-presidente, então ela tinha de ser incluída na lista", escreve Plouffe no livro, que tem o título "The Audacity of Win" --a audácia de vencer, menção ao título de uma das biografias de Obama, "The Audacity of Hope", a audácia da esperança.

No fim, ela foi eliminada da lista porque, segundo Obama, "havia mais complicações do que potenciais vantagens". "Eu acho que Bill pode ser uma complicação grande demais", disse o presidente, segundo seu então estrategista-chefe, que leva boa parte do crédito pela vitória do ex-chefe. "Se eu a tivesse escolhido, minha preocupação seria que haveria mais do que eu e ela em nosso relacionamento."

*

A Time de hoje publica trechos com exclusividade (aqui, em inglês).

*

Meu pitaco: um livro ainda tem de ser escrito sobre as portas que Bill Clinton fechou a Hillary apenas por ser Bill Clinton. No topo da lista: a presidência dos EUA; a vice-presidência de Obama... É claro que, para ser jutos, um capítulo da obra teria de contemplar as portas que se abriram para ela apenas por ser mulher de quem é...

 



Escrito por Sérgio Dávila às 14h15
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Obama é "o Brasil dos políticos", xinga conservador

A opinião é de um dos mais renomados colunistas conservadores norte-americanos, Charles Krauthammer. Em longa entrevista à semanal alemã Der Spiegel, ele chama o presidente norte-americano de "mediano" e o compara ao Brasil - pejorativamente. O trecho:

"Ele é um homem de promessa perpétua. Havia uma piada cruel que dizia que o Brasil é o país do futuro e sempre será; Obama é o Brasil dos políticos de hoje. Ele obviamente não conquistou nada. E, no contexto americano, ser o herói de cinco esquerdistas norueguenses [referindo-se ao comitê do Prêmio Nobel da Paz] não é exatamente positivo politicamente". (leia a íntegra aqui, em inglês).

A patada já motivou pelo menos uma reação de defesa, do site da renomada revista Foreign Policy. O trecho:

"O Brasil 'obviamente não conquistou nada'? O país logrou um verdadeiro milagre econômico nos últimos anos, mantendo taxas de crescimento impressionantes e acumulando reserva suficiente para se tornar credor, ao mesmo tempo em que expandiu programas sociais. Enfrentou a crise econômica global surpreendentemente bem e, junto do Sudeste Asiático, parece estar liderando a recuperação. É um líder global em investimento em energia renovável. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu chanceler, Celso Amorim, se tornaram participantes ubíquos e influentes em encontros globais --e [...] mostraram à esquerda da América latina uma alternativa ao populismo beligerante de Hugo Chávez. O Brasil recentemente bateu os EUA pelo direito de sediar as Olimpíadas de 2016. [...] Eu diria que ser chamado de 'o Brasil dos políticos' deveria ser um elogio." (leia íntegra aqui, em inglês)

*

Vale lembrar que, em encontro com o diplomata brasileiro Carlos Ceglia, hoje no comando interino da Embaixado do Brasl em Washington, Barack Obama havia dito que ele se parecia com um brasileiro...



Escrito por Sérgio Dávila às 20h26
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O mundo espera, e ele joga golfe

Veja minha análise no meu programa semanal do UOL Notícias sobre Barack Obama e a Guerra do Afeganistão.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 20h08
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Maioria acha que Obama não mereceu Nobel

Pesquisa Gallup divulgada hoje confirma a tendência "santo de casa" com que o presidente norte-americano luta há alguns meses: a opinião pública doméstica positiva está vários pontos abaixo da internacional (leia artigo muito interessante de Bono sobre o assunto aqui, em inglês). Segundo levantamento, a maioria dos norte-americanos (61%) acha que ele não mereceu o Prêmio Nobel da Paz. Já a divisão política por que passa o país está muito bem representada entre os que se disseram "felizes" por ele ter recebido, mesmo se não concordam: 46% sim, 47% não.

Resultados completos aqui. Artigo em que defendo a premiação aqui (para assinantes da Folha).



Escrito por Sérgio Dávila às 18h48
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Família Obama ganha foto oficial

Como presidente-celebridade é presidente-celebridade, a foto foi feita por Annie Leibovitz, mais conhecida por seus retratos de Hollywood publicados na revista Vanity Fair --e, recentemente, por vir a público uma dívida de US$ 24 milhões que tem com um empresário.

The Obama family portrait, released by the White House.



Escrito por Sérgio Dávila às 18h30
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Obama vai apertar, mas não vai acender agora

Barack Obama caminha para a legalização da maconha. Veja minha análise no programa semanal do UOL Notícias.




Escrito por Sérgio Dávila às 12h10
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"Menino do balão" ganha clipe, camiseta, jogo...

 

"We did this for the show". Falcon, 6, tinha razão quando revelou sem querer o esquema dos pais no prigrama do Larry King, na CNN: desde então, a não-aventura do "menino do balão" já virou jogo, tema de camisetas e ganhou até um clipe hilariante, "I'm in a box". Veja:



Escrito por Sérgio Dávila às 21h30
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Lembra-se do Freakonomics? Virou Superfreakonomics

 

Os autores do livro (e blog e fenômeno) Freakonomics, o jornalista Stephen J. Dubner e o economista Steven Levitt, lançam hoje a "continuação" do best-seller: Superfreakonomics é o nome, um empréstimo do clássico dos anos 80 de Rick James, Super Freak, música que acabaria dando a base para outro clássico da época, U Can't Touch This, do MC Hammer. Mas Superfreakonomics não tem nada a ver com as músicas: como no primeiro livro, são "causos" resultantes da teoria econômica aplicada ao cotidiano, algo que o repórter Malcom Gladwell, da New Yorker, também faz bem em seus livros.

Se no primeiro eles falavam sobre como a legalização do aborto ajudou a reduzir as taxas de crime nos EUA e como o organograma de uma gangue de drogas tem mais a ver com o esquema de uma grande empresa multinacional do que imaginávamos, agora as histórias são outras. E igualmente polêmicas, a começar pelo subtítulo: "Esfriamento global, prostitutas patrióticas e por que os homens-bomba deveriam ter seguro de vida". Já dá para ler um trecho em inglês aqui, em que eles explicam que, quanto maior o altruísmo do milionário durante sua vida profissional, mais chance ele tem de ser bem tratado pelos filhos e netos quando se aposentar...

DESCRIPTION

*

Eu entrevistei Levitt em 2005, a propósito do primeiro livro. Leia aqui, para assinantes.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h24
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Os bushistas e a volta dos que não foram

Lembra-se da cena de "Poderoso Chefão 3" em que Al Pacino/Michael Corleone diz: "Just when I thought I was out... They pull me back in!"

Pois bem: em 2010, membros do núcleo duro dos anos finais da administração de George W. Bush devem lançar livros sobre o período, incluindo o próprio presidente republicano, mas também seu vice, Dick Cheney, e seus secretários de Estado, Condoleezza Rice, Defesa, Dick Rumsfeld, e Tesouro, Henry Paulson, além daquele que era chamado pejorativamente de “o cérebro de Bush”, seu assessor, Karl Rove.


A mais esperada, por razões óbvias, são as memórias do ex-presidente. Segundo relatos já vazados à imprensa local, o livro já tem 50 páginas escritas, é intitulado “Decision Points” (pontos de decisão) e valeu a Bush cerca de US$ 7 milhões de adiantamento --nem a editora, Crown Publishing, um selo da Random House, nem o político confirmaram nada. De acordo com o site “Politico”, ele falará de como se converteu ao cristianismo e deixou de beber aos motivos que o levaram a escolher Cheney e Rumsfeld, que trabalharam com seu pai.

As memórias presidenciais devem sair no segundo semestre do ano que vem, logo após as da ex-primeira-dama, Laura Bush. O ano bushista é inaugurado por Henry Paulson, que lança já em janeiro “On the Brink - Inside the Race to Stop the Collapse of the Global Financial System” (No Limite -Por Dentro da Corrida para Interromper o Colapso do Sistema Financeiro Global, da editora Business Plus), em que o ex-CEO da Goldman Sachs levado para o governo pelo republicano conta sua versão dos meses em que o mercado financeiro derreteu sob seus pés.

Outro com data confirmada é Rumsfeld, demitido por Bush após o fiasco das eleições de 2006, em que os republicanos perderam o controle do Congresso para os democratas. Ainda sem título, seu livro deve sair no segundo semestre e terá como assunto principal a Guerra do Iraque. Mesmo tema deve dominar o de Condoleezza Rice, hoje de volta à vida acadêmica, na Universidade Stanford, na Califórnia.

Sem título nem data, o de Karl Rove só tem editora confirmada, a Threshold Editions, um selo conservador da Simon & Schuster. E, como tudo o que cerca Dick Cheney, o do ex-vice-presidente é envolto em mistério: não tem título, data nem editora confirmados.



Escrito por Sérgio Dávila às 14h40
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Sabe o menino do balão? Pode ser trote

É o que andam dizendo por aqui, nos EUA. Não me espantaria: antes mesmo do imbroglio de ontem, a família já tinha "estrelado" dois reality-shows na TV americana. Ontem, eles filmaram o lançamento do balão, segundo vídeo que acaba de ser divulgado. Nas cenas, o pai fica bravo porque a mãe não estava segurando os fios como ele pediu, mas fica óbvio que não havia a menor chance de um dos três filhos do casal estar "preso" dentro do balão, como eles disseram depois, até porque o negócio não comportava passageiros --mirins ou adultos. A polícia local começa a investigar...

Veja aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 18h29
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Da série "prato frio": Hillary é mais popular que Obama

Em tempos em que a vingança é assunto de filme de Tarantino e suscita comentários, vale notar: segundo a mais recente pesquisa de opinião do Gallup, Hillary Clinton ultrapassou Barack Obama no quesito popularidade. A ex-concorrente do democrata na corrida presidencial de 2008 e atual secretária de Estado obamista tem 62% de avaliação positiva de acordo com o levantamento, ante 56% de Obama. O presidente perdeu 22 pontos percentuais desde seu auge na avaliação, logo após a posse.



Escrito por Sérgio Dávila às 17h40
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