EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Condoleezza quer fazer negócios no Brasil

Seguindo a tradição de Henry Kissinger e outros, Condoleezza Rice está abrindo, por enquanto discretamente, uma empresa de "consultoria estratégica internacional" em dois endereços: San Francisco, a uma hora da Universidade Stanford, onde ela dá plantão, e aqui em Washington, é claro, sede de 99% dos negócios do tipo. A ex-secretária de Estado de George W. Bush terá como sócio outro bushista, Stephen Hadley, que foi subordinado dela nos tempos de assessora de Segurança Nacional e a substituiu nesse posto no segundo mandato do republicano.

A surpresa: segundo breve release divulgado por Rice, a "pequena empresa de aconselhamento estratégico terá como foco ajudar companhias norte-americanas fazendo negócios no exterior --especialmente em mercados emergentes chave como China, Índia, Brasil, Oriente Médio e outros." O nome? RiceHadley Group LLC, com site ainda "em construção".

A ex-secretária em visita ao Brasil, na foto com Lula

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h43
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Comando da Quarta Frota ganha sede maior

Lembra-se do Southcom, o Comando Sul do Pentágono, responsável entre outras coisas pelo controle da recém-ativada Quarta Frota, cuja volta do passado tanta polêmica causou na América Latina? Vai ganhar sede nova, em Miami, mesmo, na Flórida, onde está desde que perdeu o direito de ficar sediada no Canal do Panamá, em 1999, quando aquele pais ganhou cotrole sobre seu território.

Quem informa é a Harris, empresa que ganhou a concorrência para cuidar da tecnologia da nova sede. Só essa parte da transferência custará US$ 37 milhões, segundo o consórcio, que junta nomes como IBM e HP. A sede atual se espalha por nove prédios e tem 1,6 mil funcionários, civis e militares, que passarão para 2.883 no novo endereço, que começa a funciona em outubro do ano que vem.

É muita gente e muito dinheiro para cuidar de uma parte do globo --a América Latina-- que segundo os Estados Unidos vive em paz e relativa harmonia...

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 02h19
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EUA esperam que Lula cobre Ahmadinejad

O governo americano espera que o presidente brasileiro cobre seu colega iraniano sobre as obrigações de Teerã com a agência internacional de energia nuclear e, de quebra, fale dos americanos que estão presos no Irã. Foi o que disse hoje o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA. Depois de dizer que não tinha nenhuma informação sobre o encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, previsto para o dia 23, em Brasília, Ian Kelly diz que espera que qualquer encontro bilateral que os brasileiros tenham com o iraniano "reforce a importância de o Irã de cumprir suas obrigações internacionais, de dar à IAEA a resposta á proposta de enriquecer urânio fora do Irã, o que é do interesse da comunidade internacional e do Irã. Por fim, eu espero que os brasileiros toquem no assunto dos cidadãos americanos que estão detidos no Irã."



Escrito por Sérgio Dávila às 21h57
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Um brasileiro na lista dos 100 melhores filmes

É Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Katia Lund, em 66o lugar. A lista é dos críticos do Times londrino e julga precocemente a década, que ainda não chegou ao fim. Os quinze primeiros abaixo, a lista completa aqui, em inglês. O que faltou dá um livro e a lista é muito anglocêntrica, mas a inclusão de Casino Royale, Team America e os dois Bourne um pouco demais da conta... 

15 Downfall (Oliver Hirschbiegel, 2004) 
One of the most extraordinary cinematic explorations of failure, disappointment and thwarted ambition ever made, this tale of Hitler's final days features a savage, dazzling performance by Bruno Ganz.
10 Hunger (Steve McQueen, 2008) 
Provocative London-born artist McQueen directs a revelatory Michael Fassbender in a movie that purports to tackle the infamous 1981 IRA hunger strikes but is actually a hypnotic meditation on the ineffable mystery of human life. Achingly profound.

14 4 Months, 3 Weeks & 2 Days (Cristian Mungiu, 2007) 
The tale of an illegal mid-term abortion in Ceausescu’s Romania was never going to be easy. And though the details are harrowing, Mungiu, a former journalist, has such compassion for his heroines Otilia and Gabita that the pain is almost palatable. Almost.

13 This Is England (Shane Meadows, 2007) 
Meadows’s most personal film is a real treat, combining the director’s impeccably observed comedy with a gathering storm cloud of ominous ill will and violence. Honest, authentic and ultimately shattering.

12 The Lives of Others (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006) 
A mercilessly efficient account of Stasi surveillance in mid-1980s East Germany is anchored by a haunting performance from Ulrich Mühe, who died from stomach cancer just after the film’s release.

11 Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan (Larry Charles, 2006) 
The decade’s favourite sexist, anti-Semitic, racist homophobe, Borat picked at the scabs of America’s intolerance and hypocrisy. Sacha Baron Cohen’s status as the most fearless man in comedy is unlikely to be challenged in the near future.

 

9 The Queen (Stephen Frears, 2006) 
Compassionate and intelligent, witty and wicked, this account of what happened behind the Palace gates after the death of the Princess of Wales is a crown jewel of a movie. Helen Mirren is a very human HM.

8 Casino Royale (Martin Campbell, 2006) 
The high camp of the Brosnan era Bond is ditched, and Fleming’s hero returns rebooted (and Bourne-ified), with an intense turn from Daniel Craig, and some breakneck set-pieces. An opening parkour-style chase through Madagascar sets the tone.

7 The Last King of Scotland (Kevin Macdonald, 2006) 
Forest Whitaker gives one of the great performances of the decade as Idi Amin. He nails the Ugandan dictator’s deadly charm — he’s a charismatic monster; part amiable buffoon, part stone-cold killer.

6 Slumdog Millionaire (Danny Boyle, 2008) 
Twelve years after Trainspotting, Boyle produces a dizzying Mumbai-set romance that redefines the possibilities of a progressive yet commercially successful national industry. Oscars abound.

5 Team America: World Police (Trey Parker, 2004) 
The South Park creators launch an assault on pretty much everyone, from North Korean leader Kim Jong-Il to poor, hapless Matt Damon. It’s jaw-droppingly offensive and wildly funny.

4 Grizzly Man (Werner Herzog, 2005) 
Party nature documentary, part philosophical tract, Herzog’s eerie account of the life and brutal death of mildly unhinged bear-watcher Timothy Treadwell is a monumental piece of cinema — emotionally satisfying, intellectually stimulating, but primal to the core.

3 No Country for Old Men (Joel Coen, Ethan Coen, 2007) 
The alchemic combination of the Coen brothers’ eloquent precision and Cormac McCarthy’s vivid nihilism makes for a bleakly compelling cycle of violence. The only thing more terrifying than Javier Bardem’s haircut is the clinical efficiency of his murders.

2 The Bourne Supremacy / The Bourne Ultimatum (Paul Greengrass, 2004, 2007) 
The action movie is dragged, kicking and back-flipping, into the Noughties courtesy of Matt Damon’s amnesiac superspy and director Greengrass’s film-making élan. Marrying jittery docu-style camera work with healthy political cynicism, Greengrass transformed Bourne into an anti-Bond for the PlayStation generation.

1 Hidden (Cache) (Michael Haneke, 2005) 
It is only as the decade draws to a close that it becomes clear just how presciently the Austrian director Michael Haneke tapped into the uncertain mood of the Noughties. The film’s twin themes resonate perfectly with the defining concerns of the time: tacit national guilt about a questionable foreign policy, in the film it’s France’s occupation of Algeria, but it’s not hard to piece together the parallels with more recent conflicts. Plus, as round-the-clock surveillance became a part of our daily lives, here was a film that captured the creeping paranoia that resulted from the eyes of unseen strangers invading private life.

Daniel Auteuil and Juliette Binoche star as Georges and Anne Laurent, the successful couple whose charmed life is disrupted by a series of covertly captured videotapes of their family and home. The campaign pertains to some unspoken and long suppressed event. Auteuil and Binoche are both excellent — their brittle, abrupt performances etch out the fracture lines in their crumbling relationship. But the film’s brilliance comes from two striking, perplexing moments in the film. The first is a shockingly violent suicide that catches the audience off guard. The second is the film’s ambivalent ending — a long shot of a meeting on some steps which could signal the end of the family’s torment, or the beginning of something worse. There have been rumours of an American remake with Ron Howard, of all people, directing. Hopefully common sense will prevail.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h30
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Conheça o país pobre e violento que se esconde dentro dos EUA

Veja em meu programa semanal do UOL Notícias.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 16h04
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Departamento de Estado responde a reclamação de Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou ontem em Londres que seu colega norte-americano, Barack Obama, ignorava a América Latina. A resposta veio hoje, pelo porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ian Kelly. Ele diz que não vai comentar o que não leu, mas que a administração obamista tem a América Latina como "prioridade muito alta". "Gastamos muito tempo e esforço na revitalização do processo interamericano via OEA. E, como eu disse, nomeamos um de nossos melhores diplomatas para ser embaixador do Brasil", disse, referindo-se a Thomas Shannon, cujo nome ainda está bloqueado no Congresso americano.

Resumindo, disse, "acho que realmente revitalizamos nossas relações com a América Latina". A íntegra da pergunta e resposta abaixo, em inglês.

QUESTION: Talking about Brazil, there is today an expression from Lula that is in all the newspapers saying that he thinks that Obama is not following with Latin America as he said that he was going to do in the conference of Trinidad and Tobago. And he said also an expression that instead of U.S. being afraid of Venezuela, Venezuela should be afraid of the U.S. What’s your --

 

MR. KELLY: Well, again, I’m not going to react to something I haven’t seen. I will say that this Administration has put a very high priority on Latin America. We’ve put a lot of time and effort into revitalizing the Inter-American process through the OAS. As I just said, we named one of our best diplomats to be Ambassador to Brazil. We’re looking forward to Arturo Valenzuela to be the next assistant secretary. We’ve put really extraordinary efforts into the – resolving the crisis in Honduras. So I think that we’ve really revitalized our relationships with Latin America.



Escrito por Sérgio Dávila às 21h17
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Seria Obama um ET brasileiro?

Uma das estreias de outono de mais sucesso da TV americana, "V" é refilmagem de enlatado homônimo dos anos 80 e conta a história de um grupo de ETs que chega à Terra supostamente em missão de paz. O líder do grupo é uma mulher, na nova versão interpretada pela atriz brasileira Morena Baccarin, que nasceu no Rio. No capítulo de estreia, ela fala em português: "Nós viemos trazer nossa tecnologia para vocês". Logo fica claro, no entanto, que os "visitantes" (daí o "V" do título) não são boa coisa e têm planos menos pacíficos do que dão a entender.

Tão logo o primeiro episódio foi ao ar, uma colunista de um jornal de Chicago levantou a pulga do pano de fundo: "Imagine isso. Em tempo de tumulto político, um novo líder carismático e telegênico chega do nada. Oferece uma mensagem de esperança e e reconciliação baseada na compreensão e promete desenvolvimento tecnológico para um futuro melhor, que inclui um sistema de saúde pública para todos. [...] Se parece com alguém que conhecemos?"

A especulação levou a atriz a dar entrevistas dizendo: "Eu não sou Obama!" Seria apens curioso, se ficasse por aí. Mas na coletiva de hoje aqui em Washington, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, ficou bons minutos do encontro diário com os jornalistas dizendo que, não, ele não assiste a "V", não, ele não acha que o presidente assista à série e que por isso evitaria fazer comentários sobre a suposta semelhança entre a alienígena e o político.

Como diria minha avó, é falta de enxada...

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 19h01
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Um ano depois depois de eleição de Obama, mundo é lugar melhor

Veja minha análise no programa semanal do UOL News.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 13h22
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