EUA, Washington, homem, de 36 a 45 anos, português, inglês, espanhol e francês

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Avaliação

O Mercador de Veneza

http://

Classificação:

Tem de gostar de Al Pacino (mais pavão do que nunca) e Shakespeare para assistir a este filme --o que é o caso deste crítico. Não perderei tempo contando a história do filme, que é fiel à peça, mas digo que o elenco traz ainda Jeremy Irons (por que ele está em todos os filmes britânicos?) e Joseph Fiennes (talvez por já ter sido Shakespeare?).

Buscar na Web "O Mercador de Veneza"



Escrito por Sérgio Dávila às 08h25
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Jogos Mortais 2

Classificação:

Sério, não vou perder seu tempo nem o meu. Se duvidar, assista a "Jogos Mortais 1" em DVD e depois me fale...

Buscar na Web "Jogos Mortais 2"



Escrito por Sérgio Dávila às 08h21
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Habana Blues

Classificação:

Eu gosto e desgosto deste filme pelo mesmo motivo: espécie de "Buena Vista" dos pobres, não dependeu do olhar (e do dinheiro) do gringo para dizer a que veio. Ao mesmo tempo, não tem a qualidade técnica do filme de Wim Wenders... Conta a história de dois músicos que tentam emplacar seu trabalho para deixar a ilha e encontram a oportunidade quando são descobertos por um grupo de espanhóis (alguém aí viu qualquer semelhança?).

Buscar na Web "Habana Blues"



Escrito por Sérgio Dávila às 08h17
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Cidade Baixa

Classificação:

Este eu cansei de avaliar durante a Mostra. Se puder dizer algo mais sobre o triângulo amoroso formado pelos dois amigos interpretado por Lázaro Ramos e Wagner Moura (amigos de verdade, que começaram a carreira de ator quase juntos) e asobrinha-da-Sonia-Braga Alice Braga, em grande forma, é que a menina promete e cresceu bastante desde "Cidade de Deus" (2002). Mais uma fotinho:

Buscar na Web "Cidade Baixa"



Escrito por Sérgio Dávila às 08h12
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Cão de Briga

Classificação:

Não é o horror que você deve está imaginando, pelo título e pelo marketing que se fez. Tem roteiro de Luc Besson (que já dirigiu muita coisa boa), Morgan Freeman sendo Morgan Freeman, o grande Bob Hoskins --e Jet Li, o que é garantia de má interpretação e boas lutas. Mas a história não é de todo ruim. Dê uma chance.

Buscar na Web "Cão de Briga"



Escrito por Sérgio Dávila às 08h07
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Tudo Acontece em Elizabethtown

Classificação:

A essa altura, você já leu o caminhão de asneiras que críticos, locais ou não, escreveram sobre o filme de Cameron Crowe, desancando=o. Pois eu digo: vá e veja. Uma obra do autor de "Quase Famosos" e outras pequenas delícias pode ter uma ou outra falha, mas nunca o decepcionará de todo. Para inspirá-lo, a foto mais sexy que consegui encontrar de Kirsten Dunst, a atriz principal do filme:

 

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Escrito por Sérgio Dávila às 08h01
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Crash

Classificação:

De vez em quando, o cinema faz a gente pensar. Hoje é um desses dias. A Mostra está pegando fogo e você tem de fazer uma escolha de Sofia (ou sábia): Meu plano infalível: só por hoje, deixe a Mostra de lado e vá ver “Crash”, que vai estar muito menos lotado e é garantia de diversão e arte. “Crash” é um filme novo, recém-lançado nos EUA (bem, faz alguns meses). Não é o “Crash” do cineasta canadense David Cronenberg, de 1996, aquele em que as pessoas só conseguiam prazer sexual transando com quem fosse muito deformado por acidentes de carro, com elenco encabeçado pelo mega-diferentão David Spader e a musa dos anos 80 Rosanna Arquette. O “Crash” de hoje é o primeiro longa-metragem dirigido por Paul Haggis, que também assina o roteiro do excelente “Garota de Ouro”, que fez Clint Eastwood levar para casa mais um merecido Oscar no ano passado. O roteiro tem algo de “Short Cuts” – como o filme de Robert Altman, se passa em Los Angeles e tem várias histórias, de personagens que não têm nada a ver um com o outro, mas que em um momento da vida se encontram. E o tema, que em “Short Cuts” era Hollywood, é bem mais provocador: o racismo e a intolerância. Assim, um policial branco racista e seu parceiro idealista, dois ladrões negros, um casal negro rico, um casal branco rico, um dono de venda árabe, outro dono de venda, esse coreano e um casal de trabalhadores hispânicos se encontram, todos a partir de uma batida de carro em Los Angeles. O condado formado por várias pequenas cidades, entre elas Hollywood, Beverly Hills e outras menos famosas, é conhecido por ser o lugar em que as pessoas andam as menores distâncias de carro. Ninguém anda à pé, pouco pegam ônibus ou metrô e os táxis são caríssimos e difíceis de encontrar. Assim, dentro de suas “caixinhas” de metal de vidro – e “caixinha” é bondade minha, já que lá é a terra dos SUVs –, os habitantes da cidade ficam protegidos uns do outros, quase sem contato com os povos de outras raças. Estão todos lá, um prestando serviço ao outro, dando ordens, vendendo bebidas. Mas sem nenhum contato mais profundo, sem nada que faça com que os preconceitos sejam combatidos. Mas quando algo ameaça a ordem, quando algo tira o véu que cobre a poeira de cima dos móveis, os preconceitos vêm à tona. Aí, o filme passa a ter mais a ver com “Faça a Coisa Certa”, obra prima de Spike Lee, de 1989. Aquela mesma sensação de que o problema racial nunca vai se resolver e que os clichês não param de se provar verdadeiros tomam conta da narrativa. O elenco tem nomes conhecidos, todos em papéis surpreendentes. O galã Matt Dilon, que andou dando uma de arroz de festa no Brasil no mês passado, é o policial racista; seu parceiro “do bem” é Ryan Phillipe. Sandra Bullock, a estrela mais perdida de Hollywood, se sai bem como a perua rica que tem medo do chaveiro hispânico – e ela também é produtora do filme. Thandie Newton está linda e convincente como a mulher do produtor de cinema negro. Don Cheadle, ótimo como sempre, emociona como o policial honesto que tem um irmão bandido. E o resto do elenco não é conhecido – nem o coreano, nem o iraniano são nomes famosos. Por que será?

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Escrito por Sérgio Dávila às 17h45
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A Volta do Zorro

Classificação:

Antonio Banderas já fez muitas besteiras (e casar-se com Melanie Griffith foi apenas uma delas), Catherie Zeta-Jones já fez muitas besteiras (e casar-se com Michael Douglas foi apenas outra delas), mas aceitar voltar a atuar nesta continuação caça-níqueis está abaixo de qualquer padrão de decência. Não vou perder tempo contando como é o filme, que consegue estragar o a refilmagem de "Zorro" que primeiro os colocou juntos e que até que não era indecente, com Anthony Hopkins e uma jovem e ainda desconhecida Zeta-Jones. Em uma frase? Espere passar na sessão da tarde.

Buscar na Web "A Volta do Zorro"



Escrito por Sérgio Dávila às 10h01
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Crash

É a estréia na direção de Paul Haggis, o roteirista preferido de Clint Eastwood, para quem adaptou o grande livro "Menina de Ouro", de F.X. Toole (que, aliás, tem a tradução do último conto, que dá título ao livro original, por este que vos bloga). Espécie de "Short Cuts" (obra-prima de Robert Altman também adaptada de outro livraço, de Raymond Carver) encontra "Traffic (outra obra-prima, de Steven Soderbergh), fala da intolerância racial que move e atravanca as relações nos Estados Unidos, especialmente em Los Angeles, onde se passa o filme, que é tão "melting pot" quanto Nova York, embora às vezes a gente se esqueça disso, ofuscados pelo glamur de Hollywood. Ninguém sobra no elenco, está tudo certo. Numa frase? O melhor filme do ano.

 

Classificação:

Buscar na Web "Crash"



Escrito por Sérgio Dávila às 09h50
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