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Eu na Folha e na Revista

Condi elogia Lula

 

A secretária de Estado faz sua aposta na queda de braços entre o brasileiro e Chávez.



Escrito por Sérgio Dávila às 10h35
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Coluna América de Hoje

 


07/05/2006

 
E quem vai apagar as luzes?

por Sérgio Dávila

Essa é de casa, ninguém contou. Ele e ela estavam no hotel Four Seasons de Beverly Hills, em Los Angeles, para as entrevistas de lançamento do filme "Missão Impossível 3". Às dez da noite, sentaram-se no Gardens para jantar. Antes da sobremesa, ele se levantou para ir ao banheiro. Foi quando um senhor, duas mesas para a direita, com um acompanhante coreano, se virou para ela e disse:

"Que língua é essa que vocês estão falando?".

É uma pergunta freqüente na Gringolândia, já que os americanos têm o ouvido treinado para decifrar o espanhol, as línguas de origem árabe e olhe lá.

"Português", respondeu ela, ainda simpática.

"E você não acha que deveria tentar falar a nossa língua quando está no nosso país?", revidou o senhor.

"Não. E o senhor não acha que não deveria ficar ouvindo a conversa dos outros?", respondeu ela, meio brincando, meio achando o velhinho bem abusado.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 10h20
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FMI não cumpre própria meta

São Paulo, sexta-feira, 05 de maio de 2006

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ECONOMIA GLOBAL

Entidade registra lucro US$ 110 milhões abaixo do previsto e deve ter prejuízo no ano fiscal de 2007

FMI não consegue cumprir a própria meta

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Em vários lugares, ministros e ex-ministros da Fazenda, presidentes e ex-presidentes de bancos centrais devem estar sorrindo. Depois de passar boa parte de seus 63 anos ameaçando cortar o apoio financeiro a países que não seguissem sua cartilha macroeconômica, o FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciou ontem que errou na própria meta.
O FMI não cumpriu sua previsão, de que teria lucro líquido de US$ 276,8 milhões no ano fiscal de 2006, encerrado em 30 de abril último. Em vez disso, terminou o ano US$ 110 milhões abaixo do esperado. Mais: ao final do ano fiscal de 2007, prevê um prejuízo de US$ 88 milhões. E a cereja no bolo da ironia: dois dos responsáveis pelo déficit da entidade são o Brasil e a Argentina, não por dar calote, mas por fazer o contrário.
Ao pagar seus empréstimos antecipadamente, num total de US$ 25 bilhões, os dois países colaboraram para que o Fundo não alcançasse o rendimento planejado com juros. A informação foi confirmada por Michael Kuhn, diretor do departamento financeiro. "Sim, o pagamento dos dois países é a razão predominante para esse declínio", disse ele.

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Escrito por Sérgio Dávila às 08h09
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Primeiro condenado por 11.9

São Paulo, quinta-feira, 04 de maio de 2006

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GUERRA SEM LIMITES

"América, você perdeu, eu venci", diz Moussaoui após o anúncio; papel dele nos atentados não ficou claro

Júri poupa a vida do único condenado do 11/9

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

O único condenado até agora pelos ataques terroristas de 11 de Setembro teve sua vida poupada por decisão do júri. O cidadão francês de origem marroquina Zacarias Moussaoui, 37, deve passar o resto de seus dias numa prisão federal norte-americana por seu papel naquele dia, recomendaram os jurados, em decisão polêmica anunciada no final da tarde de ontem em Alexandria, cidade vizinha a Washington, no Estado da Virgínia.
A pena capital vinha sendo pedida pela Promotoria do caso e -em certos momentos de um julgamento caótico- até pelo próprio réu, que chegou a ter sua sanidade mental questionada tanto pela defesa quanto pela juíza. Alguns familiares das vítimas e lideranças conservadoras temiam, no entanto, que a morte patrocinada pelo Estado do suposto terrorista e suposto membro da Al Qaeda tivesse o efeito oposto e fizesse dele um mártir a ser reverenciado por facções terroristas islâmicas do mundo.
"América, você perdeu. Eu venci", disse Moussaoui, desafiante, ao deixar a corte. O presidente dos EUA, George W. Bush, disse que a "luta contra o terror não termina neste caso" e que "o mal não vencerá".

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h26
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Coluna de hoje


30/04/2006

 
Aceita mais 7 barras de manteiga?

por Sérgio Dávila

Sonya "The Black Widow" Thomas consegue comer 38 ovos cozidos em 8 min, 522 ostras em 10 min e 22 quilos de cheesecake em 9 min. Bill "El Wingador" Simmons manda para dentro 147 asinhas de frango ("wings", em inglês, daí o trocadilho "wingador") em meia hora. Takeru Kobayashi devora 53,5 cachorros-quentes em 12 min cravados no relógio.

O trio é a elite do "esporte" que mais cresce nos Estados Unidos hoje, o "engolidor atlético". Sim, você leu certo: engolidor atlético, "athletic gurgitator". O número de eventos anuais cresceu oito vezes desde 2002 e a modalidade conta agora com uma federação oficial, a International Federation of Competitive Eating (Ifoce), Federação Internacional de Alimentação Competitiva.

Há competições e comedores de tudo, de aspargos (Sonya é a campeã, 12 quilos de tempura do vegetal em 10 min) a tiramisu (Timothy Janus, 10 quilos em 6 min), de bolo de aniversário (Richard LeFevre, 11 quilos em 11 min e 26 s) a lingüiça de rena (Dale Boone, 28 unidades em 10 min). Chega? Mais duas, e passe o balde: manteiga (Don Lerman, sete barras em cinco min) e repolho (Charles Hardy, 15 quilos em 9 min).

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Escrito por Sérgio Dávila às 11h27
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Tanque vazio 2

São Paulo, quarta-feira, 26 de abril de 2006

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Em Washington, Rodrigues tenta "globalizar" etanol

DE WASHINGTON

Quase simultaneamente ao discurso de George W. Bush e a poucos quarteirões de distância, o ministro brasileiro da Agricultura, Roberto Rodrigues, falava do mesmo assunto, a importância e a viabilidade do etanol como combustível e substituto do petróleo. Mas o enfoque era o oposto.
Bush defendeu o subsídio de seu governo ao etanol americano, feito a partir de milho (o brasileiro tem como matriz a cana-de-açúcar). Já Rodrigues falou em "globalizar" e transformar o etanol numa commodity. "Queremos espalhar essa tecnologia por todo o mundo", disse, durante seminário no Banco Mundial sobre a experiência brasileira no setor.

O resto aqui.

 



Escrito por Sérgio Dávila às 12h46
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Tanque vazio 1

São Paulo, quarta-feira, 26 de abril de 2006

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ENERGIA

Presidente dos EUA diz que etanol "vai substituir" a gasolina; governo defende subsídios para produtores americanos

Bush congela reservas para segurar petróleo

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Dias depois de o barril do petróleo bater os US$ 75, a poucos meses das eleições que renovarão parte do Congresso norte-americano e em meio a uma crise de credibilidade do governo, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou um plano para tentar conter a atual alta do preço do combustível e evitar que o aumento chegue às bombas de gasolina.
O ponto principal, a curto prazo, é que os Estados Unidos congelarão seus depósitos no fundo de emergência de petróleo. Outros pontos incluem investimentos em novos combustíveis, como o etanol, a busca de novas reservas de petróleo, a criação de novas refinarias e uma investigação federal que verificará se os grandes produtores norte-americanos manipularam o mercado.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 12h45
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Patrocinar "Mudança de regime" está no gene americano



São Paulo, terça-feira, 25 de abril de 2006

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SÉRGIO DÁVILA

Começou com um abacaxi

Segundo o Laboratório de Ciências Cognitivas da Universidade Princeton, "mania" é um motivo irracional, mas irresistível, para uma crença ou ação. No seu último discurso sobre o Estado da União, George W. Bush disse que os norte-americanos têm um vício -no caso, o petróleo. Poderia ter dito que têm também uma mania: a de promover "mudanças de regime" alhures.
Não é prerrogativa e desejo apenas do atual presidente norte-americano, conforme confirmou à Folha de domingo retrasado o autor intelectual do Plano Irã, que prevê a "mudança de regime" naquele país do golfo Pérsico, seja por que maneira for -desde, é claro, que o "povo iraniano" queira. Tal altruísmo no olho dos outros deve ter vindo já no Mayflower, desembarcado com os primeiros imigrantes.
Se não tanto, está presente pelo menos desde 1893, quando a Casa Branca e seus enviados conspiraram para a derrubada da rainha Liliuokalani, do Havaí. A idéia de Washington era, obviamente, anexar as ilhas ao seu território, mas a moeda de troca para o apoio dos nativos ao golpe de Estado foi um acordo comercial de exportação de abacaxis que nunca veio.

O resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 09h06
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Mantega com fome

São Paulo, segunda-feira, 24 de abril de 2006

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Mantega quer comer o "prato principal" no G8

DE WASHINGTON

Os titulares das pastas das finanças de Brasil, China, Índia e África do Sul se articulam para exigir uma participação maior e mais ativa de seus países no G8 (grupo das sete nações mais ricas e a Rússia), que tem sua próxima reunião de cúpula em julho, em São Petersburgo, na Rússia.
A informação foi confirmada pelo ministro brasileiro, Guido Mantega, logo após reunião informal entre os quatro titulares, no último dia do encontro de primavera do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial.

O resto aqui.

 

 



Escrito por Sérgio Dávila às 11h43
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Eles estão chegando...

São Paulo, segunda-feira, 24 de abril de 2006

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GUERRA SEM LIMITES

Plano militar secreto inclui expansão do raio de ação e envio de tropas de elite para embaixadas, diz o "Post"

EUA ampliam conceito de guerra ao terror

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Os EUA ampliaram seu conceito de "guerra ao terror" em um grande plano militar secreto recém-aprovado pelo secretário da Defesa norte-americano, Donald Rumsfeld. Os três pontos principais são um aumento substancial do papel das Forças Armadas, especialmente das tropas de elite do Comando de Operações Especiais (Socom, na sigla em inglês), em detrimento da CIA e do Departamento de Estado; a ampliação do raio de ação do país para além dos palcos atuais de guerra (Iraque e Afeganistão); e um maior "aparelhamento" das embaixadas por essas tropas de elite.
Os detalhes do plano foram revelados em reportagem de ontem do jornal "Washington Post". Uma das medidas já tomadas foi enviar pequenos times do Socom, às vezes em duplas, principalmente membros dos Boinas Verdes, da Força Delta e dos Seal, para embaixadas em cerca de 20 países do Oriente Médio, da África e da América Latina. São chamados internamente de "Military Liaison Element" (MLE).
Entre os locais de destino da América Latina está incluído o Brasil, segundo disse à Folha um funcionário do Socom. Numa troca de telefonemas, a região da Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai) foi citada como uma zona "familiar" às ações, pela suspeita de que a Al Qaeda e outros grupos terroristas radicais islâmicos lá operem, seja como esconderijo de pessoal, seja com lavagem de dinheiro.

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Escrito por Sérgio Dávila às 11h41
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Mantega amacia

São Paulo, domingo, 23 de abril de 2006

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ECONOMIA GLOBAL

Meta é atingir, no mínimo, 4,25% do PIB

Ao Fundo, Mantega ameniza seu discurso sobre superávit primário

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Horas depois de ter se definido como "não-ortodoxo", o ministro da Fazenda brasileiro, Guido Mantega, amenizou seu discurso. Disse ontem de manhã que o governo se compromete a manter a "forte política fiscal de gerar um superávit fiscal primário de pelo menos 4,25%" do PIB na reunião do Comitê Financeiro e Monetário Internacional, no dia da abertura da reunião de primavera do FMI (Fundo Monetário Internacional) e do Banco Mundial.
Na sexta-feira, havia afirmado: "O superávit é de 4,25% do PIB, mas tem gente que gostaria que fizéssemos um superávit maior. Quem são eles? São os ortodoxos. Eu não sou ortodoxo. Eles são aquelas pessoas que não gostam dos programas sociais que o governo faz. Não dizem isso claramente, mas falam dos gastos sociais, que estariam aumentando".
Ontem, indagado pela Folha durante entrevista coletiva posterior à reunião se tinha mudado de idéia durante a noite, rebateu: "Não costumo dormir de uma forma e acordar de outra. Você fazer superávit primário não quer dizer que você é ortodoxo. Você adotar responsabilidade fiscal não é sinal de ortodoxia, e eu queria citar os ajustes fiscais feitos em países como Itália, França, conduzidos por governos sociais democratas, governos de centro-esquerda e esquerda".

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Escrito por Sérgio Dávila às 10h19
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Coluna De Volta à AMérica de Hoje


23/04/2006

 
Um país doente do estômago

por Sérgio Dávila

Este é um país que vai para a frente. E para os lados. E para cima. Pelo menos sua população, cada vez mais obesa -o turista habitual não percebe tanto porque a epidemia de obesidade de que falou o equivalente ao Ministério da Saúde local é tanto maior quanto mais longe você estiver dos grandes centros costeiros, como Nova York, Miami, Los Angeles, e das grandes cidades como Washington.

A obsessão é tamanha que não é difícil você encontrar anúncios pagos pelo governo com os dizeres: "Lembre-se: bebês obesos não cabem nas cadeirinhas de segurança dos carros".

Quatro lançamentos vêm lembrar aos americanos que a decadência de um império começa pela boca. O primeiro, e talvez mais sintomático, é um programa de TV que acaba de estrear no Learning Channel chamado "Honey, We're Killing the Kids!" (Querida, Nós Estamos Matando as Crianças!), uma brincadeira com os títulos de uma conhecida cinessérie cômica dos anos 90.

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Escrito por Sérgio Dávila às 10h08
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Me Tarzan, You Jane

São Paulo, quarta-feira, 19 de abril de 2006

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ESTRANHOS NO PARAÍSO

Três astros do partido de Bush gastam US$ 3.000 por dia na Amazônia

Feriado na selva brasileira custa crítica a senadores republicanos

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Eles queriam ser recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo chanceler Celso Amorim e discutir "a experiência do Brasil no combate à Aids, o desenvolvimento de fontes alternativas de energia, como o etanol, e problemas ambientais".
Em vez disso, passaram o feriado da Páscoa num dos hotéis mais caros da Amazônia e, em Brasília, entre um jogo de squash e uma partida de golfe, conversaram com o embaixador José Eduardo Martins Felício, subsecretário-geral para assuntos da América do Sul do Itamaraty.
Há duas semanas, os senadores republicanos Jeff Sessions (Alabama), Arlen Specter (Pensilvânia) e Pat Roberts (Kansas) decidiram que fariam um périplo pela América do Sul e pelo Caribe, para discutir "imigração, tráfico de drogas e relações comerciais".
Além da parada no Brasil, visitariam ainda Colômbia, Peru e a República Dominicana. Viajariam com dinheiro público e levariam as respectivas mulheres e os respectivos assessores. Usariam um 737 da Força Aérea.

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Escrito por Sérgio Dávila às 07h06
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Coluna "De Volta à América" de hoje


16/04/2006

 
Um guia para dedurar diplomatas

por Sérgio Dávila

Esquilos e diplomatas. Duas das principais vítimas de Washington. Os primeiros: vítimas, sim; bonitinhos no Brasil, Tico e Teco etc., tratados como ratos por aqui. Se você vê alguém brincando com os animais nos parques ou nas ruas, escreva: é turista, estrangeiro ou os dois. Os segundos: estão por toda parte, dada a quantidade de embaixadas, missões, escritórios e representações diplomáticas que pululam pela cidade, mormente ao longo da avenida Massachusetts a partir do Dupont Circle, também chamada de Embassy Row.

A bronca da população local com os funcionários dos outros países vem da imunidade destes, portadores de carros a maioria, alguns abusando da vantagem para estacionar onde não devem; e de países que usam estes veículos para espionar. Daí o guia "Diplomatic License Plate Decoder", ou decodificador das licenças (placas, em São Paulo) de carros diplomáticos. Não é brincadeira.

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Escrito por Sérgio Dávila às 11h24
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EUA preparam intervenção no Ira 3

São Paulo, domingo, 16 de abril de 2006

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"EIXO DO MAL"

Patrick Clawson sugere ações preventivas contra o Irã que não sejam interpretadas como "guerra aberta"

Mentor da ofensiva prefere sabotagens

DE WASHINGTON

Ruivo, muito branco e de olhos azuis no exterior. Cheio de idéias belicosas no interior. De certa maneira, Patrick Clawson é o "american dream" personificado. É também, segundo o insuspeito jornalista Seymour Hersh, ganhador do prêmio Pulitzer e autor do principal livro sobre o escândalo da prisão de Abu Ghraib ("Cadeia de Comando", 2004), a cabeça por trás do plano de mudança de regime no Irã.
Diretor-assistente de pesquisa do Instituto para a estratégia do Oriente Médio, foi do Instituto Nacional de Estudos Estratégicos da Universidade de Defesa Nacional e economista do Instituto de Pesquisas de Política Externa, no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional. É fluente em farsi, hebraico, alemão, espanhol e francês, e autor, entre outros livros, de "Getting Ready for a Nuclear Ready Iran" (2005), "Eternal Iran - Continuity and Chaos" (2005), "Checking Iran's Nuclear Ambitions" (2004), "U.S. Sanctions on Iran" (1997) e "Iran's Strategic Intentions and Capabilities" (1994).
Na última quarta-feira, ele falou à Folha em Washington. (SD)

Leia o resto aqui.



Escrito por Sérgio Dávila às 11h22
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